Por que ver o novo “Razão e Sensibilidade”

Eu tive o prazer de conceder uma entrevista sobre as adaptações de Jane Austen ao jornalista Ticiano Osório (Jornal Zero Hora – RS). O artigo também contou com a entrevista do tradutor e acadêmico Rodrigo Breunig. Publicação 26/10/2026

Quem ama também tem boletos: por que ver o novo “Razão e Sensibilidade”
Filme com Daisy Edgar-Jones que adapta clássico de Jane Austen (1775-1817) entra em cartaz na quinta-feira (29).

Leia entrevista com Adriana Sales e Rodrigo Breunig, especialistas na obra da escritora

Daisy Edgar-Jones estrela “Razão e Sensibilidade” (2026), filme dirigido por Georgia Oakley. Universal Pictures / Divulgação

Jane Austen (1775-1817) deixou ao mundo apenas seis romances, mas sua obra já rendeu mais de 80 adaptações, modernizações ou reinvenções no cinema, na TV e no streaming. A lista inclui filmes indicados ao Oscar, como Razão e Sensibilidade (1995) e Orgulho e Preconceito (2005), a comédia romântica adolescente As Patricinhas de Beverly Hills (1995), que faz uma releitura contemporânea de Emma (1815), e o bizarro Orgulho e Preconceito e Zumbis (2016), além da série Sanditon (2019-2023), baseada em um livro inacabado da autora inglesa.

Nesta quinta-feira (29), estreia nos cinemas brasileiros a mais recente versão de um romance de Austen: Razão e Sensibilidade (Sense and Sensibility, 2026), dirigido pela inglesa Georgia Oakley, a mesma de Blue Jean (2022). Com roteiro de Diana Reid, a trama acompanha a decadência financeira da família Dashwood logo após a morte repentina do patriarca, que deixa toda a herança e as propriedades para o filho do seu primeiro casamento, John (papel de Tom Brooke, o agente Coe do seriado Slow Horses).

Desamparadas, a viúva Sra. Dashwood (encarnada por Caitríona Balfe, protagonista da série Outlander) e suas três filhas são forçadas a abandonar a luxuosa propriedade em Sussex para viver de forma muito modesta em um chalé distante no condado de Devonshire, cedido caridosamente por um parente.

Esmé Creed-Miles interpreta Marianne Dashwood no novo “Razão e Sensibilidade”. Universal Pictures / Divulgação

As três filhas são Elinor, que tem 19 anos no início da história, Marianne, 17, e Margaret, 13. Vista em Fresh (2022), Twisters (2024) e na minissérie Normal People (2020), Daisy Edgar-Jones interpreta a mais velha. Esmé Creed-Miles, que protagonizou a série Hanna (2019-2021), faz a irmã do meio. E Bodhi Rae Breathnach dá vida à caçula.

No contexto descrito por Jane Austen, o casamento não é apenas uma escolha romântica, mas a única salvação financeira para mulheres como Elinor e Marianne, que precisam lidar com as complexidades do cortejo na Inglaterra do início do século 19. A falta de dote e de uma fortuna familiar diminui drasticamente as chances de matrimônio das duas, transformando a busca pelo amor em um desafio de sobrevivência social.

Universal Pictures / Divulgação

O conflito dramático se dá na oposição entre Elinor, que representa a racionalidade, e Marianne, a sensibilidade. A primeira é tão pragmática e prudente que trai seus próprios sentimentos em relação a Edward Ferrars, personagem de George MacKay, de 1917 (2019) e Munique: No Limite da Guerra (2021).

A segunda se entrega completamente às emoções quando conhece Willoughby (papel de Frank Dillane), sujeito visto com maus olhos pelo Coronel Brandon (interpretado por Herbert Nordrum, de A Pior Pessoa do Mundo), que tem afeição genuína pela vivacidade de Marianne.

Novo “Razão e Sensibilidade” prioriza a iluminação natural mesmo nos interiores. Universal Pictures / Divulgação

A diretora Georgia Oakley reconta essa história conhecida com um olhar melancólico que prioriza, na direção de fotografia de Arnaud Potier, a iluminação natural das paisagens e dos interiores. O tom mais realista acentua os aspectos cruéis da jornada empreendida pelas irmãs Dashwood.

Ao mesmo passo, ainda que não faltem diálogos saborosos mesmo quando amargos, a prosa espirituosa e irônica de Jane Austen abre espaço à introspecção, ao sensorial, ao silêncio. Os não ditos pesam mais do que as palavras, e para tanto é fundamental a contenção emocional da atuação de Daisy Edgar-Jones. Não raro, a câmera se dedica a observar as microexpressões do rosto da atriz. A montagem assinada por Izabella Curry permite constituir pequenos quadros em movimento que são emoldurados pela trilha sonora minimalista composta por Roger Goula.

“Cada geração encontra algo diferente em Austen”

Elinor (papel de Daisy Edgar-Jones) e Marianne (Esmé Creed-Miles) em “Razão e Sensibilidade”. Universal Pictures / Divulgação

Para falar com mais propriedade sobre Jane Austen e Razão e Sensibilidade, entrevistei dois especialistas: a mineira Adriana Sales e o gaúcho Rodrigo Breunig.

