Estereótipos literários: Austen como pioneira do chic lit?

Olá leitores!

Recordo que há alguns anos, uma amiga muito inocentemente me questionou: “Aqui, estes livros da Jane Austen que você gosta de ler, são no estilo daqueles romances de banca, certo? Tipo… Sabrina, Bárbara, Samantha?”

Confesso que naquele fatídico momento, me deu uma vontade louca de dar um murro na cara dela, mas como ela é uma amiga muito especial e devido ao carinho que dedico à nossa amizade, sorri de volta e respondi delicadamente (entre os dentes, é claro!) que ela estava redondamente enganada.

Em referência ainda, aos estereótipos literários que as pessoas insistem em conferir à obra de Austen, o blog Baiana da Baviera trouxe um artigo interessante, o qual recomendamos a leitura e reflexão. O título da referida publicação já é instigante:

Jane Austen: mãe do chic lit?

O conteúdo explora que, apesar das obras austenianas agradarem predominantemente o universo feminino – assim como a maior parte do estilo chic lit o faz -, ainda assim seus livros se destacam por abordar temas delicados àquela época, como a negligência aos direitos civis das mulheres, a falta de poder de escolha feminina quanto aos relacionamentos amorosos, choques nos encontros entre classes, escândalos familiares, entre outros tópicos relevantes que versam as tramas construídas por Austen.

Particularmente, creio que Austen não deve ser classificada num gênero chic lit. Longe de ser um preconceito ao estilo ou não observância da suposição de que ela pudesse desejar sua obra emergindo um alcance popular à época. Acima disso, me valho da plena convicção de que Austen sempre quis dizer muito mais em seus contextos imaginários do que insistem em reparar, a maior parte daqueles que adoram esteriotipar sua obra. Austen caprichava nos diálogos, lançava mão de uma linguagem clara e clássica e ironizava como nenhum outro escritor fora capaz de fazer até hoje.

Jane Austen é sim um cânone literário, ao passo que o chic lit volta sua ambição à prateleira comercializável e não à moldura clássica.

Sorry chic lit, mas em Austen, você é apenas uma referência e não um enquadramento.

Jane Sorridente

Marcelle Vieira Salles

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JASBRA no blog da JASNA-Vermont

Recentemente eu fui convidada por minha amiga Deb Barnum, representante da JASNA em Vermont, para ser guest writer de seu blog. A partir de agora, serei também co-autora do blog Jane Austen in Vermont. Atualmente já escrevo posts para o blog da Vic Sanborn,  o Jane Austen World! Estou contentíssima com esses convites! E vindos de pessoas tão especiais, me deixam ainda mais feliz!
Eu conheci a Deb no curso sobre Jane Austen, que fizemos no início deste ano! Desde então ficamos mais próximas! Aqui está o meu primeiro post no JASNA Vermont! Só não poderei fazer a tradução hoje porque estou com o horário apertado até sábado! Aguardem! Vocês poderão ler o post completo neste link, a figura abaixo é só uma montagem.

Scents and Sensibility at Jane Austen World

Vic (Jane Austen World) published my post about Scents and Sensibility. Take a look here.
A Vic (Jane Austen World) publicou meu post sobre Aromas e Sensibilidade. Para ler o post, em inglês, clique aqui.

Keep reading here.

Regência – pintura de uma mãe com um bebê

Por indicação da Vic do Jane Austen World conheci esta pintura abaixo. Trata-se de uma pintura de Mrs. Robert Shurlock e sua filha Ann.

Em seu post, Vic informa que Mrs. Robert Shurlock (Hernietta Ann Jane Russell – antes de se casar) nasceu no mesmo ano que Jane Austen em 1775. E se Jane Austen tivesse se casado e dado a luz à uma criança em 1801, será que ela ficaria charmosa como Mrs. Shurlock e sua filhinha Ann como aparecem na pintura? Tanto Jane quanto Mrs. Shurlock tinham 36 anos de idade naquela época. Dá até para imaginar que Mrs. Shurlock poderia ser parente de austen se levarmos em consideração uma descrição de Jane Austen, feita por seu sobrinho James Austen-Leigh. De acordo com James:
“Jane tinha bochechas redondas, nariz e boca pequenos e bem delineados, olhos castanhos claros, cabelos castanhos com cachinhos que formavam uma espécie de moldura em seu rosto”.
“ full round cheeks, with mouth and nose small and well formed, light hazel eyes, and brown hair forming natural curls close round her face.”

