Por que Jane Austen era feminista?

A leitora Alexandra Duarte nos presenteia hoje com suas reflexões a respeito de Jane Austen e feminismo. E vocês leitores, o que acham desta perspectiva?

O artigo está disponível para download, basta clicar na imagem abaixo.

 

Artigo: Literatura na Web

Prezados leitores e amigos, conversando outro dia com a Lília dos Anjos, acabamos percebendo que apenas publicamos aqui no blog sobre a nossa apresentação no 3o Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação.

Infelizmente nos esquecemos de divulgar nosso artigo sobre ‘A literatura discutida na WEB: algumas reflexões sobre o compartilhamento de saberes’. Nesse artigo discutimos a respeito do fórum de discussão da JASBRA e traçamos um perfil dos usuários. Espero que gostem! 

Jane Austen é pop: o papel do leitor e do espectador na Austen Mania

Vocês se lembram que ontem eu publiquei aqui no blog a respeito da pesquisa de mestrado da Marcela Soalheiro? Ainda dá para participar, basta clicar aqui.

Hoje, apresento a vocês um resumo expandido de um artigo escrito por Marcela que será publicado no SOCINE e no IBERICOM
 

Jane Austen e a fantasia de poder em “Orgulho e Preconceito”

A Natallie Chagas acaba de me dar uma ótima dica! Um artigo escrito por Larissa Selhorst Seixas a respeito de Orgulho e Preconceito.

Confiram abaixo um trecho do artigo.

Jane Austen e a fantasia de poder em “Orgulho e Preconceito”  
Por Larissa Selhorst Seixas

Algumas críticas contemporâneas como a historiadora Mary Poovey defendem que a figura de Elizabeth representa um equilíbrio entre o individualismo e as regras sociais e não a negação dessas regras. Embora a heroína do romance seja uma mulher perspicaz e autoconfiante, que desdenha da incerteza de seu futuro, ela também admite, em outros momentos, que toda ação do indivíduo está conectada à vida dos outros membros da sociedade. Isto fica exemplificado com a história do escândalo que cai sobre a família Bennet com a fuga de Lydia e Wickham, ferindo duramente o orgulho e segurança da própria Elizabeth. Neste sentido, Poovey acredita que Jane Austen estaria defendendo a ideia que o amor romântico poderia ser um corretivo do egoísmo e do individualismo exacerbado. É o que ocorre com Mr. Darcy, por exemplo, que abre mão do seu orgulho e dos seus preconceitos de classe pelo amor a Elizabeth.”

Para ler o artigo completo basta clicar aqui.

Pride & Prejudice: Understanding Context

“Uma revista interativa sobre o contexto de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, elaborada por estudantes avançados de inglês da HSC.”
Essa é a definição desta pequena publicação sobre Jane Austen. Mais um excelente achado no Issuu.

O universo feminino nas obras de Jane Austen

Com o corre-corre do meu dia-a-dia acabei me esquecendo de divulgar um artigo que escrevi para Revista Em Tese da Pós Graduação em Estudos Literários da UFMG. Participei de um congresso Chamado Mulheres em Letras e após a minha apresentação, fui convidada a escrever um artigo para a revista.
Entre os pontos que merece destaque neste artigo estão: o papel da mulher na sociedade, no casamento e dentro do seio familiar, os direitos da mulher e por fim, Jane Austen e o feminismo.

Abaixo, o arquivo gratuito para download: