Apresentação de abertura do VI Encontro Nacional da JASBRA

Prezados,

Quem fará a abertura do VI Encontro Nacional da Jane Austen Sociedade do Brasil será a Prof. Dra. Magda Velloso. Vejam o perfil de Magda, abaixo:

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Edição 83 da Revista Jane Austen’s Regency World

A edição de Setembro/Outubro da Revista Jane Austen’s Regency World acaba de chegar às minhas mãos, cheia de artigos interessantes.

A capa abaixo, traz o ator Aidan Turner em cena de um dos episódios de Poldark, uma série da BBC que está na segunda temporada em exibição lá na Inglaterra.

Para quem ainda não sabe, a revista é uma importante fonte de artigos e notícias relacionados ao universo Austen e o editor Tim Bullamore oferece aos leitores deste blog um desconto para assinatura, para assinar a revista, com desconto exclusivo de 20% para o Jane Austen Brasil, basta clicar aqui

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 Veja abaixo alguns assuntos também nesta edição:
  • Poldark returns The Cornish Mr Darcy will be back on our television screens this autumn
  • Scandal at Stoneleigh A murder tale comes close to Jane Austen’s maternal family
  • Austen for caregivers Carol J Adams looks at the link between Austen, the First World War and 21st-century caregivers
  • Women against slavery Meet those women who campaigned against the heinous trade in human beings
  • The real Lady Susan Take a look at Lady Susan Vernon, Austen’s youthful creation
  • Janeites in DC A preview of this year’s JASNA AGM which is taking place in October
  • News from Austen societies in the UK and the US

A escritora dos finais felizes

A Rúbia Magalhães, diretora do site sobre cinema chamado Cinéfilos me fez uma indicação de um texto sobre as adaptações cinematográficas dos livros de Jane Austen.

O cinema e a tevê adoram Jane Austen

Texto de Sílvia Pereira para o Jornal Araraquara:

Até ser rodado, todo filme existiu antes como um roteiro. E a maioria, antes de virar roteiro, foi um livro. Na história da sétima arte, nem todos os ótimos livros viraram bons filmes, mas todo ótimo filme teve como base uma história bem escrita, seja em livro, roteiro para teatro ou para o próprio cinema (os chamados “roteiros originais”). Para meu próprio prazer, aprendi cedo a tirar proveito do cinema como vitrine de grandes e boas obras.
Foi pelo cinema que descobri, por exemplo, as obras da escritora inglesa Jane Austen, que viveu entre os séculos 18 e 19. Filha de um reitor (padre da igreja anglicana), Austen escrevia para seu próprio prazer e recusou vários pretendentes para manter esta liberdade já que, segundo os padrões da época, não era profissão para uma mulher.
Em suas poucas obras publicadas — “A Abadia de Northanger”, “Mansfiled Park”, “Orgulho e Preconceito”, “Emma” e “Persuasão” (além da já citada) — a escritora narra romances que têm como pano de fundo uma análise sutil, mas impiedosa dos costumes, hipocrisias e preconceitos da sociedade inglesa do século 18. Sua ironia fina e o texto primoroso são um deleite para quem aprecia a palavra escrita tanto quanto a falada no cinema.
Foi a adaptação cinematográfica de 1995 de “Razão e Sensibilidade”, com roteiro da atriz Emma Thompson — que interpreta uma das protagonistas — e direção (pasmem!) do taiwanês Ang Lee, que me apresentou à primeira história da escritora. Como um oriental conseguiu transmitir tão bem o universo e clima ingleses dos romances de Austen, para mim, até hoje é um mistério, mas não deixa de ser uma prova de que uma boa obra é universal.
1995, aliás, parece ter sido o ano das adaptações hollywoodianas de Austen, pois também é deste ano a versão que considero a melhor para o cinema de “Persuasão”,com direção de Roger Michell, e adaptação teen de “Emma”, Clueless, de Amy Heckerling, que no Brasil chamou-se “As Patricinhas de Beverly Hills”.
Também adorei a livre adaptação de Patricia Rozema para “Mansfield Park” (1999), que no Brasil recebeu o título de Palácio das Ilusões” e ri demais de “O Diário de Bridget Jones” (2001), comédia rasgada inspirada na trama de “Orgulho e Preconceito” (“Pride and Prejudice”).
Romance mais famoso de Austen, “Orgulho e Preconceito” também teve uma adaptação em 2005 que foi a estreia do jovem diretor inglês na direção de longas. Não fez feio.
Em 2007, Robin Swicord filmou “O Clube de Leitura de Jane Austen”, comédia romântica sobre um grupo de pessoas que se reúne para debater a obra da escritora. Cada sessão acaba rolando como uma espécie de terapia em grupo em que os acontecimentos das vidas das personagens do filme se relacionam às motivações das personagens dos livros. E o mais interessante é que até alguns personagens masculinos fora do tal clube, em dado momento, são tentados a ler Austen para entender o que tanto atrai suas mulheres (a obra da escritora normalmente é associada à preferência feminina).
Além das citadas, são inúmeras as versões para cinema e tevê da obra de Jane Austen, sendo as melhores produzidas pelo canal BBC, de Londres, que não se acanha em readaptar os mesmos títulos da escritora a intervalos de poucos anos — é que Jane Austen está para a literatura inglesa mais ou menos como Machado de Assis para a brasileira.
Para quem quiser descobrir ou saber mais sobre Austen, recomendo o site janeausten.com.br como fonte de consulta sobre sua obra. Completo, ele contém biografia, imagens, fichas de todos os livros (completos e incompletos) da escritora, trechos de cartas que ela trocava com a irmã, fichas técnicas das obras para tevê e cinema baseadas em seus romances (até de paródias, filmes baseados na vida da autora e aqueles que apenas lhe fazem alguma referência, mínima que seja), além de dicas e informações postados em formato de blog.

Enfim… o cinema e a tevê adoram Jane Austen (e eu também).

Aisha – lançamento mundial

O lançamento mundial do filme Aisha (uma adaptação indiana de Emma, escrito por Jane Austen) será amanhã. O cartaz de lançamento do filme traduz a jovialidade do filme. Diferente das adaptações inglesas e americanas, centradas no século XIX, as adaptações indianas se passam nos dias atuais. Pela foto do lançamento o filme está mais parecido com adaptação americana de Emma chamada ‘As patrícinhas de Bervely Hills’.  Infelizmente, parece que o Brazil não exibirá este filme nos cinemas, como consta na lista de cidades onde o filme será exibido.
Foto dos bastidores
Aisha nos jornais e revistas
Eu já havia divulgado esta adaptação há alguns meses. Se você deseja assistir ao vídeo, clique aqui. Um pouco mais sobre a produção, leia aqui.
O site do filme é bastante interativo. A página inicial apresenta a frente da casa de Aisha, onde é só clicar na porta de entrada que você começa a navegar pelo site. Em seguida, em cada ambiente da casa você poderá clicar nas imagens e descobrir detalhes sobre figurinos, vídeos, fotos, donwloads, músicas (é só clicar no antigo juke box para ouvir as músicas) e até mesmo as letras das músicas. Agora ninguém pode reclamar que não sabe o que eles estão cantando! É só usar um tradutor eletrônico para se ter uma idéia, não é mesmo?

Jane Austen made in Paraíba

Esse livro abaixo cruzou o Brasil até chegar às minhas mãos. Recebi de presente de aniversário de Lília dos Anjos! É o mais recente lançamento do Genilda Azerêdo sobre: Jane Austen nas telas – um estudo da ironia em Emma. O livro foi publicado com o selo da Editora UFPB e está à venda na livraria do Campus e creio que também nas Livrarias Paulinas (pois o presente veio embrulhado com o papel de presente de lá). Vou confirmar com a Lília e depois falo para vocês!
Conteúdo:
Há um essay sobre esse tema, de autora da própria Genilda, à disposição para download nos arquivos da UFSC (onde Genilda fez o doutorado), para baixar clique aqui.
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Já falei sobre Genilda em dois outros posts:
Jane Austen, adaptação e Ironia – livro publicado por Genilda Azerêdo
Hollywood sem beijo – artigo de Genilda Azerêdo sobre o filme Orgulho e Preconceito
Ps. ouso dizer que meu amigo Lord Daniel vai adorar a notícia!

Se prepare pois vem ai mais um Mr. Darcy!

Após alguns rumores, o ator Stephen Fry decidiu tornar público seu projeto “Jane Austen Handheld“. Trata-se de um projeto ainda em produção e sem muitos detalhes. Mas o certo é que será uma espécie de documentário sobre o livro Orgulho e Preconceito, de acordo com o site IMDb.

<– Stephen Fry, fará o papel de Mr. Bennet.

O que parece estranho, é que os atores para os papéis principais ainda não foram divulgados. O certo é que Lily Allen fará o papel de Lydia Bennet e o maravilhoso Stephen Fry fará o papel de seu pai, o Mr. Bennet.
Lily Allen fará o papel de Lydia Bennet –>
Um nome cotado para fazer o papel da Srª Bennet é da Carrie Fisher (que fez a Princesa Léa em Star Wars). Um outro nome cotado para fazer um personagem nesse projeto é o de Russell Brand que provavelmente fará o papel de Wichham.
Mas e o principal personagem masculino de Orgulho e Preconceito? Mr. Darcy? Ainda não foi declarado oficialmente e no site IMDb sugere o ator Goran Visnjic como possível Mr. Darcy. Visnjic é um ator croata muito conhecido por seu trabalho na série americana ER (Dr. Luka Kovac) e o inédito “New York, I love you”.

Agora é só esperar para ver se confirmam o Goran como Mr. Darcy e se divulgam o nome da atriz que fará Elizabeth Bennet.