Doutora em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Adriana especializou-se em Austen pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, e está fazendo pós-doutorado na UFRGS, com foco na recepção das obras da escritora inglesa no Brasil. Traduziu três romances — Mansfield Park, Razão e Sensibilidade e Emma — e é a fundadora da Jane Austen Sociedade do Brasil.

Breunig é mestre em literatura brasileira pela UFRGS e já traduziu para a L&PM sete livros de Jane Austen: Razão e Sentimento (título adotado pela editora), A Abadia de Northanger, Emma, Mansfield Park, Amor e Amizade & Outras Histórias, Lady Susan e os inacabados Os Watson e Sanditon. Também assina a tradução da biografia A Verdadeira Jane Austen, de Paula Byrne, e escreveu O Livro dos Leitores Imaginários, no qual “adapta” — as aspas são dele próprio — um trecho de A Abadia de Northanger para o cinema.

1) Em algum lugar do mundo, tem sempre alguém adaptando Jane Austen para o cinema, a TV ou o streaming. O que explica a permanência da sua obra?

Adriana Sales: Acho que, antes de tudo, Jane Austen continua sendo lida e adaptada porque sabia contar boas histórias e criar personagens com os quais temos alguma afinidade. Embora seus livros tenham sido escritos há mais de 200 anos, ela aborda questões que continuam presentes: o amor, o dinheiro, as relações familiares, as expectativas sociais e a dificuldade de conciliar o que desejamos com aquilo que esperam de nós. Além disso, Austen era uma observadora extraordinária do comportamento humano. Com humor, ironia e muita sensibilidade, ela mostrava as contradições das pessoas e da sociedade em que viviam. Seus romances não falam apenas de casamentos e histórias de amor, mas também das poucas possibilidades de escolha que as mulheres tinham naquela época. Cada geração encontra algo diferente em seus livros. E é isso que torna as adaptações tão interessantes: elas não precisam simplesmente reproduzir o que Austen escreveu, mas podem mostrar como essas histórias conversam com o mundo de hoje. A obra permanece viva justamente porque permite novas leituras, sem perder sua força original.

Rodrigo Breunig: Adoro Jane Austen pela voz inconfundível, pelas frases longas, pelo discernimento da observação do mundo e pela ironia incrivelmente inteligente. Ela permanece porque seus romances são catedrais literárias que pedem releitura. Só não relê quem se contenta em saber quem casou com quem. Claro, existem catedrais literárias que não permanecem como Jane Austen, mas é difícil construir uma catedral engraçada e leve. Acho que o cinema e a TV não se cansam nunca dela por causa do quem-casou-com-quem, dos finais felizes e da engrenagem mágica dos diálogos, que são os melhores da história do romance inglês.

Austen não está dizendo que uma está certa e a outra, errada. Uma das grandes questões do livro é: precisamos escolher entre razão e emoção? Ou precisamos aprender a conviver com as duas coisas?

ADRIANA SALES
Fundadora da Jane Austen Sociedade do Brasil

2) O que Razão e Sensibilidade tem a dizer para nossos tempos e a sociedade de hoje?

Adriana Sales: Bem, creio que muito mais do que pode parecer à primeira vista! O romance acompanha duas irmãs, Elinor e Marianne Dashwood, que lidam de maneiras diferentes com os sentimentos, o amor e as dificuldades da vida. Elinor procura agir com prudência e controlar as emoções; Marianne é mais impulsiva e acredita intensamente naquilo que sente. Mas Austen não está simplesmente dizendo que uma está certa e a outra, errada. Para mim, uma das grandes questões do livro é justamente essa: precisamos escolher entre razão e emoção? Ou precisamos aprender a conviver com as duas coisas? O romance também continua atual porque mostra como o dinheiro e a posição social interferem nas relações pessoais. As mulheres da família Dashwood enfrentam uma situação de vulnerabilidade econômica e têm poucas possibilidades de construir uma vida independente. O casamento, naquele contexto, não era apenas uma questão de amor, já que podia determinar o futuro financeiro e social de uma mulher. Essa dimensão continua interessante para o leitor de hoje, porque nos faz pensar sobre a autonomia feminina, a dependência econômica e as pressões sociais que influenciam nossas escolhas. As circunstâncias mudaram, evidentemente, mas ainda precisamos negociar nossos desejos com as expectativas dos outros. E Austen tem muito a nos dizer sobre isso.