E você, o que acha? Há semelhanças entre Austen e Mrs. Shurlock?

O homem que descobriu os segredos de Jane Austen

Mike Pride diz que conseguiu viver quase 40 anos sem ler qualquer livro de Jane Austen. Toda vez que a PBS ou os estúdios de Hollywood fizeram a ressurreição de Emma Woodhouse ou de Elinor e Marianne Dashwood, ele sabia que sua esposa teria que assistí-las. Normalmente quando havia uma previsão de um novo filme, Monique (a esposa de Mike) relia o livro no qual o filme se baseava. Monique conhecia os textos e falas de cor e salteado, porém sempre parecia descobrir alguma qualidade mais profunda nos personagens cada vez que os lia.

No mês passado, ele resolveu descobrir por que Monique gosta tanto de Auten. “Provavelmente, jamais gostarei de Austen como minha esposa, mas já li e gostei muito de Razão e Sensbilidade e agora estou lendo Orgulho e Preconceito: – diz Mike.
Mas por que agora?
Mike diz que tem que agradecer a J. P. Morgan! Sim, o banqueiro J. P. Morgan que comprou as três bíblias de Gutemberg. O mesmo Morgan que lotou suas prateleiras com obras primas da Renacença, além de ser dono do manuscrito de A Christmas Carol, de Charles Dickens. Morgan também adquiriu uma boa parcela das cartas de Jane Austen. As cartas estão em exposição até dia 14 de março na Morgan Library, em Nova York.
Obviamente, quando Mike soube da exposição logo pensou que teria que levar Monique. Mas encontrou lá, algo que chamou muito sua atenção: a correspondência de terceiros. Segundo Mike, ele adora ler as correspondência das pessoas. Ainda segundo Mike, Austen foi uma escritora de cartas fantástica, e boa parte das cartas que pertencem à Morgan são cartas trocadas entre Austen e sua irmã Cassandra. Embora as cartas estejam disponíveis em livros, existe algo de mágico ao vê-las ao vivo e em cores. A exposição ocupa uma galeria, mas gastamos mais de duas horas observando as cartas, e nos divertimos a cada minuto. Uma dos cantos foi escurecido para que fosse possível projetar um filme na parede, e foi isso que o convenceu de que a hora de ler Austen havia chegado.
Os comentaristas do filme são críticos literários, escritores e artistas que amam o trabalho de Austen. Pelo menos dois deles são homens, incluindo o primeiro a fazer seu discurso: Cornell West. Ele falou de Austen num tom quase como se fosse uma reverência, e lamentou por tê-la conhecido tão tarde, quando era estudante de graduação.
Mike se diz um novato no mundo de Austen, mas diz o que pensa do trabalho da escritora: Austen entende o ser humano. Ela sabe que as pessoas agem de acordo com o que elas pensam e dizem que são. Ainda segundo Mike, podemos entender o modo como os personagens principais de Austen agem porque ela os apresenta através de contrastes. Ao mencionar uma passagem de Razão e Sensibilidade, Austen não se contem a apenas relatar que Marianne ficou silenciosa, e acrescenta: “era impossível para ela dizer o que não sentia…” Que percepção astuta! Após ter assistido três versões de Razão e Sensibilidade, Mike ainda se sente paralisado pelo poder de criatividade de Austen!

Mike, diz que apesar de Austen ter morrido há 192 anos, hoje a consideramos como uma proto-feminista, pois mostrou o como era a sociedade Inglesa, especialmente para as mulheres. Talvez seja uma das razões pelas quais sua esposa e milhões de outras mulheres amam seus livros. Ele se sente contente, pois após esses anos, conseguiu abandonar a idéia de Austen não era para ele,  pelo simples fato de Austen é considerada uma escritora para mulheres. Mike, termina seu o texto dizendo: “eu estou lendo Austen agora, e me sinto como se tivesse ouvido um segredo que não me era permitido ouvir. Na verdade, é claro, é um segredo que eu guardo para mim”.

