Vídeo da Editora LogOn

Eu encontrei este vídeo na página da LogOn no Youtube. Trata-se de uma divulgação do lançamento do Box Jane Austen, contendo 7 DVDs das seguintes séries: Orgulho e Preconceito (1995), Razão e Sensibilidade (2008) e Emma (2009). Para conhecer mais sobre o box, veja aqui os meus posts.

Morre Elizabeth Jenkins (1905 – 2010)

Elizabeth Jenkins, escritora e biógrafa morre aos 104 anos de idade. Elizabeth foi umas das fundadoras da Jane Austen Society, além de contribuir para a compra de Chawton Cottage para que se tornasse o Museu que é hoje: Jane Auten House Museum. Você poderá ler o abituário de Elizabeth Jenkins no site do Jornal Telegarph.
Esta é a capa da biografia sobre Jane Austen. Segundo alguns leitores e fãs de Austen, é a melhor biografia sobre a autora já escrita! A imagem abaixo pertence ao site AustenOnly.
Read a similar post at AustenOnly.

Jane Austen and Children

Jane Austen e as crianças é um novo livro, lançado no início do mês!

O Autor/The Author:
Escrito por David Selwyn, também autor de Jane Austen e lazer (Jane Austen and Leisure) e editor do livro Jane Austen Poemas Reunidos e Versos da Família Austen (Jane Austen Collected Poems and verse of the Austen Family).  
David Selwyn is the author of Jane Austen and Leisure and the editor of Jane Austen Collected Poems and verse of the Austen Family, The Complete Poems of James Austen, Fugitive Pieces: The poems of James Edward Austen-Leigh and, with Maggie Lane, Jane Austen: A Celebration.

Descrição do livro/Product Description:

O título explore uma função importante que as crianças têm nos livros de Jane Austen e oferece insights para que possamos entender os personagens adultos.  Jane Austen não é normalmente associada às crianças, principalmente por ela não ter tido filhos. Porém, há mais crianças em seus livros do que podemos imaginar. A própria Jane veio de uma família grande, com muitos sobrinhos e sobrinhas. Jane era boa com as crianças e muito popular entre elas. Portanto, é muito natural que a autor incluísse crianças em seus livros.  O livro explora: crianças vistas ou não vistas (algumas mortas); crianças como modelos de comportamento; bondade e maldade; crianças como objetos e afeição, diversão, ciúmes, ressentimento, etc…; crianças como desculpas; entre outros. O livro lança luz sobre um assunto bastante ignorado do trabalho de Jane Austen e a época em que ela viveu.
This title explores the surprisingly important part that children play in the novels of Jane Austen and the contribution they make to understanding her adult characters. Jane Austen is not usually associated with children – especially since she had none of her own. But there are in fact more children in her novels than one might at first think. She herself was from a sizeable family, with numerous nephews and nieces. She was, by all accounts, good with children and popular with them. It was therefore natural for her to include them in her novels, even if sometimes offstage. This book, by one of the world’s leading authorities on Austen, looks at both the real and the literary children in her life – children seen and unseen (and dead); children as models of behaviour, good and bad; as objects of affection, amusement, usefulness, pity, regret, jealousy, resentment; children in the way; children as excuses; and, children as heirs. In the process, it casts fascinating light on a hitherto largely ignored aspect of her work and the age in which she lived.

Detalhes/Details:
Páginas/Pages: 256

Preço/Price: $ 26.56 (dólares/dollars)

Onde Comprar/Where to buy: amazon.com
Leia um trecho da obra/Look inside: aqui/here

Os outros livros de David Selwyn:

Walking in her bedroom, standing on her grave

This post was written my dear friend Alfred Kaal from Netherlands (we did a Jane Austen Course at Oxford last january). Thanks a lot Alfred! Tomorrow I will translate it and publish the news pictures he sent me.
Last year I went to Bath, and visited the Jane Austen Centre, saw the house where she lived, and walked past the famous sites she must have seen too. After taking the Oxford University course on Jane Austen, and rereading her books and moreover, learning about her writing style, and taking in lots of background information, what must one do when returning to England? Right, visit other places where Jane Austen has been. During my first week in England I stayed in Oxford, and from there it is easy to drive to Chawton and Winchester. At Chawton she wrote Mansfield Park, Emma and Persuasion. And in Winchester, she died at the age of 41.

