Um novo retrato de Jane Austen

Enquanto assisto no ‘Orgulho e Preconceito’ pela milésima vez no canal MGM, acabo de ler uma indicação da Renata Zanzini sobre uma nova descoberta!

Segundo a Dr. Paula Byrne, a mais nova biógrafa de Austen, foi encontrado um retrato que pode ser o da nossa amada escritora. Segundo a biógrafa, os traços da mulher na imagem acima se parecem com os da família Austen, principalmente o nariz longo e pontiagudo – característica da família Austen, como podemos observar em algumas imagens do pai e dos irmãos de Austen. 
A biografia “The real Jane Austen” escrita por Byrne será publicada em 2013 pela editora Harper Collins. No entanto, a imagem ainda passará por um grupo de especialistas para darem a opinião a respeito do retrato.
Fonte: Daily Mail

Jane Austen teria sido envenenada…

Durante o feriado prologando eu acabei lendo algumas notícias que falavam a respeito de um possível envenenamento de Austen. O arsênico teria sido a causa de sua morte. No entanto, como eu estava em Recife por causa do III Encontro Nacional da JASBRA, não possível escrever o post. Hoje, eu encontrei um texto em português sobre o lançamento do livro: The Mysterious Death of Miss Austen
 
Jane Austen, a famosa romancista britânica terá sido morta por envenenamento, quer devido a uma má prescrição médica, quer por intenções homicidas.
Quem o afirma é Lindsay Ashford, escritora de romances policiais. Segundo ela, a morte de Austen terá sido devido à ingestão prolongada de arsénico. Tudo começou quando Ashford foi morar para uma casa alugada que pertenceu ao irmão de Austen.
Lá, a novelista policial terá lido uma série de papéis de Jane Austen, de entre os quais uma carta que a mesma escreveu à sua sobrinha Fanny Knight, dizendo que teve a pele do rosto manchada de “negro, branco e de todas as cores erradas”.
Lindsday Ashford, que tem licenciatura em criminologia, associou os sintomas que Jane descreveu na carta, aos sintomas que são apresentados por envenenamento por arsénico.  “Depois de todas as minhas pesquisas acho que lhe foi prescrito um medicamento que continha arsénico. Quando se olha para a lista de sintomas dela (Austen) e se compara com os sintomas que o arsénico traz, há uma correlação incrível” afirmou a romancista em declarações ao jornal Herald Sun.
Ahsford acabou por esquecer tal hipótese durante uns tempos, até que ao se encontrar um uma grande fã de Jane Austen, esta perguntou-lhe se vira um caracol de cabelo que estava exposto pela sua casa. Aí descobriu que um casal americano (Henry e Alberta Burke), tinham comprado o dito caracol e que Henry, intrigado com a doença de Austen efetuou testes toxicológicos ao cabelo da escritora. Os resultados mostraram-se positivos e antes de morrer, Henry terá contado à fã com a qual Lindsay falou.
Jane Austen, famosa por romances como “Sensibilidade e Bom Senso”, “Orgulho e Preconceito”, “Emma”, “O Parque de Mansfield”, “Persuasão”, entre outros viveu uma vida tranquila na Inglaterra rural. Em 1816 o seu estado de saúde começou a mostrar-se fraco. A escritora ignorou esses sintomas, continuando a trabalhar nas suas histórias. Contudo a sua saúde foi-se deteriorando progressivamente ao ponto de ter que ficar acamada. Foi levada em Maio de 1817 a Whinchester para receber tratamento médico, no entanto sem sucesso. Austen morreu a 18 de Julho de 1817 com apenas 41 anos de idade.
Houve quem dissesse que a morte foi devido à doença de Addison, outros afirmam que foi o linfoma de Hodgkin. A morte por tubérculos bovina também faz parte das hipóteses.
Esta nova hipótese vem acrescentar uma nova teoria à morte prematura da famosa romancista. Se tal teoria se provar verdadeira, o arsénico em questão poderá sido receitado por um médico, visto que costumava prescrever-se para o remediar de várias moléstias. Caso o arsénico tenha sido utilizado com intenções homicidas, somente as pessoas com as quais a escritora habitava tê-la-ão assassinado (neste caso terá sido ou  a sua mãe, ou a sua irmã Cassandra, ou Martha Lloyd uma velha amiga de família).
“The Mysterious Death of Miss Austen” foi o romance lançado por Lindsay Ashford em Londres há algumas semanas atrás, no qual explica a sua teoria com base nos seus testemunhos e nos trabalhos de pesquisa que efetuou sobre o caso.

