Para minha surpresa e felicidade hoje recebi duas ótimas notícias!
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Observe a imponência dessas colunas! Desejo muito um dia poder conhecer a Inglaterra!
Segundo o blog do Noblat: A Catedral de Winchester tem suas origens no século VII, quando no mesmo local, já havia uma igreja cristã. Desde então desempenha papel fundamental na vida desta antiga cidade e na História da Grã-Bretanha.
Jane Austen, a querida escritora inglesa do século 18, que tanto entendia o coração das mulheres de seu tempo, está enterrada dentro da catedral.
Leia o artigo completo aqui no Blog do Noblat.
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Querida Adriana,
Eu farei a primeira leitura do livro na livraria Vroman em Pasadena (EUA) em 22 de julho às 19:00, por favor reserve a data!. Adoraria vê-la!
Enquanto isso, aqui vão algumas notícias quentes:
Meu primeiro livro – CONFESSIONS OF A JANE AUSTEN ADDICT (tradução minha: Confissões de uma viciada em Jane Austen), acabou de ser lançado no Reino Unido, foi publicado pela editora Bloomsbury, com uma linda capa!
Além disso, fizeram uma crítica no jornais The Guardian e The Observer. Ainda me nomearam para a premiação do Jane Austen Centre: 2009 Regency World Award for Best New Fiction!
O prêmio The Regency World Awards é patricionado pelo The Jane Austen Centre in Bath (um lindo lugar que visitei quando fiz minhas pesquisas para escrever o livro), e os vencedores são eleitos pelo público.
Então, por favor VOTE AQUI!
Espero que as belezas da primavera lhe tragam muita felicidade,
Laurie
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Nota: Laurie fala de primavera, pois está se referindo ao hemisfério norte!
Fiz a montagem acima com uma carinha de coelho e cestinha da minha filha e as florzinhas são de verdade, do jardim aqui de casa.
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De acordo com alguns colegas da comunidade: Perguntas sobre Anglicanismo, a páscoa na Igreja Católica é bem parecida com a da Igreja Católica:
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Abaixo algumas passagens dos livros de Austen que citam a páscoa – agradeço à minha amiga Lília dos Anjos pela pesquisa:
O vestido à direita é um conjunto completo de abril de 1809, o da esquerda é um vestido de baile de 1812.
O conjunto de 1809 está descrito da seguinte maneira: “vestido em cetim branco, com corpo púrpura, e longas mangas; na frente uma linda fita. Manto em púrpura, com acabamento em seda branca, costurado com fio dourado. Chapéu dourado com penas brancas, sapatos brancos, luvas e leque. Acessórios (colar, anéis, etc.) em dourado”.
O conjunto de 1812, está descrito assim: “um robe cor de rosa, sob um tecido acetinado branco até os pés; espartilho em cetim ou veludo rosa, com frente prata, decorado com o mesmo ornamento. Mangas espanholas, decoradas em crepe branco, com uma faixa prata. Chapéu rosa, com detalhes prata…”
Para mais informações sobre a moda daquela época visite o site da Heather.
Heather me confidenciou que adora bordar ponto cruz. Recentemente criou um blog para expor seus trabalhos.
O bracelete acima está à venda por 65,95 dólares em uma loja virtual chamada: Aquinas & More Catholics Goods.
Um pequeno trecho da terceira prece de Jane foi gravado neste bracelete: “Teach us.. that we may feel the importance of every day, of every hour, as it passes.” (Pray III by Jane Austen)
Tradução: “Nos ensine.. que devemos perceber a importância de cada dia, cada hora, à medida que o tempo passa.” (Prece III – Jane Austen)
No original a frase completa escrita por Jane está assim:
“Teach us almighty father, to consider this solemn truth, as we should do, that we may feel the importance of every day, and every hour as it passes…”
Criada em um lar cristão, Jane não era formada em teologia, mas todos os ensinamentos que aprendeu com o pai e irmãos pastores foram importantes para que ela desenvolvesse um profundo conhecimento e respeito pelo cristianismo e valores cristãos. Como mencionei no post anterior, Jane era religiosa e tinha muita fé. Adorava os sermões do Bispo de Londres, Thomas Sherlock, como se observa nesta passagem em uma de suas cartas: “I am very fond of Sherlock’s Sermons, prefer them to almost any“. Tradução: “Tenho bastante afeição pelos sermões de Sherlock, prefiro estes do que qualquer outro”.
Concluo este post testificando a religiosidade de Austen, com com uma citação de Helen Lefroy, uma parenta indireta de Jane Austen:
“Throughout her life Jane Austen had been guided by Christian principles, and she accepted the church’s teaching without question. Her faith is implicit in all her writing: the virtues of a disciplined life, a caring relationship between husband and wife, and their duty to give children a moral and loving upbringing, are reflected in her letters and in her novels [and of course in her prayers]. At her death she expected to appear before God and be judged.” (Lefroy, 1997: p.75)
Tradução: “Ao longo de sua vida, Jane Austen foi guiada por princípios Cristãos, e ela aceitou os ensinamentos da Igreja sem questionamentos. Sua fé está implícita em todos seus escritos: as virtudes de uma vida disciplinada, uma relação atenciosa entre o marido e esposa, e o dever dos pais para que as crianças tenham uma educação moral e amorosa, estão refletidos em suas cartas e romances [e claro em suas orações dela]. Quando morreu esperava estar na presença de Deus e ser julgada.”
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Nota: encontrei pouca coisa sobre a Helen Lefroy: uma foto que pertence ao JASNA (ela é a senhora de cabelos grisalhos).
Referência:
LEFROY, Helen. Jane Austen. Thrupp, Stroud, Goucestershire: Sutton Publishing, 1997.
Jane Austen era uma Cristã Anglicana muito devota e estas preces e devoção se desdobram em seus livros e personagens – sobre este assunto farei um post mais adiante.
De um modo geral as preces de Jane foram escritas para leitura coletiva, nas reuniões familiares. Podendo ser consideradas como preces de Igreja, ou seja, preces escritas para serem lidas no púlpito da igreja. Isto fica evidente nas palavras escolhidas por Jane: terceira pessoa do plural. Ainda de acordo com Stovel (1994) Jane Austen tinha uma sincera e profunda fé e a religião fazia parte da vida diária de sua família. Resumidamente, as preces de Austen são um chamado para o auto-conhecimento e auto-evolução em concordância com doutrinas bíblicas e divinas.
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STOVEL, Bruce. A nation improving in religion: Jane Austen’s prayers and their place in her life and art. In: Persuasions, number 16. Jane Austen Society of North America: USA, 1994.

Prayer III “… We thank thee with all our hearts for every gracious dispensation, for all the blessings that have attended our lives, for every hour of safety, health and peace, of domestic comfort and innocent enjoyment. We feel that we have been blessed far beyond any thing that we have deserved; and though we cannot but pray for a continuance of all these mercies… ” Page 249.
Abaixo faço uma tradução da oração. Quero salientar que é a minha visão sobre o que Austen escreveu, sendo assim passível de erros ou má interpretação. O que lhes apresento abaixo é uma possível tradução desta oração.
Oração III – “… Nós lhe agradecemos de todos coração por toda graça e bençãos em nossas vidas, pelas horas de segurança, saúde e paz, de conforto doméstico e prazer inocente. Nós sentimos que fomos abençoados muito além do que merecemos; e entretanto não podemos deixar orar para que estas clemências continuem…”
Deverá estar ligado para publicar um comentário.