Sorteio aniversário de Jane Austen – quem ganha o presente é você!

Olá queridos leitores! O aniversário de Jane está chegando (238 anos ela faria no próximo dia 16) e decidi oferecer um Kit exclusivo para os leitores do Jane Austen Brasil!

Para participar do sorteio basta responder à pergunta acima e deixar seu nome completo. Vocês poderão participar até 16:00 do dia 16 – que é o aniversário de Jane. Mas atenção, só serão consideradas as mensagens que atenderem aos requisitos acima, combinado?

Posteriormente publicarei as mensagens como uma espécie de cartão de aniversário para Jane! 🙂

Veja o que contêm no Kit Exclusivo da JASBRA:

 Kit do sorteio:
– 1 Bolsa do Bicentenário de Orgulho e Preconceito (exclusividade da JASBRA)
– 1 bloquinho post it da Jane Austen’s Regency World
– 1 Guia de visitação de Chawton House, direto da casa onde Jane morou
-1 cartão postal da Catedral de Winchester, onde Jane está sepultada
– 1 marcador de livros comemorativo de 200 anos de Razão e Sensibilidade, presente do pessoal de Chawton
– 1 marcador de livros comemorativo dos 200 anos de Orgulho e Preconceito, exclusividade JASBRA
– 2 chaveiros comemorativos dos  200 anos de Orgulho e Preconceito, exclusividade JASBRA
– 2 broches comemorativos dos  200 anos de Orgulho e Preconceito, exclusividade JASBRA 

Por que Jane Austen era feminista?

A leitora Alexandra Duarte nos presenteia hoje com suas reflexões a respeito de Jane Austen e feminismo. E vocês leitores, o que acham desta perspectiva?

O artigo está disponível para download, basta clicar na imagem abaixo.

 

Resultado do Sorteio Duplo de Razão e Sensibilidade

Hoje é dia do tão esperado sorteio duplo de Razão e Sensibilidade!
Foram 95 inscritos!

Vejam quem são os sortudos abaixo:

 

Gazeta de Longbourn apresenta: A Darcy Christmas

Já no espírito natalino, Luciana Darce (JASBRA-PE) nos resenha contos de natais em Pemberley!

Happiness, deep love, and Christmas cheer echoed down the lengthy corridors and invaded every chamber of the Manor. But in none were these positive emotions as high as in the Master’s chambers on the upper floor of the south wing.

You see, this Christmas was Darcy’s first as a married man. A newlywed of less than a month, in fact, and to his indescribable joy, his wife was Elizabeth. The numerous questions of the prior Christmas were answered beyond his wildest imaginings. Any delusions or doubts were erased.

Was he in love with Elizabeth Bennet, now Elizabeth Darcy?

Yes! A resounding yes and to a depth that continually staggered him.

Estamos quase no Natal! E que melhor forma de comemorar do que passar as festas em Pemberley?

A Darcy Christmas é uma antologia de três contos de autoras já conhecidas por ‘brincar’ com as palavras de Austen: Amanda Grange, Sharon Lathan e Carolyn Eberhart. Das três, confesso que a única que conheço é a Grange, por causa da série de diários dos heróis austenianos.

É de Grange o conto de que mais gostei, Christmas Present. Os personagens todos ecoam muito bem suas contrapartes originais e é divertido ver como eles se comportam no ‘pós-livro’, com a família toda se reunindo sob o teto dos Bingley, Lady Catherine e Mrs. Bennet competindo por “parente mais inconveniente do ano”.

A relação de Darcy e Lizzie é confortável como boa xícara de chocolate quente num dia frio (algum dia farei algo sobre minha obsessão com metáforas culinárias para livros…) e a história toda é bem gostosa de ler.

Mr. Darcy’s Christmas Carol da Carolyn Eberhart é… eu não sei dizer o que é, para ser sincera. A ideia em si é interessante, mas o desenvolvimento é tão absurdo que se torna inadvertidamente engraçado.

