Encontro de fãs de Jane Austen no Rio de Janeiro

Jane AutenA Editora Nova Fronteira me fez outro convite irrecusável: falar de Jane Austen para quem gosta de Jane Austen! 🙂

No próximo dia 17 de Julho às 19 horas, Livraria da Travessa do Shopping Leblon no Rio de Janeiro, acontecerá um Encontro de fãs de Jane Austen promovido pela editora para lançamento de seu Box ‘As grandes obras de Jane Austen‘. Confira aqui os detalhes desta coleção maravilhosa! Para confirmar sua presença, clique aqui.

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Veja abaixo o release da editora:

A Nova Fronteira acaba de lançar o box especial “Grandes Obras de Jane Austen” em comemoração ao bicentenário da autora. O Encontro de Fãs busca reunir os leitores e adoradores de Austen.

O evento será mediado por esta que vos fala (Adriana Sales), especialista na obra da autora.

 

Ivo Barroso discute sua tradução ‘Razão e Sentimento’

O vídeo, gentilmente cedido pela Editora Nova Fronteira, está disponível no canal Jane Austen Brasil no Youtube! Neste vídeo, o escritor e tradutor Ivo Barroso discute suas escolhas de palavras ao traduzir o título de ‘Sense and Sensibility’ para ‘Razão e Sentimento’ em português brasileiro. Confiram abaixo:

Para mais publicações sobre o Ivo Barroso, clique aqui.

Encontro de fãs de Jane Austen em Belo Horizonte

A Editora Nova Fronteira me fez um convite irrecusável: falar de Jane Austen para quem gosta de Jane Austen! 🙂

No próximo dia 30 de junho às 19 horas, Livraria Leitura do Shopping Cidade em Belo Horizonte, acontecerá um Encontro de fãs de Jane Austen promovido pela editora para lançamento de seu Box ‘As grandes obras de Jane Austen‘. Confira aqui os detalhes desta coleção maravilhosa! Para confirmar sua presença, clique aqui.

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Veja abaixo o release da editora:

A Nova Fronteira acaba de lançar o box especial “Grandes Obras de Jane Austen” em comemoração ao bicentenário da autora. O Encontro de Fãs busca reunir os leitores e adoradores de Austen.

O evento será mediado por esta que vos fala (Adriana Sales), especialista na obra da autora.

• Quiz
• Sorteio
• Encenação
• Leitura de textos

Box Editora Nova Fronteira – lançamento!

A Nova Fronteira lança box com as grandes obras de Jane Austen

Para minha total felicidade, a editora me presenteou com esse box maravilhoso!! Vejam como é lindo!!

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Orgulho e preconceito, Razão e sentimento e Emma são os títulos escolhidos para compor a obra

Em homenagem ao bicentenário de morte de Jane Austen, a Nova Fronteira está lançando um box com três dos mais importantes livros da escritora: Orgulho e preconceito, traduzido pelo prestigiado Lúcio Cardoso, Razão e sentimento e Emma, com a requintada tradução do poeta Ivo Barroso.

Além de ser um dos maiores nomes da literatura inglesa, Jane Austen é também considerada um símbolo do feminismo, pelas mensagens que propagava em seus romances em pleno século XIX: noções de igualdade de gêneros, liberdade de expressão e conscientização quanto à posição das mulheres na sociedade.

Ficha técnica:

ISBN: 9788520938140

Formato: 15,5x23cm

Nº de páginas: 1.208

Preço sugerido: R$129,90 (confira nas livrarias abaixo, se há promoções)

Os livros estão em pré-venda nas livrarias

Amazon

Livraria da Travessa

Livraria Cultura

Nova Fronteira no Facebook

 

 

Gazeta de Longbourn Apresenta: Novelas Inacabadas

– De maneira alguma, meu caro senhor, de maneira alguma – exclamou o sr. Parker impaciente. – Pelo contrário, asseguro-lhe. É a ideia geral, mas um equívoco. Isso pode se aplicar aos lugares desenvolvidos, superpovoados como Brighton ou Worthing ou Eastbourne, mas não a um vilarejo como Sanditon, impedido por suas dimensões de sofrer quaisquer males da civilização; ao passo que o crescimento do lugar, as edificações, as sementeiras, a demanda por tudo e a segura existência das melhores companhias (dessas famílias regulares, sólidas e reservadas dotadas de nobreza e caráter que são uma bênção em qualquer parte) estimulam o trabalho dos pobres e difundem o conforto e o desenvolvimento de toda a sorte entre eles. Não, meu caro senhor, asseguro-lhe que Sanditon não é um lugar…

– Não quis dizer que não haja exceções em algum lugar em particular – respondeu o sr. Heywood -, só penso que a nossa costa está repleta deles. Mas não seria melhor levar o senhor…

