Minicurso Uma Análise Comparativa entre as Obras de Austen e Machado

Para inscrições, clique aqui.

Valor : 120, 00 (reais)

Ementa: Uma análise comparativa entre algumas obras da brilhante escritora inglesa, Jane Austen e narrativas do Bruxo do Cosme Velho, Machado de Assis. O foco são as características das personagens masculinas e femininas, tanto em relação ao contexto de época, quanto às características de vanguarda que quebraram paradigmas e expectativas em relação aos seus comportamentos.

Objetivo: Estudar de forma comparada as personagens de algumas das mais importantes narrativas de Jane Austen e de Machado de Assis.

Conteúdo programático e cronograma:

Aula 1 – 10/05/202219h30 – 21 horasIntrodução e cronograma do cursoPanorama da biografia e da cronologia literária de Jane Austen e de Machado de Assis
Aula 2 – 17/05/202219h30 – 21 horasAnálise de alguns estudos comparativos sobre os dois autores
Aula 3 – 24/05/202219h30 – 21 horasEmma (1815), de Jane Austen e Iaiá Garcia (1878), de Machado de Assis, as personagens, a burguesia e as convenções sociais.
Aula 4 – 31/05/202219h30 – 21 horasPersuasão (1818), de Jane Austen e Helena (1876), de Machado de Assis personagens, percepção do amor e do casamento na sociedade da época

Metodologia: Aulas síncronas às segundas-feiras do mês de maio de 2022, das 19h30 às 21h00, com exposição e discussão do conteúdo programático. Leituras compartilhadas através do Google Meet ou do Zoom da turma. Acesso aos textos e materiais do curso, antes das aulas síncronas, para leitura prévia.

Avaliação: Frequência e participação nas discussões e atividades propostas no curso.

Sobre os ministrantes:  

Adriana Sales é Doutora em Estudos Linguísticos pela Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais. É professora de inglês e suas literaturas no Ensino Médio e Graduação em Letras do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG). É especialista em Jane Austen pela Universidade de Oxford (2010). É fundadora e presidente da Jane Austen Sociedade do Brasil desde 2008. E-mail: janeaustensociedadedobrasil@gmail.com Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/44023205974506Orcid: https://orcid.org/0000-0002-5544-6996
Amilcar Santos é doutorando em Ciências da Educação, na especialidade de Desenvolvimento Curricular, no Instituto de Educação da Universidade do Minho, em Portugal. É professor de português e literaturas lusófonas. Além de pesquisador sobre currículo e avaliação institucional, é parecerista de cursos superiores no Brasil e em Portugal. Estudioso de literatura e ensino, adaptação fílmica e tradução intersemiótica, é fundador do Nota Total – página sobre educação. E-mail: amillcar@gmail.comCurriculo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6092607703163228Orcid: https://orcid.org/0000-0001-5848-4771LinkeIn: www.linkedin.com/in/amilcar-santos 

Referências indicadas:

ANDRADE, J. A. OLIVEIRA, R.N. Personagens femininas na obra machadiana. Disponível em: http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/2010/artigos_teses/2010/Lingua_Portuguesa/artigo/perso_fem_machado.pdf. Acesso em: 15 de abril de 2022.

AUSTEN, J. Persuasion. New York: Oxford University Press. 2004.

AUSTEN, J.; ZARDINI, A. S. Emma. São Paulo: Martin Claret: 2018. 

AUSTEN, J; FERREIRA, R. L. Persuasão. São Paulo: Martin Claret, 2018.

AUSTEN-LEIGH, J. E. Uma memória de Jane Austen. Vitória: Pedra Azul. 2014.

BLOOM, H. (Ed.) Bloom’s Modern Critical Interpretations – Jane Austen’s Persuasion. New York: Chelsea House. 2004.

BLOOM, H. O cânone ocidental: os livros e a escola do tempo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

BYRNE, P. A Verdadeira Jane Austen: Uma Biografia Íntima. Porto Alegre: LPM. 2018. ​

CANDIDO, A. Iniciação à Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2007.

LIMA, G. S. Machado de Assis e Jane Austen na história da literatura. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/emblemas/article/download/11503/7546/44737. Acesso em: 15 de abril de 2022.

LOBATO, A. O feminino nas mulheres de Machado de Assis. Disponível em: https://www.sinjus.org.br/o-feminino-nas-mulheres-de-machado-de-assis. Acesso em: 15 de abril de 2022.

MACHADO DE ASSIS . Iaiá Garcia. São Paulo: Edigraf, 1963.

