Sorteio de Razão e Sensibilidade

Acabo de conhecer o blog da Mychelle (The MY Island) e descobri que além de muito bonito, ela está fazendo um sorteio do livro Razão e Sensibilidade! Essa é uma boa oportunidade para quem não tem o livro ter a chance de ganhá-lo. Para participar do sorteio clique aqui.
Em tempo… no início do ano eu divulguei o lançamento de Razão e Sensibilidade, publicado pela Editora Martin Claret, tradução de Roberto Leal Ferreira, e houve um grande rebuliço porque a imagem da capa era nada mais nada menos que a Charllotte Bronte! Lembra-se Elaine?
Há alguns dias estive em uma livraria aqui em Belo Horizonte e descobri que uma segunda edição da Marting Claret foi lançada com outra capa, duas moças, supostamente Elinor e Marianne:
Descobri que essa capa já havia sido usada pela Editora Random House, na capa do livro: Cassandra’s Sister de Veronica Bennett (12,50 dólares na Amazon). A capa supostamente mostra Jane Austen (com a pena na mão) e sua irmã Cassandra. Vejam como tentaram fazer uma franjinha igual ao retrato de Austen e os olhinhos amendoados!

Razão e Sensibilidade – Outro item de colecionador

Ontem eu fiz um post aqui no blog sobre o lançamento de uma edição de colecionador de Razão e Sensibilidade aqui no Brasil. Encontrei um lançamento em inglês muito bonito! E detalhe: a embalagem não é rosa!

É um kit com DVD do filme de 1995 e o livro, custa 13,48 dólares no site da Barnes and Noble. A embalagem parece que é em digipack, similar a embalagem de Orgulho e Preconceito (1995) que é vendida aqui no Brasil. O diferencial está no preço e o livro que vem de brinde!
Estranhamente também não escolheram o Coronel Brandon (Alan Rickman) para a imagem da capa! Ai meu Deus, mais uma injustiça com o nosso querido Coronel!

Razão e Sensibilidade (1995) – Edição de Colecionador

Atualizando: o DVD será lançado no dia 15 de dezembro no site da Saraiva e já está com pré-venda.
Depois de algum tempo esgotado no mercado, o dvd será relançado numa edição de colecionador por R$ 19,90. Veja os detalhes:

A história de duas irmãs que depois da morte do pai, empobrecem e perdem chances de se casar. Passam a morar no campo, levando uma vida humilde e neste contexto encontram o verdadeiro amor. Um filme vencedor do Globo de Ouro de Melhor Filme em 1995 e que teve 07 indicações para o Oscar de 1995, levando os prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Atriz.
Extras:
– Comentários em Áudio de Emma Thompson e da Produtora Lindsay Doran
– Comentários em Áudio do Diretor e do Co-Produtor
– Discurso de Agradecimento de Emma Thompson na Premiação do Globo de Ouro
– Notas de Produção
– Cenas Inéditas
Alguns itens que são novidade:
Entrevistas : SIM

Making Off : SIM

*****
Perguntas que não querem calar:
1) O box do DVD tinha que ser tão Barbie assim? 🙂
2) O que querem dizer com: “Perca o seu coração e venha a seus sentidos“? (observe a capa)

O que Jane Austen faria?

Parece título de livro, mas não… é um texto que a Mariana Fonseca (membro do JASBRA) traduziu de um artigo do Wall Street Journal.

O Que Jane Faria?

