O que fazer em Winchester: da távola redonda a Jane Austen

Neste post do site Viajonarios você encontrará diversas informações sobre cultura, passeio, atrações e alimentação em Winchester – cidade onde Jane Austen faleceu e está sepultada na magnífica Catedral de Winchester.

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Fonte: Site Viajários

Turismo em Bath!

Prezados leitores, em meio a uma pilha de livros para fundamentação teórica da minha tese de doutorado, consigo alguns minutinhos para sonhar em voltar à Bath!

O site Pure Viagem traz um post sobre a cidade onde Jane morou por algum tempo e também cenário de alguns de seus livros. Confira o texto completo aqui.

Vista de Bath
Vista de Bath

Sábados – Que tal um chá acompanhado por Mr. Darcy?

Que tal fazer um passeio com Mr. Darcy e ainda conhecer um pouco mais sobre chás?

 Essa é a proposta do Mr. Darcy Tours! Há duas opções de cidades: Bath e Oxford. Preço: 20 libras por pessoa. A propósito… o Mr. Darcy se chama Tom Nicolaou. Veja aqui a galeria de fotos no Flickr. 
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Sábados – Bath continua linda – Lucienne Soares

A nossa querida Lucienne Soares (JASBRA-RJ) acaba de voltar da Inglaterra, cheia de novidades e promete contar tudinho para nós em breve, aqui mesmo nessa coluna! 🙂 
Lucienne nos envia uma foto dela em Bath ao lado do recepcionista do Jane Austen Centre. Ao ver a foto olhei de novo para ver se não estava vendo coisas, pois Mr. Martin Salter não estava na porta do museu como de costume. Martin, é um querido! Quando visitei Bath no ano passado ele tirou fotos comigo e minha filha, depois que eu já estava dentro da lojinha correu lá e meu deu uma foto dele com a Amanda Vickery e ainda por cima autografada! 🙂
Mas creio que este senhor (até o momento não consegui o nome dele) representa bem o espírito do Jane Austen Centre! 

Sábados – Bath por de Renata Céli

Este post faz parte da Coluna dos sábados: O mundo de Jane Austen! 

Eu tive a ideia de apresentar as viagens da Janeites à terra de Austen, portanto, se você já esteve lá e quer compartilhar conosco sua viagem. Basta enviar fotos e um texto para: adriana@jasbra.com.br

Hoje, Renata Céli nos apresenta sua visita à Bath!

No dia seguinte (após a visita a Chatsworth – AKA a casa do Mr. Darcy) , pegamos novamente o trem, dessa vez para a cidade de Bath, onde Jane Austen morou por um tempo, e onde a cidade é cenário em dois livros da nossa querida autora: Persuasão e A Abadia de Northanger. A cidade é muito agradável!! A arquitetura é linda!! Além de conhecermos alguns pontos turísticos, fomos ao The Jane Austen Centre. Além de palestras sobre a vida da Jane Austen, o lugar é um museu, ou seja, um local especial para todos que amam a autora. E o Gift Shop tem muita coisa legal. Comprei marcadores de livros, toalha de mesa, tanta coisa linda!!! No final do dia, retornamos para Londres com o mesmo gostinho de “quero mais” do dia anterior. 

 Renata em frente ao Jane Austen Centre em Bath

Se divertindo no Jane Austen Centre

Infelizmente não deu para conhecer outro lugar que deve ser lindo: Chawton, que foi onde Jane Austen morou nos últimos anos de sua vida. Mas esse roteiro está nos meus planos para o futuro. Quem sabe?

