Jane Austen na UniTV Belo Horizonte

Unitv BH
Divulgação do programa sobre Jane Austen

Entre os dias 2 a 4 de junho realizamos o VI Encontro Nacional da JASBRA (no Memorial Minas Gerais Vale) e fomos entrevistados pela equipe de jornalismo da UNI-BH. Muitos de nossos membros foram entrevistados e enriqueceram nosso conhecimento! Espero que gostem!

 

Globo News Literatura sobre Jane Austen

O canal Globo News já lançou o vídeo da nova temporada de programas sobre literatura! Obviamente Jane Austen não poderia faltar! No último dia 16 de julho, estive no Rio de Janeiro para o chá com Jane Austen na confeitaria Colombo. Foi evento maravilhoso e divertido. Além disso, contou com a participação da equipe de jornalismo do programa Globo News Literatura! Concedi uma entrevista para o programa e espero ansiosa pela exibição!

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Bastidores das gravações programa Globo News Literatura sobre Jane Austen e seu clube de fãs

Assim que eu ficar sabendo sobre a data do programa aviso aqui no blog para vocês!

 

 

Dois séculos sem Jane Austen – Rádio UFMG Educativa

O mercado editorial sempre foi muito limitado para as escritoras. Hoje em dia temos mais mulheres escrevendo, publicando e aparecendo no universo da literatura, mas esse espaço é recente. Agora imagine a situação há mais de dois séculos atrás? Pois foi nesse contexto hostil à participação feminina que deflorou uma das escritoras mais influentes da história, a inglesa Jane Austen. Autora de clássicos como Orgulho e Preconceito e Razão e Sensibilidade, suas obras marcaram um novo tipo de romance. E neste mês, lembramos os 200 anos de morte de Jane Austen.

Ouça a entrevista com a Presidente da JASBRA, sigla para Jane Austen sociedade do Brasil, Adriana Sales, que também é doutoranda em estudos linguísticos pela UFMG. Tamanho: 13,70 MB

A entrevista foi ao ar em 28/07/2017 no programa Universo Literário. Ouça aqui.

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Entrevista para o WordPress

Há alguns dias, recebi um convite do Edney Souza (Blog Interney) para falar um pouco sobre o blog Jane Austen Brasil para o WordPress em português. Agora há pouco recebi a notícia de que a entrevista já está no ar e vocês podem conferir neste link ou clicando na imagem abaixo. Reforço o agradecimento ao Edney pelo convite e agradeço imensamente à todos os leitores deste blog que são o motivo de tudo isso existir! Afinal, quando este blog surgiu, não havia quase nada sobre Jane Austen em português. E foi isso o que me motivou a criar o blog! Viva Jane Austen Brasil! E viva Jane Austen por seu legado maravilhoso!

Entrevista wordpress

Para fins de registro, eu também salvei uma versão em pdf para ficar arquivada aqui no blog.

Entrevista para o WordPress em português via Edney Interney Souza

Entrevista com Fernanda Abreu – tradutora de Persuasão e duas outras estórias

A entrevista abaixo foi originalmente publicada no site da Editora Zahar.


Fernanda Abreu, tradutora e responsável por parte das notas da edição.
Qual o maior desafio de traduzir esse clássico do século de XIX?
O estilo Austen é capaz de passar vários parágrafos descrevendo a simples entrada de alguém em um recinto, enumerando cada detalhe, cada sensação, cada movimento. Isso torna o seu texto muito rico, mas também um pouco prolixo, dependendo do trecho: é tudo exaustivamente descrito, explicado, dissecado, e ainda com uma pontuação que muitas vezes parece estranha aos olhos do leitor contemporâneo. Como transpor para o português o máximo desse estilo sem comprometer a fluidez da tradução, considerando que inglês e português são línguas com ritmos tão diferentes? Esse foi o maior desafio. A recriação do contexto da época, inclusive nos diálogos, também foi uma preocupação constante. Além da edição em inglês que serviu de original, da Penguin, a tradução francesa de André Belamich ajudou bastante a encontrar a melhor solução para os trechos mais delicados.

E em relação às notas? Que detalhes foram destacados?
“Persuasão” é um romance bem “limpo”, intimista, sem muitas referências a fatos reais ou personagens históricos. Consequentemente, poucas notas se fizeram necessárias. Tomei cuidado para não ultrapassar a tênue fronteira entre notas e explicação de texto. O critério foi incluir notas que auxiliassem na compreensão do texto pelo leitor e enriquecessem a leitura, ou seja, para explicar referências específicas à cultura e aos costumes ingleses da época, bem como referências históricas e geográficas. Usei como referência as edições anotadas de língua inglesa e francesa.

