Prêmio Dardos

Eu recebi o selinho do prêmio Dardos da minha amiga Cristiane (Blog Sala de Aula).

“o Prêmio Dardos se reconhece os valores que cada blogueiro mostra cada dia em seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais etc., que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras.”

E possui três regras:

1- aceitar exibir a imagem.

2- Linkar o blog do qual recebeu o prêmio.

3- Escolher 15 blogs para entregar o Prêmio Dardos
Seguindo a regra acima, eis os meus indicados:

Recebi um MEME

Eu recebi um MEME do blog Romances in Pink da Tonks. Acabei descobrindo que fui indicada também pela Karla no Coffee and Movies e pela Bárbara no blog Biscoito e Bolo. Obrigada meninas!!!

Assim como a Tonks, eu tambémnão sabia o que era um MEME, então transcrevo o significado escrito por Tonks:

“meme é tipo um tagged do you tube, ou seja você é marcada, comenta 6 coisas sobre você e marca mais 6 para fazer o mesmo.”

As regras:

1. Linkar a pessoa que te indicou.

2. Escrever as regras do meme em seu blog.

3. Contar 6 coisas aleatórias sobre você.

4. Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post.

5. Deixe a pessoa saber que você a indicou, deixando um comentário para ela.

6. Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post.

Seguindo a regra, abaixo escrevo algumas coisas sobre mim:

1) Adoro viajar e saio fotografando tudo o que vejo.

2) Gosto muito de músicas e foi por causa delas que me aproximei da língua inglesa. Um cd que não sai da cabeça é Corinne Bailey Ray, os dois do Maroon 5…

3) Uso computadores desde 1989, quando minha mãe me colocou em um curso de programação para adolescentes! Conheci a internet (como usamos hoje em dia) em 1996 e nunca mais parei de usar. Praticamente tudo na minha vida está envolvido com net: conheci meu marido na internet (1999), faço pesquisas sobre CALL (computer assisted language learning) desde 2003, utilizo blogs como recursos de ensino e aprendizagem (2007), e minha pesquisa de mestrado é sobre softwares para ensino de inglês.

4) Minha família é grande: 5 irmãos e 2 irmãs. Meus irmãos mais velhos já eram adolescentes quando eu nasci. Meu pai é um fofucho, fará 80 anos este ano!

5) Sou casada com Carlos Eduardo e temos uma filha chamada Isabella, eles são meu porto seguro.

6) Adoro Jane Austen (já deu para perceber não é mesmo?). Adoro livros, tenho um vício enorme, a minha lista de livros para ler em 2009 já passou do limite. Sem contar os livros que andei comprando e não tive como ler devido ao término da pesquisa do mestrado.

Agora os seis blogs indicados:

Razão e Sensibilidade para Adolescentes

Como é de conhecimento de alguns fãs de Jane Austen, aqui no Brasil foi lançado em 1997 uma versão traduzida e adaptada para o português por Lidia Calvalcante-Luther direcionada para adolescentes. O livro é possui apenas 102 páginas e a estória das irmãs Marianne e Elinor acontece rapidamente. Não estou dizendo que foi uma tradução e adaptação ruim, estou apenas dizendo que a autora conseguiu sintetizar tudo em tão poucas palavras e páginas!

Lidia Cavalcante-Luther é Pernambucana, nascida em São Bento do Uno. Possui diplomas de Bacharel e Licenciatura em Letras, morou alguns anos na Inglaterra e depois na Alemanha. Na época do lançamento deste livro, a autora era casada com um alemão e morava em Tulsa, nos Estados Unidos.

Esta adaptação de Razão e Sensibilidade traz algumas ilustrações engraçadas. Creio que para a época (há 12 anos) o mercado talvez não exigia capas mais elaboradas. Se fosse hoje em dia, depois de Harry Potter e Crepúsculo, creio que a Scipione teria que mudar seus conceitos de capas. Além disso, devem pensar que hoje os adolescentes leêm livros de 300 a 400 páginas com facilidade! É bom ressaltar que ao me referir aos adolescentes estou falando dos meus sobrinhos e alunos.