Como uma solteirona do século XIX serve como guia moral no mundo de hoje
por James Collins
(publicado no site do Wall Street Journal em 14 de novembro de 2009)
Jane Austen é muito divertida. Suas personagens são vívidas. O equilíbrio de suas sentenças é perfeito. Seus enredos são bastante bons – pelo menos, eles mantêm você lendo. No entanto, escrever romances brilhantes não era o objetivo principal de Jane Austen: O que era mais importante para ela era fornecer instrução moral.
Em sua essência, os livros de Austen são trabalhos morais. “Abadia de Northanger” é na verdade sobre a educação moral de Catherine Morland: Ela aprende que o mundo não funciona de acordo com os princípios de um romance gótico. Como o título indica, “Razão e Sensibilidade” é um conto moral: É a história do autocontrole de Elinor e do comodismo de Marianne. O evento central tanto em “Orgulho e Preconceito” quanto em “Emma” é a descoberta de cada heroína sobre sua própria fraqueza moral. “Mansfield Park” trata de todo tipo de questão moral, da decência no envolvimento com o teatro amador até as conseqüências do abandono do marido por um outro homem. A premissa de “Persuasão” é a de que Anne Elliot um dia sacrificou sua felicidade por cumprir o seu dever e obedecer a orientação de sua guia moral, Lady Russell. Assuntos relativos à moral não são apenas refletidos nos maiores temas dos livros, entretanto: Eles são universais. Até mesmo o menor ato ou o mais breve diálogo ou a mera descrição da maneira de vestir de uma personagem é carregado de conteúdo moral.
Os leitores de hoje tendem a apreciar Austen apesar de seu didatismo e, não, por causa dele. Ela pode ser positivamente pedante e isso é um obstáculo. O leitor contemporâneo que ama Jane Austen quase pula as partes moralistas e diz a si mesmo que elas não contam realmente. É possível ignorar esse aspecto de seu trabalho, assim como é possível discutir uma pintura religiosa sem qualquer referência à intenção religiosa do artista. Mas isso parece absurdo: Ignorar a preocupação central de uma escritora é uma estranha forma de tentar apreciá-la e entendê-la.
A questão é, então, como conciliar o moralismo de Austen com a sensibilidade moderna. Para discursar sobre esse problema, seria conveniente se pudéssemos encontrar alguém com essa sensibilidade moderna que realmente lê Austen por sua instrução moral (em adição ao prazer literário que ela proporciona). Que conveniente termos à nossa disposição alguém que se encaixa nessa descrição: eu.
Eu acho que ler Jane Austen me ajuda a elucidar escolhas éticas, a descobrir um meio de viver com integridade no mundo corrupto e até a adotar o tom e a maneira adequados ao lidar com os outros. Seu moralismo e a mentalidade moderna não estão, de fato, em oposição direta, como é tão freqüentemente suposto.
Dizer que alguém valoriza a instrução moral de Austen pode provocar ceticismo porque, afinal, ela era uma solteirona vivendo na Inglaterra provinciana há 200 anos. Mas nossos mundos não são tão diferentes. Nós vemos as personagens de Austen – vaidosas, egoístas, ingênuas, compassivas – em nossas vidas todos os dias. O tempo e a localização dela são, na verdade, uma vantagem. Em seu mundo circunscrito, os problemas da vida podem ser examinados com uma precisão mais aguçada.
Austen viveu na divisão das eras augustana do século XVIII e romântica do século XIX. No nosso tempo, quase toda canção, propaganda ou filme é baseado em princípios românticos. Não importa o quanto apreciemos as “felicidades da vida doméstica”, como Austen coloca em “Persuasão”, ainda sentimos o enorme impulso romântico para fazer alguma coisa mais heróica ou intensa. Ao invés de estarmos aproveitando um bom jantar enquanto conversamos com amigos, nós deveríamos estar lá fora forjando a consciência de nossa raça na oficina de nossa alma, ou algo assim. Eu realmente não quero forjar a consciência da minha raça, mas, ao mesmo tempo, não quero perder tudo o que o Romantismo oferece. É aí que entra Austen, pois ela é uma augustana familiarizada com o Romantismo, o que a torna mais útil do que um escritor moderno para nos ajudar a encarar o desafio romântico. Só ela pode, com credibilidade, mostrar a nós que é possível ter moderação e sentimentos profundos, bons jantares e boa poesia.