* O texto acima foi traduzido e adaptado a partir de um artigo do Concord Monitor.

***
1) Saiba mais sobre a exposição na Morgan Library aqui.
2) Um post muito interessante sobre os homens que lêem Austen no século XXI, escrito por Vic no Jane Austen World  – o crédito da imagem acima não foi informado, tendo sido copiado da página do Jane Austen World.

Entrevista com Susannah Carson

Há alguns dias fiz um post sobre o lançamento do livro de Susannah Carson aqui no blog, hoje apresento uma entrevista com a autora.

“A Truth Universally Acknowledged: 33 Great Writers on Why We Read Jane Austen” (“Uma Verdade Universalmente Conhecida: 33 Grandes Escritores falam sobre Porque Lemos Jane Austen”), editado por Susannah Carson: Uma Entrevista

por Vic (Jane Austen World)*

Eu li essas palavras na orelha da excelente nova compilação “A Truth Universally Acknowledged: 33 Great Writers on Why We Read Jane Austen”, editada por Susannah Carson, com prefácio de Harold Bloom, “Para muitos de nós, um romance de Jane Austen é muito mais do que o epítome de uma grande leitura. É um prazer e um conforto, um desafio e uma recompensa, e talvez até uma obsessão.” Que verdade. Susannah Carson selecionou ensaios dos últimos cem anos de críticas e justapôs algumas peças de ensaístas e romancistas atuais em um livro que eu descobri ser mais satisfatório do que uma aula de mestrado sobre Jane Austen. Considero essa entrevista com Susannah uma das melhores postagens desse blog (Jane Austen World). Aproveitem!
P: Quais eram os seus critérios na escolha dos ensaios? Poderia nos dar um exemplo de um escritor cujo ensaio você tenha considerado, a princípio, mas depois decidido não incluir na coleção?
R: Foram escritos tantos ensaios excelentes sobre Jane Austen! A maioria se empenha em esclarecer algum aspecto dos romances – o que, quando, como, etc. – e esses podem ser extraordinariamente úteis. Mas também há outros ensaios que lidam com o que é, na minha opinião, a maior questão: o porquê. Não, por exemplo, como podemos entender o relacionamento de Darcy e Elizabeth nos termos de relações entre gêneros, técnica narrativa e instituições culturais, mas por que o amor deles continua a nos comover tanto? David Lodge escreveu um ensaio intitulado “Jane Austen’s Novels: Form and Structure” (Romances de Jane Austen: Forma e Estrutura). Esse é talvez o relato mais agudo e elegante sobre como os romances funcionam. Mas ele responde a questão do “como” e então eu decidi incluir seu ensaio “Reading and Rereading Emma” (“Lendo e Relendo Emma”) no lugar do primeiro, pois nesse ele trata do essencial “porquê”.
P: Você tinha uma ordem em mente quando pôs os ensaios em ordem e por quê?
R: Alguns dos ensaios são sobre um romance, alguns são sobre um casal ou um pouco dos trabalhos dela e alguns são sobre tudo o que ela escreveu desde a juvenilia até seus romances inacabados e suas cartas. No final, nós decidimos organizá-los livremente: ensaios sobre um só romance aparecem em série e são separados por dois ou três ensaios mais gerais que são reunidos por tema (como moralidade, filmes). Quando eu os reli nessa ordem, fiquei contente em descobrir que os mesmos pensamentos iriam surgir e desaparecer em pequenas ondas ao longo de todo o livro. O vitalismo de Austen, por exemplo: no início, Eudora Welty escreve que os romances de Jane Austen são sobre “a própria vida”; no meio, mais tarde, Amy Heckerling aponta que todo mundo está “OCUPADO” e Eva Brann observa que as heroínas são cheias de “vivacidade” e, no penúltimo ensaio, Virginia Woolf escuta “o som de risos”.
P: Você concorda com a observação de Benjamin Nugent de que um romance de Jane Austen é a “a suprema tagarelice de um filme francês” porque em essência nada acontece exceto uma série de conversas entre as personagens?
R: Eu concordo. O uso de diálogos por Austen é complexo – ela os utiliza para esboçar a personalidade, mas (como Diane Johnson aponta em seu ensaio) ela raramente os usa para desenvolver o enredo. E ainda assim, ao mesmo tempo, a maior parte das cenas de clímax são apenas sobre palavras – seu uso e abuso. Em Orgulho e Preconceito, é a hilária proposta mal formulada de Darcy; em Mansfield Park, é o drama relativo ao teatro, ou o debate sobre encenar ou não Votos de Amantes; em Emma, é o menosprezo de Emma pela Srta. Bates durante o piquenique em Box Hill; em Persuasão é a carta de Wentworth escrita em contraponto à conversa que ele escuta entre Anne e Harville. Então as palavras estão no centro de qualquer que seja a sua interpretação errada ou correta, qualquer que seja a lição a ser aprendida durante o romance. Descobrir como as palavras funcionam em um ambiente social é, como Ben tão astutamente aponta, parte de um eterno processo de amadurecimento.