Fonte: academia.comunicamos.org
Leia aqui o texto em inglês.

Em memória de Jane Austen

Em 18 de julho de 1817, Jane Austen morre em plena produção intelectual.

Sua irmã, Cassandra, escreveu uma carta para Fanny (Miss Knight, sobrinho de Austen) – abaixo um pequeno trecho da carta, a carta completa você encontra em Republic of Pemberley:

“I have lost a treasure, such a Sister, such a friend as never can have been surpassed,- She was the sun of my life, the gilder of every pleasure, the soother of every sorrow, I had not a thought concealed from her, & it is as if I had lost a part of myself…”
“Perdi um tesouro, uma irmã, uma amiga assim nunca deveria ter nos deixado. Ela foi o sol da minha vida, abrilhantava todos os prazeres, era o consolo para todo tipo de sofrimento, não sei se conseguirei viver sem ela, é como se tivesse perdido uma parte de mim…”

A placa acima foi colocada pelo sobrinho de Austen,  James Edward Austen-Leigh, em 1870 e diz o seguinte:
Jane Austen 

… Known to many by her writings,
endeared to her family
by the varied charms of her characters
and ennobled by her Christian faith and piety
was born at Steventon in the County of Hants.
December 16 1775
and buried in the Cathedral
July 18 1817.
“She openeth her mouth with wisdom
and in her tongue is the law of kindness.”

As cartas de Austen foram compiladas em um livro, por Deidre Le Faye, clique aqui para comprá-lo (R$ 58,00 na Livraria Cultura).

Letters, ed. by Deidre Le Faye [3rd ed, 1997], From Cassandra to Fanny Knight, 20 July 1817, p. 343;
Leia mais sobre o assunto no post da amiga Deb do Jane Austen in Vermont.
As imagens acima fazem parte da viagem de meu amigo Alfred à Inglaterra. Leia os posts aqui e aqui. Para ler os posts a respeito relacionados a Winchester, clique aqui.

Jane Austen e Kate Middleton são parentes distantes

Notícia replicada em todos os portais da internet:

Kate Middleton tem parentesco com a escritora Jane Austen
 
LOS ANGELES (Reuters) – Kate Middleton, a esposa do príncipe William, é parente distante da romancista britânica Jane Austen, anunciou na terça-feira o site de genealogia Ancestry.com.
O site disse que a nova duquesa de Cambridge e a autora de “Orgulho e Preconceito” são primas de 11o grau graças a seu ancestral comum Henry Percy, que foi o segundo conde de Northumberland e viveu no século 15.
O grupo de pesquisas de história familiar disse que a ligação entre elas condiz com Jane Austen, muitas de cujas personagens femininas se apaixonam por homens de escalão social mais alto ou aspiram casar-se com eles.
Middleton, 29 anos, plebeia sem qualquer passado aristocrático, casou-se com o príncipe William, segundo na sucessão ao trono britânico, em abril, após nove anos de namoro. Agora ela é conhecida formalmente como Catherine, duquesa de Cambridge.
“É muito interessante descobrir este vínculo entre a duquesa de Cambridge e Jane Austen, já que, sob muitos aspectos, Catherine é uma versão moderna das heroínas de Jane Austen: uma moça de classe média que se casa com o futuro rei da Inglaterra”, disse Anastasia Harman, historiadora familiar principal da Ancestry.com.
“Jane Austen pode ter escrito histórias em que as pessoas se casam e vivem felizes para sempre, mas Catherine, ao que parece, encontrou um herói de não ficção com quem passar sua vida – para muito além do epílogo de um livro”, acrescentou Harman.
Nascida na Inglaterra em 1775, Jane Austen é uma das romancistas e autora de sátiras sociais mais famosas do mundo, com livros como “Razão e Sensibilidade”, “Emma” e “Persuasão”. Ela nunca se casou.
(Reportagem de Jill Serjeant)
 
Leia mais sobre esse assunto em Globo.com

Nova edicão de Jane Austen’s Letters

Uma nova edição do livro Jane Austen’s Letters (Deirdre Le Faye) está com lançamento previsto para outubro deste ano. Esta quarta edição da Oxford University Press será em capa dura e terá 688 páginas e terá o seguinte conteúdo:
Acknowledgements