Quais são, então, os valores que Austen nos ensinaria? Palavras e frases carregadas de valor aparecem a todo momento em sua obra, freqüentemente aos montes: auto-conhecimento, generosidade, humildade, elegância, decência, constância, contentamento, bom entendimento, opinião correta, conhecimento de mundo, coração cálido, estabilidade, observação, moderação, candura, sensibilidade ao que é cordial e amável.
A instrução moral de Austen aponta para uma vida mais moral – em que “moral” se refere não apenas a princípios corretos, mas à conduta em geral. O sistema de valores de Austen pode ser tido como uma esfera com camadas. O centro poderia ser chamado de “moralidade”, a camada seguinte seria a “emoção” e, finalmente, a superfície, “conduta”. Moralidade consiste nos princípios fundamentais: auto-conhecimento, generosidade, humildade, compaixão, integridade.
A ênfase que Austen dá à ordem e ao decoro pode parecer seca e rígida. Mas qualquer um que leia “Mansfield Park” sentirá o mesmo alívio de Fanny diante da mudança da estrondosa desordem da casa de sua família em Portsmouth para a ordem da mansão. Da mesma forma, a consideração de Austen pelo autocontrole, especialmente expressa em “Razão e Sensibilidade”, pode parecer dura, mas é preciso lembrar como a autora claramente vê o sentimentalismo de Marianne com grande compaixão. Austen não está defendendo a supressão dos sentimentos – apesar de seu irrepreensível comportamento, Elinor é submetida a grandes sofrimentos e sente cada um deles profundamente. O que Austen está dizendo, como um psicólogo moderno pode recomendar, é que se deve evitar a desintegração da própria personalidade. Emoções são construídas sobre a fundação de nossa moralidade: um coração adorável, sensibilidade a tudo o que é amável. A conduta, por outro lado, tem a ver com comportamento, com o modo como trabalhamos no mundo: boa educação, maneiras suaves. Certamente ainda é necessário ter modelos de bom senso e conduta honrada expostos a nós.
Como a moralidade, a emoção e a conduta podem ajudar alguém a viver no mundo? Como deveriam ser as relações entre as pessoas e o mundo? Deve-se rejeitar o mundo inteiramente como corrupto e mercenário e hipócrita e superficial? Ou há um outro caminho, em que se podem manter a integridade e a sensibilidade, mas viver no mundo também? W. H. Auden colocou bem o problema quando escreveu:
“Será que a vida só oferece duas alternativas: ‘Você pode ser feliz, saudável, atraente, sociável, um bom amante e um bom pai, mas com a condição de que não seja curioso demais sobre a vida. Por outro lado, você pode ser sensível, consciente do que está acontecendo ao seu redor, mas, nesse caso, você não deve esperar ser feliz, ou bem sucedido no amor ou em casa com qualquer companhia. Existem dois mundos e você não pode pertencer a ambos.’”
De fato, Austen está perguntando se a vida oferece apenas as duas alternativas de “Razão e Sensibilidade” e podemos simpatizar com seu grito de desespero, pois quando o dilema é colocado da maneira como ele o faz, as duas parecem inconciliáveis.
Austen vem a nosso resgate, entretanto, visto que ela consegue se ajustar entre “Razão e Sensibilidade”, rejeitando os excessos de ambas. Sua postura agrada porque a combinação de moralidade, emoção e conduta proporciona um modo de vida que permite estar no mundo e desfrutar dos benefícios da sensibilidade também. Austen não escreve sobre boêmios e rebeldes; ela não quer mudar seu mundo – “ela não mudaria um fio de cabelo na cabeça de ninguém ou moveria um tijolo” como Virginia Woolf escreveu. Suas simpáticas personagens participam plenamente de sua sociedade e aceitam as convenções dela, e ainda têm corações e mentes perfeitamente bons. Bom senso não precisa estar em guerra com a sensibilidade.
Ironia não é apenas o modo de expressão característico de Austen: É seu modo característico de pensamento. A ironia de Austen reflete um perfeito entendimento de todos os meios pelos quais o mundo é ordinário e a crença de que, apesar de não podermos lutar contra isso, podemos, pelo menos, separamo-nos disso. Em suas sentenças irônicas, há movimento com estabilidade. Ela se move em direção ao objeto de suas críticas, e então se afasta dele, e aí proporciona um bom retrato no final. Essa movimentação rítmica serve como um ideal tanto para a aceitação quanto para a rejeição dos meios do mundo ordinário enquanto se mantém o equilíbrio.
