Primeiras cenas de Sanditon – romance inacabado de Jane Austen

A Masterpiece/PBS acaba de divulgar as primeiras cenas de Sanditon (romance inacabado), escrito por Jane Austen! Estamos todos empolgados por esse lançamento!! Os atores Rose Williams como Charlotte Heywood, Theo James como Sidney Parker and Anne Reid como Lady Denham.

Theo James faz o papel de Sidney, um homem inconstante. Homem já feito, acha que suas responsabilidades para com sua família em Sanditon é apenas um fardo. Porém, quando conhece Charlotte, ele começa a de se descobrir e, finalmente, confiar novamente em si e nos outros.

Rose Williams é Charlotte, uma moça animada com as promessas de aventuras que Sanditon oferece. É também muito entusiasmada com as mudanças prometidas para o século XIX e está pronta para uma nova vida. É uma heroina Austeneana bem moderna!

Anne Reid vai interpretar a Lady Denham, que se elevou socialmente por meio do casamento e esperar ser tratada com muita deferência.

Fonte: Masterpiece/PBS

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Mr. Tilney, o queridinho!

Uma publicação do site EW chamou a minha atenção: não estavam enaltecendo o Mr. Darcy! Pensei, que genial! Com o título : “Henry Tilney de Northanger Abbey é o melhor homem líder de Jane Austen”, Maureen Leen Lenker enumera as características desse personagem de Austen como sendo um homem com grande liderança!

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Mr. Tilney, interpretado por J J Feild (2007)

Vejamos um trecho:

(…) Fitzwilliam Darcy reinou como líder mais desejável, um fato amplamente assistido por Colin Firth e seu retrato do herói da era de a Regência como um arrasa corações que mergulha no lago e usa uma camisa molhada.

Mas estou aqui para lhe dizer que o lago cinematográfico está de lado, você está enganada. O Sr. Darcy não é o melhor herói de Austen. Um de seus personagens menos conhecidos : Sr. Henry Tilney, o liberalista clérigo de Northanger Abbey .

 

Para ler o artigo completo, em inglês, clique aqui. Para uma versão traduzido à jato por um tradutor digital, clique aqui.

‘Orgulho, Preconceito e Nachos’ – filme produzido por alunos de Manaus concorre em festival

Eu li essa notícia no site d24am.com Vejam a matéria abaixo:

Roteiro de ‘Orgulho, Preconceito e Nachos’ traz um cupido mexicano e sátira com Donald Trump

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O trabalho dos adolescentes foi o único a participar em duas categorias: Melhor Roteiro e Melhor Produção (Foto: Reprodução)


Manaus – O curta metragem ‘Orgulho, Preconceito e Nachos’, produzido por alunos do Colégio Martha Falcão, concorreu, na última semana, com mais de 300 produções de escolas de todo o Brasil no 1° Festival de Curtas da Árvore de Livros. Produção teve desde cupido mexicano a sátira com o presidente norte-americano Donald Trump.

As alunas responsáveis pelo curta, Isabelle Flores, Maria Luiza Coutinho, Mayara Escobar e Gabrielle Luz, contam que a experiência foi surpreendente. “Jamais imaginávamos que nos classificaríamos para o festival, tivemos a ideia de fazer a nossa versão sobre o romance da escritora britânica Jane Austen e a Mayra, que é de origem mexicana, sugeriu que a história merecia algo diferente, inserir um cupido mexicano e que fizesse uma sátira com o Donald Trump”, disseram as alunas do 9° ano.

E o trabalho delas também foi aprovado pelos pais. A mãe de Gabrielle, Ana Cristina Luz, destaca que produzir o curta com o apoio do Colégio Martha Falcão foi, sem dúvida, uma forma de incentivar as crianças e adolescentes a trabalharem em equipe, serem responsáveis e dar asas a imaginação.

“Mesmo que o curta não tenha sido o primeiro nas categorias que concorreram, ficamos bastante orgulhosos e impressionados com o trabalho dos alunos. Eles já chegaram com o roteiro pronto”, disse o professor e artista plástico Nelson Falcão.