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Coluna – O mundo de Jane Austen

Prezados leitores, hoje é dia de lhes apresentar a Coluna dos sábados: O mundo de Jane Austen! Nessa coluna iremos publicar as viagens das Janeites, assuntos relacionados à epoca de Jane Austen, como os posts de Cláudia Cristino sobre culinária e modo de vida na época da regência. Em alguns sábados faremos publicações duplas: uma sobre as viagens e outras abordando algum tópico sobre o dia-a-dia na época de Austen. Espero que gostem! 
Eu tive a ideia de apresentar as viagens da Janeites à terra de Austen, portanto, se você já esteve lá e quer compartilhar conosco sua viagem. Basta enviar fotos e um texto para: adriana@jasbra.com.br
Vale lembrar que essa não é uma ideia nova, eu estou resgatando essa ideia que já foi publicada com as viagens de Daniele Werner, Marta Gomes, Deborah Simionato, entre outros. 
Para estrear essa coluna, apresento-lhes a Renata Céli. 
O dia que entrei na Casa do Mr. Darcy
Placa mostrando a direção de Chatsworth

Ano passado, fiz uma viagem dos sonhos. Resolvi conhecer alguns dos incríveis lugares de Jane Austen. A época da viagem foi final de julho e início de agosto (durante as Olimpíadas de Londres 2012). Fui com meu marido e ficamos hospedados em Londres.

o caminho até Chatsworth
O primeiro dia foi dedicado a conhecer Chatsworth (onde foi o cenário da casa do Mr. Darcy no filme Orgulho e Preconceito com a Keira Knightley e o Matthew Macfadyen). 
Pegamos um trem de Londres para Chesterfield, que fica no condado de Derbyshire. Após chegarmos na em Chesterfield, pegamos um ônibus que nos deixou praticamente em frente à entrada de Chatsworth House, que é um palácio de propriedade dos Duques de Devonshire. 

Logo quando a gente entra na propriedade, andamos por um lindo e extenso caminho que vai dar na casa. O caminho é lindo, tem muitas árvores. Ao chegar na casa, entramos para conhecê-la. Podemos visitar alguns cômodos e olhar a vista da janela para aqueles jardins perfeitos que foram mostrados no filme. 

Após visitar o interior do palácio (inclusive a sala das estátuas!!!), fomos para o Gift Shop. 
a sala das estátuas
Claro que eu tinha que comprar alguma lembrancinha!! Comprei uma caneca da Jane Austen, marcadores de livro, canetas e ímãs de geladeira.
A saída do Gift Shop dá para o jardim, que é maravilhoso!! Um verdadeiro paraíso!! Ótimo para sentar na grama, pegar um sol, descansar, ler e apreciar a vista. 
o jardim da casa

a casa
No final do dia retornamos à Londres, com um gostinho de “quero mais”.

Aguardem mais um post de Renta Céli na semana que vem!
Se deseja compartilhar conosco sua viagem. Basta enviar fotos e um texto para: adriana@jasbra.com.br

Gazeta de Longbourn Apresenta: All Roads Lead to Austen

With a suitcase full of Jane Austen novels en espanol, Amy Elizabeth Smith set off on a yearlong Latin American adventure: a traveling book club with Jane. In six unique, unforgettable countries, she gathered book-loving new friends– taxi drivers and teachers, poets and politicians– to read Emma, Sense and Sensibility, and Pride and Prejudice.

Whether sharing rooster beer with Guatemalans, joining the crowd at a Mexican boxing match, feeding a horde of tame iguanas with Ecuadorean children, or tangling with argumentative booksellers in Argentina, Amy came to learn what Austen knew all along: that we’re not always speaking the same language– even when we’re speaking the same language.

But with true Austen instinct, she could recognize when, unexpectedly, she’d found her own Senor Darcy.

All Roads Lead to Austen celebrates the best of what we love about books and revels in the pleasure of sharing a good book– with good friends.

Gostaria de ter descoberto esse livro antes de ter viajado – provavelmente teria tentado fazer algo parecido com a experiência da autora em minhas próprias jornadas (se bem que nada tenho a reclamar da minha experiência, que foi absolutamente fantástica…). O tempo todo que eu estava lendo, imaginava como seria participar de um projeto tão bacana sobre Austen.