A obra é seguida de duas novelas inéditas em português, o que destacaria nesses dois textos?
Gostei imensamente de “Lady Susan”. Austen se aventura no romance epistolar (ou melhor, no “conto epistolar”) com muita ironia e uma narrativa bem amarrada, que prende a atenção do leitor. Sua protagonista não fica nada a dever à Mme. de Merteuil de Laclos, e no final eu já não sabia por quem torcer, se por ela, pelas pobres “vítimas” da sua perfídia, ou pelos íntegros personagens que passam o conto inteiro tentando desmascará-la. Terminadas a leitura e tradução do conto, logo depois de “Persuasão”, fiquei com a impressão de que Austen tinha pego o sr. Elliot e a sra. Clay de “Persuasão”, misturado bem, e obtido como resultado Lady Susan (mas sei que não foi assim, pois o conto é possivelmente anterior ao romance). “Jack e Alice” também é bastante irônico, além um tanto fantasioso. Foi interessante descobrir uma história tão farcesca escrita por uma autora cujos romances principais são tão realistas, e também constatar que, mesmo muito jovem, ela já era dona de um olhar arguto e de um fino humor para descrever as interações sociais inglesas de sua época.

A Sensibilidade de Ivo Barroso

Olá pessoal, meu nome é Elaine Rodrigues. Sou uma das janeites do Rio de Janeiro. E sou jasbrete desde a fundação da Jasbra, em 2009. 
Recentemente estive num evento, uma sessão de bate-papo e autógrafos, onde o tradutor Ivo Barroso lançava sua 3ª edição da obra “O Corvo e suas traduções” pela editora Leya. A noite era da poesia de Allan Poe, mas eu não me contive: tive que me lembrar da prosa de Jane Austen, já que ele, o Ivo, foi um dos responsáveis pela sua obra ser lida aqui no Brasil. 
Ivo Barroso (1929 -) é poeta e tradutor. Traduziu da nossa querida escritora, Emma e Sense & Sensibilty. E não apenas a traduz, como também é admirador e estudioso de suas obras. Escreveu prefácios para Orgulho e Preconceito, Persuasão e Abadia de Northanger da L&PM Pocket, com consistente pesquisa e eloquente concisão, que parecem ser bem mais que só prefácios. É possível ver também sua admiração por Austen em sua defesa apaixonada no que diz respeito à atual e crescente gama de follow-ups e mashups da autora. Ele critica o oportunismo e a impropriedade de algumas publicações que tentam imitar, sequenciar ou mesmo fazer referência às tramas austenianas. 

Vejam os prefácios da L&PM e outros artigos no blog do Ivo.

 