A ironia das personagens de Austen também fornece àqueles de nós que acreditam no decoro uma forma de lidar com os hipócritas. Elinor Dashwood de “Razão e Sensibilidade” é raramente irônica, mas ela nos serve como um bom exemplo. Lembre da conversa quando o odioso John Dashwood, que havia traído a promessa feita no leito de morte patriarcal de ajudar suas meias-irmãs, sugere a Elinor que a Sra. Jennings lhes deixará uma herança. Elinor responde, “De fato, irmão, sua preocupação pelo nosso bem-estar e prosperidade o levam muito longe”. Faltam a John Dashwood generosidade e integridade. Elinor o insulta, mas ela o faz da maneira mais cortês possível.
Se alguém quiser argumentar que a moralidade de Austen é útil para uma pessoa que vive nos dias de hoje, precisará lidar com três casos difíceis. Primeiro, há a objeção de Fanny ao teatro amador em “Mansfield Park”. Então, em “Razão e Sensibilidade” há a recusa de Elinor a lutar pelo homem que ela ama, Edward Ferrars, quando ela sabe que ele está oficialmente comprometido com Lucy Steele, uma mulher que “unia a insinceridade à ignorância”. Finalmente, há o reconhecimento de Anne Eliot em “Persuasão” de que ela fez a coisa certa seguindo os ditames de Lady Russel para recusar o Capitão Wentworth, mesmo que isso tenha levado a anos de penúria sem amor para ambos. Nos três casos, Austen defende uma moralidade que parece quase absurda em sua rigidez. Qual é o grande problema com o teatro? Sustentar o princípio de honra vale a pena quando ele resulta em relacionamentos ruins e arrependimento? E que tipo de sistema de valores coloca a obediência antes do amor?
Tavez a rigidez de Austen seja muito antiquada, mas qualquer um pode encontrar mérito nos conceitos de honra, dever e obediência. Essas cordas ficaram tão frouxas que não há nada errado em apertá-las com uma leitura indulgente desse aspecto de Austen; elas afrouxarão novamente logo.
Para encerrar rapidamente os casos de Elinor e Anne, direi apenas que suas ações devem ser vistas no contexto de suas próprias crenças sinceras. A lição é de que às vezes é certo sacrificar alguma coisa que queremos pelo bem de nossa consciência.
Com Fanny Price quase parece que Austen decidiu criar uma personagem que não tem nem boas maneiras nem personalidade, mas é simplesmente moralidade crua. Ela é famosa por desagradar os leitores, mas suas ações e atitudes podem ser justificadas. Apesar de toda sua timidez, ela tem coragem de verdade. Ela se opõe aos outros quando eles querem que ela participe da peça e ela até resiste ao terrível ataque de fúria de Sir Thomas quando ela recusa a proposta de casamento de Crawford. É raramente reconhecido que Fanny está correta. O perigo da encenação é que ela deixa jovens homens e mulheres juntos em um ambiente com grande carga sexual e, de fato, eles realmente acabam levados ao resultado que Fanny temia: Henry Crawford e Maria Rushworth escapam juntos. Então Fanny não está simplesmente aderindo a uma regra arbitrária e tola sobre a decência ou não do teatro amador, ela está tentando evitar uma condição que realmente termina causando dor de verdade.
Os princípios de Jane Austen são de valor transcendente, eles não são “pedantes” e seus romances ilustram e defendem um modo de viver no mundo que é ético, sensível e prático. O melhor representante para o mérito da aproximação de Austen da vida é, entretanto, a própria Austen. O reflexo da primeira sentença de “Orgulho e Preconceito” pode ser vislumbrado sob ela. “É uma verdade universalmente reconhecida que uma mulher solteira com pouco dinheiro deve estar à procura de um marido.” Não há nada irônico nisso: No tempo de Austen essa realmente era uma verdade universal. A condição de Austen como uma mulher solteira sem dinheiro e já não tão jovem era, como ela coloca na descrição da Srta. Bates em “Emma”, estar “na pior situação do mundo para ter a simpatia das pessoas”. Como essa frase indica, entretanto, Austen era capaz de olhar para a própria situação friamente, claramente e sem auto-comiseração. Os romances carregam a estabilidade, o equilíbrio, a indulgência e o humor de sua criadora. Ao lê-los, a pessoa é envolvida na personalidade dela, a personalidade que podemos desejar adotar para nós mesmos, pois parece esclarecer muitos dos costumes, problemas e outras coisas da vida

