Trailler de ‘Death Comes to Pemberley’

Acabo de descobrir o trailer de Death Comes to Pemberley:

 

O que vocês acham? Principalmente aqueles que leram o livro?

Detalhes: canal BBC1 agendou para o dia 26 de dezembro a estreia da minissérie Death Comes To Pemberley, adaptação de Juliette Towhidi da obra de P.D. James que, por sua vez, utiliza os personagens de Orgulho e Preconceito, obra de Jane Austen, para narrar sua história. A história acompanha Elizabeth (Anna Maxwell Martin, de The Bletchley Circle) e o Sr. Darcy (Matthew Rhys, de The Americans) que, seis anos após os fatos ocorridos no livro de Austen, vivem em Pemberley com seus dois filhos. No momento em que organizam um baile, eles são surpreendidos por Lydia (Jenna-Louise Coleman, de Doctor Who), irmã de Elizabeth, que chega com a notícia de que seu marido George Wickham (Matthew Goode, de Dancing on the Edge) foi assassinado. Uma investigação tem início levantando suspeitas e revelando segredos. No elenco também estão Rebecca Front (The Thick of It), James Fleet (Little Dorrit), Penelope Keith, Joanna Scanlan (The Thick of It e Getting On), Eleanor Tomlinson (The White Queen),James Norton, Tom Ward (Silent Witness) e Trevor Eve (Waking the Dead). A minissérie tem três episódios produzidos pela BBC Drama em parceria com a Origin Pictures e apoio financeiro da Screen Yorkshire.

Fonte: Veja.com

 

Morte em Pemberley será exibido no Natal

Por indicação da Samanta Fernandes –  do Improvement of Mind – fiquem sabendo que Death Comes do Pemberley (Morte em Pemberley) tem sua estreia marcada para o Natal a ser exibido pela BBC one na Inglaterra. Serão três episódios baseados no livro de P. D. James. Conheça mais a história aqui.
 
 
 
 
 

Edição 66 da Revista Jane Austen’s Regency World

A edição de novembro/dezembro da Revista Jane Austen’s Regency World acaba de sair do forno e traz o ator Matthew Rhys na capa, no papel de Mr. Darcy da mais nova adaptação da BBC para o livro de P. D. James “Morte em Pemberley”.

Veja abaixo alguns assuntos também nesta edição:

*interviews and pictures from the recent  filming of P. D. James’s Death Comes to Pemberley

*how the Pride & Prejudice bicentenary has drawn many new fans to Jane Austen’s work

*the children in Jane Austen’s life, both real and fictional

*raising a royal child in Georgian England

*the Regency influence on style in New Zealand

*Christmas time, Georgian style: a trawl through a classic text and gift suggestions for Janeites

*Plus News, Letters, Book Reviews and information from Jane Austen Societies in the US, UK and Australia

Para assinar a revista, com desconto exclusivo de 20% para o Jane Austen Brasil, 
basta clicar aqui

Death comes to Pemberley – filme dos bastidores

Baseado no livro de P. D. James, a BBC está produzindo Death Comes to Pemberley, no Brazil o livro foi publicado pela Cia das Letras com o título: Morte em Pemberley.

Você pode ganhar o livro de P. D. James

Recebi uma confirmação da Cia das Letras para uma nova parceria com o blog Jane Austen Brasil! Eles irão enviar para sorteio dois livros do P. D. James – Morte em Pemberley! Agora é só esperar os livros sairem da gráfica! Muito obrigada, Cia das Letras!

Aguardem um novo post com os detalhes do sorteio, ok?

Lançamento: Morte em Pemberley

Por indicação da Viviane Costa, apresento a vocês o lançamento de ‘Morte em Pemberley’ publicado pela Cia das Letras, com tradução de Sônia Moreira
Pré-venda na Livraria da Travessa por R$ 34,76. 

A capa ficou simples tendo em vista as capas internacionais. Confira aqui a resenha de Luciana Darce publicada maio de 2012. 

Livros com 50% de desconto! Aproveitem!

Para amenizar a polêmica criada com o último post (a discussão no facebook continua quente), vou divulgar aqui uma dica da Vic Sanborn sobre uma promoção imperdível de livros! Trata-se de uma promoção da Jane Austen Books
Veja aqui a lista completa dos livros com promoção de 50% de desconto! hip hip hurrah!!
Entre eles alguns imperdíveis:
Murder Comes to Pemberley 
Jane Austen Made Me Do It: Original Stories Inspired by Literature’s Most Astute Observer of the Human Heart 
Confessions of a Jane Austen Addict  
Rude Awakenings of a Jane Austen Addict.  

Gazeta de Longbourn apresenta: Death Comes to Pemberley

“Neither man spoke of the past. Darcy could not rid himself of its power but Wickham lived for the moment, was sanguine about the future and reinvented the past to suit his audience, and Darcy could almost believe that, for the present, he had put the worst of it completely out of his mind.”

Este mês no Coruja (que está fazendo três anos de existência) vai ao ar um grande especial sobre o detetive mais famoso de todos os tempos, Mr. Sherlock Holmes. No espírito das comemorações, decidi ler para a coluna da Gazeta de Longbourn um romance policial – e não precisei esquentar muito a cabeça para me decidir em Death Comes to Pemberley, que chamou a atenção desde antes de ser lançado.

