Lançamento Oficial da LiterAusten

Temos como missão disseminar com seriedade e dedicação a obra da escritora inglesa Jane Austen e, este propósito, tem vida e nome: LiterAusten!

Este 1o Volume, publicado no dia em que o mundo recorda com reverência o falecimento de Austen há 200 anos, traz artigos inéditos e outros já publicados em anais de congressos e demais veículos de propagação digital.

O conteúdo deste volume versa sobre o estilo literário de Austen; acerca dos gêneros feminino e masculino em suas obras, também aborda a difusão da Austenmania e suas ramificações pelas fanfics.

Desejamos que a leitura seja proveitosa e que a mente e genialidade de Austen sejam atributos cada vez mais reconhecidos entre os amantes da literatura.

Adriana dos Santos Sales

Fábio Paiva Reis

Marcelle Santos Vieira Salles

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Lançameto da Revista LiterAusten!

Prezados leitores e amigos que me acompanham há anos! É com muita satisfação que anuncio o lançamento do 1o número da Revista LiterAusten no dia 18 de julho de 2017! Vejam os detalhes da revista na seção especial aqui do blog. Espero que gostem e participem!

Literausten blog

Jane Austen é Pop – Mulheres em Letras na UFMG

Hoje a partir de 15:45, Adriana Sales (Presidente da Jasbra) fará uma palestra na UFMG, com o título “Jane Austen é Pop”. A apresentação deste trabalho tem como objetivo fazer uma discussão a respeito das produções para o cinema e televisão, assim como os desdobramentos nas redes sociais, inclusive Youtube, que transformou Jane Austen em cultura pop.

pop

 

Estereótipos literários: Austen como pioneira do chic lit?

Olá leitores!

Recordo que há alguns anos, uma amiga muito inocentemente me questionou: “Aqui, estes livros da Jane Austen que você gosta de ler, são no estilo daqueles romances de banca, certo? Tipo… Sabrina, Bárbara, Samantha?”

Confesso que naquele fatídico momento, me deu uma vontade louca de dar um murro na cara dela, mas como ela é uma amiga muito especial e devido ao carinho que dedico à nossa amizade, sorri de volta e respondi delicadamente (entre os dentes, é claro!) que ela estava redondamente enganada.

Em referência ainda, aos estereótipos literários que as pessoas insistem em conferir à obra de Austen, o blog Baiana da Baviera trouxe um artigo interessante, o qual recomendamos a leitura e reflexão. O título da referida publicação já é instigante:

Jane Austen: mãe do chic lit?

O conteúdo explora que, apesar das obras austenianas agradarem predominantemente o universo feminino – assim como a maior parte do estilo chic lit o faz -, ainda assim seus livros se destacam por abordar temas delicados àquela época, como a negligência aos direitos civis das mulheres, a falta de poder de escolha feminina quanto aos relacionamentos amorosos, choques nos encontros entre classes, escândalos familiares, entre outros tópicos relevantes que versam as tramas construídas por Austen.

Particularmente, creio que Austen não deve ser classificada num gênero chic lit. Longe de ser um preconceito ao estilo ou não observância da suposição de que ela pudesse desejar sua obra emergindo um alcance popular à época. Acima disso, me valho da plena convicção de que Austen sempre quis dizer muito mais em seus contextos imaginários do que insistem em reparar, a maior parte daqueles que adoram esteriotipar sua obra. Austen caprichava nos diálogos, lançava mão de uma linguagem clara e clássica e ironizava como nenhum outro escritor fora capaz de fazer até hoje.

Jane Austen é sim um cânone literário, ao passo que o chic lit volta sua ambição à prateleira comercializável e não à moldura clássica.

Sorry chic lit, mas em Austen, você é apenas uma referência e não um enquadramento.

Jane Sorridente

Marcelle Vieira Salles

Edmund Bertram e Fanny Price – Bicentenário de Mansfield Park

O que vocês acham dos personagens principais 
de Mansfield Park?
Leia abaixo um breve estudo que realizei em 2010 na ocasião do lançamento da minha tradução Mansfield Park – Editora Landmark.

Por que Jane Austen era feminista?

A leitora Alexandra Duarte nos presenteia hoje com suas reflexões a respeito de Jane Austen e feminismo. E vocês leitores, o que acham desta perspectiva?

O artigo está disponível para download, basta clicar na imagem abaixo.

 

Artigo: Literatura na Web

Prezados leitores e amigos, conversando outro dia com a Lília dos Anjos, acabamos percebendo que apenas publicamos aqui no blog sobre a nossa apresentação no 3o Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação.

Infelizmente nos esquecemos de divulgar nosso artigo sobre ‘A literatura discutida na WEB: algumas reflexões sobre o compartilhamento de saberes’. Nesse artigo discutimos a respeito do fórum de discussão da JASBRA e traçamos um perfil dos usuários. Espero que gostem! 

Jane Austen é pop: o papel do leitor e do espectador na Austen Mania

Vocês se lembram que ontem eu publiquei aqui no blog a respeito da pesquisa de mestrado da Marcela Soalheiro? Ainda dá para participar, basta clicar aqui.

Hoje, apresento a vocês um resumo expandido de um artigo escrito por Marcela que será publicado no SOCINE e no IBERICOM
 

Jane Austen e a fantasia de poder em “Orgulho e Preconceito”

A Natallie Chagas acaba de me dar uma ótima dica! Um artigo escrito por Larissa Selhorst Seixas a respeito de Orgulho e Preconceito.

Confiram abaixo um trecho do artigo.

Jane Austen e a fantasia de poder em “Orgulho e Preconceito”  
Por Larissa Selhorst Seixas

Algumas críticas contemporâneas como a historiadora Mary Poovey defendem que a figura de Elizabeth representa um equilíbrio entre o individualismo e as regras sociais e não a negação dessas regras. Embora a heroína do romance seja uma mulher perspicaz e autoconfiante, que desdenha da incerteza de seu futuro, ela também admite, em outros momentos, que toda ação do indivíduo está conectada à vida dos outros membros da sociedade. Isto fica exemplificado com a história do escândalo que cai sobre a família Bennet com a fuga de Lydia e Wickham, ferindo duramente o orgulho e segurança da própria Elizabeth. Neste sentido, Poovey acredita que Jane Austen estaria defendendo a ideia que o amor romântico poderia ser um corretivo do egoísmo e do individualismo exacerbado. É o que ocorre com Mr. Darcy, por exemplo, que abre mão do seu orgulho e dos seus preconceitos de classe pelo amor a Elizabeth.”

Para ler o artigo completo basta clicar aqui.

Pride & Prejudice: Understanding Context

“Uma revista interativa sobre o contexto de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, elaborada por estudantes avançados de inglês da HSC.”
Essa é a definição desta pequena publicação sobre Jane Austen. Mais um excelente achado no Issuu.