Bem que a Amy podia vir ao Brasil num volume dois, não? Considerando nossa dimensão quase continental, experimentar um Clube do Livro em cada região do nosso país seria um bom equivalente ao roteiro que ela fez ao longo da América Latina.

Ok, estou me adiantando de novo. Vamos à história.

All Roads Lead to Austen é o relato da autora ao longo de um ano de Estrada pela América Latina – Guatemala, México, Equador, Chile, Paraguai e Argentina – aprendendo espanhol, conhecendo novas culturas e lendo Austen. Lendo Austen em espanhol e, mais importantes, na companhia de pessoas de cada um desses países, formando clubes de leitura a cada parada.

A idéia era ver como cada uma dessas regiões “traduzia” Austen – se eles eram capazes de se identificar com os personagens, de reconhecer temas e situações que se aplicassem ao seu cotidiano.

Não é surpresa que a maior parte dos participantes dos encontros que Amy promoveu tenham sido capazes de se identificar com as histórias que leram – nessa viagem, Orgulho e Preconceito, Razão e Sensibilidade e Emma. Se seus enredos se passam em um espaço físico e temporal bem delimitado e particular – o interior da Inglaterra no período da Regência – os temas continuam atuais: família, casamento, amor, dinheiro, preconceito, fofoca de cidade pequena…

A surpresa fica pelas experiências de Amy, por aquilo que ela aprende no caminho e o que ela encontra ao final de sua jornada – e posso garantir que ela encontra muito mais do que barganhou.

Um dos melhores livros que tive o prazer de ler esse ano. Para ter na estante, ler, reler e voltar a visitar junto com todas as obras da tia Austen.

Janeites ao Redor do Mundo

Para quem não sabe, minha carreira como representante da JASBRA cá em Pernambuco começou quando a Adriana Zardini me pediu que recebesse a Terry Hubener, membro e representante da JASNA na Flórida. A família da Terry é aqui do Recife e ela estava vindo para encontrá-los e, se possível, visitar também uma turma de leitores de Austen no Brasil.

Receber e conhecer a Terry foi um enorme prazer. E, aparentemente, me deu também um gosto por ser relações públicas, porque quando estava terminando de providenciar tudo o que precisava para a viagem, escrevi para a Adriana e perguntei se ela conhecia alguém da comunidade francesa de janeites.

Ela me colocou em contato com a Claire, do Jane Austen Lost in France, e começamos a trocar algumas mensagens e assim fechei meu primeiro compromisso oficial em Paris: encontrar a Claire, passear, e no entretempo trocar informações sobre nossos respectivos grupos e idolatrar a querida Jane.

O encontro foi marcado para o dia seguinte à nossa chegada, na frente da livraria Shakespeare and Co. e vamos todos concordar que a coisa já começou muito bem a partir desse preciso ponto.


A Claire estava lá nos esperando com uma sacola imensa de presentes e bastante preparada para passar a tarde batendo perna conosco. Dizer que nosso passeio foi uma delícia é redundante. Que a conversa – num misto de inglês, francês e português – foi ininterrupta e que voltei pra casa ligeiramente rouca também é quase um pleonasmo. Eu já nem sou tagarela, imagine quando encontro alguém predisposto a dividir as mesmas paixões que eu?

Após apresentações, abraços, trocas de presentes e demonstrações de boa vontade, pegamos um ônibus para nos enfiar pelos bairros mais afastados e menos turísticos de Paris, atrás de nosso objetivo do dia: uma rua chamada Darcy.

Pois é, existe em Paris uma rua chamada Darcy.

A Claire também não conhecia esse ponto tão peculiar de sua cidade e nos usou como desculpa para ir até lá. Uma excelente desculpa, vamos concordar…

Conversa vai, conversa vem, qual a sua heroína favorita, por qual mocinho você se derrete, quando-onde-porque Austen, outros vícios literários, volta para Austen, clube do livro, debate, assim e assado, chegamos ao nosso destino.