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James Collins é escritor e editor, cujo primeiro romance, “Beginner’s Greek”, foi lançado esse ano. Esse texto foi adaptado de “A Truth Universally Acknowledged”, uma antologia de ensaios sobre o porquê de lermos Jane Austen, publicada no início dessa semana pela Random House.

Novos lançamentos em DVD

Acabo de receber um recado da Lara Silbigier – gerente de comunicação da Lon On, editora que lançou a série Orgulho e Preconceito (1995) em DVD.
Lara agradece por tantos elogios feitos ao box da série e responde algumas observações que deixei no site da livraria cultura.
Explico:
Eu comentei que o texto da ficha do produto é um tanto diferente dos personagens criados por Jane. Sobre a descrição dos personagens na sinopse Lara justifica que a mesma foi feita mantendo-se o mais fiel possível à descrição usada no material de divulgação da BBC.
Eu chamei a atenção para a presença do senhor calvo na imagem inferior da capa do dvd. Em resposta, Lara disse que em relação à foto, também se trata do material fornecido pela BBC. Sim, o personagem é um figurante, mas era a foto em que a Jennifer Ehle aparecia melhor e, por isso, foi escolhida.
Uma ótima novidade é que a LonOn vai lançar em 2010 outros boxes de séries da BBC, alguns em High Definition:
Emma 2009
Sense and Sensibility 2008
Crime and Punishement (?)
Lara, colocou-se à disposição para conversamos sobre essa e outras séries da BBC.
Eu gostaria de aproveitar esse post e sugerir que vocês escrevam uma lista das séries que gostariam de ver em DVD aqui no Brasil! Confesso que é com grande alegria que farei essa lista! Já estava passando da hora de termos acesso às séries em português e por um preço acessível, não é mesmo?

Nova Versão de Razão e Sensibilidade

Está previsto para 2011 o lançamento de uma nova versão para Razão e Sensibilidade, trata-se de uma versão moderna ambientada em Los Angeles. Pelo resumo dá para ver que modificarão bastante a história, vejam:

A Latina version of Jane Austen’s classic novel set in modern-day Los Angeles. Two sisters, one a young beauty who chooses passion over logic, the other a law student whose fixed moral compass keeps her from following her desires, are uprooted from their luxurious home when their father suddenly passes away. Out of money and out of options, the women move into their Great Aunt Aurelia’s modest, but lively home in the Latino-centric Boyle Heights neighborhood where they find themselves thrown into a world that, despite their heritage, seems completely foreign. Over time, they discover the beauty of the culture they once fought so desperately to hide. And in the process they find the one thing that had eluded them: love. Fonte: OddLot International
Trata-se de uma versão latina ambientada na Los Angeles atual. Duas irmãs, a mais jovem que prefere seguir a paixão ao invés da lógica, e a outra, uma estudante de direito, cuja moral incorruptível a previne de seguir seus desejos, são despejadas de sua luxuosa casa após a morte do pai. Sem dinheiro e sem opções, as jovens se mudam para a casa modesta da tia avó Aurélia no bairro latino de Boyle Heights, onde as duas se vêem completamente perdidas. Com o passar do tempo, as duas descobrem a beleza da cultura latina que antes elas lutavam desesperadamente para esconder. E no meio desse processo elas descobrem o amor!
 O título do filme será Senso e Sensibilidad, mas como se trata de uma comédia romântica terá também o complemento (estranho): From Prada to Nada – fazendo uma alusão à vida luxuosa das moças antes da morte do pai (vestindo Prada possívelmente) e ao Nada após a morte do mesmo.
Como se trata de uma adaptação latina foram escalados atores já conhecidos no meio:
As duas irmãs (ainda sem nome) serão interpretadas por Camille Belle  e Alexa Vega. A tia será interpretada por Adriana Barraza. Fonte: Latina.com
Os dois moçoilos abaixo também já estão escalados: Kuno Becker (esquerda) e Wilmer Valderamma (direita). Wilmer é um ator bastante conhecido, aqui no Brasil podemos assistir suas trapalhadas e sotaque espanhol forçado na série The 70’s show. Resta saber se teremos uma espécie de Coronel Brandon (meu favorito)!
Como se trata de uma versão moderna não devemos esperar fidelidade ao texto de Jane e sim muitas trapalhadas e confusões.
Arrisco dizer que o Walderama interpretará o papel de Edward Ferrars, e vocês o que acham?
* crédito das fotos: Getty Images e IMDB.

Edições Brasileiras não reeditadas

Essa semana conheci a Bruna Benvegnù designer de algumas capas da Editora Zahar. Bruna chegou a fazer 5 capas para os livros de Jane Austen para a Editora Francisco Alves. No entanto, para minha tristeza e demais fãs de Austen, segundo Bruna a editora desistiu dos layouts e parece que o plano de reedição dos livros não foi para frente. 😦
Vejam como seria uma bela coleção:

Capas reproduzidas sob autorização de Bruna Benvegnù.

Ps. Não consegui retorno da editora sobre a reedição dos livros.