– Nossa costa está repleta! – repetiu o sr. Parker. – Talvez nesse ponto não possamos de todo discordar. Pelo menos já há o bastante. Nossa costa já está muito explorada. Não precisa de mais. Atende ao gosto e às finanças de cada um. E essa boa gente que está tentando ampliar o número das estações balneárias, na minha opinião, insiste num exagero e em breve se verá vítima de seus próprios cálculos falaciosos. Um lugar como Sanditon, senhor, posso dizer que foi sonhado, foi exigido. A natureza selecionou-o, indicou-o em caracteres maiúsculos. A brisa mais pura e suave da costa, tida como tal, banhos excelentes, areia fina e firme, águas profundas a dez metros da praia, sem lama, sem ervas, sem pedras escorregadias. Nunca houve um lugar mais claramente projetado pela natureza para ser o balneário de enfermos, o verdadeiro lugar de que milhares de pessoas estavam à procura! À mais conveniente distância de Londres! Um quilômetro e meio mais perto do que Eastbourne. Imagine apenas, senhor, a vantagem de economizar toda essa distância numa longa viagem. Mas Brinshore, senhor, na qual acredito esteja pensando, as tentativas de dois ou três especuladores em Brinshore no ano passado de promover aquele mesquinho povoado, situado como está entre um charco estagnado, uma charneca árida e as constantes emanações de um brejo de algas putrefatas, não pode resultar em nada a não ser em decepção. E, em nome do bom senso, Brinshore poderia ser recomendável? Um ar muitíssimo insalubre, estradas sabidamente detestáveis, água suja sem igual, sendo impossível ter-se uma boa chávena de chá num raio de cinco quilômetros em redor. E, quanto ao solo, é tão gelado e infértil que nem consegue produzir um repolho que seja. Confie em mim, senhor, que esta é uma descrição a mais fiel de Brinshore, sem o mínimo grau de exagero, e se o senhor ouviu falar dela de modo diverso…

Trabalhos mais maduros de Jane Austen, os dois romances que foram publicados nessa edição – Sandition e Os Watsons são inéditos no Brasil. E eram inéditos para mim também, que os conhecia de nome, mas nunca os tinha tido em mãos.

Talvez seja um tanto estranho ir atrás de ler uma obra que não tem final, cujo desenvolvimento, de uma forma geral, está incompleto. Como uma leitora amante de tudo o que Austen escreveu, contudo, não poderia me furtar a esse comichão de conhecer tudo o que ela escreveu, independente de ela ter terminado ou não.

Os Watsons começa o volume. A bela, gentil e delicada Emma Watson retorna para casa depois de anos sob a guarda de uma tia rica – agora que esta se casou, não a quer mais e onde antes havia a expectativa de terminar como uma herdeira (numa seqüência parecida com a de Frank Churchill), agora ela é apenas mais uma irmã entre outras quatro de uma família pobre com um pai hipocondríaco.

A despeito disso, sua beleza consegue chamar a atenção de Lorde Osborne, o principal membro da sociedade local. E isso é mais ou menos tudo.

São apenas dois capítulos e confesso que eles me deixaram com a impressão de um dos romances góticos com que a própria Austen tanto brinca em A Abadia de Northanger. A irmã mais velha que serve de primeira anfitriã para Emma, Elisabeth, não me inspirou muita confiança e pelo que sabemos das outras duas irmãs; tampouco elas parecem particularmente boa companhia. Lorde Osborne é meio que uma nulidade, mas isso é o de menos – segundo se conta, os planos da escritora eram de juntar Emma com o pároco da propriedade dos Osborne e não com o próprio lorde.

Só que temos tão pouco de Mr. Howard, o pároco – que mal abre a boca e faz qualquer ação muito digna de nota – que não dá para prever exatamente como esse relacionamento vai acontecer.

Some-se a isso o fato de que no planejamento original, Mr. Watson morre e Emma fica à mercê do irmão mais velho e da cunhada, que têm uma boa renda, mas não são exatamente generosos.

Há muito, muito pouco para perceber como a coisa toda se desenvolveria, mas esses dois capítulos têm seus momentos. Tom Musgrove é um cafajeste cômico, Lorde Osborne é profundamente antissocial (de uma maneira bem mais esquisita que a de Mr. Darcy) e tenho a impressão de que entre esses dois personagens, muitas situações de ridículo para Austen escaramuçar poderiam se seguir.

Emma, por outro lado, me faz pensar muito em Anne, de Persuasão, com sua bondade e delicadeza inatas – especialmente na cena em que faz a alegria do pequeno Charles no baile que abre o livro.

Diz-se que Austen teria começado o livro em sua época morando em Bath, abandonando-o quando da morte do pai, uma vez que a situação de sua protagonista tornara-se dolorosamente parecida com a sua.