Não existe nada demais na rue Darcy, a não ser que você conte a Companhia de Água. É uma rua pela qual você passa quase despercebida que ela está lá, pequena, numa área residencial. Como a Claire bem observou, pessoal que nos viu tirando fotos deve ter ficado espantado – fomos, muito provavelmente, as primeiras pessoas que foram lá para fazer isso.

E tirar fotos nós fizemos… com todas as placas de ambos os lados da rua. Eu até me abracei com um dos postes no caminho, com cara de maluca, ao mesmo tempo que ríamos como se não houvesse amanhã.


Depois disso, a Claire nos convidou para a casa dela, onde tivemos o prazer de conhecer outras duas pessoas do grupo, a Anne e a Lila. A essa altura eu acho que nem tínhamos mais muita consciência de que em que língua estávamos nos comunicando – o importante é que havia comunicação e muitos risos e também conversa séria. Foi um intercâmbio – e um dia – absolutamente maravilhoso.


Para terminar, vamos agora dar um pulinho em Lisboa.

Ao chegarmos em Portugal, também já estávamos de encontro marcado com a Paula, do Jane Austen Portugal. Ficamos de nos encontrar perto do hotel onde estávamos hospedadas, logo de manhã cedo, porque, segundo nossa cicerone, teríamos um dia inteiro de passeio pela frente.

Não fazíamos idéia, contudo, do que realmente a Paula nos estava aprontando.

Primeira surpresa foi quando ela nos colocou no carro – porque pensei que íamos pegar o metrô ou mesmo ir andando para onde quer que ela queria nos levar – afinal, estávamos no centro histórico de Lisboa. Mas, tudo bem, sem problemas, toca pra frente.

Começamos uma conversa animada (e que conversa dessas não foi animada?), e eu ia silenciosamente tentando adivinhar para onde estávamos indo. Subimos e descemos Lisboa. E, oi? Saímos da cidade? Hum, talvez haja um desvio, ou um retorno que ela tenha de pegar e… peraí, estamos na auto-estrada!

A essa altura eu já chegara à conclusão de que estava sendo seqüestrada e nem podia avisar nada para a Carol, que estava sentada do lado de trás, sem me fazer perceber por nossa seqüestradora… então continuei a conversa (que estava muito boa e eu não via razão para interromper) e comecei a prestar atenção nas placas.

Depois da terceira placa com o mesmo nome, eu finalmente perguntei à Paula: “estamos indo para Sintra, não é?”.

Sim, esse era exatamente nosso destino. De acordo com nossa seqüestradora/cicerone/guia turística, Sintra era um vilarejo romântico, tanto na arquitetura como na sensação passada a seus visitantes, tendo encantado diversos escritores britânicos – incluindo aí o sedutor Lorde Byron – sendo assim o local perfeito para fazermos nosso encontro.


Eu gostaria de ser seqüestrada mais vezes se fosse para ter um dia como o que tivemos em Sintra… O vilarejo é realmente encantador – fizemos uma bela caminhada até o Palácio da Pena, um lugar tão diferente e tão lindo que, não sei, dá uma sensação de paz, de absoluto contentamento com o resto do mundo.


O Parque e Palácio da Pena foram obra do rei D. Fernando II, marido de D. Maria II, filha do nosso Dom Pedro I. Servia como residência de verão para a família real e tudo o que poderia haver de belo, de agradável aos olhos – vitrais, pinturas, meu deus, as paredes de cada sala que entramos… – tem lá. É muito diferente dos palácios que visitamos na França, como Versalhes e Fontainebleau, onde o amor à ostentação é quase opressivo. O Palácio da Pena é estranhamente… aconchegante. Tanto que a certa altura da visita eu já estava perguntando quando podia me mudar…

O quê? Sonhar não custa nada, oras!