Fiquei um pouco com o pé atrás com algumas inconsistências, especialmente sobre o pai do Darcy e sua relação com o Wickham. Ainda assim, ri quando Darcy cruza com Wentworth ou, melhor ainda, como o próprio Scrooge – e não vamos entrar no mérito que o conto de Dickens é bem típico da era vitoriana, umas boas décadas pós-Austen…

Fecha a tríade A Darcy Christmas, de Sharon Lathan, conto que dá nome à antologia.

Lathan, como Grange, é mais fiel ao estilo de Austen, embora alguns detalhes me pareçam destoar da personalidade que conhecemos dos personagens mais famosos da autora… Ainda assim, a história me agradou, mostrando décadas de natais da família Darcy, o nascimento e perpetuação de tradições de Lizzie, Fitzwilliam e seus filhos.

De uma maneira geral, não é o melhor que já li em matéria de sequências e mashups inspirados em Austen… mas é um livrinho interessante, rápido de ler e apropriado para dias longos sem nada para fazer, quando temos vontade de nos enroscarmos na cama preguiçosamente e ler algo açucarado-indutor-de-diabetes.

Além disso… it’s beginning to look a lot like Christmas… (e Pemberley deve ser liiiiiinda no Natal…).

Trailler de ‘Death Comes to Pemberley’

Acabo de descobrir o trailer de Death Comes to Pemberley:

 

O que vocês acham? Principalmente aqueles que leram o livro?

Detalhes: canal BBC1 agendou para o dia 26 de dezembro a estreia da minissérie Death Comes To Pemberley, adaptação de Juliette Towhidi da obra de P.D. James que, por sua vez, utiliza os personagens de Orgulho e Preconceito, obra de Jane Austen, para narrar sua história. A história acompanha Elizabeth (Anna Maxwell Martin, de The Bletchley Circle) e o Sr. Darcy (Matthew Rhys, de The Americans) que, seis anos após os fatos ocorridos no livro de Austen, vivem em Pemberley com seus dois filhos. No momento em que organizam um baile, eles são surpreendidos por Lydia (Jenna-Louise Coleman, de Doctor Who), irmã de Elizabeth, que chega com a notícia de que seu marido George Wickham (Matthew Goode, de Dancing on the Edge) foi assassinado. Uma investigação tem início levantando suspeitas e revelando segredos. No elenco também estão Rebecca Front (The Thick of It), James Fleet (Little Dorrit), Penelope Keith, Joanna Scanlan (The Thick of It e Getting On), Eleanor Tomlinson (The White Queen),James Norton, Tom Ward (Silent Witness) e Trevor Eve (Waking the Dead). A minissérie tem três episódios produzidos pela BBC Drama em parceria com a Origin Pictures e apoio financeiro da Screen Yorkshire.

Fonte: Veja.com

 

Um homem verdadeiramente ótimo, não apenas “ótimo para mim”

E com vocês, mais um post em parceria com a Editora Realejo e Elizabeth Kantor:

By Elizabeth Kantor 
“Exatamente dois terços dos americanos acreditam no conceito de almas gêmeas, no qual ‘duas pessoas estão destinadas a ficarem juntas’”, relatou o Washington Times em setembro de 2010. Mais mulheres do que homens, os pesquisadores descobriram, aceitam essa teoria sobre o amor. Impressionantes 69% de nós, contra 63% dos homens, concordam com o conceito de almas gêmeas. O lado ruim? Pessoas que acreditam em almas gêmeas têm 150% mais chances de se divorciarem do que pessoas que não acreditam.
O que Jane Austen tem a dizer sobre esse assunto? Suas heroínas estão buscando suas almas gêmeas? Elas se casam com os homens a quem estão destinadas? Parece que não. Aqui está Elinor Dashwood, fazendo seu melhor para convencer sua Romântica irmã a abandonar a teoria das almas gêmeas no amor, “e, depois de tudo, Marianne, depois de tudo que é encantador na ideia de um apego singular e constante, e de tudo que pode ser dito a respeito da felicidade de alguém depender inteiramente de uma pessoa em particular, não deve ser – não cabe – não é possível que seja assim”.
Se você já leu até aqui, não vai ficar chocada ao encontrar Jane Austen do lado realista, não do Romântico, em qualquer questão. Mas se as heroínas de Jane Austen não estão procurando suas almas gêmeas, o que elas estão procurando? E se elas não terminam com “O” homem perfeito que o destino lhes reservou, como o par que elas encontram no fim dos romances parece tão… perfeito?
Uma heroína de Jane Austen pensa muito menos do que nós em “achar um homem ótimo para ela” e muito mais em achar um homem que seja simplesmente ótimo. Não é que a compatibilidade não seja parte da equação – Jane Austen não é defensora do “não seja tão exigente, você pode ser feliz com qualquer homem decente se desejar”. Mas suas heroínas pensam e falam sobre homens em termos de qualidades objetivas que os tornam homens interessantes, não apenas em como combinam com as preferências e necessidades subjetivas das heroínas. Jane Austen tem todo um vocabulário sofisticado para falar de cada aspecto da personalidade de um homem. Porque esquecemos que essa linguagem, nosso pensamento sobre um homem – pelo menos quando vai além de aparência e status e entra na questão de que tipo de pessoa ela é – tende a cair quase imediatamente em uma avaliação subjetiva do que nos atrai pessoalmente. Uma heroína de Jane Austen tem critérios melhores para avaliar os homens. Não com exatidão científica, é claro, mas comparando-os com padrões que têm algum tipo de aplicação universal. Ela pensa no quanto um homem é “perfeito” de forma abstrata antes de perguntar se ele é “perfeito para mim”.

Por que os relacionamentos são mais difíceis para nós?

Outro post em parceria com Elizabeth Kantor e Editora Realejo

 By Elizabeth Kantor
De forma paradoxal, Jane Austen achava mais fácil manejar exatamente o tipo de relacionamento que parece mais difícil para nós. Ela considera alcançar a “independência” quando uma mulher sai da casa dos pais – ou de seu trabalho como governanta-acompanhante, como a Sra. Weston faz no início de Emma – para se casar. Para Jane Austen, um homem e uma mulher apaixonados um pelo outro são as duas pessoas no mundo que mais chegam perto de se sentirem confortáveis ao preencher exatamente o mesmo espaço ao mesmo tempo. Homens e mulheres são tão diferentes um do outro que eles se complementam naturalmente, assim como competem um com o outro. E claro que a divisão de trabalho entre os sexos era mais rígida naquela época. Essas diferenças – a complementaridade e a possibilidade de uma espécie de harmonia natural entre homens e mulheres – tornam lógica a ideia de que, ainda que seja “dependência” dividir uma casa e uma renda com seus pais ou seus empregadores, é “independência” dividi-las com um marido. Além disso, nesse caso, existe a excitação do começo do amor (e no sexo) para ajudar a suavizar as dificuldades.
Então, por que os “relacionamentos” parecem muito mais difíceis hoje do que os relacionamentos em geral – amizades e por aí vai? Não acredito que seja apenas porque em vez de confiar na tradicional divisão de tarefas pelo sexo, temos de negociar quem lava as louças e quem faz as contas. É que, hoje em dia, um relacionamento romântico é praticamente o único relacionamento realmente íntimo que muitos de nós tentamos depois de adultos – “íntimo” no sentido prático que estamos dividindo espaço, dinheiro e decisões sobre qualquer coisa mais importante do que o almoço.
Procuramos nossos amigos para ter conforto em relação às partes da nossa vida nas quais temos que “trabalhar” – nossos trabalhos e nossos relacionamentos com homens. Os amigos estão lá quando saímos do tumulto da vida e paramos no acostamento, quando fazemos a análise no fim do jogo. Dividimos nossos pensamentos e sentimentos com eles, ou, talvez, com nossa mãe ou irmã. No entanto, depois que saímos da faculdade e daqueles pequenos apartamentos que dividíamos na época do primeiro emprego, com frequência, deixamos de dividir nossa vida com outras pessoas além de um homem. O que significa que estamos tentando administrar nosso relacionamento sem o tipo de prática em relacionamentos em geral que as heroínas de Jane Austen têm.