Rodrigo Breunig: Entre outras coisas, Razão e Sensibilidade nos diz que dinheiro não traz felicidade, mas traz conforto, que é mais importante do que felicidade. O primeiro diálogo do livro, no segundo capítulo, é uma longa conversa sobre dinheiro. Digamos que você fosse a filha única de um homem rico: você não podia contar com a herança, que passava ao herdeiro homem mais próximo, por mais distante que fosse. Era casar bem ou passar mal. Nesse universo do livro, os homens em maior ou menor destaque são todos rentistas, e os únicos que trabalham pra ganhar a vida são os criados, que naturalmente ganham mal. E as criadas inglesas ganhavam até cinco vezes menos que os criados. Criadas chegavam a ganhar cinco libras por ano (algo como R$ 300 por mês). No penúltimo capítulo, o dinheiro traz o final feliz: lemos que “nenhum dos dois estava tão apaixonado a ponto de pensar que 350 libras por ano (algo como R$ 20 mil por mês) lhes propiciariam os confortos da vida”.

Razão e Sensibilidade nos diz que dinheiro não traz felicidade, mas traz conforto, que é mais importante do que felicidade.
RODRIGO BREUNIG
Tradutor de sete livros de Jane Austen

3) O que não pode faltar em uma adaptação de Razão e Sensibilidade? E que mudanças ou omissões poderiam ser problemáticas?

Adriana Sales: Espero que a adaptação compreenda a complexidade das personagens e não transforme o romance apenas em uma história de amor com figurinos bonitos e cenários de época. A ambientação é importante, claro, mas não pode ser mais importante do que aquilo que a história tem a dizer. Adaptar Jane Austen não significa apenas conquistar novas gerações que ainda não leram seus livros. É fundamental estabelecer um diálogo entre o texto original, a linguagem da adaptação e o público a que ela se destina, respeitando a obra, mas também encontrando maneiras de torná-la significativa para os espectadores de hoje. Elinor e Marianne precisam ser retratadas como mulheres complexas, com suas contradições, fragilidades e qualidades. Seria um equívoco apresentar Elinor como uma mulher fria, que não sente, e Marianne como alguém que simplesmente não sabe controlar as próprias emoções. As duas têm muito a aprender, e nenhuma delas representa, sozinha, a maneira correta de viver. Também considero importante a crítica social presente no romance, especialmente a relação entre dinheiro, casamento e liberdade de escolha das mulheres. Se esses elementos forem deixados de lado, corremos o risco de transformar uma narrativa que questiona as convenções sociais em uma história que apenas celebra o romance e o final feliz. Isso não significa que uma adaptação precise ser fiel em todos os detalhes. O cinema e a televisão têm suas próprias linguagens, sendo as mudanças quase que inevitáveis e muitas vezes enriquecedoras.

Rodrigo Breunig: Espero alguma infidelidade. Para o meu gosto, as melhores adaptações de grandes obras literárias costumam ser as infiéis. Então acho que só não podem faltar as duas maneiras de amar: uma irmã expõe o peito ao sofrimento, a outra se protege.

Columbia / Divulgação
Emma Thompson e Kate Winslet em “Razão e Sensibilidade” (1995), de Ang Lee. Columbia / Divulgação

4) Qual é a sua adaptação favorita de algum livro de Jane Austen e por quê?

Adriana Sales: Tenho um carinho especial pelo filme Razão e Sensibilidade, de 1995, por ter sido a primeira adaptação de Jane Austen a que assisti. A forma como o diretor Ang Lee e a atriz e roteirista Emma Thompson conseguiram transformar o romance em cinema sem simplificar suas personagens é um diferencial. É uma adaptação que posso rever e continuar descobrindo detalhes sobre as relações familiares, os sentimentos e as convenções sociais que orientam as escolhas das protagonistas. É um filme que consegue equilibrar o respeito ao romance original com escolhas próprias da linguagem cinematográfica. Gosto particularmente da maneira como o filme constrói a relação entre as duas irmãs. Ele não reduz Elinor à razão nem Marianne à emoção, mostra que, por trás das diferenças, existe um vínculo afetivo muito forte. A interpretação de Emma Thompson dá espaço aos sentimentos de Elinor, mesmo quando ela tenta escondê-los, e Kate Winslet transmite a intensidade e o idealismo de Marianne. Outro aspecto interessante é a maneira como o filme apresenta os personagens masculinos. Edward Ferrars (Hugh Grant) e o Coronel Brandon (Alan Rickman) ganham uma sensibilidade que nem sempre é tão evidente no romance. Eles demonstram afeto, insegurança e vulnerabilidade, o que amplia nossa compreensão dessas personagens. Mas também gosto muito da minissérie Razão e Sensibilidade, produzida pela BBC em 2008. Por ter mais tempo para desenvolver a narrativa, ela explora com cuidado as dificuldades enfrentadas pelas irmãs Dashwood, inclusive a precariedade econômica em que passam a viver. Os figurinos e os espaços domésticos ajudam a perceber que a situação financeira da família não é apenas um detalhe da trama: interfere diretamente nas possibilidades de vida das personagens. Acho interessante comparar as duas versões porque elas mostram que uma mesma obra pode gerar interpretações diferentes, sem que uma necessariamente invalide a outra. E não posso deixar de mencionar, Orgulho e Preconceito (2005), dirigido por Joe Wright, com Keira Knightley e Matthew Macfadyen. Mesmo 20 anos após seu lançamento, o filme continua conquistando públicos de diferentes gerações, o que demonstra a força da história e sua capacidade de se renovar aos olhos dos espectadores.

Rodrigo Breunig: Palácio das Ilusões (1999), versão da diretora Patricia Rozema para Mansfield Park. É um filme infiel. Aparece o sangue da escravidão. No romance, a protagonista é frágil, incapaz de levantar a voz, resignada com seu próprio suplício. O crítico Lionel Trilling escreveu certa vez: “Ninguém, creio eu, jamais julgou ser possível gostar da heroína de Mansfield Park”. No filme, é tão impossível não gostar de Fanny Price (papel de Frances O’Connor) quanto é impossível não gostar de Jane Austen.

Chamada para Comunicações em evento acadêmico

Estão abertas inscrições para o envio de resumos para o 11o Seminário Nacional e 5o Seminário Internacional de Língua e Literatura da Universidade de Passo Fundo, a ser realizado entre os dias 7 a 9 de outubro, no formato híbrido.

Para enviar seu resumo para o nosso Simpósio Temático, é necessário baixar o template e enviar para as coordeandoras do simpósio drixales@gmail.com e biancarossato@ifsul.edu.br.

SIMPÓSIO 11- GÊNERO, REPRESENTAÇÃO E INTERMIDIALIDADE NAS
ADAPTAÇÕES DA LITERATURA EM LÍNGUA INGLESA


Prof. Dra. Adriana dos Santos Sales (Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas
Gerais – CEFET-MG e Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS)
drixsales@gmail.com
Prof. Dra. Bianca Deon Rossato (Instituto Federal Sul-rio-grandense – IFSul)
biancarossato@ifsul.edu.br


Resumo: As adaptações de obras literárias para o cinema, a televisão e as plataformas
de streaming constituem um campo fértil para a investigação das transformações
culturais, sociais e políticas que atravessam diferentes épocas e meios de produção
narrativa. Longe de serem compreendidas apenas como reproduções de textos-fonte, as
adaptações podem ser entendidas como processos de recriação, tradução cultural e
ressignificação, capazes de evidenciar disputas em torno de gênero, identidade, classe,
raça e sexualidade. Este simpósio temático propõe reunir trabalhos que investiguem
adaptações de obras da literatura em língua inglesa sob a perspectiva dos estudos de
adaptação, dos estudos feministas e das abordagens interseccionais. Interessa-nos
discutir como personagens, narrativas e imaginários literários são reinterpretados em
produções audiovisuais contemporâneas, bem como analisar os modos pelos quais tais
adaptações negociam questões relacionadas à representação feminina, às identidades
dissidentes e às estruturas de poder presentes nos textos originais e em seus contextos
de recepção. A sessão acolhe pesquisas fundamentadas em teóricos dos estudos de
adaptação, tais como Linda Hutcheon, Julie Sanders, Robert Stam e Henry Jenkins,
assim como em contribuições dos estudos feministas e de gênero, incluindo Susan
Fraiman, Claudia L. Johnson, Sandra Gilbert e Susan Gubar, Mary Poovey, Rosalind
Gill, entre outras(os) pesquisadoras(es) que investigam literatura, cultura, mídia e
representações identitárias. A proposta busca promover um espaço de diálogo
interdisciplinar sobre as múltiplas formas pelas quais a literatura em língua inglesa
continua a produzir sentidos na contemporaneidade por meio de suas adaptações,
contribuindo para reflexões acerca dos devires identitários, das vozes plurais e dos
letramentos culturais que constituem o tema central do evento.


Palavras-chave: Literatura em língua inglesa. Intermidialidade. Gênero.

Jane Austen’s Period Drama: sátira de época que concorre ao Oscar

Você viu esse curta? Jane Austen’s Period Drama (2024), comédia curta escrita e dirigida por Julia Aks e Steve Pinder, foi indicado ao Oscar 2026 na categoria Best Live Action Short Film.

Inspirado livremente em Orgulho e Preconceito, com algumas cenas de Razão e Sensibilidade, o filme subverte o drama de época com humor afiado e crítica social.


📍 Inglaterra, 1813: em meio a um pedido de casamento “perfeitamente apropriado”, Miss Estrogenia Talbot menstrua — e o choque do pretendente revela o quanto até a mais cara educação pode falhar quando o assunto é o corpo feminino.

🎥 O curta teve estreia mundial no 39º Santa Barbara International Film Festival (fev. 2024) e, em 2025, venceu diversos prêmios.

🌟 Destaque especial para Emma Thompson, que se juntou ao projeto como “Executive Menstrual Advisor”, descrevendo o filme como🩸 “A bloody little gem” — corajoso, revolucionário e deliciosamente engraçado.

Uma sátira inteligente que dialoga com Austen, desmonta tabus e mostra que o drama de época ainda pode dizer muito sobre o presente.

🔗 Saiba mais: https://janeaustensperioddrama.com/ o trailer pode ser visto na página do curta: AQUI.