Chawton is a small village near Alton, in Hampshire. It is close to a highway, but after parking the car, I noticed how calm and peaceful the place was. A couple of houses, a restaurant on the opposite side of the street. And then the cottage of Jane Austen. It is a museum nowadays, but it looks like a house where one could live in comfortably. On the inside, it looks both like a house and a museum. In some rooms, you could (almost) imagine Jane Austen walking in, and doing the things she is used to do. In other rooms, it feels more like a museum. When you observe the behaviour of the people working and visiting there, they behave like it’s a house. It’s treated with respect. Everything looks neat and cared after. The staff seems very devoted in keeping the memory of Jane Austen alive. And that’s why I liked it there. It’s not like Stonehenge with busloads of visitors, Buckingham Palace or Windsor. It’s a house where a very good writer lived. The guestbook says it all: people from all over the world come to Chawton. They are not ordinary visitors. They are people who enjoy the books of Jane Austen, the movies, the dancing and perhaps might want to live in her era. And some go as far as taking a course on Jane Austen at Oxford University 😉
Next stop was Winchester. A lively town, packed with shops. And a cathedral. Because Jane Austen died in Winchester, she was to be buried there. Not because she was famous, most people didn’t know she wrote a couple of well-known books. Just because she died in Winchester, her grave is now in the cathedral. The text on the grave stone memorises her not as the writer she was. That was later corrected in a brass plague on the wall close to her grave. An exhibition on Jane Austen was on display. Most of it was familiar, but it was interesting to see the book where her death was noted, albeit the wrong date was written down: July 16 instead of 18! One can only wonder how that mistake could be made. It wasn’t certainly a mistake to visit the cathedral, and I’m glad I was there.

Jane Austen in Manhattan – uma resenha

O texto abaixo foi originalmente publicado em inglês no blog My Jane Austen Book Club da Maria Grazia. A tradução é de Luana Musmano.

Queria tanto assistir a esse filme, e, agora, minha decepção é indescritível! Por um lado, estou feliz de ter assistido, porque tinha ouvido falar do filme, e era um dos únicos relacionados a Austen que eu ainda não havia visto. Até o adicionei à minha coleção de DVDs, mas…foi excessivo, acho: definitivamente não merece ser assistido mais de uma vez.

Neste absurdo “romance” chamado Jane Austen in Manhattan (1980, EUA, 111 minutos), produzido pela Merchant Ivory, o passado encontra o presente, e egos extravagantes colidem quando duas companhias de teatro competem entre si pelo direito de montar uma jóia literária: a peça recém-descoberta de uma das autoras mais amadas da Grã-Bretanha. Ao delinear a sedução de uma garota inocente por um libertino, o filme tenta misturar a esperteza da encantadora criação oitocentista de Jane Austen às forças, ambições e costumes sexuais da Nova Iorque da década de 70. O resultado é um dos mais esquisitos e bizarros filmes a que já assisti.

As duas companhias teatrais – igualmente ansiosas por realizar a estreia mundial da peça – precisam competir pelos direitos sobre a obra, propriedade de uma fundação artística. Uma das companhias é dirigida pela tradicionalista Lilianna Zorska (Anne Baxter); a outra, por seu antigo protegido – e ex-amante – o carismático Pierre (Robert Powell), que dirige uma trupe de vanguarda. Para complicar a situação, há Ariadne (Sean Young), a jovem e bela atriz que Pierre está determinado a seduzir, e separar do marido, Victor (Kurt Johnson). Eventos modernos começam a espelhar os temas de sedução e salvação presentes na peça de Austen, enquanto Lilianna luta para deter Pierre e salvar Ariadne de suas garras.

A inspiração por trás de Jane Austen in Manhattan reside em um evento real: a venda, pela Sotheby’s de Londres, do manuscrito de uma peça da juvenilia de Jane Austen, peça esta baseada em Sir Charles Grandison, de Samuel Richardson. O manuscrito passou à produção da Merchant Ivory. A companhia o considerou leve demais para merecer uma produção própria, mas material ideal para uma “peça dentro de outra peça”.

Na minha opinião, eles desperdiçaram uma boa oportunidade. A idéia da peça dentro de outra peça não era nada má. Mas eu teria ambientado a ação na casa de Jane Austen, com sua família encenando a pequena peça. Não tão original, mas uma boa oportunidade para um filme de época. James Ivory tem entre seus créditos um filme de época maravilhoso, Uma Janela Para o Amor (A Room With a View), baseado no romance de E.M. Forster. Adoro aquela adaptação! Talvez fosse isso que eu esperava dele como diretor, e não tendo encontrado um pouco daquela poesia e bela fotografia, senti-me meio traída.

Mudanças no Fórum JASBRA

Queridos amigos,
No ano foi criado o Fórum Oficial da Jane Austen Sociedade do Brasil. O principal objetivo por trás da criação do Fórum é tornar as discussões do grupo mais organizadas, mais ricas, e além disso facilitar possíveis referências futuras.
Neste momento, damos início a um processo de expansão do nosso Fórum. Convidamos todos a visitar o fórum, inscrever-se, e participar dos inúmeros tópicos já ativos. A colaboração de cada um de nós é muito importante neste momento de enriquecimento e divulgação do fórum e da obra de Austen no Brasil.
Lembrando que nosso foco no momento é a discussão do livro “Razão e Sensibilidade
Entretanto, há vários outros tópicos já abertos, por exemplo sobre os outros 5 romances, sobre as adaptações, sobre a biografia de Austen, entre outros. Assim, mesmo quem ainda não leu Razão & Sensibilidade, ou não tem disponibilidade para participar da leitura em grupo, pode participar das discussões várias. Temos certeza de que todos aqui podem contribuir em muito para o crescimento do grupo.
Obrigada a todos pela atenção!
Aguardamos a todos no Fórum JASBRA!
Luana Musmanno*
 
* Luana Musmanno é moderadora  e colaboradora do Fórum JASBRA.