MACHADO, R. C. M. ; SILVA. T. F. Iaiá, Valéria e Estela: as personagens femininas em Iaiá Garcia, de Machado de Assis. Disponível em: https://www.revistacontemporaneos.com.br/n10/dossie/iaia-valerio-e-estela.pdf. Acesso em: 15 de abril de 2022.

MALLARD, Letícia. 110 anos de crítica literária. Disponível online no endereço: http://www.academia.org.br/abl/media/RB52%20-%20PROSA-03.pdf. acesso em 30 de setembro de 2008.

MELLO, J. C. Jane Austen e o uso da ironia na literatura inglesa. Disponível online: https://litcult.net/2016/08/03/jane-austen-e-o-uso-da-ironia-na-literatura-inglesa-janaina-cardoso-de-mello/. Acesso em: 15 de abril de 2022.

MORRISON, R.; AUSTEN, J. Persuasion – An Annotated Edition. Cambridge: The Belknap Press of Harvard University Press. 2011.

PRIMI, J. Mulheres de Machado. Condição feminina nos romances da primeira fase de Machado de Assis. Disponível em: http://www.filologia.org.br/machado_de_assis/Mulheres%20de%20Machado.%20Condi%C3%A7%C3%A3o%20feminina%20nos%20romances%20da%20primeira%20fase%20de%20Machado%20de%20Assis.pdf. Acesso em: 15 de abril de 2022.

RAMICELLI, M. E. Stages of modernity in perspective: Jane Austen’s Pride and prejudice and José de Alencar’s Senhora. Acta Scientiarum. Language and Culture, v. 41, n. 2, p. e45472, 1 out. 2019.

REEF, C. Jane Austen: Uma Vida Revelada. São Paulo: Novo Século. 2014.

SALES. A. S. Jane Austen Circulando no Brasil no Século XIX. Belo Horizonte: Revista LiteAusten. Ed. 02. 2017. Disponível em: <https://janeaustenbrasil.files.wordpress.com/2018/04/literaustennumero02-2017.pdf>.  Acesso em: 15 de abril de 2022.

SANTOS, A. F. P. Aurélia Camargo e Elizabeth Bennet: Um diálogo entre protagonistas femininas de José de Alencar & Jane Austen. Disponível em:  https://www.ileel.ufu.br/anaisdosilel/wp-content/uploads/2014/04/silel2013_1944.pdf. Acesso em: 15 de abril de 2022.

SOUSA, D. P. A.; DIAS, D. L. F. Quando a Mulher Começou a Falar: literatura e crítica feminista na Inglaterra e no Brasil. In: Gênero na Amazônia, Belém, n. 3, jan./jun., 2013, pp.143-168. Disponível em: http://www.generonaamazonia.ufpa.br/edicoes/edicao-3/Artigos/Artigo7-Dignamara%20e%20Daise.pdf, Acesso em: 18 de agosto de 2016.

SOUZA, E.Z. A sociedade e as personagens femininas em Machado de Assis. Disponível em: https://app.uff.br/riuff/bitstream/handle/1/9688/PDF-UFF-EstudodeLiteratura-Dissert-EloisaSouza-2013.pdf;jsessionid=541B16AD0B181496F91B2CCE806A29A4?sequence=1. Acesso em: 15 de abril de 2022.

STEINER, E. K. Jane Austen: Northanger Abbey/Persuasion. New York: Palgrave, 2016.

TANDON, B.; AUSTEN, J. Emma – An Annotated Edition. Cambridge: The Belknap Press of Harvard University Press. 2012.

VASCONCELOS, S. G. T. O gume da ironia em Machado de Assis e Jane Austen. Machado de Assis em Linha, Rio de Janeiro, v. 7, n. ju/dez. 2014, p. 145-162, 2014. Disponível em: < http://dx.doi.org/10.1590/S1983-68212014000200010 > DOI: 10.1590/S1983-68212014000200010.

VASCONCELOS, S. G. T. O Gume da ironia em Machado de Assis e Jane Austen. Machado Assis Linha [online]. 2014, vol.7, n.14, pp. 145-162. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/mael/v7n14/1983-6821-mael-7-14-00145.pdf, Acesso em: 11 jul. 2015.

WORSLEY, L. Jane Austen at Home – A Biography. New  York: St. Martin’s Press. 2017.

ZARDINI, A. S. O Universo Feminino nas Obras de Jane Austen. Revista EmTese. Belo Horizonte: UFMG. V. 17. N. 02. 2011. Disponível em: <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/emtese/article/view/3731>. Acesso em: 15 de abril de 2022.

Live 66 – Elas por Elas – escritoras inglesas sob a perspectiva de pesquisadoras brasileiras

Na próxima segunda-feira 08 de março às 19:00, em comemoração ao dia Internacional das Mulheres, vamos ter uma live com Rosângela Neres, Deborah Simionato e Adriana Sales para discutirmos sobre as contribuições das escritoras inglesas para a literatura: Woolf, Gaskell, irmãs Brontë e Austen! Sejam todos bem-vindos! A live será aqui no @janeaustenbrasil Rosangela NeresDeborah Mondadori SimionatoAdriana Sales#janeaustenbrasil @escritorasinglesasbrasil @gaskell_brasil @brontebrasil #janeaustenlives#janeaustensocietyofbrazil#janeaustensociedadedobrasil#jasbra

WORKSHOP: O fandom digital trouxe Jane Austen de volta para o futuro

Participarei da 24a Jornada de letras da Ufscar!
Palestrante: Adriana Sales Zardini (UFMG/CEFET-MG)
Mediadora: Maria Luiza Ribeiro Buzian (UFSCar)

Em tempos de pandemia, a fandom digital da autora inglesa Jane Austen impulsionou via internet, uma gama de lives acerca da vida e obra da escritora e além disso, a leitura de seus romances pelo formato “bookclub”.

DATA: 28/10/2020 (quarta-feira) às 17h
INSCRIÇÃO: ESGOTADA
TRANSMISSÃO: via Youtube (o link será divulgado no dia e também encaminhado por e-mail aos inscritos).

Jane Austen é mais atual do que você imagina

Tive o prazer de falar sobre Jane Austen para o portal Protagonista!! Minhas contribuições estão ao longo do texto:

Os ensinamentos que a romancista do século XIX deixou no mundo, por meio de ótimas histórias e grandes protagonistas, serão sempre lembrados como revolucionários.

* O texto abaixo é um recorte da matéria publicada pelo Portal Protagonista, para ler o texto completo clique aqui.

Adriana Sales Zardini é Docente do CEFET-MG, possui Doutorado em Estudos Linguísticos pela Faculdade de Letras, UFMG. Além disso, é editora da Revista Literausten, participa do Podcast Café com Jane Austen, é presidente da Jane Austen Sociedade do Brasil desde 2009, escreve no blog Jane Austen Brasil desde 2008, é autora de diversos capítulos de livros e artigos sobre a escritora, além de ter traduzido Emma, Mansfield Park e Razão e Sensibilidade. Atualmente é membro da JASNA (Jane Austen Society of North America) e JASA (Jane Austen Society of Australia). A mesma relata que “Jane Austen recebeu uma educação simples em internatos, mas foi na casa dos pais que recebeu a instrução mais valiosa. Austen é filha do Reverendo George Austen, conhecido por seus sermões e, principalmente, por receber alunos que desejam se preparar para os estudos universitários. Assim, Jane tinha à sua disposição uma vasta biblioteca. Foi ali entre os livros que a escritora ‘colheu’ inspiração para tantas histórias maravilhosas como as que ela escreveu. Na época de Austen, não era comum uma moça escrever livros, muito menos com o objetivo de ganhar dinheiro. A família de Jane pertencia à ‘gentry class’, pessoas educadas, porém sem título de nobreza ou grandes heranças.”

“Austen muito provavelmente desejava apenas expressar suas opiniões e visão do mundo ao escrever. A importância de Austen na literatura universal é marcada, principalmente, pela escolha de temáticas simples, porém, que são factíveis em qualquer sociedade, inclusive no Brasil. O olhar certeiro de Austen para questões do foro íntimo é o que a escritora traz de revolucionário em suas obras. Naquela época, as mulheres viviam quase que exclusivamente para o lar. Eram raros os casos de mulheres com educação formal e que tinham como objetivo o trabalho fora de casa”, descreve Adriana Sales.

“Austen muito provavelmente desejava apenas expressar suas opiniões e visão do mundo ao escrever. A importância de Austen na literatura universal é marcada, principalmente, pela escolha de temáticas simples, porém, que são factíveis em qualquer sociedade, inclusive no Brasil. O olhar certeiro de Austen para questões do foro íntimo é o que a escritora traz de revolucionário em suas obras. Naquela época, as mulheres viviam quase que exclusivamente para o lar. Eram raros os casos de mulheres com educação formal e que tinham como objetivo o trabalho fora de casa”, descreve Adriana Sales.