Curioso nesta edição é que não fizeram desenhos do Coronel Brandon! Justo ele? Por sua vez, o Edward Ferrars só aparece de perfil e sem detalhes como os olhos, o danadinho do Willoughby é o único que é tem os olhos, mas mesmo assim é apresentado de perfil. As heroínas são as mais divertidas! Elinor está sempre séria e Marianne é bem gordinha e fofinha! Em alguns desenhos ela parece ser uma criança!

Elinor se decepciona ao saber que Edward está comprometido com Lucy.

Elinor consola Marianne.

Os homens do livro: Perfil de Willoughby (figura à esquerda) e Perfil de Edward (figura à direita).

Razão e Sensibilidade e os Muppet

Eu encontrei no muppet.wikia.com uma notícia engraçada! Uma versão dos Muppets para Razão e Sensibilidade com o título de “Scents and Sensivity” – que pode ser traduzido como “Perfume e Delicadeza” – assinada por uma tal de Jane Austere. Esta versão é uma paródia de Orgulho e Preconceito 1995, e consta no calendário de 1998 das paródias realizadas pelos bonecos Muppet. O poster abaixo traz um subtítulo: “Love Stinks” – O amor fede! 🙂

Veja abaixo o poster do filme de 1995 com: Emma Thompson, Alan Rickman, Hugh Grant e Kate Winslet. E compare: o papel de Kate Winslet (Marianne Dashwood) foi substituido por Spamela Hamderson, a Miss Piggy substitui Emma Thompson (Elinor Dashwood) e Kermit faz o papel de Hugh Grant (Edward Ferrars).


Infelizmente eu não consegui encontrar na internet nada sobre o vídeo dos Muppet, não há uma descrição se este episódio faz parte de um DVD especial sobre as paródias ou se faz parte de alguma temporada.

Uma outra notícia interessante é que os Muppet realizaram outras paródias como:
– The Greenish Patient, paródia de ‘O Paciente Inglês’.
– Our Wedding or Your Funeral, paródia de ‘Quatro casamentos e um funeral’.

Ainda sobre os Zumbis

Imagem Royalty-Free do site corbis.com

Uma crítica curiosa de Jennifer Schuessler para o New York Times de 02 de fevereiro de 2009, diz o seguinte: Jane Austen comeu meu cérebro

Resumidamente, Jennifer fala que gostaria de ter me mãos o Pride and Prejudice and Zombies. Questiona:
1) Este livro não é uma tentativa de colocar Jane no mercado editorial vampiresco?

2) Será que este livro também segue a linha do livro Jane Bites Back – Jane dá o troco (que ainda não foi lançado)? O livro Jane Bites Back de Michael Thomas Ford se baseia em uma Jane Austen Zumbi que após 200 anos está de volta vigando-se daqueles que ganham dinheiro em seu.

3) O será mais um forte argumento forçado sobre restrições de direitos autorais?

O artigo de Jennifer está mais para informativo que uma crítica literária, e a autora conclui de forma irônica: Esta versão de Orgulho e Preconceito e Zumbis ataca a mais famosa citação de Austen, mas na realidade é interessante: “é uma verdade universalmente reconhecida que um zumbi possuidor de cérebros, deve estar em busca de mais cérebros“.

Jennifer em um comentário apimentado, acrescenta: Um outra verdade universal (se referindo à Seth Grahame-Smith) : “um autor possuidor de um zumbi plagiador deve estar em busca de uma página no Facebook“.

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O Austen Blog também vem discutindo este livro, publicou em 04 de fevereiro de 2009 um post com o seguinte título: Back off Zumbie Boy – Nos deixe em paz garoto Zumbi
A autora comenta que não se trata de uma questão de ‘nós contra eles’ (referend0-se às fãs de Jane versus leitores de Seth) e pontua que Seth não foi educado quando fez comentários ofensivos às Janeites e que os fãs de Austen também poderão ser audiência seu livro.

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Por sua vez, Seth escreve uma mea culpa em seu perfil na página da amazon.com: To Janeites Everywhere… – Para as Janeites de todos os lugares

Seth menciona a crítica de Margareth C. Sullivan (Austen blog) e escreve uma espécie de pedido de desculpas dizendo que seus comentários aparentemente podem parecer anti-austen, mas que ele estava se referindo à pessoas que sem se darem ao trabalho de ler seu livro, já se levantaram contra ele.

