Em tempos de pandemia, quem tem disponibilidade e sabe falar inglês, temos uma dica ótima da @drunkausten:

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Para quem ainda não leu: Querida Jane Austen – uma homenagem, está disponível para download no site da Amazon. Para quem não tem o dispositivo Kindle, basta baixar o aplicativo para leitura ou ler no navegador. Corre lá porque é por pouco tempo!

Os primeiros exemplares tão esperados de Lady Susan chegaram da gráfica!
Nessas páginas você se divertirá com “Frederic e Elfrida”, “Jack e Alice”, “Edgar e Emma”, “Henry e Eliza”, “Amor e amizade”, “Uma história da Inglaterra”, “As três irmãs”, “Lesley Castle”, “Evelyn”, “Catharine ou O caramanchão” e “Lady Susan”, além de dois textos inacabados, escritos quando já mais madura: “Os Watsons” e “Sanditon”.
Você já pode garantir o seu exemplar na pré-venda da Amazon! 😍

Em tempos de corona vírus a vida acadêmica não pode parar! Hoje nasce uma doutora em estudos linguísticos e literários em inglês pela USP! Parabéns Renata Cristina Colasante pelo brilhante trabalho “cartas de Jane Austen: um estudo e tradução anotada”! Tive o prazer de participar dessa banca ao lado dos professores Marcos Antônio de Moraes e Lenita Maria Rimoli Pisetta e da orientadora Sandra Guardini


Está aberta a chamada para artigos para publicação na Revista Literausten, até dia 31 de maio de 2020.
A sétima edição da Revista LiterAusten (ISSN 2526-9739) está com chamada aberta para artigos relacionados ao Universo Austen e, agora também, aos estudos sobre outras escritoras inglesas! Qualquer temática que seja relacionada às escritoras e suas obras é bem vinda!

Recebi, hoje mais cedo, um presente maravilhoso da Melinda @jasna_sctx é um kit de impressa do filme #emma2020 espero que esteja disponibilizado em streaming em breve para nós aqui no Brasil, já que não podemos mais ir aos cinemas e demais lugares com aglomerações de pessoas! @emmafilm @focusfeatures #jasbra #janeaustenbrasil #janeaustensocietyofbrazil #janeaustensociedadedobrasil

Fonte: Fantástico Mundo de Jane Austen
Em tempos de coronavírus, distanciamento social e medidas de prevenção, a sensata heroína de Persuasão pode nos deixar algumas dicas valiosas. Para informações oficiais sobre o coronavírus, acesse: https://coronavirus.saude.gov.br/ Informação, cuidado coletivo e combate às fake news são essenciais! Fiquemos todos protegidos e façamos a nossa parte.
Artigo escrito por Larissa Pereira de França[1], Publicado na Revista Literausten, edição 06/2019.

Se a um leitor assíduo das obras de Jane Austen é pedido para que trace um perfil de algumas das personagens dos romances Austeneanos, com sucesso esse leitor será capaz de fazê-lo. Facilmente, um pode traçar o perfil do Sr. Collins – um homem pedante, repugnante, bajulador e, como muitos dizem um “mala”. Ou da Sra. Bennet – uma senhora falante, ignorante, fútil e fofoqueira que vive por casar as filhas e não se cansa de reclamar da vida. Ou de Sir Walter Elliot – um baronete quase falido, porém prepotente, vaidoso e orgulhoso.
Porém, ao refletir, esse leitor percebe que nos perfis que traçou não havia sequer uma característica física. Ele percebe que não sabe a cor dos olhos do Sr. Collins, a estatura da Sra. Bennet ou se Sir Walter Elliot era calvo. Não sabe porque Jane Austen não dá a ele essa informação. No entanto, é capaz de imaginar perfeitamente essas personagens. Isso porque a descrição física e material – preferida pela grande maioria dos escritores – para Jane Austen não aparenta ser o mais importante dentro de uma obra. Entretanto, a autora se destaca pela ausência dessa descrição – o que chamo de [in]descrição. O que é e a importância dessa [in]descrição constituem a preocupação deste artigo.
[1] Formada em Letras – Inglês/Literaturas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). E-mail: larissa.p.franca@gmail.com.
Tradução inédita do artigo escrito por Joan Klingel Ray[1] com tradução de Adriana Sales Zardini (tradução)[2], Publicado na Revista Literausten, edição 06/2019.

A ânsia de introduzir um romance apaixonado na vida de Jane Austen – seja com o jovem irlandês Tom Lefroy ou com outra pessoa – não é novidade. Em uma palestra proferida em 1925, na Sociedade Real de Literatura dos Estados Unidos sobre a “lacuna” na produtividade literária de Austen entre 1797 (Primeiras Impressões) e o “dilúvio” de romances após 1811, H. W. Garrod advertiu sensatamente:
Os biógrafos de Miss Austen procuraram a explicação do mistério em um caso de amor. Mas talvez uma explicação mais simples [seja]. . . que, apesar de ter escrito seus três primeiros romances até o final de 1798, não havia encontrado uma editora para nenhum deles até 1811. Um gênio, o mais fértil, necessariamente sente seus ardores bastante amortecidos pelo infortúnio de três filhos natimortos. (GARROD, 1935: 27-28). Com o lançamento do filme “Amor e Inocência” pela Miramax, em 2007, essa especulação se espalhou pelo mundo dos fãs de Austen para o público do cinema. Muitos cineastas podem acreditar que não apenas Lefroy era o “muso” romântico de Austen, mas também que ele mantinha um lugar em seu coração.
[1] Joan Klingel Ray (email: jray@uccs.edu) é professora de inglês e pesquisadora da Universidade do Colorado, em Colorado Springs, Presidente dos amigos norte-americanos da Chawton House Library. Foi Presidente da JASNA (Jane Austen Society of North America) de 2000 a 2006.
[2] Adriana Sales Zardini (email: aszardini@gmail.com) é doutora em Estudos Linguísticos pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), professora de inglês no CEFET-MG (Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais) e Presidente da JASBRA (Jane Austen Society of Brazil) desde 2009.
Tradução inédita do artigo escrito por Jane Nardin[1] Tradução: Vitória Martins de Souza e Ana Clara Coura Vargas (CEFET-MG Timóteo)[2]. Publicado na Revista Literausten, edição 06/2019.
Jane Austen sabia tudo sobre Hannah More, mas Hannah More nunca ouviu falar de Jane Austen, o que não chega a ser surpreendente. Apesar da popularidade de More não ter sobrevivido após sua morte, em 1833 aos 88 anos, enquanto viva, essa cristã moralista foi, sem sombra de dúvida, a mais famosa escritora inglesa.

[1] Professora de Literatura Inglesa na Universidade de Yale. E-mail: jane.nardin@yale-nus.edu.sg. Website: <https://www.yale-nus.edu.sg/about/faculty/jane-baron-nardin/>. Jane Nardin é Professora de Inglês na Universidade de Wisconsin, Milwaukee, EUA, onde se especializou nos romances ingleses do século XIX. Seu livro mais recente é Trollope and Victorian Moral Philosophy (Impresso na Universidade de Ohio, 1996), ainda sem título em português.
[2] São alunas do Ensino Médio no CEFET-MG Campus Timóteo. Conduziram esse trabalho sob orientação da professora Adriana Sales e co-orientação de Marcelle Salles em 2019.
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