Na nossas próximas #janeaustenlives só tem gente fera!
Vejam os convites abaixo! Aos poucos vamos publicar detalhes de cada uma! Lembrem-se que as lives estão acontecendo no nosso perfil no instagram @janeaustenbrasil



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Adriana Sales Zardini[1]
Apesar de Jane Austen hoje ser considerada um fenômeno literário global, as primeiras traduções brasileiras só começaram a ser publicadas a partir da década de 40 do século XX. Entretanto, existem registros de que traduções portuguesas de Austen já estavam à disposição dos leitores brasileiros na cidade do Rio de Janeiro em meados de 1850.
Este artigo tem como objetivo fazer um levantamento das edições que circularam no Brasil Império, com a finalidade de elucidar se as edições portuguesas estavam à disposição dos leitores brasileiros, apesar de não existirem traduções de Jane Austen em português do Brasil naquela época. Para alcançar esse objetivo, foi realizado um levantamento da primeira edição portuguesa do livro ‘Persuasion’ de Jane Austen e posterior verificação da existência de cópias dessa edição em três bibliotecas do Rio Janeiro. Conclui-se que essas cópias existiram no Brasil, porém, não foi possível encontrar nem mesmo um exemplar remanescente da obra. Entretanto, não podemos afirmar que apesar da oferta desses livros, os brasileiros tinham contato com a obra de Jane Austen e eram seus admiradores e leitores, tendo em vista que grande parte da população daquela época não sabia ler ou escrever. A existência de obras da escritora na década de 1850 é um indício de que a autora tinha apreciadores brasileiros, tendo em vista que a aquisição de livros naquela época estava baseada na influência editorial francesa e também do público-leitor. Apesar de que apenas os mais abastados e letrados é que possivelmente tiveram contato com esta obra da escritora.

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[1] Adriana Sales Zardini é professora de Inglês no CEFET-MG, Doutora em Estudos Linguísticos pela Faculdade de Letras (UFMG) e Especialista em Jane Austen (Oxford University). E-mail: aszardini@gmail.com
Artigo escrito por Lúcia Helena Galvão Maya[1] publicado na Revista Literausten, edição 02/2017.
Nestes dias, encontrei, por acaso, o conhecido quadro “Independência ou Morte”, do pintor Pedro Américo e, com essa mania que os filósofos têm de querer refletir sobre tudo, comecei a pensar sobre a cena. Todos sabem que havia um jogo de interesses por trás, que a cena já havia sido “encomendada” por D. João VI antes de partir, e que aquele príncipe não era lá o que se poderia chamar de um primor de moral. Mas, diante desta bela obra, todas estas coisas se desvalorizam, e nasce o mito: um príncipe, um dia, sacou de sua espada e declarou, em alto e bom tom, que os filhos desta terra (nós!) somos amantes da independência, ou seja, da autonomia, da capacidade de nos impormos sobre as circunstâncias adversas, e que só tememos a morte indigna. Se ele não era digno de dizê-lo, problema dele; nós somos dignos de vivê-lo, e o tornamos real, através de nossas lutas diárias, às margens de tantos “Ipirangas”, e sua espada corajosa e desafiadora é símbolo de nossa disposição ante as dificuldades… e necessitamos deste símbolo. Tantas vezes, Platão fala da necessidade do mito; tantos povos o souberam e viveram, mas nós permanecemos indiferentes ante esta realidade, como crianças que se acham muito maduras porque já não crêem em Papai Noel. Agora, crêem nos shoppings e no dinheiro de seus pais… Que tipo de realidade estamos criando? Sim, porque, como sempre, a realidade é criada pela imaginação dos homens, seja ela mítica ou não, e é ela que vai concretizando os fatos.
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[1] Maya, Lúcia Helena Galvão: é professora da Nova Acrópole do Brasil, membro há 29 anos, além de diretora e fundadora do Abrigo de crianças Nova Acrópole, em Valparaíso de Goiás. Atua como instrutora do curso regular de Filosofia à Maneira. Possui mais de cem 150 palestras disponíveis no Canal de Nova Acrópole no YouTube, com excelente repercussão. Mantém os blogs luciahga.blogspot.com.br e observações matinais.blogspot.com.br e a página pública do facebook “Poesia filosófica da Profª Lucia Helena”, com 85.000 curtidas.
Nossa quarta #janeaustenlives será com a Luciana Darce, figurinha carimbada aqui neste blog e já que escreveu inúmeros posts e resenhas para nós! A nossa #live será quinta dia 09 de abril às 19:00 (horário de Brasília), basta seguir nossa página no Instagram! Vamos falar sobre Austen e seus personagens e, principalmente, sobre as leituras e clubes de leitura! Sejam todos bem vindos!
Luciana Darce é autora do blog Coruja em Teto de Zinco Quente, leitora desde que se entende por gente, gosta de fazer conexões inusitadas entre seus assuntos literários favoritos e caçar referências obscuras por aí. Mantém o blog Coruja em Teto de Zinco Quente desde 2009 e é mediadora do Clube do Livro de Bolso, que discute clássicos de vários gêneros (tendo nascido para falar de Austen) desde 2010.
Nossa terceira live está no ar por 24 horas no Instagram @janeaustenbrasil Quem perdeu vale a pena conferir! @marcellevieirasalles e @drixsales falaram sobre a temática religiosa presente nas obras de #janeausten #janeaustenlives #janeaustenbrasil #jasbra #janeaustensociedadedobrasil #janeaustensocietyofbrazil