Seth salienta que adora Austen! Segundo o autor, Austen escreveu comédias, era subversiva, facilmente irritável e ainda usava toucas!! Ótimas qualidades por sinal!

Seth diz que leu Orgulho e Preconceito 30 vezes enquanto escreveu Orgulho e Preconceito e Zumbis e que este foi o livro mais divertido de escrever.

Falando seriamente, Seth oferece sua mea culpa: promete não discriminar as Janeites. Assina como Garoto Zumbi
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Concluindo, Margareth alerta os leitores do Austen blog que sorteará algumas cópias de Orgulho e Preconceito e Zumbis e que nós leitores devemos ficar atentos!
Como diria Shakespeare: All’s Well That Ends Well – Tudo bem quando termina bem!

Orgulho e Preconceito e Zumbis? – Como assim?

Ao visitar o blog (Lendo.org) de meu amigo André Gazola para deixar um recado, deparei-me com o seguinte post:
Pride and Prejudice and Zumbies

Não… não se trata de uma brincadeira! No mínimo engraçada… Como bem disse o André: parece que essa estória de vampiros e zumbis está virando moda. Segue abaixo a tradução de André:

“… apresenta o texto original do tão adorado romance de Jane Austen, com novas cenas de ação com zumbis quebradores de ossos. No início da história, uma misteriosa peste começa a assolar o pacato vilarejo inglês de Meryton – e os mortos estão voltando à vida! A agressiva heroína Elizabeth Bennet está determinada a livrar-se da ameaça zumbi, mas logo ela é distraída pela chegada do altivo e arrogante Sr. Darcy. O resultado é uma deliciosa comédia de costumes com abundância de conflitos entre os dois jovens amantes — e conflitos ainda mais violentos com as enxurradas de sangue no campo de batalha no qual Elizabeth trava uma guerra contra hordas de mortos-vivos carnívoros. Completo com 20 ilustrações no estilo de C. E. Brock (o ilustrador original de Orgulho e Preconceito), esta edição insanamente divertida apresentará o clássico romance de Jane Austen para novas legiões de fãs. “


Fico imaginando… o que leva uma pessoa a fazer esse tipo de coisa? Porque não utilizar da vasta imaginação para escrever algo original?

Concordo com também com o André: “… Meus pesares… para Jane Austen, que teria imensa vontade de voltar sob a forma de zumbi pra pegar essa gente, que eu sei”.


Nota curiosa sobre o autor: Seth Grahame-Smith é autor de ‘Como sobreviver em um filme de terror’ e ‘O grande livro Pornô’ e mora em Los Angeles. Os títulos não possuem sem tradução par ao português.

Novas Versões em Português

Agora há pouco tive uma surpresa agradável ao receber a notícia de minha amiga Lilia dos Anjos de que a Editora Landmark está a todo vapor para publicar os outros livros de Jane Austen em português do Brasil. E pensar que tudo isso começou porque comentei com Lilia sobre uma edição de um livros das irmãs Bronte da editora Wordsworth e ela acabou encontrando uma edição bilíngue da editora Landmark.
Agradeço muito pela dica Lilia! De modo que este post é mais teu do que meu!!
Voltando ao que realmente interessa! As novas edições!

Recentemente a Editora Landmark publicou edições bilíngues de Orgulho e Preconceito e Persuasão.


FUTUROS LANÇAMENTOS
Na página da editora já estão disponíveis as capas e resumos dos novos livros traduzidos. No entanto, não há indicação de quem fez a tradução nem cita quando será o lançamento.