Preface to Fourth Edition
List of Letters
Jane Austen’s Letters

Abbreviations and Citations
Notes
General Notes on the Letters
Bibliography
Biographical Index

Topographical Index

Subject Index
General Index
Além de trazer uma transcrição completa e acurada das cartas de Austen, esta quarta será publicada em comemoração aos 200 anos de Razão e Sensibilidade.
Vocês devem conhecer este livro com outro capa, a terceira edição que tenho aqui em casa é esta aqui:

Viagem à Inglaterra – Parte 1

– Meu amigo Alfred Kaal, da Holanda, está na Inglaterra de férias com a família e me enviou lindas fotos de Chawton House e da Catedral de Winchester! Alfred faz parte do Jane Austen in Netherlands. Nós nos conhecemos em janeiro deste ano no curso sobre Jane Austen da Universidade de Oxford (conte-lhes maiores detalhes em outro post) e acabamos ficando amigos. Era para eu encontrar Alfred e sua família na segunda quinzena de agosto, pois eu também faria uma viagem à Inglaterra. Porém, por obrigações acadêmicas e profissionais eu tive que permanecer no Brasil. Acho uma pena, pois o verão na Inglaterra está uma maravilha!
Bem, vamos ao que interessa! As fotos abaixo são de Chawton House, casa onde Jane Autsen morou.
Frente da casa
Entrada do museu
Jardim
Cozinha
Mais fotos do museu, visite o site da PBS ou o site do Chawton Museum, com tour virtual e lojinha também virtual. Visite também o blog do museu, clique aqui ou a página no facebook. Veja também um post que fiz sobre o museu em janeiro deste ano.
Abaixo, as fotos da Catedral de Winchester, onde Jane Austen foi sepultada.  Observem que ao ser enterrada na catedral, sobre o granito preto há algumas palavras sobre Jane Austen,  foi reconhecida por ser filha do Reverendo George Austen e não por ser autora dos grandes livros que escreveu.
Túmulo de Jane Austen
Já no memorial dedicado à escritora, enfatizaram seu trabalho como escritora. Para maiores detalhes e fotos sobre o túmulo de Jane visite o site Find a Grave.

Manuscritos de Jane Austen na Internet

Queridos leitores, quero lhes pedir desculpas por ficar tanto tempo sem postar notícias aqui no blog. Explico: estive no Rio de Janeiro, de 27 a 29 de maio, para o Seminário Lingnet da UFRJ e praticamente fiquei sem conexão com a internet. O seminário foi muito produto e promete contar maiores detalhes em um outro post, ok?
A dica de hoje é um sobre um post que a Biblioteca Florestan Fernandes da Ciências Humanas da USP publicou:
Quem pesquisa literatura inglesa ou mesmo a presença de mulheres na literatura pode agora contar com uma fonte interessante: o site Jane Austen Fiction’s Manuscripts, que oferece acesso gratuito aos escritos originais desta proeminente autora inglesa.
Pelo site, é possível a consulta aos manuscritos no formato de fac-símile puro (como um arquivo de imagem), no formato texto, que apresenta a imagem do original mais uma transcrição do que está escrito na página em destaque, e também a nota explicativa sobre o arquivo visualizado.

Quero aproveitar a oportunidade e agradecer ao blog da USP por divulgar o link da JASBRA por lá.

As muitas faces de Jane Austen

Ontem eu fiz um post sobre a pintura de Mrs. Shurlock e sua filhinha Ann. Apesar das semelhanças, não existe nenhuma prova de que as duas fossem parentes, mesmo que distante. Resolvi enumerar e apresentar as diversas imagens de Jane Austen encontradas na internet. Assim como a descrição do sobrinho de Austen, James Austen-Leigh, abaixo:

“ full round cheeks, with mouth and nose small and well formed, light hazel eyes, and brown hair forming natural curls close round her face.”

Caroline Austen, sobrinha de Austen, também faz uma descrição muito parecida com a de James:

“As to my aunt’s personal appearance, hers was the first face I can remember thinking pretty. Her face was rather round than long, she had a bright, but not a pink colour­ a clear brown complexion, and very good hazel eyes. Her hair, a darkish brown, curled naturally, it was in short curls around her face. She always wore a cap.”