Ele também acabou entrando em minha cota de ‘livros a ler para o bicentenário de Orgulho e Preconceito’ e ‘audiobooks para ocupar o tempo no trânsito’. Três coelhos com uma só cajadada!

Antes de mais nada, vamos colocar as coisas nesses termos: se você está atrás de romance e ‘oh, Mr. Darcy’, Death Comes to Pemberley não é exatamente seu cupcake (hum… que fome…). Não há cenas de alcova, nem mesmo beijos apaixonados. Em compensação, há uma confortável familiaridade entre Lizzie e Darcy, tranqüila e rotineira. O final é um pouco mais doce e, pelo menos para mim, agradou bastante, bem no espírito da Austen.

Embora haja vários momentos em que acompanhamos Lizzie em seus esforços para trazer um pouco da paz roubada de Pemberley com a chegada de Lydia, é Darcy a voz dominante da história. A verdade, contudo, é que o livro não se concentra no casamento dos Darcy. O interesse aqui é entender o que aconteceu no bosque que cerca a propriedade e que culminou no assassinato de Mr. Denny, possivelmente pelas mãos de seu amigo, Mr. Wickham.

A narrativa abre às vésperas de um grande baile em Pemberley, em memória de Lady Anne, a mãe de Darcy. No meio da noite, uma carruagem quase desgovernada chega contendo uma Lydia histérica.

Wickham e Lydia tinham planejado para que ela pudesse comparecer ao baile dos Darcy a despeito do fato de que nenhum dos dois é particularmente bem-vindo. O cavalheiro em questão largaria a esposa na mansão no meio da noite – de forma que não houvesse outra alternativa para Lizzie além de receber a irmã – e depois seguiria com Denny para Londres, a fim de procurar sua própria diversão. No meio do caminho, contudo, Denny e Wickham discutem, deixam a carruagem para terminar a conversa, se escuta um tiro no meio da noite… e quando são encontrados de novo, Denny está morto e Wickham está aos prantos, completamente bêbado, dizendo que matou ‘seu único amigo’.

A cena é surreal para Darcy, que não apenas tem de lidar com o escândalo às portas de Pemberley, como participar da investigação – uma vez que é um dos magistrados locais. Contudo, a despeito de suas reservas para com Wickham, ele não acredita realmente que esse fosse capaz de assassinato – especialmente de um amigo tão próximo quanto Denny.

Wickham é preso – suas palavras à cena do crime servindo praticamente como uma confissão – e até seu julgamento final haverá outras desconfianças e segredos para desenterrar.

Death Comes to Pemberley foi particularmente fascinante para mim em seus debates sobre a questão da justiça. Descobri pela história que, à época, não existia corte de apelação e se ocorresse um erro judiciário, não haveria como entrar com um recurso. Tudo o que você podia fazer era esperar por um perdão real – e nada garante que este viria ou mesmo que chegaria a tempo de salvar um homem inocente.

Confesso, contudo, que esperava um pouco mais do mistério. Passei metade do livro torcendo o nariz e querendo dar um chute no Coronel Fitzwilliam, ao mesmo tempo em que torcia pela Georgiana e tentava entender o que tinha acontecido. Eu estava absolutamente inclinada a me surpreender com a revelação do final, uma vez que meus próprios talentos de detetive nem de longe tinham me levado a alguma conclusão, mas quando afinal disseram quem tinha sido o assassino, fiquei… não sei dizer exatamente. Desapontada? Descontente? Ligeiramente desconfiada?

Talvez o problema tenha sido exatamente esse: eu estava esperando demais desse livro, alguma reviravolta emocionante, totalmente extraordinária e quando ela aconteceu, veio temperada de enganos inocentes e soluções quase ingênuas.

Gostei do livro pelas cenas familiares, pela forma como é mostrada a intimidade dos Darcy e dos Bingley (porque Bingley me dá vontade de agir como a tia que aperta as bochechas?), como a Georgiana se reafirma em muitos momentos, superando aquela timidez quase doentia de seus tempos de adolescente e especialmente pela aparição de Mr. Bennet. Adorei que o Darcy demonstre confiança e até alívio com a presença do sogro no meio daquele pesadelo.

Não vai virar um favorito, mas é uma boa pedida.

* Lu Darce (JASBRA-PE) presentemente está fazendo bolhas com seu cachimbo e pensando nos misteriosos caminhos que o crime nos pode levar. Essas e outras divagações, vocês podem encontrar em Coruja em Teto de Zinco Quente.

Lançamento: Death Comes to Pemberley

A escritora de P. D. James acaba de lançar um livro inspirado em Pride and Prejudice. Trata-se de um romance policial, chamado: Death Comes to Pemberley.
Pesquisando na internet, acabei descobrindo uma resenha escrita por Marcelo Alves Dias de Souza (Doutorando em Direito pela King´s College London). O texto foi escrito para o Jornal A Tribuna, do Rio Grande do Norte. 