Bom, quanto ao meu encontro com o tradutor, foi muito rápido, mas bem importante pra uma janeite curiosa como eu. Ainda na fila dos autógrafos, meti na cabeça que iria tirar uma dúvida: sempre quis saber por que a tradução dele de Sense and Sensibility, assim como a da Dinah Silveira de Queiroz em 1940, para a Livraria José Olympio Editora, distinguia-se das outras. Como sabem, ele traduz como Razão e Sentimento (Nova Fronteira, 1982). Essa foi a primeira edição que li da obra, peguei na biblioteca da minha escola, e já havia visto o filme de 1995 com a Emma Thompson, então estranhei o título. Mas, deixando de falácias e indo ao que interessa, eis aí minha “entrevista” 😉 com Ivo Barroso na íntegra: 
Elaine: Ivo, eu sei que a noite é do Poe, mas eu tenho uma curiosidade sobre um outro trabalho seu. O senhor traduziu Sense & Sensibility de Jane Austen como Razão e Sentimento. Tem algum motivo em especial para ter usado o termo ‘sentimento’ e não o ‘sensibilidade’, como em geral os outros tradutores da obra fazem? 
Ivo: Sensibility na época de Austen tinha um cunho mais psicológico: referia-se ao estado de quem era sentimental, de quem se guiava apenas pelos sentimentos. Hoje é usado mais genericamente, mas no tempo dela era assim. Depois veio o filme com a Emma Thompson e colocaram sensibilidade, aí todos usaram assim.
Elaine: (cara de quem descobriu a pólvora)
Elaine: Ééé, o senhor gosta do livro? (dããã)
Ivo: Se eu gosto?! Eu traduzi o livro. (sorriso de velhinho fofotinha um cunho mais psicológico: referia-se ao estado de quem era sentimental, de quem se guiava apenas pelos sentimentos. Hoje é usado mais genericamente, mas no tempo dela era assim. Depois veio o filme com a Emma Thompson e colocaram sensibilidade, aí todos usaram assim.
Elaine: (cara de quem descobriu a pólvora)
Elaine: Ééé, o senhor gosta do livro? (dããã)
Ivo: Se eu gosto?! Eu traduzi o livro. (sorriso de velhinho fofotinha um cunho mais psicológico: referia-se ao estado de quem era sentimental, de quem se guiava apenas pelos sentimentos. Hoje é usado mais genericamente, mas no tempo dela era assim. Depois veio o filme com a Emma Thompson e colocaram sensibilidade, aí todos usaram assim.
Elaine: (cara de quem descobriu a pólvora)
Elaine: Ééé, o senhor gosta do livro? (dããã)
Ivo: Se eu gosto?! Eu traduzi o livro. (sorriso de velhinho fofo
tinha um cunho mais psicológicotinha um cunho mais psicológico: referia-se ao estado de quem era sentimental, de quem se guiava apenas pelos sentimentos. Hoje é usado mais genericamente, mas no tempo dela era assim. Depois veio o filme com a Emma Thompson e colocaram sensibilidade, aí todos usaram assim.
Elaine: (cara de quem descobriu a pólvora)
Elaine: Ééé, o senhor gosta do livro? (dããã)
Ivo: Se eu gosto?! Eu traduzi o livro. (sorriso de velhinho fofo
, referia-se à qualidade daquela pessoa que tem bons sentimentos, que é sensível. Hoje é usado mais genericamente, mas no tempo dela era assim. Depois veio o filme com a Emma Thompson e colocaram sensibilidade, aí todos usaram assim.Hoje é usado mais genericamente, como estado de quem é sentimental, de quem se deixa levar pelos arroubos do sentimento, mas no tempo dela era assim. Depois veio o filme com a Emma Thompson e colocaram “sensibilidade”, aí todos usaram essa forma.
Elaine: Hummmm.. Errr… E o senhor gosta desse livro de Austen? (dããã ;p)
Ivo: Se eu gosto?! Eu traduzi o livro! (sorriso de velhinho fofo)
Há mais detalhes da explicação de Ivo para a tradução do título em seu blogue, inclusive ele explica porque não mateve a aliteração do inglês (Sense-Sensibility) como os portugueses “tentaram” fazer com seu Sensibilidade e Bom Senso. 
Bom, não é bem uma entrevista, mas matou minha curiosidade e talvez interesse a vocês que tanto gostam de S&S.
Abs!
Elaine
Vejam aí o autógrafo que recebi (o livro era pra minha irmã, mas pedi pra ele incluir meu nome e dividiremos a preciosidade). 
 Ivo Barroso publicou um post a respeito da edição comemorativa de Razão e Sentimento, clique aqui e leia o artigo completo.

Entrevista para o site Na Savassi

O Bruno Fonseca, do site Na Savassi (região aqui de Belo Horizonte) me entrevistou ontem por telefone e publicou hoje no site!