Do Palácio da Pena seguimos para o Castelo dos Mouros, uma fortaleza medieval do período de dominação árabe da Península Ibérica. Após andarmos um pouco pelas muralhas, voltamos a descer para a cidade e depois de um almoço delicioso de bacalhau (a semana que passamos em Portugal fizemos uma dieta de bacalhau…), fizemos um passeio de charrete pelas ruelas de Sintra, subindo e descendo entre casas e jardins maravilhosos.


Nessa brincadeira a Paula ainda nos apresentou a um manjar divino: uma sobremesa típica das bandas de lá chamada ‘travesseiro’, que eu tanto elogiei para minha mãe que ela providenciou a receita e está planejando fazê-los essa semana.

Espero que eles fiquem iguais aos que experimentamos em Sintra.

Enfim, depois de toda essa farra, voltamos a Lisboa com ainda mais assunto do que tínhamos conversado na ida (porque nosso assunto aparentemente nunca se acaba…) e passamos pela livraria Bertrand onde se realizam os encontros da turma do Jane Austen Portugal.


Na véspera de voltarmos, a Paula nos pegou de novo para tomar um legítimo chá inglês no centro de Lisboa ^^ Nessa ocasião eu acabei dando uma entrevista para ela, ganhamos mais presentes e fizemos ela prometer que viria em alguma ocasião para o Brasil, quando poderíamos paparicá-la tanto quanto ela nos paparicou.


Aliás, o convite é extensivo a todos, tanto do Jane Austen Lost in France quanto do Jane Austen Portugal quanto para quaisquer outros fãs de Austen pelo mundo que venham parar do meu lado aqui no Brasil: terei o mais prazer em recebê-los todos, com a mesma gentileza e carinho com que nos receberam.

Resta agora apenas agradecer pela oportunidade de ter conhecido esse povo maravilhoso, pelos mimos, presentes, pela companhia, pela paciência e pela conversa sempre maravilhosa. Espero ter oportunidade de reencontrar vocês, meninas! MUITO OBRIGADA!

Rua Darcy em Paris

Não… você não leu errado! Tem uma rua Darcy em Paris sim! A Luciana Darce e Carolina Lins (da JABRA-PE) foram lá conferir enquanto visitam a cidade Luz, em companhia da querida Claire SaimJane Austen Lost in France
 Pelo visto um parente do nosso querido Fitzwilliam Darcy foi uma pessoa muito famosa, tem até nome de rua em Paris! Brincadeira à parte, o Sr. Darcy em questão era irlandês (1725 – 1779) e foi um engenheiro e físico.
 Pausa para Luciana e Carolina verem as fotos tiradas. 

 Mais uma placa da rua Darcy! 
É uma pena que eu não conhecia a Claire quando estive em Paris em janeiro passado! Certamente eu teria visitado esta rua! 
C’est une honte je ne savais pas Claire quand j’étais à Paris en Janvier! Certes, j’aurais visité cette rue!

O dia que conheci Ann Channon

Hoje cedo eu publiquei um post com uma foto da Ann Channon no jardim da Chawton Cottage, hoje Jane Austen’s Museum House. Acabei me lembrando que não escrevi e nem divulguei nenhum tipo de imagem sobre a minha viagem À Inglaterra, em janeiro deste ano. Promete escrever alguns posts assim que eu sair de férias do trabalho, ok?
Ao visitar a casa onde Jane morou, fui muito bem recebido por todos os funcionários e a senhora Ann Channon interrompeu suas atividades e veio me receber na lojinha do museu. Fui recebida com muito carinho e até assinei um livro de visitas VIP. Quanto honra, não é mesmo? Na verdade eu é que tive a honra de visitar um lugar tão especial e ter sido tão bem recebida por todos!
Abaixo, a nossa foto (que ficará para a posteridade) em pleno inverno!

Adorei o passeio e me emocionei muito ao conhecer e percorrer a casa onde Jane Austen morou em seus últimos anos de vida. Espero poder voltar lá logo, pois uma visita só não é o suficiente.