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Comemoração dos 115 anos do CEFET-MG: Exibição do filme “Orgulho e Preconceito”

Em comemoração aos 115 anos do CEFET-MG, teremos eventos artístico-culturais, como palestras, oficinas, apresentações e outras ações preparadas para esse momento e que serão divulgadas ao longo da semana. Considerando isso, gostaríamos de convidar a comunidade acadêmica da instituição para participar da seguinte exibição do filme “Orgulho e Preconceito”, seguida de debate sobre a obra, que acontecerá no Campus Nova Suíça:

Data: 09/09, terça-feira.

Horário: 09h.

Local: Miniauditório do prédio administrativo, no subsolo.

Mediação do debate: Profa. Adriana dos Santos Sales (DELTEC), presidente da Jane Austen Sociedade do Brasil.

Sobre o filme “Orgulho e Preconceito”, adaptação do livro de mesmo nome de Jane Austen: Inglaterra, 1797. As cinco irmãs Bennet – Elizabeth (Keira Knightley), Jane (Rosamund Pike), Lydia (Jena Malone), Mary (Talulah Riley) e Kitty (Carey Mulligan) – foram criadas por uma mãe (Brenda Blethyn) que tinha fixação em lhes encontrar maridos que garantissem seu futuro. Porém Elizabeth deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido, sendo apoiada pelo pai (Donald Sutherland). Quando o sr. Bingley (Simon Woods), um solteiro rico, passa a morar em uma mansão vizinha, as irmãs logo ficam agitadas. Jane logo parece que conquistará o coração do novo vizinho, enquanto que Elizabeth conhece o bonito e esnobe sr. Darcy (Matthew Macfadyen). Os encontros entre Elizabeth e Darcy passam a ser cada vez mais constantes, apesar deles sempre discutirem.

Participe e venha celebrar conosco os 115 anos desta história!

Com a colaboração da Coordenação de Arte e Cultura (ARTC/DEDC) quanto à programação cultural, o evento de 115 anos tem a organização geral da Secretaria de Comunicação Social do CEFET-MG.

Texto: Lavínia Lucas, estudante de Letras e estagiária da DEDC.

Jane Austen wrecked my live – Jane Austen arruinou minha vida

✨ JANE AUSTEN WRECKED MY LIFE ✨
📚💔 Ou: Como Agathe foi parar em um triângulo amoroso digno dos romances da tia Jane… em pleno século 21!

Ainda sem título em português, o filme conta a história de uma apaixonada por literatura e perdida entre os livros da livraria Shakespeare & Co. em Paris, Agathe sonha viver uma história de amor como as de Jane Austen — mas tudo que tem são bloqueios criativos e desastres amorosos.
Quando surge a chance de participar de uma residência literária dedicada à autora na Inglaterra, sua vida vira de cabeça para baixo. Entre cartas, chá e confusões, ela descobre que às vezes a vida imita a ficção… com direito a orgulho, preconceito e até uma pitada de Emma.

🎬 Comédia romântica francesa dirigida por Laura Piani
📍 Estreia em 2024
📍 Está disponível para assistir no streaming @mubi mas não encontrei no @mubibrasil
🕰️ 94 minutos de charme, romance e referências a Austen!
📖 Ah! E apesar do título, o filme não parece ser adaptação direta do livro homônimo de Beth Pattillo (2009), que também escreveu Mr. Darcy Broke My Heart.

Você também deixaria Jane Austen bagunçar a sua vida? 😍

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Letramentos Críticos Visuais na AdaptaçãoCinematográfica de ‘Orgulho ePreconceito’ (2005) de Jane Austen

A Adriana Sales (Presidente da Jane Austen Sociedade do Brasil) publicou recentemente um artigo na Revista Rizoma que pode ser do interesse de vocês, queridos fãs de #janeausten ❤️ O Link para download pode ser acessado AQUI.
O artigo “Letramentos Críticos Visuais na Adaptação Cinematográfica de ‘Orgulho e Preconceito’ (2005) de Jane Austen aborda a seguinte temática:
O letramento crítico e o letramento visual desempenham papéis fundamentais
no aprimoramento das atividades pedagógicas voltadas para o desenvolvimento dos
alunos. O objetivo deste trabalho é analisar a adaptação cinematográfica de “Orgulho e
Preconceito” (2005) sob a ótica dos letramentos visuais e críticos (FERRAZ, 2008; 2014)
com a finalidade de promover uma compreensão mais profunda das imagens e estímulo
do pensamento crítico dos alunos.
Palavras-chave: letramento visual, letramento crítico, filme, Multiletramentos, Jane
Austen.