No amor, busque a felicidade

Mais um post em parceria com a Editora Realejo e Elizabeth Kantor:

No amor, busque a felicidade
 By Elizabeth Kantor
Todas as heroínas bem-sucedidas de Jane Austen têm o mesmo obje­tivo. No amor, elas buscam a felicidade. É o que elas buscam, no que diz respeito aos homens, e é o que elas desejam para seus amigos.
Soa simples demais, não? Isso não é óbvio? Todo mundo quer ser feliz, certo?
A resposta curta é não.
Ou melhor, claro que nós todos queremos ser felizes. Se a vida nos fi­zesse a pergunta dessa forma – escolha um ou outro, felicidade ou tristeza – não teríamos problemas em acertar a resposta. No entanto, Jane Austen se esforça para nos mostrar que as questões importantes da vida não vêm assim. A felicidade não vem servida em um prato bonito.
Não ajuda a pensar, mas é claro que quero ser feliz. A diferença entre o é claro que quero ser feliz e a busca séria pela felicidade é sutil. Mas entendê-la é absolutamente crucial. O vago é claro que quero ser feliz é comum a todos. A busca por uma felicidade racional e permanente é o que diferencia as heroínas de Jane Austen.
Para ajudar a esclarecer a diferença, vamos tomar como exemplo o diálogo a seguir em Orgulho e Preconceito, “Elas podem apenas desejar a felicidade dele, e se ele está ligado a mim, nenhuma outra mulher pode proporcioná-la”, diz Jane Bennet a respeito das irmãs de Bingley. Mas Eli­zabeth aponta a falha no argumento de Jane, “sua primeira premissa é falsa. Elas podem desejar muitas outras coisas além da felicidade dele; elas podem desejar o aumento de sua fortuna e posição; elas podem dese­jar que ele se case com uma garota que tem toda a importância conferida pelo dinheiro, boas relações, e orgulho”. Se você perguntasse as irmãs de Bingley se elas desejam que ele seja feliz, elas responderiam que sim. Cla­ro que sim. Elas nunca o tornariam infeliz apenas para arruiná-lo. Mas a vida não apresenta essa pergunta de forma abstrata. Você não pode esco­lher sim ou não, a favor ou contra tudo que é claro que você quer.
Para chegar ao amor feliz, você deve achar o caminho em uma flo­resta de desejos conflitantes. No processo, é fácil que um objetivo do tipo “mas é claro que eu quero isso” seja deixado de lado por causa de coisas completamente diferentes nas quais você vem realmente depositando seu tempo e energia. É apenas em retrospecto que você vê quando deixou passar algo que realmente queria.
Quantas de nós querem perder peso? Claro que queremos. Mas não podemos escolher gorda versus magra de forma abstrata. Precisamos nos concentrar em sermos magras e a manter o foco em meio a um mundo de refrigerantes de meio litro e potes de sorvete gigantescos.
Da mesma forma, se você perguntar a qualquer mulher, “você quer ser feliz?”, ela vai responder que sim. Mas essa é uma resposta para a per­gunta isolada, que nunca é a forma que virá no meio das complexidades da vida real (ou a coisa mais perto disso, um romance de Jane Austen). A pergunta verdadeira não é “você quer ser feliz?”, é “o que você quer?”. Em outras palavras, qual é o objetivo – dentre os vários focos conflitantes que você adotaria se lhe fossem servidos em um prato com acompanhamen­to ao lado – que você está buscando de fato? (Com sua energia e tempo limitados e toda a capacidade que você possui). Quando você visualiza o que quer do amor, qual é a imagem que aparece? Você realmente está esperando um final feliz para sempre?

