Curso de Extensão Online: Virginia Woolf lê Jane Austen! Aberto também para a comunidade externa à UFAC e UFPB.
Formulário de inscrição para participação do Curso de Extensão, coordenado pela Profa. Dra. Patricia Marouvo.
O curso irá acontecer entre os dias 16 e 19 de novembro de 2021, via Google Meet. Para assistir a qualquer uma das palestras, é necessária a inscrição no curso. Palestrantes: Profa. Dra. Patricia Marouvo (UFAC), Profa. Dra. Maria A. de Oliveira (UFPB), Profa. Dra. Débora Rosa (UFPB) e Profa. Dra. Genilda Azerêdo (UFPB).
Horário: 10h-12h (Horário de Brasília)/ 8h-10h (Horário do Acre) Inscrições até 14/11 Certificação de 20h.
Bate-papo é com Adriana Sales, doutora em Estudos Linguísticos pela UFMG e presidente de sociedade dedicada à autora de ‘Orgulho e preconceito’
No quinto episódio do Podcast Leituras, do Centro Cultural UFMG, Adriana Sales, doutora em Estudos Linguísticos pela UFMG e presidente da Jane Austen Sociedade do Brasil, compartilha suas experiências com a leitura, a literatura, suas pesquisas e a paixão pela autora de Razão e sensibilidade, Orgulho e preconceito, Emma e Persuasão.
Adriana conheceu a obra de Jane Austen (1775-1817) na graduação em Letras, época em que estavam em evidência adaptações de filmes e séries do livro Orgulho e preconceito. Em uma viagem a Nova York, adquiriu a coletânea da autora e começou a participar de grupos de discussão sobre Austen. Essa paixão levou-a a fundar a Jane Austen Society of Brasil, nos moldes das sociedades da América do Norte, Austrália e Reino Unido.
No bate-papo, Adriana Sales fala da importância da obra de Austen para o entendimento das questões femininas – ela escreveu numa época em que somente os homens publicavam livros, narrando também histórias de mulheres. Sales diz que a autora enfrentou muito preconceito, e seus primeiros exemplares foram publicados sob o pseudônimo de “By Lady”. A escritora deu voz às mulheres da época, que são protagonistas em sua obra. Isso contribuiu para um registro mais fiel da sociedade de seu tempo.
A popularidade de Jane Austen cresceu com a internet, conta Adriana, mas foram as adaptações audiovisuais de seus livros que reforçaram o apelo comercial de sua obra, transformando-a numa espécie de superstar. “Essa popularização fez multiplicar-se o número de fãs pelo mundo – surgiu, então, o fandom virtual da autora (a palavra significa reino dos fãs, juntando fan e kingdom”, explica.
Adriana Sales ressalta que as produções audiovisuais inspiradas na obra de Austen não agradam aos fãs mais puristas, mas alcançam novos públicos e fazem muito sucesso.
Nesse episódio mais recente do Podcast Leituras, a pesquisadora sugere que se comece a ler Jane Austen pelos livros Orgulho e preconceito, Razão e sensibilidade e A Abadia de Northanger, que são da primeira fase de sua produção e têm histórias mais leves. Emma e Persuasão são obras mais profundos, segundo Adriana Sales, com trechos muito marcantes sobre a história da Inglaterra.
Adriana Sales é graduada em Letras-Inglês pela UFMG e doutora em Estudos Linguísticos, também pela UFMG, com a tese Jane Austen e seu fandom digital: emergências e propiciamentos em um sistema adaptativo complexo. É presidente da Jane Austen Sociedade do Brasil desde 2009, escreve no blog Jane Austen Brasil, produziu diversos artigos e capítulos de livros sobre a escritora e traduziu Emma, Mansfield Park e Razão e sensibilidade. É membro da Jane Austen Society of North America (Jasna) e da Jane Austen Society of Australia (Jasa).
Prezados leitores! Nossas #janeaustenlives de agosto serão maravilhosas! Vejam a programação no cartaz e organizem suas agendas! Lembrem-se: os encontros serão às 19:00 (horário de Brasília), na nossa página no Instagram @janeaustenbrasil E depois serão salvos no Youtube Jane Austen Sociedade do Brasil.
Nossas convidadas deste mês irão nos presentear com palestras sobre suas pesquisas mais recentes e/ou projetos atuais! Sejam todos bem-vindos!
Nossa próxima #janeaustenlives será amanhã, dia 20 de julho às 17:00 (horário de Brasília) e desta vez nossa convidada é a Jade Cestari (University of Ireland)! Vamos conversar sobre “Jane Austen e a Academia“. Lembrem-se: nossas lives acontecem no @janeaustenbrasil no Instagram.
Jade Cestari é graduada pela PUCRS e Mestre em Literatura Internacional Contemporânea e Plataformas de Mídia na National University of Ireland.
Nossa próxima #janeaustenlives será dia 13 de Junho às 19:00 (horário de Brasília) e desta vez nossa convidada é a Bárbara Soares da Silva (FBJ – Faculdade do Belo Jardim)! O tema escolhido por Bárbara foi “Uma conversa sobre os romances Austeneanos“. Lembrem-se: nossas lives acontecem no @janeaustenbrasil no Instagram.
Bárbara Soares da Silva é Graduada em Letras/Espanhol/Inglês e suas respectivas literaturas Especialista em Ensino de Língua Portuguesa Atualmente professora de Português e Redação da rede Diocesana de Educação.
Prezados leitores e companheiros de jornada! Nossas #janeaustenlives estão de volta! Vejam a programação no cartaz e organizem suas agendas! Lembrem-se: os encontros serão às terças sempre às 19:00 (horário de Brasília), na nossa página no Instagram @janeaustenbrasil E depois serão salvos no Youtube Jane Austen Sociedade do Brasil.
Nossas convidadas deste mês irão nos presentear com palestras sobre suas pesquisas mais recentes! Sejam todos bem-vindos!
Fui assistir a apresentação do trabalho “Orgulho, preconceito e identidade: A representação da mulher na obra de Jane Austen” da Ana Iara Araújo Dos Santos sob orientação da Prof. Dra. Andréa Beatriz Hack De Góes; para minha surpresa as pesquisadores usaram como referencial teórico um artigo que publiquei na Universidade Federal de Uberlândia: “A Identidade Feminina na Obra ‘Orgulho e Preconceito’ de Jane Austen”.
A pesquisa de Ana Iara faz uma análise sobre a representação da mulher de forma bem interessante! Confira o vídeo abaixo!
A nona edição da Revista LiterAusten está com chamada aberta para artigos relacionados ao Universo Austen e aos estudos sobre escritoras inglesas! Qualquer temática que seja relacionada às escritoras e suas obras é bem vinda!
Normas para Publicação
1. Número de páginas Para apresentação do trabalho, que abarcará 15 minutos, sugerimos produzir um texto de, no máximo, 6 páginas. Para a publicação na revista, o tamanho máximo é de até 15 páginas (com referências).
2. Apresentação Papel tamanho A4 (21 cm X 29,7 cm), com margens superior e esquerda de 3 cm e direita e inferior de 2 cm. A fonte deverá ser TIMES, tamanho 12, espaçamento 1,5, parágrafo justificado com recuo de 1,5 cm e entrelinha 1,5. O arquivo não pode ter marcas de formatação (estilo, tabulações) nem numeração de páginas. Para citações: fonte TIMES, tamanho 10, espaçamento SIMPLES entrelinhas.
3. Estrutura Título do artigo: em maiúsculas e em negrito, centralizado no alto da primeira página, em espaçamento 1,5 entrelinhas, tamanho 14. Nome do autor: por extenso, 1 linha abaixo do título, alinhado à direita, com mesmo tamanho e fonte do texto e com asterisco para a nota de rodapé onde deverá ser inserido o mini-currículo. Mini-currículo: em nota de rodapé, puxada do sobrenome do autor, na qual constem titulação, instituição de origem, cidade e estado e o endereço eletrônico do autor. Corpo do texto: duas linhas abaixo do nome do autor, entrelinhas 1,5, fonte tamanho 12, justificado, adentramento de 1,5. Subtítulos devem ser alinhados à margem esquerda. Notas: devem ser colocadas ao pé da página e numeradas sequencialmente.
4. Citações Devem seguir a NBR 10520 da ABNT (disponível aqui) no sistema AUTOR-DATA.
Em citações textuais, o autor deve ser citado entre parênteses, exclusivamente pelo sobrenome, separado por vírgula da data de publicação: (SOUZA, 2006). As citações de obras de um mesmo autor, publicadas no mesmo ano, devem vir discriminadas por letras minúsculas após a data, sem espaço: (GIVÓN, 2002a, 2002b). Se o autor estiver citado no texto, apenas a data virá entre parênteses: Souza (2006) admite mais de uma forma… Obras com até três autores, todos devem ter seus sobrenomes indicados, separados por ponto-e-vírgula (MARTELLOTA; FURTADO; MEDIANEIRA, 2003). Se houver mais de três, indica-se o primeiro sobrenome, seguido de et. al. (MATEUS et al., 1985). Em citações diretas, a(s) página(s) deverá(ão) seguir a data, após a vírgula e a indicação “p.”: (SOUZA, 2006, p.102). Se o trecho corresponder a um intervalo de páginas, separa-se a inicial da final com hífen: (NEVES, 20006, p.102-110). A citação direta, de até três linhas, deve estar inserida em um parágrafo comum do texto, entre aspas duplas. As aspas simples serão usadas para indicar citação no interior da citação. A citação direta, com mais de três linhas, deve constituir parágrafo autônomo, justificado, sem aspas, destacado com recuo de 4 cm da margem esquerda, em fonte TIMES, normal (NÃO UTILIZA-SE ITÁLICO), tamanho 10, espaço simples. Destaques em citações devem ser feitos em itálico e, após o número de página da referência, deve-se usar a expressão [grifo nosso] entre colchetes. As citações em línguas estrangeiras devem ser traduzidas no corpo do texto com remissão à nota de rodapé em que será transcrito o trecho original. Não há necessidade de indicar que a autoria da tradução é do(s) autor(es) do artigo.
5. Referências Alinhadas à esquerda, SEM JUSTIFICAÇÃO, sem recuo de parágrafo. Deverão ser organizadas a partir dos sobrenomes dos autores (dispostos em ordem alfabética) e, no caso de um mesmo autor, na sequência cronológica de publicação dos trabalhos citados, duas linhas após o texto ou os agradecimentos. As referências a obras traduzidas devem trazer a indicação dos créditos de tradução. O destaque do título deve ser feito em NEGRITO. As referências devem seguir rigorosamente as normas da ABNT, NBR 6023 (disponível aqui).
E-mail para envio do artigo: janeaustensociedadedobrasil@gmail.com
ATENÇÃO: NOS RESERVAMOS O DIREITO DE NÃO PUBLICAR OS TEXTOS QUE NÃO SEGUIREM AS NORMAS AQUI EXPLICITADAS.
Publicação da Jane Austen Sociedade do Brasil – ISSN 2526-9739literausten-08-2020Baixar
Na edição 8 da Revista LiterAusten apresentamos um artigo que discute Jane Austen sob o viés bíblico. Em seguida, um artigo analisando uma personagem da novela Orgulho e Paixão, inspirada em várias obras de Jane Austen. Os três artigos restantes exploram a obra Orgulho e Preconceito sob diferentes pontos de vista: a posição da mulher na sociedade aristocrática inglesa, Elizabeth Bennet em foco e, uma análise da adaptação cinematográfica de 1940.
Os artigos aqui apresentados são frutos de trabalhos e pesquisas acadêmicas que visam enriquecer nosso conhecimento a respeito da autora e suas obras.
Nossa convidada para a próxima #janeaustenlives será dia 07 de agosto às 20:00 (horário de Brasília) é a Aline Benato Soares. Nossa conversa vai girar em torno da pesquisa que ela fez a respeito da traduções de Orgulho e Preconceito de Jane Austen.
Bio: Mestre em Letras (2020) pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, campus Pato Branco, com ênfase em Literatura, Sociedade e Interartes. Desenvolve pesquisa na área de tradução literária e foi bolsista durante o mestrado da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Licenciada em Letras Português/Inglês (2016) pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná, campus de Pato Branco. Participou do Projeto de Pesquisa nos Estudos Descritivos da Tradução durante o período da graduação e do mestrado. Atua nas áreas de Língua Inglesa, Literatura Anglófona e Tradução Português/Inglês e Inglês/Português, tendo como principal interesse a área de Tradução Literária. Suas pesquisas abordam as literaturas em contato, por meio da tradução e análise literária, com interesse na literatura de autoria feminina, e em especial nos estudos das obras de Jane Austen. Trabalha como docente de língua inglesa, língua portuguesa, literatura e redação em escolas particulares do município de Pato Branco – Paraná. É apaixonada por Jane Austen e por suas obras, tendo como livro favorito Orgulho e Preconceito.
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