Segundo Adriana Sales, “O universo feminino é apresentado em diversas nuances. Desde as mocinhas que nasceram em famílias ricas até as que passam por situações vexatórias por serem pobres. Ao descrever os hábitos e comportamentos da sociedade em que viveu, Austen nos dá um panorama sobre como era ser mulher naquele período. Se fizermos uma leitura mais detalhada de suas obras, podemos perceber inúmeros exemplos de regras de etiqueta, comportamento em público e privado, formas de se vestir e se arrumar, protocolos para fazer e receber visitas, cotidiano da vida rural da classe média inglesa, entre outros.”

“Sobre as personagens femininas, cada uma tem sua função em ‘abrir’ os olhos do leitor para questões que mereciam ser discutidas naquela época e continuam atuais até hoje.”, diz Adriana Sales. “As heroínas de Austen se mostram revolucionárias por terem um comportamento diferente, não rebelde, do que era esperado para mocinhas naquela época. Isso, por si só, já traz uma importância enorme para esse hall de personagens Austeneanas. Em graus diferentes, elas não se conformaram em viver a vida estabelecida para mulheres daquela época. Obviamente, Austen não é uma escritora feminista, o termo nem existia naquela época. Porém, podemos considerar as discussões presentes em seus livros como discussões acaloradas sobre a posição da mulher na sociedade no século XIX.” 

Adriana Sales relata como Jane Austen influenciou em sua vida, carreira e em como ela ajudou outros fãs a se encontrarem e terem referências: “Eu comecei a ler Austen na graduação em Letras e quando fui estudar nos Estados Unidos comprei todos os livros da autora. Durante a minha graduação pude assistir várias adaptações das obras de Austen, algumas inclusive no cinema, como Emma (1995). Eu fui me envolvendo com Austen aos poucos, até que em 2005 assisti uma nova adaptação de Orgulho e Preconceito para o cinema e ao chegar em casa já fui entrando no Orkut para ver se havia uma comunidade brasileira do livro/filme. Ao longo da minha participação nesse grupo no Orkut, que em 2005 já possuía mais de 10 mil membros, percebi que as pessoas tinham muita dificuldade de encontrar informações sobre Austen em língua portuguesa. Assim, em fevereiro de 2008, criei o primeiro blog/site referência sobre a escritora com o objetivo de divulgar a vida e obra de Austen, além de atualizar os leitores sobre notícias e lançamentos de adaptações e livros traduzidos.”

“No ano seguinte, em 2009, eu e mais algumas amigas fundamos a Jane Austen Society of Brazil, primeira sociedade da escritora em língua latina, com o propósito de organizar eventos e publicações semelhantes às que ocorrem na Inglaterra, Estados Unidos, Canadá e Austrália. Até o momento, já traduzi três obras de Austen: Mansfield Park, Sense and Sensibility e Emma. Nossa sociedade já realizou inúmeros eventos, inclusive em outros estados do Brasil, para reunir leitores e fãs. Nesses eventos, temos roda de leitura, exibição de filmes ou séries de TV, apresentação de pesquisas e artigos científicos, entre outros. Nosso trabalho é reconhecido pelas Jane Austen Societies ao redor do mundo e, constantemente, somos convidados para eventos em outros países ou on-line.”

Ela continua: “Desde 2017, publicamos a Revista Literausten, primeira revista acadêmica totalmente dedicada à escritora, cujo objetivo é promover a discussão e divulgação dos trabalhos e pesquisas acerca de Austen aqui no Brasil. Atualmente, por causa da pandemia, estamos realizando lives no nosso perfil no Instagram (@janeaustenbrasil) e depois publicamos também no Youtube (Jane Austen Sociedade do Brasil). Vamos completar, agora em outubro, nossa 60ª live, que faz parte do projeto #janeaustenlives, cujo objetivo é entrevistar pesquisadores que fazem ou já concluíram pesquisas sobre os mais variados assuntos relativos à Austen e suas obras. Além disso, temos também um projeto chamado #RelendoAusten que proporciona a leitura coletiva e discussão das obras de Austen.”

Além dos projetos de leitura, Adriana possui uma trajetória de 12 anos de dedicação exclusiva ao universo da autora e diz ter “muita satisfação em falar da escritora e suas obras”. Como acadêmica, ela diz sempre encontrar um ‘jeitinho’ de falar Austen em suas aulas. “Em 2011, realizei um curso na Universidade de Oxford sobre Jane Austen e em 2018 defendi minha tese de doutorado sobre o universo dos fãs Austeneanos aqui no Brasil.”

