Jane Austen Vampira

Segundo este livro, a autora de Orgulho e Preconceito e outros clássicos do século XVIII não morreu, mas vive hoje numa cidadezinha no interior do estado de Nova York. Dona de uma livraria, vive frustrada por não receber os direitos autorais e ter o reconhecimento de suas obras de sucesso. Em Jane Austen – A vampira, ela mudou o nome para Fairfax e sobrevive há 233 anos, porque foi mordida por um vampiro, quando se tornou imortal. Entre romances com o Lord Byron, que também é um vampiro, e tentativas frustradas de publicar um novo livro, Jane Austen, ou melhor, dizendo, Jane Fairfax, envolve o leitor em uma divertida viagem ao universo literário, com personagens de outras histórias, de maneira inteligente e divertida!
“É impossível não amar a perspicácia de Michael Thomas Ford e os dentes afiados de Jane Austen…” – Seth Grahame-Smith, autora de Orgulho e Preconceito e Zumbis
“Jane Fantasmica! A Jane de Michael Ford é muito divertida! E é engraçado ver a heroína sofrendo as indignidades da publicação e venda de livros e (talvez) encontrando o amor.” – Publishers Weekly
“Hilário! Eu já achava que gostaria deste livro. Agora, tenho certeza de que você também vai adorar!” – Vampire Librarian
Sobre o autor:  Michael Thomas Ford é autor de diversos livros juvenis e adultos, dentre eles, Alec Baldwin Doesn´t Love Me e That´s Mr. Faggot To You.

Informações Técnicas:
ISBN: 978-85-63066-19-0
Formato: 14×21cm
Tradução: Carlos Szlak
Preço: R$ 39,90
Páginas: 312
Fonte: Site Lua de Papel

*****
 
Se você está intrigado/curioso/espantado fique sabendo que este livro recebeu boas críticas no exterior e de alguns sites/blogs especializados em Jane Austen.
 
Laurel Ann do Austen Prose deu 5 estrelas para o livro.
Mags Sullivan do AustenBlog.
Slayra do Blog Livros, livros e mais livros (em português de Portugal).

Orgulho e Preconceito nas bancas

Orgulho e Precoceito dos Clássicos Abril Coleções chegará às bancas no próximo dia 15 de maio. Quem me enviou a dica foi o Roberto Terra, um dos mais novos seguidores deste blog. Obrigada Roberto!
Para quem já estava tristinho porque não encontrou a coleção em sua cidade, não fiquem tristes! O aviso no site da editora diz que os volumes estarão disponíveis para os outros estados do Brasil a partir deste mês. Então justifica o fato de eu tentar encontrar os livros nas bancas aqui de Belo Horizonte e os jornaleiros nem sequer saberem do que se trata! Ufa, até que enfim se lembraram de nós!

Mansfield Park – análise dos personagens

Hoje apresento uma pequena introdução que fiz para a edição de Mansfield Park, versão bilingue, publicada pela Editora Landmark. Para ler o texto, é só clicar no arquivo abaixo e ampliar a tela se necessário.
O texto é curtinho, mas faço algumas considerações sobre Edmund Bertram e Fanny Price (personagens principais). Espero que gostem!

Dicas

Fui avisada pela Editora LP&M que a tradução de Orgulho e Preconceito será lançada em dezembro! Certamente se trata de um excelente trabalho traduzido por Celina Portocarrero! Agora é só aguardar!
***
Uma dica de compra é um box com as séries da década de 70 e 80 baseadas nos livros de Austen à venda na Amazon. Infelizmente não há legendas em português, mas para quem tem bom ouvido e leitura em inglês é uma boa pedida. Além disso, o preço está irresistível: 41,99. Infelizmente aumentaram um pouquinho pois na semana passada custava 34,90 dólares.  Mesmo assim vale à pena, se pensarmos que são 6 séries por cerca de 85 reais + frete.
Bem diferente dos preços salgadinhos da Livraria da Travessa (257 reais) e Livraria Cultura (301,50). Sem contar que o tempo mínimo de espera para a importação é  de 15 a 60 dias úteis.
Eu não assisti todos os episódios dessas mini-séries, só assisti Mansfield Park. A versão de Mansfield Park é a mais fiel ao livro. Gostei muito! Gostei mesmo de Mary Crawford, muito boa a atuação! O Mr. Crawford estava um pouco afetado…
A seguir as datas de lançamentos das séries que hoje estão no formato DVD (áudio e legendas em inglês):
Northanger Abbey – 1986
Mansfield Park – 1983
Pride and Prejudice – 1980
Sense and Sensibility – 1981
Emma – 1972
Persuasion – 1971
Quando o meu box chegar em dezembro/janeiro (meu amigo vai me trazer de presente), eu assisto e compartilho com vocês!

Meu livro chegou!

Pessoal, é com enorme alegria que faço aqui a publicação das primeiras fotos com meu livro!

Trabalho concluído, agora posso voltar ao meu hobby: ponto cruz!
Minha edição de Mansfield Park foi comentada/citada em alguns sites e blogs:

Mansfield Park nas livrarias

Pessoal, já se encontra nas livrarias o livro Mansfield Park! Uma grata surpresa justo no dia do tradutor! Na livraria saraiva já está à venda há uns quinze dias, na livraria da travessa devem publicar ainda hoje.
Para os amigos e leitores que quiserem o livro com uma dedicatória minha é só enviar um email para adriana@jasbra.com.br para saber maiores detalhes sobre o depósito e o envio do livro.
Obrigada à todos pelo carinho e felicitações! Dedico essa vitória aos meus pais, pela humildade e educação que recebi!