A Abadia de Northanger

Resumo da Editora Landmark:

“A ABADIA DE NORTHANGER” acompanha a trajetória de Catherine Morland, sua família e amigos, quando de sua visita ao balneário de Bath, na Inglaterra, local sempre freqüentado por Austen e sua própria família. Em sua estadia, Catherine passa seus dias visitando seus mais novos amigos e freqüentando bailes na cidade e acaba por se envolver com dois jovens da cidade, John Thorpe e Henry Tillney que a envolve com seu conhecimento de literatura e história. O pai de Henry, general Tillney, a convida para visitar uma de suas propriedades, a Abadia de Northanger. Catherine que na história está lendo o romance gótico, “Os Mistérios de Udolpho”, de Ann Radcliffe, fica fascinada com a perspectiva de ingressar em um ambiente antigo, fantástico e sombrio. A Abadia de Northanger representa toda a capacidade de Jane Austen em se fazer a critica social de seu tempo, bem como a de realizar a análise moral de seus personagens. Com o seu costumeiro e agradável senso de humor, a autora critica os romances góticos e seus excessos que tangenciam o ridículo, e introduz sua história em um cenário cotidiano e plausível.

O Parque de Mansfield

Resumo da Editora Landmark:

Por mais de dois séculos o livro tem dividido os leitores: por um lado, “O PARQUE DE MANSFIELD” é o trabalho mais autobiográfico de Austen, refletindo o mundo de pretendentes religiosos e proprietários de terra, das caçadoras de maridos, dos esnobes e dos tolos do interior – no qual a escritora viveu e procurou o amor – o texto parece entrar em choque com a costumeira descrição das heroínas criadas por Austen, uma vez que a personagem de Fanny Price, que no romance é surpreendentemente contida e passiva, tem aturdido por décadas os críticos literários e os fãs de Austen. As questões sociais também são amplamente discutidas em “O PARQUE DE MANSFIELD”: sugere-se pela crítica especializada que o título se refere ao julgamento de Mansfield, a decisão inglesa legal e histórica tomada pelo chefe da Justiça Lorde Mansfield, segundo a qual foram estabelecidos os primeiros limites quando à escravidão na Inglaterra. No romance, Fanny surpreende sua família adotiva, os Bertrams, ao levantar a questão sobre o envolvimento deles com a escravidão. As cartas de Jane Austen escritas na época nos informam de que ela tinha se apaixonado por Thomas Clarkson, o abolicionista mais popular da época, o que justificaria o envolvimento da autora com estas questões sociais. Austen, como os seus personagens, cresceu em uma zona rural na Inglaterra entre a classe abastada e religiosos cujos hábitos e negócios ela observava com perfeição e, às vezes, com uma honestidade brutal e reveladora. A sua memorável linguagem, a sua sagacidade satírica, o seu delicado senso de humor e as suas complexas caracterizações de luta moral no coração das famílias, além das alianças românticas, contribuem para o estilo de Austen, que não envelhece, e o resistente microcosmo da natureza humana que ela aborda. O tema que mais prevalece na obra de Austen permanece relevante na nossa época: a necessidade de homens e mulheres de encontrarem a sua identidade e de fazerem as suas próprias escolhas – ainda que a sociedade, por sua natureza, tente fazer deles seres dependentes, sem força e preconceituosos.

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Nota: Só não agradei do título acima ser: O parque de Mansfield!! 🙂

Como Mansfield park é uma designação para toda a propriedade dos Bertram, acho que não foi apropriado chamar de parque (pois em inglês o significado destes nomes de propriedades é diferente). Dá a impressão que o livro fala de um belo parque.

Cozinhando com Jane Austen

Navegando pela net eu encontrei alguns livros sobre culinária e sobre chás, todos relacionados à Jane Austen. No meio de livros em inglês, acredite, tem um livro em português de Portugal!! ‘ 🙂
Cozinha da Sensibilidade e do Bom Senso

Preço: 13 Euros
Autora: Ana da Costa Cabral
Na linha de A Cozinha do Senhor dos Anéis, a autora preparou um livro que recria os ambientes culinários presentes em todos os romances de Jane Austen. Cozinha da Sensibilidade e do Bom Senso – Cozinha da Jane Austen é um livro único em Portugal, é uma investigação sobre a gastronomia e tradições do séc. XIX, adaptado à realidade moderna.Lado a lado com a receita surge uma citação, como é habitual na colecção Receitas da Avó Rosalina — Série Especial.