Tradutora de Jane Austen realiza palestra na Praça da Liberdade nesta sexta

Autora de obras mundialmente famosas como Orgulho e Preconceito, que ganhou ainda mais popularidade com o filme de Joe Wrigh,t de 2005, Jane Austen é tema de palestra nesta sexta (23), na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, na Praça da Liberdade.
O naSavassi conversou com a presidente da Jane Austen Sociedade do Brasil, Adriana Sales Zardini, que irá realizar a palestra. A professora de inglês e também tradutora de obras de Jane Austen conta qual a relação da escritora inglesa com a realidade das mulheres da época e porque seus livros permanecem tão atuais.
Interessado? As inscrições para a palestra, que acontece às 15h, podem ser feitas pelo telefone (31) 3269-1232 ou no e-mail referencia.sub@cultura.mg.gov.br.
O tema da palestra é a questão social da mulher com base nas obras de Jane Austen. Que questão social é essa? O que os livros trazem da realidade das mulheres?
Se você acompanhar a situação das personagens nas obras da Jane Austen você percebe retratos da época e da realidade das mulheres naquela sociedade. Quando ela escreveu, a palavra feminismo sequer existia, mas ela pode ser considerada uma das primeiras feministas a partir do momento que dá visibilidade à situação da mulher, ainda que não seja rebelde, ela simplesmente vê o cotidiano e construir os personagens.
Retrato de Jane Austen em aquarela feito pela irmã, 
Cassandra Austen, em 1810.
Ela também sofreu com a situação das mulheres na época?
Claro, ela sofreu com o preconceito e teve de publicar seus dois primeiros livros com assinatura By a lady (por uma mulher). Jane era filha de um pastor que, apesar da família não ser rica, considerava vergonhoso uma mulher trabalhar. Só depois que ela alcançou  popularidade passou a publicar com o próprio nome. Para você ter uma ideia, mesmo com o sucesso que alcançou durante a vida, na base da sua lápide está escrito “filha do reverendo”. Só depois de muitos anos que incluíram uma dedicatória em ouro.
Por que ela alcançou esse sucesso se havia outras mulheres escritoras? O que Jane Austen tem de especial?
Ela rompe com o estilo de literatura que mantinha a figura do personagem “herói faz-tudo”. A Jane desconstrói essa figura e cria personagens às vezes orgulhosos e antipáticos ou então desinteressantes, um anti-herói. Você se pergunta: “poxa, esse é o personagem principal?” Além disso, ela pega de três a quatro famílias do interior da Inglaterra e monta todo o mote da história com esses personagens. Mas o mais especial, na minha opinião, é que ela fala de coisas que viveu, que presenciou.
Museu de Jane Austen em Chawton, na Inglaterra, na casa onde a escritora passou
 seus últimos anos de vida.
Por que as mulheres e também os homens ainda se interessam pelas obras de Jane Austen? O que permanece atual?
Independentemente da sociedade – brasileira, inglesa, francesa – e da época, as pessoas têm características que a gente reconhece no dia-a-dia. Quem nunca teve uma tia fofoqueira ou uma pessoa da família que quer casar os filhos com bons partidos?
Qual livro você recomenda como primeira leitura para quem nunca leu Jane Austen? E depois?
Primeiro o Orgulho e Preconceito, por causa da popularidade, fácil acesso e também pelas versões em filme e na série de TV de 1995 que eu considero insubstituível. Depois Emma, que é uma história divertida, vivaz. Em seguida, Abadia de Northanger, com uma personagem adolescente. Persuasão seria o quarto e depois Mansfield Park e Razão e Sensibilidade por último, pois são livros mais pesados de uma Jane Austen mais séria.
Qual o seu preferido?
O que mais gosto é Persuasão, pois é um livro sobre espera. A personagem se apaixona muito jovem, mas é induzida a não se casar porque é um rapaz pobre. É uma espera muito longa até quando eles se reencontra e o que me chama atenção são as sutilezas na narrativa e a preciosidade da carta que o personagem principal escreve.
Imagem do filme Orgulho e Preconceito, de 2005, 
com Keira Knightley no papel da protagonista.
Jane Austen é uma literatura difícil?
Não é difícil, mas ajuda muito ter uma edição com boas notas de rodapé porque ajudam a contextualizar com os valores da sociedade da época. Por exemplo, o tipo de carruagem, quantas rodas tinha, já diz do nível financeiro do personagem.
Você traduziu livros da Jane Austen. Quais?
Traduzi Mansfield Park e Razão e Sensibilidade fiel, pela editora Landmark e está em processo de revisão para ser lançado até maio o Emma, pela Martin Claret.
Como funciona a Jane Austen Sociedade do Brasil? Como participar?
A sociedade tem regionais em vários estados: Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraíba, Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Amazonas, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Em Minas, são cerca de 10 a 15 membros, nos encontramos a cada dois meses em média, geralmente na Savassi. As pessoas têm de 15 a 70 anos. Em janeiro de 2013 iremos receber em Minas um encontro nacional comemorando os 200 anos de lançamento de Orgulho e Preconceito. Temos um e-mail adriana@jasbra.com.br e o site http://www.janeaustenbrasil.com.br/.