Sandition, por outro lado, teria sido a última obra em que ela trabalhou, tendo sido abandonada por causa da doença e subsequente morte da autora. É mais bem acabada que Os Watsons – além de ter mais capítulos (onze), a história parece mais polida, mais focada na verve de humor habitual de Austen. A protagonista do romance, Charlotte, parece-me mais simpática e humana que Emma, com uma aguçada percepção da sociedade ao seu redor e uma boa disposição para rir-se inclusive da própria situação.

Sandition é um balneário à beira mar que está começando a crescer como destino de férias graças aos investimentos de Mr. Parker e Lady Denham. Ainda há muito caminho até que o local se torne ‘da moda’ – que é a grande ambição dos dois – mas é um local agradável, com uma geografia privilegiada e Charlotte parece contente com sua visita ao local. De uma forma geral, contudo, o resort é mais um ideal do que realmente aquilo que desejam seus investidores.

O elenco de personagens vai do bonachão e prestativo Mr. Parker, aos seus irmãos absurdamente hipocondríacos (e esse parece ser um tema algo recorrente a partir de Emma), à inteligente e mesquinha Lady Denham e seu sobrinho um tanto maluco de ler romances, Sir Edward – que decidiu ter aptidão para ser vilão gótico e aspira a se tornar o infame Lovelace, de Clarissa.

A história tem um ritmo rápido e um foco interessante em questões de comunicação e propaganda – o resort tem por principal promoção o boca a boca, seja o pessoal, seja por cartas, há algumas confusões por conta desses diálogos epistolares. Infelizmente, o livro termina exatamente quando o herói da história, o irmão mais novo e enérgico dos Parker, Mr. Sidney, chega – e pelo que sabemos dele das cartas de Mr. Parker, tenho a impressão que ele e Charlotte se dariam muito bem.

As duas narrativas são interessantes – não apenas pela forma como podemos entrever o processo de escrita de Austen, mas também pelo potencial que ambas possuem. Outros autores, inclusive da própria família da autora, escreveram continuações e fiquei razoavelmente curiosa para encontrá-las.

Até lá, nos fica a tarefa de tentar imaginar por nós mesmos como elas avançariam – um exercício bastante agradável entre uma releitura e outra dos romances acabados de Austen…

Supresa logo pela manhã!

Nada melhor do que começar a manhã bem! Acabei de receber um lindo presente: As novelas inacabadas de Jane Austen – Os Watsons e Sandition, traduzido pelo Ivo Barroso. Mas a agradável surpresa foi maior ainda porque o livro veio autografado! 

 
Thanks a million, Mr. Barroso! 😉
A Cláudia Dattein (JASBRA-RJ) ficou encarregada de me enviar o livro! Obrigada querida! 
Para quem ainda não estava sabendo desse super lançamento, o livro foi lançado no último dia 25 de abril, no Rio e está à venda em várias livrarias. Na livraria da Travessa (RJ) está por 39,42 e com frete grátis para algumas cidades brasileiras! 
Confira aqui a mini entrevista com o tradutor Ivo Barroso. 
Leia aqui um trecho de Sandition, traduzido por Ivo. 

Terças: Mini Entrevista com Ivo Barroso – tradutor do laçamento Sandition e The Watsons

Como não moro no Rio, não pude ir ao lançamento das “Obras Incabadas de Jane Austen” traduzida pelo Ivo Barroso! 😦
A Anna Katharine e Cláudia Luisa representaram a JASBRA muito bem! Veja que honra ter uma foto ao lado do Ivo e ainda autógrafo no livro! Não vejo a hora do meu chegar! 🙂 

Essa dedicatória é do livro da Anna Katharine (representante da JASBRA-RJ)
Eu pedi às meninas para tentar conversar um pouquinho com Ivo Barroso. 
Segue abaixo uma mini entrevista:

1) Como foi traduzir uma obra considerada inacabada? 
Foi uma experiência ótima, porque nada da Jane é inacabado. O primeiro capítulo, do baile, já é uma obra completa.
2) Este livro difere dos outros livros de Austen? Por exemplo, é um livro mais maduro ou segue mais ou menos a mesma linha dos outros? 

Sim, ele segue a mesma linha dos outros. Você vai encontrar um pouco de Emma e um pouco das outras obras nestas novelas inacabadas.

***

Cláudia Luisa e Ivo Barroso

Cláudia nos conta que, durante o bate-papo, ele disse, entre outras coisas, que quis encerrar a carreira de tradutor com um livro da Jane Austen por ela ser a maior escritora inglesa depois de Shakespeare. E não é só ele que diz isso, é também a opinião do crítico Harold Bloom em O cânone ocidental. Que o texto da Jane é muito difícil de traduzir devido ao seu estilo e ironia. Ele muitas vezes levou tempo para escolher a palavra exata, para poder captar o estilo da escritora e, também, a época de Jane Austen. Ele cuidava para não escolher palavras que não existiam na época de Jane. Ivo disse ainda que acredita que as novelas teriam sido iguais aos 6 livros finalizados pela autora, ou melhores talvez. Sanditon, por exemplo, tem uma concepção espetacular.