P: James Collins fez várias declarações fortes, dizendo que Jane Austen o ajudou a esclarecer escolhas éticas e descobrir uma forma de viver sua vida com integridade. Uma das razões pelas quais ela tem credibilidade aos olhos dele é a sua total falta de sentimentalidade. C. S. Lewis comenta sobre a moralidade radical de Austen e Amy Bloom pinta uma imagem de uma mulher que vê o mundo a sua volta através de uma transparente placa de vidro. Esses autores me ajudaram a esclarecer por que eu sou tão atraída por Jane Austen. Na sua introdução você espera que o leitor formule uma resposta para a questão: por que você lê Jane Austen? Eu vou reformular a sua pergunta: qual foi a sua razão para montar esse livro e por que você é atraída por Jane Austen?
R: Parece haver uma suspeita sussurrada em nossa cultura de que a Leitura está morta – de que nós dificilmente lemos alguma coisa e, quando o fazemos, não estamos realmente lendo. Felizmente isso não é verdade, mas o sublime Robertson Davies estava certamente atormentado por esse medo quando ele emitiu seu apelo: “O que peço é uma multidão de células revolucionárias, cada uma composta por um ser humano inteligente e um livro de valor substancial, iniciando o imensamente sério trabalho da exploração pessoal através do prazer pessoal.”
Essa coleção de ensaios visa ajudar as pessoas a descobrir como apreciar de verdade a leitura. Existem diferentes tipos de leitura. Temos a leve leitura de um spin-off de Jane Austen e isso proporciona uma certa diversão. E então temos a rica leitura de um romance de Jane Austen e isso proporciona não apenas um prazer imediato, mas uma compreensão profunda de como nossos corações e mentes funcionam. Pensamos freqüentemente na leitura como algo separado do ato de viver, mas com a melhor literatura – com os romances de Austen – a leitura se torna tão grandiosa, se não mais grandiosa, do que as outras partes e atos da vida. Então eu leio, e eu leio Austen, não apenas porque isso me ensina a pensar, imaginar e narrar, mas também porque é uma busca criticamente importante e profundamente indulgente.
P: Conte-nos um pouco sobre você! A sua breve biografia na orelha do livro me intriga. Diferente da Jane provinciana, cuja vida foi bastante circunscrita, você é verdadeiramente uma mulher do mundo.
R: Sim! Isso mostra que a obra de Austen continua a ter alguma coisa a dizer às mulheres modernas que são tão diferentes dela em todo tipo de detalhe cotidiano. Eu comecei praticamente no mesmo lugar, entretanto; minhas primeiras memórias datam dos anos em que minha família viveu em Hockwold-cum-Wilton, um pequeno vilarejo em East Anglia. Nós voltamos para o Napa Valley quando eu ainda era pequena e eu cresci no meio rural onde eu podia caminhar pelo campo para visitar amigos. A situação mudou quando eu fui embora para a faculdade, pois me vi cada vez mais viciada em livros: primeiro filosofia, depois literatura. Enquanto eu estava escrevendo uma tese para a San Francisco State University sobre Madame de Lafayette’s La Princesse de Clèves, eu fiquei completamente apaixonada por romances franceses do século XVII. Para ler esses romances raros com todo o seu mofo original, eu me mudei para a França. Depois de um mestrado em Lyon II, eu fiz um D.E.A (ou M.Phil) em Paris III. Em Paris, eu vivi em um apartamento sobre uma chocolateria na Ile St. Louis e passei pela Notre Dame todos os dias no meu caminho para a aula na Sorbonne. Então eu me mudei para New Haven para buscar um doutorado em Yale e acabei de voltar a São Francisco para finalizar uma dissertação sobre o perigo nos romances franceses do Antigo Regime.
Como teria sido a vida de Jane Austen se ela tivesse vivido, lido e escrito nos dias de hoje? Teria ela viajado pelo mundo por sua arte ou teria ficado contente com estacionários vôos da imaginação? Teria se desenvolvido e mergulhado em estudo “sério” ou teria permanecido com suas representações de três ou quatro famílias em um pequeno vilarejo? Não importa como levamos nossas vidas, acho que é inevitável que literatas modernas de alguma forma se associem com Austen: ela foi uma pioneira tão importante e é difícil dizer onde estaríamos hoje se ela nunca tivesse escrito.
Obrigada por suas reflexões, Susannah! Foi um prazer falar com você. Para todos os leitores desse blog, postarei a minha resenha do livro logo.
Mais informações sobre Susannah no site da Random House: Susannah Carson é uma candidata ao doutorado em francês na Universidade de Yale. Seus títulos anteriores incluem um M.Phil da Sorbonne Paris III, assim como Mas da Université Lyon II e San Francisco State University. Ela ministrou palestras sobre vários tópicos da literatura inglesa e francesa em Oxford, na Universidade de Glasgow, em Yale, Harvard, Concordia e na Universidade de Boston.
O link para o site de Susannah: Why Jane Austen