Jane Austen e Medicina

Médica e fã de Jane Austen, Cheryl Kinney,  revelará como nossa amada escritora conseguiu transmitir, em suas histórias, um conhecimento acima da média a respeito de saúde e doenças típicas do período da Regência. Obstetra e ginecologista Cheryl Kinney, que mora em Dallas (EUA) é uma ávida fã de Jane Austen. De fato, MD, é um ávido fã da autora Jane Austen. De fato, ela viaja pelo país fazendo palestras sobre como Austen escreveu a respeito de saúde e doenças de sua época.
A entrevista foi conduzida por Dr. Sound Medicina Kathy Miller sobre Jane Austen e os males sofridos por seus personanges. O programa faz parte das publicações do site Sound Medicine da Universidade de Indiana e está disponível para download, basta clicar aqui.
Infelizmente o programa é em inglês, a doutora faz interessantes observações sobre o olhar perspicaz de Austen em relação à saúde do século XIX e doenças típicas de sua época. Cheryl também destaca algumas doenças e doentes presentes na obra de Austen. Muito interessante!

JASBRA no Identidade Noroeste

A Aline Diedrich, do site Identidae Noroeste, me convidou para um bate papo sobre Jane Austen e a JASBRA. Confiram abaixo a entrevista! Você poderá ler a entrevista completa aqui

Apresentando Maria Grazia – Parte 2

This is a bilingual post – Este é um post bilíngue

We’re going to read more about  our lovely virtual friend Maria Grazia (the first part I published yesterday). Today, she will tell us more about her profession and what she thinks about the movies and tv series based on Jane Austen books.
Dando continuidade a apresentação de Maria Grazia (que comecei ontem na parte 1), hoje publico mais um pouco sobre nossa querida amiga virtual. Hoje, ela nos contará um pouco sobre sua atuação profissional e o que pensa a respeito das adaptações para o cinema e a tv dos livros de Jane Austen.

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Now I love teaching about Jane Austen to my students – though it isn’t always an easy task to make teenagers, especially boys, to appreciate her work. I’m working on Northanger Abbey with my eldest students these days, we’ve just started and, they had never heard about Jane Austen in their lives before!
Agora, eu adoro ensinar e falar sobre Jane Austen para os meus alunos – embora não seja uma tarefa fácil fazer com que os adolescentes, especialmente os rapazes, gostem do trabalho da escritora. Atualmente, estou trabalhando A Abadia de Northanger com meus alunos mais velhos, estamos ainda no começo, embora eles não tenham ouvido falar de Austen antes!

O livro favorite de Maria
I also love discussing Jane Austen and her world with other Austenites both in real life and the blogosphere. This is why last year I accepted to lead a reading club of mixed aged women in my town’s public library. We read or re-read Jane Austen’s major six, one each month from January to June, and met the last Saturday of each month to discuss. I wrote about that experience on my blog, My Jane Austen Book Club, which I started at the same time. You can see some pictures from our first meeting here.
Eu também discuto Austen e sua universo com outras Austenites, tanto na vida real quanto na blogosfera. Foi por isso que no ano passado eu aceitei conduzir um clube de leitura, composto por mulheres de diversas idades, na biblioteca pública da minha cidade. Nós lemos e relemos as seis principais obras de Austen, um a cada mês (de janeiro a junho), e nós nos encontramos no último sábado de cada mês para as discussões. Eu escrevi sobre esta experiência em meu blog ‘My Jane Austen Book Club’, que comecei na mesma época do clube de leitura da biblioteca. Vocês poderão ver algumas fotos do nosso primeiro encontro aqui.
O grupo que discutiu Austen na biblioteca de Subiaco (Roma)
I’ve become an eager reader and reviewer of Austen-based fiction and an even more eager watcher of Austen – based movies and drama.

What has Jane Austen added to my personal life? Lots of emotions, exciting adaptations to be watched (What about Emma 2009? Just lovely!), new friends and acquaintances, an Austen – dedicated blog, a great deal of delightful Austen –based fiction, stimulating discussions and events … being part of an enthusiastic worldwide community!

Eu me tornei uma ávida leitora e resenhista de livros inspirados em Austen e ainda mais ávida por filmes e séries baseados nos livros de Austen.

O que Jane Austen acrescentou à minha vida? Muita emoção, excelentes adatapções para assistir (O que dizer de Emma 2009? Simplesmente adorável!), novos amigos e contatos, um blog dedicado à Austen, um grande prazer pelos livros baseados nos da escritora, discussões estimulantes e eventos… fazendo parte de uma  entusiasmada comunidade mundial !

Cena favorita de Maria!
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Grazie Maria! Vorei que questo post sia il primo di molti!