Existem inúmeros ‘retratos’ da autora, alguns são bastante precisos, outros nem tanto. Infelizmente, apenas um deles, a aquarela de Cassandra Austen (irmã de Jane) foi autenticada.

As aquarelas de Cassandra

Para a decepção de algumas pessoas, esta aquarela de Cassandra é considerada a mais precisa dos contornos e caracterísitcas do rosto de Jane. Estima-se que o retrato foi pintada em 1810, quando Jane tinha 35 anos. Pode não ser uma maravilha da arte moderna, e não pode ser considerado irreal apesar do comentário de Anna Lefroy (sobrinha de Jane) de que a imagem é ‘bastante diferente’ de sua tia.  Desde então, fãs tentam encontrar uma nova alternativa. A aquarela, um pouco mais que uma carta de baralho, faz parte da coleção da National Portrait Gallery, em Londres.
Outra aquarela, assinada por C.E.A, com a data de 1804, é a de uma jovem de costas, olhando a paisagem. Embora o rosto não seja visível, Anna Lefroy disse que tratava-se de uma aquarela pintada por Cassandra, em um de seus passeios, num dia quente.

As siluetas

Embora seja impossível provar que são de Jane Austen, as siluetas são talvez as imagens de Austen mais conhecidas hoje em dia. Em 1944, a silueta de uma jovem mulher foi encontrada na segunda edição de Mansfield Park com uma mensagem: L’aimable Jane, escrita à mão. Presumindo que nenhuma outra Jnae poderia ser chamada assim, já que se tratava de um livro da autora, foi considerada como uma imagem muito parecida com a escritora, embora seja uma prova muito fraca.

Esta outra, também ambígua, é considerada como um auto-retrato de Jane, feito por volta de 1815.

A aquarela de Clarke
Esta aquarela do século XIX, também é considerada uma pintura de Jane Austen, feita em torno de 1815 e descoberta na “Liber Amicorum” (Friendship Book) pertencente ao Rev. Rev. James Stanier Clarke, o bibliotecário do Príncipe Regente (que se tornou Rei George IV da Grã-Bretanha e Irlanda). Embora amador, Clarke era um pintor competente e Jane o considerou seu amigo na última carta que ela escreveu em 1816. Embora Clarke não possa ser identificado como o autor, fisionomistas estudaram a aquarela de Cassandra e identificaram como sendo a mesma pessoa que aparece na aquarela de Clarke.

O retrato de Rice

Os membros da família Rice são descendentes de Edward Austen (irmão da escritora). O retrato passou pelas mãos de vários membros da família, sendo que originalmente pertencia à Francis Austen, um tio rico e bemfeitor do pai de Jane. De acordo com a tradição familiar, o pintura é um retrato de uma  Jane Austen, mas não o retrato de Jane Austen. O problema é que alguns especialistas acreditam que o vestido não poderia ser vestido antes de 1805, quando Jane tinha em torno de 30 anos, sendo que a pintura retrata uma jovem adolescente. Então, um comiê especial da Jane Austen Society, em parecia com R. W. Chapman (um estudioso de Austen) recomendaram que as tradições familiares deveriam ser deixadas de lado.
Os desenhos vitorianos

O retrato em preto e branco (1) tantas vezes visto é uma adaptação da aquarela de Cassandra (1810). Trata-se de uma gravação em aço feita pelo famoso Lizars baseada no desenho (2)  de Mr. Andrews of Maidnhead. Originalmente, foi usada como frontispício do livro ‘A Memoir of Jane Austen’ escrito por James Edward Austen-Leigh, e publicado em 1870 por Richard Bentley.

O artista evidentemente tentou melhorar o semblante de Jane, provavelmente para torná-la mais atraente ao público Vitoriano, porém a versã ofinal tem pouca semelhança com a aquarela de Cassandra e não dá a impressão de uma mulher de 35 anos de idade.