Jane Austen em Hebraico

Em novembro do ano passado eu comentei aqui no blog sobre uma versão Israelense de Orgulho e Preconceito. Acabei encontrando o blog da Maya e ela estava justamente comentando sobre a nova edição de Orgulho e Preconceito traduzido para o hebraico por Irit Linor. Maya também comenta sobre a nova adaptação para a tv, diz que o primeiro capítulo dessa nova versão israelense foi ar no final de maio de 2009. Como se trata de uma adaptação, o script foi modificado e as irmãs Jane e Elizabeth (Anat e Elona) são duas irmãs divorciadas que mais parecem ter mais de 30 que 20 e poucos anos. Maya acrescenta que gostou das caracterizações de Bingley, Darcy, Caroline Bingley e Lydia (que nesta adaptação é filha de Elizabeth/Elona fruto de um casamento desastroso na adolescência). Ela conclui seu post dizendo que é bastante divertido ver como os fãs israelenses de Austen conseguiram adaptar o romance para a Israel Moderna! Espero que Maya possa responder meu e-mail nos contando mais detalhes sobre a série, já que por barreiras linguísticas fico impossibilitada de fazer pesquisas em hebraico.

Orgulho e Preconceito em Hebraico

Algumas imagens da nova adaptação:

Abaixo, por sugestão de Maya, um vídeo promocional de Orgulho e Preconceito Israelense:

Como disse anteriormente, por barreiras linguísticas não consegui encontrar todos os livros em hebraico, nem sequer sei se já foram traduzidos para o hebraico. Abaixo, alguns exemplares que encontrei:

Persuasão em Hebraico:

Mansfield Park em Hebraico:

Razão e Sensibilidade em Hebraico:

Austen Versão Indiana

Existem duas versões de Bollywood de livros de Jane Austen. Uma versão moderninha de Orgulho e Preconceito recebeu o nome: Bride and Prejudice. Para quem ainda não conhece, não se trata de uma adaptação fiel ao livro de Austen, e sim mais uma super produção indiana! Vale à pena assistir para dar boas risadas e também para tentar descobrir quem são os personagens de Austen no meio de tantos atores!

Veja o trailler abaixo, preste atenção no Mr. Collins (esse ator de barba)- precisava ser tão caricato?

Existe também uma versão de Razão e Sensibilidade, de nome bastante difícil: Kandukondain Kandukondain. O filme recebeu o título “I have found it” nos EUA. Eu ainda não assisti, mas quando tiver um tempinho vou tentar seguir os episódios no youtube. Se algum leitor do blog já assistiu deixe aqui suas impressões, por favor!


Vale à pena conferir o site do wikipedia e ver qual ator faz cada personagem:

Mammootty as Bala (Colonel Brandon from Sense and Sensibility)
Ajith as Manohar (Edward Ferrars )
Tabu as Sowmya (Elinor Dashwood)
Aishwarya Rai as Meenakshi (Marianne Dashwood )
Abbas as Srikanth (John Willoughby) …

Razão e Sensibilidade e os Monstros do Mar

Tive que sair do meu repouso, pois não me aguentei de tanto rir ao receber um recado de minha amiga Luciana Campelo. Não bastasse uma versão de Orgulho e Preconceito e Zumbis, agora temos Razão e Sensibilidade e os Monstros do Mar. Não é para achar graça?

Suspeito que os heróis criados por Jane Austen já não estão satisfazendo mais os leitores mais desesperados, que agora decidiram colocar seres sobrenaturais nas obras de Jane! 🙂
O nome livro traz seres marinhos que assombram os personagens de Razão e Sensibilidade! O livro é assinado por Jane Austen e Ben H. Winters. Dá para acreditar?
Segundo o site EW.com o livro estará nas livrarias (americanas possívelmente) em 15 de setembro. O livro terá quinze ilustrações (duas delas cedidas pela editora e mostradas aqui no blog) e um guia de leitura.

Segundo o autor, o livro não é repetitivo porque não segue a linha de vampiros (tão em moda atualmente) e mostra outro tipo de monstros: uma lagosta mutante que causa o maior alvoroço, polvos com tentáculos reluzentes e piratas (ele confessa que não resistiu aos piratas).
Ainda segundo o autor, o livro é 60% Jane Austen e 40% sua autoria.

Na minha opinião, a capa do livro está mais para Persuasão do que para Razão e Sensibilidade, mas tudo bem, eles só fazem de zoação mesmo…

Se você quer dar boas gargalhas, aconselho assistir o vídeo do livro, com monstros digitalizados! Isso demonstra que estão se esforçando muito para agradar! 🙂

Após assistir o vídeo, não pude deixar de rir do triste fim de Willoughby! LoL