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Entrevista traduzida e gentilmente cedida por Mariana Fonseca
Vic do Jane Austen World também permitiu a tradução e publicação aqui no blog.
Vic from Jane Austen World gave us permission to translate the interview and publish it here.
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Post relacionado

Emma 2009 – algumas opiniões

Ontem eu terminei de assistir os 4 episódios de Emma 2009. Confesso que fiquei com o pé atrás em relação à escolha do J.L. Miller como Mr. Knightley, mas a partir do terceiro episódio creio que depois da dança no baile, ele me conquistou. Passei a encará-lo como Mr. Knightley, apesar da série ser muito corrida.

Segundo a Valéria, a série é boa, pecou pela omissão do “Brother and sister? No, indeed.” Em sua opinião “é o que dá o tom à interpretação do Mr. Knightley. Além disso, não colocaram Emma tentando falar o nome dele… A única que traz é a série de 1972“.
Mais adiante publicarei minhas impressõe sobre Emma, primeiro preciso fazer um screencap de uma cena que me encantou.
Quem nos visitou hoje também foi a Vic do Jane Austen World e deixou suas impressões sobre Emma 2009:
“The 3rd and 4th episodes made up for the first two episodes, which people liked less. This is a good adaptation, but the script uses very little of Jane Austen’s dialogue. I began to like Jonny Lee Miller in the 3rd episode, and I began to like Romola Garai in Episode 4. Michael Gambon is not given enough scenes and I found his Mr. Woodhouse too forceful. All and all, I give this series three stars out of four“.
“O terceiro e quarto episódios foram melhores que os dois primeiros (os quais as pessoas gostaram menos). Esta é uma boa adaptação, porém o script usa muito pouco dos diálogos de Jane Austen. Eu comecei a gostar de Jonny Lee Miller a partir do terceiro episódios, e comecei a gostar de Romola Garai no quarto episódio. Michael Gambon não participa de muitas cenas e achei que ele como Mr. Woodhouse foi muito forçado. Dou 3 estrelas em 4 para esta série.”
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Para retribuir a visita de Vic, fui ao Jane Austen World e descobri que ela está muito feliz porque o blog é um sucesso e já está prestes a alcançar 1 milhão de visitas! Parabéns querida! Para festejar, Vic deciciu dar alguns presentinhos para quem deixar um recadinho por lá. Janeites brasileiras não se preocupem, ela promete enviar um presentinho (um livro) para os fãs de Austen de outros países. Lembre-se é apenas um livro para os fãs fora dos EUA, mas vale à pena tentar e prestigir a amiga Vic.