A premiação foi uma iniciativa da plataforma de leitura digital Árvore de Livros, que pretende unir cinema e literatura, com o objetivo de contribuir para a formação de leitores críticos capazes de estabelecer relações entre diferentes mídias e linguagem.

O trabalho dos adolescentes foi o único a participar em duas categorias: Melhor Roteiro e Melhor Produção.


Apresentação de abertura do VI Encontro Nacional da JASBRA

Prezados,

Quem fará a abertura do VI Encontro Nacional da Jane Austen Sociedade do Brasil será a Prof. Dra. Magda Velloso. Vejam o perfil de Magda, abaixo:

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Love & Friendship – fotos da adaptação

Confira aqui na página Pipoca Moderna mais fotos da adaptação de Love And Friendship, baseada na obra homônima de Jane Austen!

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O anúncio da adaptação já havia sido feito no nosso grupo lá no Facebook há algum tempo, mas achei melhor registrar aqui no blog, já que o lançamento está previsto para o dia 23 de janeiro no Sundance Festival.

Confiram maiores detalhes abaixo (fonte: Site Pipoca Moderna)

A Westerly Films divulgou as primeiras fotos de “Love & Friendship”, adaptação de “Lady Susan”, uma das obras menos conhecidas da escritora Jane Austen (“Orgulho & Preconceito”), com direção do cultuado cineasta indie Whit Stillman (“Descobrindo o Amor”). As fotos destacam Kate Beckinsale (franquia “Anjos da Noite”) e Chloë Sevigny (série “American Horror Story”) em trajes de época. As duas atrizes trabalharam anteriormente com o diretor em “Os últimos Embalos da Disco” (1998).

Ambientado no final do século 18, o filme acompanha a bela viúva Lady Susan Vernon (Beckinsale), que decide visitar os parentes de seu falecido marido para se distanciar dos rumores sobre seus relacionamentos coloridos. Mas ao chegar na opulenta propriedade decide garantir um novo marido para si mesmo e também para sua filha relutante, Frederica (Morfydd Clark, da série “New Worlds”).

O elenco também inclui Stephen Fry (trilogia “O Hobbit”), Xavier Samuel (“Corações de Ferro”), Jemma Redgrave (série “Doctor Who”) e Emma Greenwell (série “Shameless”).

“Love & Friendship” terá sua première mundial em 23 de janeiro, dentro da programação do Festival de Sundance.

Austen Efforts

Vocês já conhecem o Austen Efforts?

É um blog dedicado às adaptações dos livros de Austen para o cinema e a TV. Vale à pena conferir

A escritora dos finais felizes

A Rúbia Magalhães, diretora do site sobre cinema chamado Cinéfilos me fez uma indicação de um texto sobre as adaptações cinematográficas dos livros de Jane Austen.

Sexta-feira 13 – Dia do Beijo

Como hoje é o dia internacional do beijo, achei interessante publicar os beijos das principais adaptações de Emma! Como estamos no mês de leitura de discussão do livro, nada mais apropriado, não acham?

Emma 2009 – série de TV (Romola Garai e Jonny Lee Miller)

Emma 1996 – filme para a TV (Mark Strong e Kate Beckinsale)
Emma 1996 – filme para os cinemas (Gwyneth Paltrow e Jeremy Northam)
Na adaptação de para a TV de 1972 não há cena de beijo (Doran Godwin e  John Carson)

Emma pode virar um musical

Crédito da imagem: pastemagazine 
De acordo com o site Variety, o livro Emma poderá se transformado em um musical hip hop, com o nome de Emme. A produção será da Screen Gems ambientará o musical em uma escola. A produção deverá ter creca de 15 números musicais. O roteiro foi escrito por Tyger Williams.
Em tempo, Emma já foi adaptado para uma versão escolar em “As patricinhas de Bervely Hills” – leia aqui um pouco mais sobre esta adaptação para o cinema.