JASBRA na Jane Austen’s Regency World

É com muito prazer e satisfação que escrevo este post! Na edição de setembro/outubro da Revista Jane Austen’s Regency World, que acaba de sair da gráfica, há um artigo que eu escrevi. Recebi o convite por volta de junho, na época do II Encontro Nacional da JASBRA e tive um tempo relativamente bom para escrever este artigo! Fiquei muito emocionada e lisonjeada ao receber este convite do editor da revista Mr. Tim Bullamore. Thanks again for this opportunity!
Bem, aqui está a capa da revista e como vocês poderão ler, há uma chamada para o meu artigo, que será o primeiro artigo da revista! Eu escrevi cerca de 3 páginas a respeito da minha primeira experiência com Austen, como surgiu a ideia de criar uma sociedade aqui no Brasil, os livros que traduzi, entre outros. Espero que gostem!

The Latin Touch: how Austen is conquering Brazil
Os artigos da revista, em destaque, são:
* The Latin touch: how Jane’s fame is spreading in Brazil

* A very secret diary: the heiress Anne Lister’s love for a woman has been turned into a film

* A Cornish exile: Maggie Lane explores the life and times of Charles Austen, Jane’s seafaring brother

* Jane’s best jest: Paul Bethel compares Emma with Mansfield Park

* Required reading: Sue Wilkes explains how no Georgian gentleman could afford to miss

* Enter stage right: Jane Austen would have known the old Theatre Royal in Bath

* My Jane Austen, Marsha Huff: The outgoing president of JASNA shares her love of Jane Austen

Para assinar a revista com 20% de desconto, clique aqui.

Agora é esperar a revista chegar aqui no Brasil… é uma demora tão grande! A última edição demorou mais de 3 semanas para chegar aqui. 😦

O que Jane faria?

Ontem seria mais uma manhã de trabalho na Faculdade de Direito da UFMG se não fosse o imprevisto. Eis que eu entro no elevador rumo ao nono andar, para lecionar inglês, quando o elevador cheio de mulheres para subitamente entre o quarto e quinto andares.
A princípio tentamos fazer contato com os seguranças do prédio, porém foi em vão… Tivemos a ideia de ligar para o corpo de bombeiros e no final das contas foi uma espera de mais de 1 hora! Bem, não criei este post para falar de falhas técnicas no elevador, não é mesmo?
Já estávamos por lá há mais de 20 minutos quando do nada eu soltei a seguinte frase: “O que Jane Austen faria?” Obviamente num grupo de 14 mulheres, muitas conheciam a obra de Austen, até mesmo as estudantes de francês (minoria). Daí foi um pulinho para elas falarem que há uma sociedade sobre Jane Austen aqui no Brasil, etc… Coincidentemente eu estava com minha bolsa da JASBRA (II Encontro Nacional) e muitas disseram que gostariam de entrar para o grupo de mineiras! Bem, espera que algumas delas leiam este post e sintam-se bem vindas ao grupo!
Respondendo à pergunta: O que Jane faria se ficasse presa em um elevador? Ora… resposta fácil, falaria sobre literatura!
Tá vendo? Até no elevador com defeito dá para falar de Jane Austen! 🙂
Prédios da Faculdade de Direito UFMG (o meu é este com janelinhas bem miúdas) – crédito da foto aqui
Depois que saímos do elevador, fui tomar um ar na varanda do prédio (terceiro andar) e vi as árvores abarrotadas de flores, preciso levar minha câmera na próxima aula!

Pride and Prejudice and Star Wars

Eu descobri este vídeo hoje cedinho, meio que sem querer… é uma mais uma montagem com cenas do filme Star Wars e falas/músicas de Orgulho e Preconceito (2005) com Keira Knightley e Matthew Macfadyen. O  interessante é que a pessoa que fez a montagem conhece tanto Orgulho e Preconceito quanto Star Wars e colocou cada personagem (mesmo que em alguns casos não fossem do mesmo gênero). Como Natalie Portman fez Star Wars, ela faz o papel de Lizzy Bennet nesta montagem. Será que é uma boa preview de Orgulho e Preconceito e Zumbis?
Assista outros vídeos-montagens:

My Jane Austen Book Club

Eu conheço a Maria Grazia há mais de um ano, mas acabei descobrindo que nunca indiquei seu blog sobre Jane Austen aqui no blog da JASBRA! Mi dispiace Maria!
Maria é uma professora de Inglês que mora em uma cidadezinha há 50 minutos de Roma. Isso mesmo! Maria é italiana! Como estou cada vez mais, estreitando os laços com a Itália (minha cidadania está para sair), acaba que por coincidência ou não, estou conhecendo cada vez mais fãs de Jane Austen na Itália.
Bem, vamos ao que interessa! O blog de Maria se chama My Jane Austen Book Club, está escrito em inglês! Acesse aqui o blog My Jane Austen Club.