Mansfield Park – Edição Bilingue

Antes de sair do forno, a primeira tiragem de MANSFIELD PARK já causa alvoroço. Há anos fora de catálogo no Brasil, a obra publicada em 1814 pela escritora inglesa Jane Austen (16 de dezembro de 1775 – 18 de julho de 1817) retorna ao mercado pelas mãos da EDITORA LANDMARK, traduzida por Adriana Zardini, mestre em educação, especialista em língua inglesa e presidente do Jane Austen Sociedade do Brasil.
Fruto da fase mais madura da autora, o romance traz a história de uma menina que é adotada por seus parentes ricos, apresentando conflitos que envolvem amor e contratos sociais, escravidão e civilidade, riqueza e autopercepção – sempre com o toque irônico de Austen, sua marca registrada.
O lançamento de “MANSFIELD PARK” pela EDITORA LANDMARK apresenta esta importante obra de Jane Austen em uma edição bilíngue, resgatando toda a magnificência e toda a preocupação social de uma das maiores escritoras inglesas.
Ainda que o livro aborde vários temas, a principal questão é a busca da identidade e do verdadeiro amor. Por mais de dois séculos o livro divide os leitores: por um lado, “MANSFIELD PARK” é o trabalho mais autobiográfico de Jane Austen, refletindo o mundo de pretendentes religiosos e proprietários de terra, das caçadoras de maridos, dos esnobes e dos tolos do interior – no qual a escritora viveu e procurou o amor. Entretanto, o texto parece entrar em conflito com as tradicionais heroínas de Austen, uma vez que Fanny Price é surpreendentemente contida e passiva, fato que tem aturdido por décadas os críticos e os fãs da autora.
As questões sociais também são discutidas na obra, sugere-se pela crítica especializada que o título se refere ao julgamento de Mansfield, a decisão inglesa legal e histórica tomada pelo chefe da Justiça Lorde Mansfield, segundo a qual foram estabelecidos os primeiros limites quando à escravidão na Inglaterra. No romance, Fanny surpreende sua família adotiva ao levantar a questão sobre o envolvimento deles com a escravidão. As cartas de Jane Austen escritas na época nos informam de uma paixão por Thomas Clarkson, um popular abolicionista, o que justificaria o envolvimento da autora com estas questões sociais.
Jane Austen, como os seus personagens, cresceu em uma zona rural na Inglaterra entre a classe abastada e religiosos, cujos hábitos e negócios ela observava com perfeição e, às vezes, com uma honestidade brutal e reveladora. A sua memorável linguagem, a sua sagacidade satírica, o seu delicado senso de humor e as complexas caracterizações de luta moral no coração das famílias, além das alianças românticas, contribuem para o estilo atemporal da autora.
O tema prevalecente na obra continua relevante: a necessidade de homens e mulheres encontrarem a sua identidade e fazerem as suas próprias escolhas – ainda que a sociedade, por sua natureza, tente os fazer seres dependentes, sem força e preconceituosos. Este foi o romance mais lucrativo de Austen, garantindo à autora 350 libras, uma fortuna na época.
A história já foi adaptada algumas vezes para o cinema e televisão, as mais conhecidas são as versões de 1983 pela BBC e as homônimas norte-americanas de 1999 e 2007.
MANSFIELD PARK integra a série de obras bilíngues que a EDITORA LANDMARK publica ao longo dos anos, figurando ao lado de “Orgulho e Preconceito”, “Persuasão” e “A Abadia de Northanger”, também de Jane Austen, “A Moradora de Wildfell Hall”, de Anne Brontë, “O Último Homem”, de Mary Shelley, entre outros clássicos da literatura mundial.
MANSFIELD PARK – JANE AUSTEN – EDIÇÃO BILÍNGUE
Editora Landmark – Brochura – 448 páginas
Tradução de Adriana Zardini
ISBN 978-85-88781-45-0 Preço de Capa R$49,90
Previsão de lançamento nas livrarias: 30/setembro/2009

Razão e Sensibilidade

Por indicação de minha amiga Lilian dos Anjos, descobri que a Martin Claret lançou uma edição muito baratinha de Razão e Sensibilidade (2009) = R$ 10,90

Ao que tudo indica, a tradução deve ser de qualidade pois na capa está escrito o nome do tradutor Roberto Leal Ferreira (conhecido no meio).
O que mais me chamou a atenção foi a capa, muito bonitinha! Acho que já vi em algum outro livro ou pintura, mas não estou me lembrando agora.

Resumo que está no site da Martin Claret:

Jane Austen (1775-1817) — considerada uma das mais importantes representantes da literatura inglesa, ao lado de Shakespeare — passou toda a sua vida no interior de um diminuto círculo social, formado pela aristocracia rural. Tematizando o dia-a-dia das pessoas comuns, com fina ironia e aguda percepção do ser humano inserido na sociedade da época, Austen introduziu o romance inglês na modernidade.Razão e sensibilidade (1811) é a história de duas irmãs — Elinor e Marianne, respectivamente a “racional” e a “sensível” —, as quais, em razão do falecimento do pai, têm de se adaptar a um estilo de vida mais modesto, em meio a uma sociedade inteiramente dirigida pelo status social.