O cinema e a tevê adoram Jane Austen

Texto de Sílvia Pereira para o Jornal Araraquara:

Até ser rodado, todo filme existiu antes como um roteiro. E a maioria, antes de virar roteiro, foi um livro. Na história da sétima arte, nem todos os ótimos livros viraram bons filmes, mas todo ótimo filme teve como base uma história bem escrita, seja em livro, roteiro para teatro ou para o próprio cinema (os chamados “roteiros originais”). Para meu próprio prazer, aprendi cedo a tirar proveito do cinema como vitrine de grandes e boas obras.
Foi pelo cinema que descobri, por exemplo, as obras da escritora inglesa Jane Austen, que viveu entre os séculos 18 e 19. Filha de um reitor (padre da igreja anglicana), Austen escrevia para seu próprio prazer e recusou vários pretendentes para manter esta liberdade já que, segundo os padrões da época, não era profissão para uma mulher.
Em suas poucas obras publicadas — “A Abadia de Northanger”, “Mansfiled Park”, “Orgulho e Preconceito”, “Emma” e “Persuasão” (além da já citada) — a escritora narra romances que têm como pano de fundo uma análise sutil, mas impiedosa dos costumes, hipocrisias e preconceitos da sociedade inglesa do século 18. Sua ironia fina e o texto primoroso são um deleite para quem aprecia a palavra escrita tanto quanto a falada no cinema.
Foi a adaptação cinematográfica de 1995 de “Razão e Sensibilidade”, com roteiro da atriz Emma Thompson — que interpreta uma das protagonistas — e direção (pasmem!) do taiwanês Ang Lee, que me apresentou à primeira história da escritora. Como um oriental conseguiu transmitir tão bem o universo e clima ingleses dos romances de Austen, para mim, até hoje é um mistério, mas não deixa de ser uma prova de que uma boa obra é universal.
1995, aliás, parece ter sido o ano das adaptações hollywoodianas de Austen, pois também é deste ano a versão que considero a melhor para o cinema de “Persuasão”,com direção de Roger Michell, e adaptação teen de “Emma”, Clueless, de Amy Heckerling, que no Brasil chamou-se “As Patricinhas de Beverly Hills”.
Também adorei a livre adaptação de Patricia Rozema para “Mansfield Park” (1999), que no Brasil recebeu o título de Palácio das Ilusões” e ri demais de “O Diário de Bridget Jones” (2001), comédia rasgada inspirada na trama de “Orgulho e Preconceito” (“Pride and Prejudice”).
Romance mais famoso de Austen, “Orgulho e Preconceito” também teve uma adaptação em 2005 que foi a estreia do jovem diretor inglês na direção de longas. Não fez feio.
Em 2007, Robin Swicord filmou “O Clube de Leitura de Jane Austen”, comédia romântica sobre um grupo de pessoas que se reúne para debater a obra da escritora. Cada sessão acaba rolando como uma espécie de terapia em grupo em que os acontecimentos das vidas das personagens do filme se relacionam às motivações das personagens dos livros. E o mais interessante é que até alguns personagens masculinos fora do tal clube, em dado momento, são tentados a ler Austen para entender o que tanto atrai suas mulheres (a obra da escritora normalmente é associada à preferência feminina).
Além das citadas, são inúmeras as versões para cinema e tevê da obra de Jane Austen, sendo as melhores produzidas pelo canal BBC, de Londres, que não se acanha em readaptar os mesmos títulos da escritora a intervalos de poucos anos — é que Jane Austen está para a literatura inglesa mais ou menos como Machado de Assis para a brasileira.
Para quem quiser descobrir ou saber mais sobre Austen, recomendo o site janeausten.com.br como fonte de consulta sobre sua obra. Completo, ele contém biografia, imagens, fichas de todos os livros (completos e incompletos) da escritora, trechos de cartas que ela trocava com a irmã, fichas técnicas das obras para tevê e cinema baseadas em seus romances (até de paródias, filmes baseados na vida da autora e aqueles que apenas lhe fazem alguma referência, mínima que seja), além de dicas e informações postados em formato de blog.

Enfim… o cinema e a tevê adoram Jane Austen (e eu também).

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