“O olhar para tantas questões sociais que a cercavam possibilitou a Austen escrever histórias fascinantes e que, aos olhos de hoje, podem ser consideradas revolucionárias. Como o caso das discussões a respeito da mulher não ter direito aos estudos ou à herança do pai, apenas por pertencer ao sexo feminino; mulheres escolherem se casar quando houvesse sentimento entre os parceiros, e não apensar uma ‘transação comercial’ entre as famílias; entre outros. Austen inova por trazer os assuntos do privado para o enredo de seus livros. Mostra que as discussões entre mulheres e homens, a vida em sociedade e experiências de pessoas ‘comuns’ valia a pena ser escrito e lido. Essas histórias continuam ‘vivas’ até hoje por serem universais, ou seja, podemos conhecer uma história de vida ou pessoa na vida real que possuem características presentes nas obras de Austen.”, conta Adriana Sales.

Live 60 – O universo Austeneano: personagens e histórias

Para comemorar nossa 60a #janeaustenlives vamos ter a participação das professoras Magda Velloso e Adriana Zardini. O tema escolhido é ‘O universo Austeneano: personagens e histórias’. Nosso encontro será na próxima quinta-feira, dia 15 de outubro, às 17:00 horas (horário de Brasília).

Ao longo desse período de pandemia fizemos diversas lives com os mais variados assuntos. Todas nossas lives estão salvas no nosso canal no Youtube: Jane Austen Sociedade do Brasil.

#janeaustenlivesFeminismoInstagramJane Austen BrasilJane Austen LivesJane Austen Sociedade do BrasilJane Austen Society of BrazilJasbraLivesYoutube

Live em parceria com a Páginas Editora sobre literatura inglesa

Via Páginas Editora.

O bate-papo da próxima quinta é com Adriana Sales @janeaustenbrasil Ela é graduada em Letras-Inglês pela Universidade Federal de Minas Gerais. É Doutora em Estudos Linguísticos, também pela UFMG.⠀Escreve no blog Jane Austen Brasil desde 2008, é autora de diversos capítulos de livros e artigos sobre a escritora, além de ter traduzido Emma, Mansfield Park e Razão e Sensibilidade.⠀Venha conversar sobre livros conosco!⠀#dicadelivro#livrosparaler#batepapo#janeausten#janeaustenbrasil#janeaustensociedadedobrasil

Live 56 – Capítulos 17 ao 24 de Mansfield Park

Nossa próxima #janeaustenlives será dia 09 de setembro (QUARTA-FEIRA) às 20:00 (horário de Brasília). Daremos continuidade ao projeto #relendoausten com Mansfield Park e desta vez, vamos discutir os capítulos 17 ao 24 do livro. Essa é uma parceria entre a @janeaustenbrasil e o @liliabooks (Lilia dos Anjos). Aguardamos todos vocês no Instagram!

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Live 55 – Capítulos 09 ao 16 de Mansfield Park

Nossa próxima #janeaustenlives será dia 03 de setembro (QUINTA-FEIRA) às 20:00 (horário de Brasília). Daremos continuidade ao projeto #relendoausten com Mansfield Park e desta vez, vamos discutir os capítulos 09 ao 16 do livro. Essa é uma parceria entre a @janeaustenbrasil e o @liliabooks (Lilia dos Anjos). Aguardamos todos vocês no Instagram!

#janeaustenbrasil #liliabooks #janeaustensociedadedobrasil #janeaustensocietyofbrazil #jasbra #relendoausten #mansfieldpark #relendoausten #janeaustenlives

Live 51 – Capítulos 41 ao 50 de Orgulho e Preconceito

Nossa próxima #janeaustenlives será no dia 05 de agosto às 20:00. As lives de quartas-feira fazem parte do projeto #relendoausten e são dedicadas à leitura/releitura dos livros de Austen. Desta vez, pudemos discutir os capítulos 41 ao 50 de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen. Essa é uma parceria entre a @janeaustenbrasil e o @liliabooks (Lilia dos Anjos). Aguardamos todos vocês no Instagram!

#janeaustenbrasil #liliabooks #janeaustensociedadedobrasil #janeaustensocietyofbrazil #jasbra #relendoausten #orgulhoepreconceito

Live 50 – Emma, de Jane Austen, sob o ponto de vista de duas tradutoras

Na #janeaustenlives de hoje, 31 de julho de 2020 às 20:00, vamos ter uma live sobre Emma – do ponto de vista de duas tradutoras: Adriana Sales e Julia Romeu. Não percam! Nosso encontro será no @janeaustenbrasil no Instagram.