Para nos inspirar, Jane Austen nos mostra heroínas que encontram o caminho para a felicidade. Mas, para nos alertar, ela também nos mostra mulheres que não conseguem. Elas não falham porque estão procurando o amor nos lugares errados, mas porque elas estão procurando por outras coisas quando deviam estar buscando a felicidade no amor.

Sorteio: Dobradinha Razão e Sensibilidade

Olá pessoal! Começa hoje o sorteio de duas edições de Razão e Sensibilidade, publicadas pela Martin Claret, com tradução de Roberto Leal Ferreira. Para conhecer os detalhes do livro e coleção, que é linda de se ver, veja aqui. Esta coleção é pocket, mas não no formato convencional, é maiorzinha e traz um lindo projeto gráfico, como vocês poderão ver aqui e aqui. Eu tenho uma certa responsabilidade nesta coleção, porque escrevi os resumos das contracapas e ajudei a escolher as cores de cada capa. Espero que gostem!
 
Veja como funciona o sorteio:
 
1) uma única participação por leitor (nomes repetidos serão deletados)
2) deixe seu nome nos comentários
3) serão duas cópias sorteadas
 
Para participar você deverá acessar o blog até o dia 09 de dezembro, o sorteio será no dia 10 de dezembro. Fique atento!
 
 
 

Não tire o olho da bola

Mais um post em parceira com Elizabeth Kantor e Editora Realejo:

Não tire o olho da bola
 By Elizabeth Kantor
As mulheres de hoje não deixam a felicidade passar pelas mesmas razões que nos romances de Jane Austen, alguns poderiam dizer.
Sim, elas deixam.
Vamos começar com o “desespero por admiração” de Lydia Bennet. Você não precisa ir muito longe para encontrar exatamente o mesmo im­pulso hoje em dia. Ele está ali, na fila do caixa de qualquer supermerca­do, onde a capa da Cosmo nos dá conselhos sobre “As dez coisas que os homens desejam na cama: a coisa surpreendente que 80% dos homens acham sexy”, “78 maneiras de excitá-lo”, “Primeiro tire as calças dele” ou “Os segredos do tesão masculino: um gatilho surpreendente para os mais profundos desejos sexuais dele” Esses artigos nos convencem a perseguir o que Jane Austen chama de felicidade “racional” e “permanente”? Acre­dito que não. Eles estão apontando exatamente para a mesma trilha que fez a pobre Lydia perder seu final feliz. A Cosmo espera que suas leitoras tentem algumas coisas que mesmo Lydia Bennet não estaria disposta. No entanto, o objetivo principal que a Cosmo convence sua leitora a buscar é exatamente o mesmo tipo de atenção masculina que Lydia desejava.
E o que há de errado com atenção masculina? Nada. Mas há uma questão crucial. Se você busca apenas atenção masculina, você não está focando sua mente no que vai lhe fazer feliz. Você tirou seu olho da bola, você pode perder a chance.
No final, a “felicidade racional” de Jane Austen não exclui nenhuma das coisas de que as mulheres querem – tanto dos homens quanto da vida. Todas nós queremos ser admiradas apaixonadamente, cortejadas e agradadas, as coisas com as quais Lydia Bennet é obcecada. Queremos ter uma vida confortável e organizada, como Charlotte Lucas. E todas queremos nos sentir bem com nós mesmas e nos sentirmos livres – as mesmas coisas que Maria Bertram quer. Mas da mesma forma que essas personagens de Jane Austen perdem seu final feliz, muitas mulheres mo­dernas perdem a felicidade por colocá-la no fundo da gaveta e agarrarem essas outras coisas primeiro. Todos os dias, as mulheres escolhem a coisa brilhante, acessível aqui e agora, deixando seus verdadeiros sonhos de um amor verdadeiramente feliz pendurados. Elas acabam tendo sexo, dinhei­ro, ou status – mas não felicidade.