Maiores detalhes sobre o livro, inclusive algumas páginas para degustação do leitor, você encontrará aqui: Amazon do Reino Unido

P. D. James é o nome literário de Phyllis Dorothy James (1920-), a “Baroness James of Holland Park”, representante vitalícia do Partido Conservador na Casa dos Lordes do Parlamento britânico. Em plena atividade aos 91 anos, ela acaba de lançar o seu mais recente romance policial, “Death Comes to Pemberly” (editora Faber & Faber). Resultado: primeiro lugar na lista de best-seller de ficção no Reino Unido. Com uma longevidade que me faz lembrar a querida amiga Agatha Christie (1890-1976), outrora merecidamente apelidada de a “dama” ou a “Rainha” do crime, P. D. James tem com “Death Comes to Pemberly” o ponto de chegada (ainda provisório, acredito) de uma belíssima carreira literária que se inicia com “Cover Her Face” (1962), onde ela nos apresenta o seu detetive, Adam Dalgliesh, da Scotland Yard. Pertencente à Royal Society of Literature e presidente da Society of Authors, P. D. James, por alguns de seus romances assim como pelo conjunto da sua obra, já ganhou inúmeros prêmios atribuídos à literatura policial, tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos.
Em “Death Comes to Pemberly”, P. D. James une duas de suas grandes paixões: o romance policial e a obra de Jane Austen (1775-1817), uma das maiores escritoras inglesas de todos os tempos, autora dos romances “Sense and Sensibility” (1811), “Pride and Prejudice” (1813), “Mansfield Park” (1814), “Emma” (1815), “Persuasion” (1818) e “Northanger Abbey” (1818). “Death Comes to Pemberly” põe morte e mistério no mundo de “Pride and Prejudice”. Em 1803, Mr. Darcy e Elizabeth (Bennet), principais personagens do clássico de Austen, são casados há alguns anos e têm dois filhos. Tudo vai muito bem em Pemberley, a propriedade da família no condado inglês de Derbyshire. Mas essa tranquilidade é quebrada em certo dia do outono. Após uma festa, sem convite, uma esposa aparece alegando haver sido seu marido assassinado. A partir daí a felicidade no casamento de Mr. Darcy e Elizabeth é ameaçada. A Pemberley de Austen é agora um ambiente permeado de crime e muito mistério. Uma empreitada audaciosa, pode-se dizer do novo livro de P. D. James. Embora na literatura inglesa venha se tornando cada vez mais frequente os pastiches e as paródias dos clássicos, “Death Comes to Pemberly”, seriamente, procura inserir uma estória dentro de outra estória, o que, convenhamos, não é nada fácil.

De P. D. James eu já conhecia e aprovara “A Certain Justice” (1997), que gira em torno do assassinato de uma brilhante advogada criminal, Venetia Aldridge, após haver defendido, com sucesso, um jovem acusado de haver matado a própria tia. Para aqueles ligados ao Direito, sobretudo ao direito criminal, “A Certain Justice” tem um apelo especial: entre outras coisas, ele procura analisar o que se passa na mente de um criminoso, discute os dilemas morais dos advogados criminais (o que nem todos eles, é verdade, têm), assim como explica as limitações de qualquer sistema de justiça criminal. “Death Comes to Pemberly” foi, portanto, uma compra natural. E logo comecei a devorar as primeiras páginas.

Mas, numa dessas coincidências da vida, no mesmo dia que adquiri “Death Comes to Pemberly”, perambulando pelos sebos de Charing Cross (ao dizer isso mais uma vez, fica até parecendo que vivo por lá e nada estudo de Direito), dei de cara com uma coleção de romances de P. D. James em uma promoção imperdível. Cada qual com suas 400 páginas, todos em capa dura e novinhos. O melhor: apenas 1 libra cada. E lá foram para a minha sacola: “A Mind to Murder” (1963), “Unnatural Causes” (1967), “Death of an Expert Witness” (1977), “Innocent Blood” (1980), “A Taste for Death” (1985), “Original Sin” (1994) e “Death in Holy Orders” (2001), “The Murder Room” (2003) e “The Lighthouse” (2005).

Foi só chegar em casa e folhear esses livros que me bateu uma dúvida: deveria continuar lendo “Death Comes to Pemberly” ou deveria (re)começar minha aventura pelo mundo de P. D. James por um dos seus romances policiais tradicionais, com o detetive Adam Dalgliesh como meu guia?

Sem consultar pessoalmente minha nova amiga (P. D. James), deixei de lado “Death Comes to Pemberly” e parti para “Death in Holy Orders”. Que me desculpe a queridinha Jane Austen, mas adorei o enredo de “Death in Holy Orders”, que tem como pano de fundo uma série de assassinatos em um Seminário da Igreja Anglicana, o St. Anselm’s Theological College, localizado em um remoto ponto na costa de Suffolk, condado no estremo leste da Inglaterra. Achei “sinistro” ou, como dizem os jovens de Natal com um sentido bem positivo, “tenso”. Em tempos de Carnatal, é do que preciso. Depois, prometo, volto para descansar na “Pemberly” de Austen e James.