O livro encontra-se em promoção no site da Livraria da Travessa por R$ 39,90 com frete grátis para algumas cidades. 

Terças: Indicações de livros – Trecho de Sandition em português brasileiro

A Márcia Belloube (JASBRA-SP) nos indica um trecho de Sandition traduzido por Ivo Barroso (fonte Folha de São Paulo), com super lançamento no próximo dia 25 de abril! Confira os detalhes aqui. Para quem ainda não conhece o poeta e tradutor Ivo Barroso, clique aqui e veja os diversos posts do blog.

Sandition e Os Watsons e português brasileiro!


Esta semana eu recebi um e-mail direto do blog do Ivo Barroso sobre um lançamento muito bacana! Porém, como eu estava fora da internet por questões de trabalho e haviam muitos posts programados para a semana, resolvi postar hoje. A editora Nova Fronteira lançará no dia 25 de abril uma edição de luxo das obras inacabadas de Jane Austen em português brasileiro! Não é fantástico? Leia abaixo o trecho da publicação do Ivo em seu blog (Gaveta do Ivo):
” Em comemoração ao bicentenário de publicação de “Razão e Sentimento”, a Editora Nova Fronteira em 2011 lançou uma nova edição ilustrada, de luxo, capa dura, desse livro para o encanto de todos os leitores e leitoras de Jane Austen. A edição foi tão bela e cuidada, inclusive reproduzindo capas do livro de edições estrangeiras, que passou a ser um item de colecionador para todos os fãs da boa tiazinha de Steventon. Agora, por ocasião do bicentenário de “Orgulho e Preconceito”, o segundo livro de Jane, e que talvez o que mais prestígio literário lhe trouxe, a Nova Fronteira tem uma surpresa para os seus leitores: o lançamento da única obra de Jane ainda inédita em português: “Novelas Inacabadas – Os Watsons e Sanditon”. A publicação acompanha o mesmo requinte editorial da anterior e, por isso, será um item para se guardar ou presentear com carinho aos amigos queridos e pessoas amadas.
O lançamento está previsto para o dia 25 deste mês, às 18:30 no Centro Cultural Banco do Brasil, à rua Primeiro de Março, 66 – Rio. Inicialmente haverá uma mesa-redonda com o tradutor e os apresentadores, que falarão sobre a obra de Jane e responderão a eventuais perguntas dos que comparecerem ao evento, no auditório do 5º andar do CCBB. Em seguida, haverá bate-papo informal e noite de autógrafos na Livraria da Travessa, situada no térreo (pérgola) daquele edifício. Não percam. Venham todos.” 

Sentimento ou Sensibilidade – parte 1

O tradutor Ivo Barroso defende o título Razão e Sentimento para sua tradução de Sense and Sensibility:

Traduzi dois livros de Jane Austen: Emma e Sense and Sensibility, e neste último, que aliás foi o meu primeiro, tive um pequeno problema de tradução… com o título. Ele exprime uma perfeita dicotomia com o agravante de encerrar uma aliteração. A hipótese imediata para os preguiçosos seria Senso e Sensibilidade, preservando assim o paragramatismo. Mas “senso” em português não é o mesmo que “sense” em inglês, e a alternativa bom senso deita por terra a aliteração. Por outro lado, “sensibility” não tinha para Jane Austen o sentido moderno de sensibilidade, equivalente a suscetibilidade, refinamento dos sentidos. Ela o emprega mais na acepção de sensível, de pessoa desprendida, que demonstra bons sentimentos. Eu me havia decidido por “sentimento” para o “sensibility”, mas faltava resolver o “sense”. De repente, afastei a obrigatoriedade da aliteração ao me lembrar que Pride and Prejudice também obedecia ao esquema(dicotomia+aliteração), e fora traduzido brilhantemente em português por Orgulho e Preconceito, mantendo a dicotomia mas ignorando a aliteração, tudo em proveito daquela forte oposição vocabular. Foi assim que cheguei ao Razão e Sentimento. Mas, e você, como faria? 

Fonte: Gaveta do Ivo 

Veja aqui mais posts sobre o tradutor.

Como percebemos na fala do Ivo Barroso, a escolha por Razão e Sentimento foi uma opção pessoal do tradutor. Não trato aqui de uma discussão a respeito do melhor título para a obra, apenas tento colocar a opinião de duas pessoas pois muitos estão acostumados com a título Razão e Sensibilidade por causa do filme de 1995.

Aguardem amanhã a parte 2.