Tea with Jane Austen (chá com Jane Austen)

Preço: 11,53 dólares
Autora: Kim Wilson
Entre as muitas atrações para os leitores modernos de Austen estão os detalhes domésticos que tanto embelezam seus romances, além disso, quer algo mais delicioso que um chá? O chá não era apenas uma bebida nos tempos de Austen, mas também um ingrediente chave para rituais sociais, e suas cartas e livros estão cheios de referências a respeito da compra, preparo, como eram servidos e bebidos os chás. Neste livro, os leitores encontrarão diversas citações de Austen sobre chás, além de uma excelente pesquisa sobre o chá na época de Jane e sobre a maneira como este era tomado em diferentes horas do dia e ambientes variados.

Cooking with Jane Austen (Cozinhando com Jane Austen)



Preço: 44 dólares

Autora: Kirstin Olsen
A comida é um dos elementos centrais em seus romances, assim como era algo comum na Inglaterra nos tempos de Austen. Assim como suas estórias continuam cativando leitores modernos, seu mundo repleto de cafés da manhã e banquetes capturam a imaginação dos leitores contemporâneos. Muitos dos fãs de Austen com certeza sentiriam muito prazer em recriar refeições descritas nos livros de Austen, do mesmo modo que alunos do ensino médio apreciarão os trabalhos de Austen aprendendo também sobre tradição culinária. O livro transporta o leitor, através de 200 receitas, à Inglaterra de Austen and traz este mundo às nossas cozinhas. O livro traz capítulos introdutórios a respeito de cozinha e alimentação na época de Jane Austen. Em seguida apresenta capítulos sobre carnes, frutos do mar, doces, pastas e bebidas. Cada capítulo inclui citações de Austen e citações de livros de culinária da época, acompanhados de receitas modernas fáceis de seguir.
The Jane Austen Cookbook (O livro de culinária de Jane Austen)

Preço: 17,95 dólares
Autores: Maggie Black e Deirdre Le Faye
A primeira metade do livro é cheia de análises sobre os amigos, livros e cartas de Austen. A segunda parte contém as receitas, as quais em sua grande maioria foram adaptadas para a culinária moderna. O que foi mais difícil de se adaptar foi a torta de pombo! O trabalho de Maggie Black e Deirdre Le Faye oferece uma deliciosa visão da vida social e costumes da Inglaterra do século 19.

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* Traduções do inglês para o português realizadas a partir dos textos disponíveis no site da ww.amazon.com

Outro papel de parede de Heather Laurence

Heather continua a publicação mensal de wallpapers para download! Este mês, ainda falando sobre o inverno, ela mostra duas figuras de senhoritas que certamente alegrarão seu desktop!

À esquerda, um vestido de dança, publicado em fevereiro de 1809. A imagem à direita mostara um vestido de passeio de fevereiro de 1811. Reparem na riqueza dos detalhes.

Heather ainda cita um artigo chamado “General Observations” sobre a moda para damas e cavalheiros, o qual afirma que as cores que prevaleceram nas mantilhas e capas foram: dourado, laranja, azul claro. Para os bailes as opções eram cores quentes em tecidos como cetim, seda brocada e veludo (com detalhes em dourado e prata).

A citação deste mês de Abadia de Northanger:

“…O coração pulava-Lhe, dançava enquanto a carruagem a levava para casa.”*

*AUSTEN, Jane; DONAS-BOTTO, Madalena. A Abadia de Northanger. Lisboa: Portugália Editora, 1970, 4ª edição.

Bonequinhas da Austen

Após encontrar essa linda bonequinha da Austen no Flickr resolvi pesquisar mais sobre o assunto e descobri que algumas pessoas gastam em torno de 140 dólares no site da Whoopassenterprises para levar esta fofura para casa. Não encontrei nada sobre a Greenwood (fabricante da boneca – segunda figura abaixo). De todas as que já vi da Jane, essa é a mais lindinha (até mais que a minha action figure)!

Photo by Megan :

Eu já tinha visto outras por ai, mas esperei para juntá-las em um único post, pois na minha opinão as outras são um tanto sem graça (clique em cada figura para direcionar ao site):

*Images used with no copyright intetions.

No site acima também tem bonequinhos do Darcy, Lizzie e irmãs Bennet.