Sanditon – Terceira Temporada

Via Masterpiece PBS (adaptado)

Charlotte Heywood retorna a uma Sanditon agora próspera. É o aniversário de 21 anos de Georgiana Lambe e, enquanto uma festa luxuosa o aguarda, um estranho reencontro entre Charlotte e Alexander Colbourne levanta velhos sentimentos e novas questões. E nem tudo é comemoração para Georgiana, que é chamada para enfrentar um novo desafio surpreendente, mas encontra apoio de fontes improváveis. Por tudo isso, Charlotte e Georgiana se unem em seu dilema, bem como em sua determinação de forjar seus próprios destinos. Na terceira temporada de Sanditon, teremos mais festas, mulheres sábias e sinceras, além de amizades adoráveis ​​que resistem ao teste do tempo e das circunstâncias.
A terceira temporada de Sanditon é a última temporada da série. A primeira temporada de Sanditon chegou à MASTERPIECE na PBS em 2020. Inspirado no romance inacabado de Jane Austen. A 2ª temporada de Sanditon foi ao ar em 2022 e a 3ª temporada em 2023. “Estamos tristes em nos despedir desta série maravilhosa, que tem toda a inteligência e alegria esperadas de um drama inspirado em Jane Austen”, disse Susanne Simpson, produtora executiva de MASTERPIECE . “Sabemos que os espectadores ficarão ansiosos enquanto as peças finais se encaixam.”

Aqui no Brasil, a série é exbiida nos streamings GloboPlay e AppleTV.

Sanditon – Segunda Temporada

No mês de junho vamos ler e discutir o livro Sanditon e adaptação para a série de televisão (3 temporadas). Faça sua inscrição AQUI.

Via Anderson Narciso (MixDeSeries)

A maneira como Sanditon lidou com a ausência de Sidney Parker, interpretado pelo ator Theo James, foi a melhor coisa para a segunda temporada.

James partiu corações quando optou por não reprisar o papel de Sidney, o protagonista masculino de Sanditon, ao lado de Charlotte Heywood, de Rose Williams. Então, quando Sanditon ganhou renovação para as temporadas 2 e 3, graças à devoção de sua base de fãs, James imediatamente anunciou que não participaria. No estilo da saída de Regé-Jean Page da segunda temporada de Bridgerton.

James citou o “conto de fadas quebrado” entre Sidney e Charlotte como um final ideal para o romance em sua opinião. Então, a série teve que alterar seus planos criativos e seguir em frente sem seu galã principal, mas a série tomou uma sábia decisão quanto ao personagem.

Galã envolvente

A primeira temporada de Sanditon apresentou Sidney como o irmão mercurial de Tom Parker (Kris Marshall), o visionário por trás da pitoresca cidade litorânea de Sanditon, na costa sul da Inglaterra.

Sidney era um empresário de sucesso com muitos contatos em Londres e no exterior. Ele também era o zelador de Georgiana Lambe (Crystal Clarke), uma herdeira de Antigua que possuía 100.000 libras e se ressentia da forma rígida e dominadora que Sidney a vigiava. Os heróis de Jane Austen, Sidney e Charlotte entraram em confronto imediatamente, mas por baixo de sua hostilidade havia uma atração crescente.

O par se apaixonou antes que eles percebessem. Infelizmente, a cidade e Tom estavam à beira do colapso financeiro e coube a Sidney encontrar o financiamento para manter vivo o sonho de seu irmão. A trágica solução de Sidney, dessa forma, foi se casar com sua antiga paixão, Eliza Campion (Ruth Kearney), cuja família tinha dinheiro para salvar Sanditon. Claro, isso significava que Sidney e Charlotte não poderiam ficar juntos apesar do desejo de seus corações, e ambos deixaram a cidade (e um ao outro) no final da primeira temporada.

Sidney morre em Sandition

A estreia da 2ª temporada de Sanditon não perde tempo estabelecendo que Sidney Parker está morto. Ele morreu de febre amarela enquanto visitava Antígua. Além disso, o personagem morreu em 1820 quando tinha 32 anos. Charlotte, enquanto isso, tem “vinte e três anos” na segunda temporada. (via ScreenRant)

Portanto, essa é melhor solução possível para que Sanditon e seus personagens, especialmente Charlotte, possam deixar Sidney para trás. Afinal, Theo James simplesmente não voltaria para as temporadas 2 e 3, então não havia sentido em manter Sidney fora da tela, mas ainda vivo. O que daria a possibilidade de ele retornar algum dia.

Com o Mr. Parker morto de forma definitiva torna qualquer retorno do ator impossível. Mas também permite que Sanditon avance, mantendo sua memória viva e permanecendo a importância de Sidney para os personagens principais, Charlotte, Tom e Arthur (Turlough Convery), o irmão mais novo de Parker.

Como a morte de Sidney impacta a série

Como a morte de Matthew Crawley (Dan Stevens) em Downton Abbey, o fato de Sanditon matar Sidney também é uma jogada inteligente por causa de todas as possibilidades de histórias que surgem a partir dele.

Charlotte está, compreensivelmente, em um período de luto para que o público possa lamentar. Logo, a senhorita Heywood permanece assombrada pelas palavras finais que Sidney falou com ela, que ecoa para o público usando a voz de Theo James do final da primeira temporada de Sanditon.

Mas Charlotte também deve encontrar uma nova vida para si mesma em Sanditon sem Sidney. A morte do Sr. Parker também oferece possibilidades para Georgiana, que agora tem que se defender de vários pretendentes caçadores de fortunas sem a proteção de Sidney, mesmo que a Srta. Lambe se eriçou sob sua asa.