Amanhã teremos nossa terceira #janeaustenlives, nossa convidada é a Marcelle Salles, graduanda em Letras pela UFMG e parecerista da revista LiterAusten, e vamos falar sobre a influência da moral cristã nas obras de Jane Austen, sobre sua fé, educação cristã, moralidade e associações de textos bíblicos em suas obras. Você não vai perder essa, não é mesmo? Então, basta seguir o nosso perfil no Instagram – nossa live será amanhã dia 07 de abril às 19:00 (horário de Brasília). #janeaustenbrasil #jasbra #janeaustensociedadedobrasil #janeaustensocietyofbrazil #janeausten
Nossa #janeaustenlives de ontem foi pra lá de animada com a Maria Clara Biajoli (para quem não conseguiu assistir, estará disponível até às 19:00 no Instagram @janeaustenbrasil). Estou salvando as lives para publicar, posteriormente, em outra plataforma, aguardem!

Na live de ontem falamos sobre as fanfictions baseadas em Jane Austen e sobre a Darcymania. E a Maria Clara elaborou uma lista bacaníssima com referências do que foi falado na live e também sobre as suas pesquisas. Vale a pena conferir!
A segunda live #janeaustenlives será hoje (05 de abril) às 19:00 no perfil @janeaustenbrasil no Instagram (horário de Brasília). Nossa convidada de hoje é a Maria Clara Biajoli – doutora em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas. A temática de hoje será a respeito de um recorte da pesquisa Maria Clara sobre as fanfictions inspiradas em Jane Austen e o fenômeno Darcymania. Esperamos todos vocês hoje à noite!

A Diana de Melo Xavier foi a nossa convidada para a 1a live da #janeaustenlives! Foi uma maravilha passar um hora falando sobre Austen com ela! Gratidão, Diana! Eu aproveito o post para publicar o resumo da monografia de conclusão do Graduação em Letras, pela UFRJ, fruto da pesquisa de Diana. O arquivo completo, em pdf, pode ser acessado aqui.

Resumo: Jane Austen (1775-1817) é uma das principais escritoras da literatura inglesa e suas obras são bastante adaptadas para séries, filmes e outras mídias. E, em 2018, seis obras de Austen foram adaptadas para a telenovela do horário das seis Orgulho e Paixão da Rede Globo pela primeira vez no Brasil. Sendo a telenovela um gênero próprio, foram adaptadas as personagens e os enredos de Austen para que, assim, sua trama agradasse seus telespectadores do século XXI. Por isso, as personagens femininas da escritora apresentam uma nova e moderna representação para refletirem o público alvo da novela das seis. Desta maneira, o objetivo dessa monografia é analisar a adaptação das personagens Elisabeta Benedito (inspirada em Elizabeth Bennet de Orgulho e Preconceito) e Ema Cavalcante (inspirada em
Emma Woodhouse de Emma) para o gênero telenovela e a sociedade brasileira. Assim, será considerado a influência do público alvo do gênero e o entendimento de Jane Austen como um produto cultural para compreender a escolha de suas obras para se tornar uma telenovela brasileira, constatando, por fim, a modernização de ambas personagens e como Jane Austen se mantém contemporânea, apesar de tais mudanças.
Palavras-chave: Literatura Inglesa. Jane Austen. Telenovela. Modernização. Orgulho e Paixão. Orgulho e Preconceito. Emma.
Veja os detalhes:
Live 1 – A MODERNIZAÇÃO DAS PERSONAGENS FEMININAS DE JANE AUSTEN NA TELENOVELA ORGULHO E PAIXÃO

Nossa primeira live do projeto #janeaustenlives começa amanhã às 19:00 (horário) de Brasília! Nossa convida para esse bate-papo é a Diana Melo (UFRJ). Vamos falar sobre “A MODERNIZAÇÃO DAS PERSONAGENS FEMININAS DE JANE AUSTEN NA TELENOVELA ORGULHO E PAIXÃO”. Fiquem atentos/atentas! Nossa live começará às 19:00 do dia 03 de abril no perfil da @janeaustebrasil no Instagram
Bio: Diana Melo é formada em Letras (Português/Inglês) pela UFRJ. É professora de inglês e participa do corpo editorial da Revista Intransitiva. Seu primeiro livro foi Crepúsculo e, depois dele, não parou mais. Conheceu Jane Austen em 2010 e é fã desde então.
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