Adaptações Modernas

Uma pintura recente de Tom Clifford tentou levar em consideração a aquarela de Cassandra, assim como os relatos do semblate de Jane. O artista decidiu colocar Jane no jardim de sua casa em Chawton, em Hampshire.
Uma outra pintura mostra Jane na cidade de Bath, quando a escritora morou nesta cidade em 1804. A pintura mostra uma Jane contemplativa, olhando para os prédios da Royal Crescent.
Em 2002, o Jane Austen Centre revelou o retrato mais recente da autora. A artista, Melissa Dring, fez cursos sobre pinturas de retratos na The Royal Academy Schools em Londres e também um curso de arte forense no FBI, em Washington, Estados Unidos. David Baldock, diretor do Jane Austen Centre em Bath, pediu que Melissa fizesse um novo retrato da escritora, e que tivesse os traços da autora por volta de 1801-1806.
Outros artistas tentaram captar a vitalidade e brilho de Austen. Jane Odiwe, criou vários desenhos da autora. Um retrato, pertencente ao Effusions of Fancy mostra um jovem mulher.
Seu mais novo retrato, baseado na pintura de Rice, possui traços da aquarela feita por Cassandra.
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Texto adaptado do original, publicado na Austen Centre’s Magazine, disponível on-line.

Orgulho e Preconceito e Zumbis

Olá pessoal, primeiramente eu gostaria de pedir desculpas à todos pelo meu sumiço. Além da correria do dia-a-dia eu tive uma intoxicação alimentar e fiquei de ‘molho’ por alguns dias.
Vou tentar atualizar o blog, à medida que eu puder me conectar à internet, ok?
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Uma novidade no mercado brasileiro é o lançamento de Orgulho e Preconceito e Zumbis, já divulgado aqui no blog, porém inteiramente em português, lançado pela Editora Intrínseca. Lançamento previsto para 22/03/2010. Fonte: Livraria Martins Fontes
Sinopse Completa

No romance clássico, a autora iniciava a saga das casadouras irmãs Bennet com o aviso: “É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro, possuidor de uma grande fortuna, deve estar em busca de uma esposa”. Agora, porém, no tranquilo vilarejo de Meryton, nossa heroína, a guerreira Elizabeth Bennet, treinada nos rigores das artes marciais, está determinada a eliminar a ameaça zumbi. Até que sua atenção seja desviada pela chegada do altivo e arrogante Sr. Darcy. Ela conseguirá superar os preconceitos sociais dos grandes aristocratas ingleses, tão ciosos e orgulhosos de seus privilégios? Grahame-Smith transfigura as famosas passagens do texto de Jane Austen numa deliciosa comédia de costumes. Além dos embates civilizados e repletos de cortesia entre o casal de protagonistas, inclui batalhas violentas, em confrontos cheios de sangue e ossos quebrados. Conjugando amor, emoção e lutas de espada com canibalismo e milhares de cadáveres em decomposição, ‘Orgulho e preconceito e zumbis’ transforma uma obra-prima da literatura mundial em outra história.
Dados técnicos:
Editora: INTRINSECA
Edição: 1ª EDIÇÃO – 2010
Numero de páginas: 320
Preço: 29,90
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Para quem assina o The Biography Channel, fique atento(a), será exibido um programa sobre Jane Austen! O canal está fazendo uma programação especial no mês de março em homenagem ao dia internacional da mulher e nossa amada escritora está incluída. Veja abaixo a programação:
Dia 19/03 – 16:00 e 20:00
Dia 20/03 – 04:00
 
 
Sinopse: Ela foi uma mulher que levou uma vida normal como a de muitas outras pessoas de sua época: com momentos felizes, momentos tristes e momentos de paixão. No entanto, nunca se imaginou que suas obras se destacariam a tal ponto, que serviriam de inspiração para milhares de pessoas ao redor do mundo. Nunca se imaginou que com suas histórias de amor, ela tocaria o coração de uns e encheria de esperança o coração de outros.

Vídeos disponíveis no site internacional do canal, clique aqui.
 
 

Por que razão Jane Austen é lida até hoje?

Pessoal, estou de volta das férias prolongadas! Creio que a Elaine cuidou muito bem do Jasbar enquanto estive fora! Obrigada amiga! Volto à publicação dos posts com uma dica de leitura!
A Maria dona do blog Falcão de Jade fez um post muito interessante sobre: Por que razão Jane Austen é lida até hoje?
Maria nos mostra uma capa da edição portuguesa de Ema (com apenas um M) publicada pela Inquérito, enumera uma lista de biografia e livros interessantes sobre Jane Austen. Enfim, um post que vale à pena ser lido!
A conclusão de Maria sobre Jane Austen é: “que bom que existam pessoas assim!”