Com a saída de Sidney, Arthur também assume um novo papel e responsabilidades, substituindo Sidney como o braço direito de Tom em seus negócios. Isso cria uma nova dinâmica interessante para a família Parker e Charlotte, sua hóspede.

Inteligentemente, há também um mistério em torno de por que Sidney estava em Antígua, para começar, ao contrário de quando Lady Sybil de Downton Abbey morreu porque Jessica Brown-Findlay saiu da série. Pode estar ligado a Georgiana e sua fortuna, mas também é possível que o belo Sr. Parker estivesse na ilha para ajudar Sanditon.

Talvez ele estivesse procurando algum tipo de maneira de encontrar o dinheiro para ajudar Tom a financiar sua cidade turística para que Sidney pudesse acabar com seu casamento com Eliza e ficar com Charlotte. Ou pode haver uma razão completamente inesperada para que Sidney tenha sido atraído para Antígua.

Mesmo na morte, Sidney continua sendo de vital importância para Sanditon. E a série usou sabiamente matar seu herói principal para criar oportunidades para novas histórias intrigantes na segunda temporada de Sanditon, em vez de apenas descartar Sidney Parker de maneira deselegante.

Sanditon – Primeira Temporada

No mês de junho vamos ler e discutir o livro Sanditon e adaptação para a série de televisão (3 temporadas). Faça sua inscrição AQUI.

Vou realizar uma série de posts sobre a série, que está em exibição nos streamings Globoplay e AppleTv, para deixar as impressões de quem já assistiu e falou sobre o assunto.

A série estreiou em 2019 e havia muita curiosidade sobre como fariam essa adaptação tendo vista que é uma obra inacabada de Jane Austen.

Via Adriana Cardoso (Alémde50tons)

Vamos acompanhar a trajetória da jovem Charlotte Heywood (Rose Williams) que sai da fazenda dos pais para passar uma temporada na cidade litorânea, de Sanditon. O pequeno vilarejo está sendo projetado por Tom Parker (Kris Marshall) para se tornar um dos locais escolhidos pela aristocracia para passar as pré-temporadas. O caminho de Charlotte cruza com o de Tom e a esposa, Mary (Kate Ashfield), por causa de um acidente na estrada, então a moça oferece ajuda ao casal e eles, como agradecimento, levam a moça para passar a temporada na casa deles em Sanditon. Diante de um convite tão inesperado, Charlotte parte nessa nova aventura que afinal mudaria tanto sua visa.

Chegando em Sanditon, Charlotte vai perceber como a vida pacata que tinha na fazenda dos pais é muito diferente de viver numa cidade que em breve será a queridinha dos aristocratas. Mas isso ainda está muito longe de acontecer, pois Tom não conseguiu despertar o interesse de novos investidores e assim ainda conta apenas com Lady Denham (Anne Reid) como sua principal incentivadora e investidora. Porém, até mesmo ela vem perdendo a paciência por ver seu dinheiro sendo destinado em algo que parece que não vai dar certo. Preocupado de perder o apoio de Lady Denham, Tom convoca seu irmão Sidney Parker (Theo James) para ajudá-lo já que ele tem contatos com jovens lords.

A chegada de Sidney à Sanditon trás esperanças para Tom e desperta sentimentos controversos em Charlotte, já que o irmão de seu protetor se mostra sempre muito carrancudo e hostil em sua presença. Ela está ali apenas para aproveitar a temporada e não para arrumar confusão com Sidney, mas a personalidade dele sempre a atraí, então Charlotte sempre tenta se mostrar amigável ao lado dele. Já o rapaz evita Charlotte de todos os modos possíveis, pois por mais que não deseje admitir, ela desperta um lado dele há muito tempo adormecido e Sidney não sabe como lidar com isso.

Saindo do casal principal temos de pano de fundo a criação de Sanditon e todas as suas implicações. Tom está apostando cada vez mais alto na fundação da cidade e não está sabendo lidar com o montante de dívidas que esse projeto trás. Além da cidade em si, temos alguns personagens que ajudam a movimentar a trama e muitos deles estão envolvidos com Lady Denham. Ela é uma viúva extremamente rica e sem herdeiros diretos, com apenas alguns sobrinhos que serão capazes de qualquer coisa para convencer a velhota de deixar o dinheiro para eles, mas ela está anos luz na frente deles.

Mas, pra mim, a trama mais interessante envolve a Srta. Georgiana Lambe (Crystal Clarke), uma herdeira rica e que está sob a proteção de Sidney. Até aí tudo normal e comum, certo? Errado. A introdução da personagem trás à tona um assunto muito importante: a escravidão. A história se passa num período onde os escravos foram recém-libertados e muitos deles estão lutando para se adequar a sociedade. O caso da Georgiana é um pouquinho diferente, pois ela é filha de um casal inter-racial e o pai fez fortuna nas Índias Ocidentais (Ilhas do Caribe), a deixando herdeira de uma grande fortuna. Apesar de ser extremamente rica, as pessoas ainda a olham com curiosidade justamente por ela ser negra. A jovem só quer ter uma vida normal, mas agora vive sob os cuidados da Stra. Griffiths (Elizabeth Berrington) e sua fortuna é administrada por Sidney até que se case. E até a decisão de se casar não cabe a ela, já que muitos poderiam demonstrar interesse apenas em seu dinheiro.

A sinopse e o trailer vendem muito mais do que a série realmente entregou. Eu estava esperando algo bem mais adulto e erótico devido as imagens que saíram na época e, mesmo que tenha nudez e cenas de sexo, basicamente nada disso se aplica ao casal principal, com exceção da cena clássica de Theo James saindo do mar completamente nu. E falando do personagem, eu tive um sentimento de amor e ódio por ele, pois ao mesmo tempo que o acha completamente antipático e grosseiro, eu queria saber mais sobre o passado dele e quando finalmente estamos descobrindo, temos que dar tchau a temporada. Sidney vai ganhando destaque e a quando o plot vem, eu fiquei eufórica e depois chorei em posição fetal por não ter continuação.

Já Charlotte é a clássica mocinha que transita em todos os núcleos, alguns sendo pouco importantes e em outros ajudando a trama a fluir. O maior exemplo disso, foi a amizade que ela desenvolveu com Georgiana e que acabou levando a personagem a conhecer alguém que seria muito importante para trazer os aristocratas para Sanditon. A chegada de Lady Susan Worcester (Sophie Winkleman) vai movimentar a pequena Sanditon e ela veio apenas por Charlotte, mas ainda sim, a regata que Tom havia organizado, com a ajuda da moça, não teria o mesmo sucesso sem a chegada da viúva que aparentemente é uma das abelhas rainhas da aristocracia.

Sanditon foi baseado no livro de mesmo nome da autora Jane Austen, mas é um romance que ela deixou inacabado (escreveu apenas 11 capítulos) e isso de certa maneira abre muitos caminhos para os personagens e foi exatamente o que o roteirista Andrew Davies (que também roteirizou Orgulho e Preconceito de 1995) fez.

Sanditon conta com um ótimo elenco, a fotografia é linda, figurinos impecáveis, com sub-tramas que complementam o enredo principal e ainda temos um toque de humor através dos outros irmãos Parker.

Minicurso Emma de Jane Austen

Inscrições aqui.

MINICURSO EMMA DE JANE AUSTEN

Ministrante: Profa. Dra. Adriana Sales

PLANO DE CURSO

Ementa: Apresentar o panorama da vida e obra de Jane Austen, escritora inglesa do século 19. Analisar e discutir a obra “Emma”, segundo romance escrito por Austen, publicado após sua morte em 1816. Analisar e discutir as adaptações fílmicas de “Emma” para o cinema e a televisão.

Conteúdo programático e cronograma: (Atenção para o novo calendário) – aulas às segundas

Aulas 1 e 2 (07 de novembro)

  • Introdução e cronograma do curso
  • Principais características de Emma (personagens, enredo, status social, etc.)

Aulas 3 e 4  (14 de novembro)

  • Análise do livro Emma

Aulas 5 e 6 (21 de novembro)

  • Análise da adaptação para a televisão (1972 e 1995)

Aulas 7 e 8 (28 de novembro)

  • Análise da adaptação para o cinema (1996)
  • Análise da adaptação para o televisão (2009)

Aulas 9 e 10 (05 de dezembro)

  • Análise da adaptação para o cinema (2020)

Aulas 11 e 12 (12 de dezembro)

  • Análise das adaptações “As patricinhas de Bervelly Hills”, “Aisha e “Emma Approved”.

Aulas 13 e 14 (19 de dezembro)

  • Conclusões sobre a transposição do livro para as telas
  • Discussão sobre as adaptações

Metodologia: Aulas síncronas às SEGUNDAS dos meses de novembro a dezembro de 2022. Dias: 07, 14, 21 e 28 ; 05, 12 e 19  (dezembro) de 19:00 às 21:00 (via Google Meet), com exposição e discussão do conteúdo programático. Leituras compartilhadas através do Google Classroom da turma. Acesso aos textos e materiais do curso, antes das aulas síncronas, para leitura prévia. As aulas ficarão gravadas para acesso assíncrono, caso o participante não possa estar on-line no horário e dias combinados.

Avaliação: Frequência e participação nas discussões e atividades propostas no curso.

Ministrante: Adriana Sales é Doutora em Estudos Linguísticos pela Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, estudo sobre a produção textual dos fãs de Jane Austen. É especialista em Jane Austen pela Universidade de Oxford (2010). Atualmente é professora de inglês e suas literaturas no Ensino Médio e Graduação em Letras do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG). É fundadora e presidente da Jane Austen Sociedade do Brasil desde 2008.  Tradutora de Mansfield Park (2009), Razão e Sensibilidade (2010) e Emma (2012).

E-mail: janeaustensociedadedobrasil@gmail.com 

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/44023205974506