Orgulho e Preconceito nas bancas

Orgulho e Precoceito dos Clássicos Abril Coleções chegará às bancas no próximo dia 15 de maio. Quem me enviou a dica foi o Roberto Terra, um dos mais novos seguidores deste blog. Obrigada Roberto!
Para quem já estava tristinho porque não encontrou a coleção em sua cidade, não fiquem tristes! O aviso no site da editora diz que os volumes estarão disponíveis para os outros estados do Brasil a partir deste mês. Então justifica o fato de eu tentar encontrar os livros nas bancas aqui de Belo Horizonte e os jornaleiros nem sequer saberem do que se trata! Ufa, até que enfim se lembraram de nós!

Mansfield Park – análise dos personagens

Hoje apresento uma pequena introdução que fiz para a edição de Mansfield Park, versão bilingue, publicada pela Editora Landmark. Para ler o texto, é só clicar no arquivo abaixo e ampliar a tela se necessário.
O texto é curtinho, mas faço algumas considerações sobre Edmund Bertram e Fanny Price (personagens principais). Espero que gostem!

Dicas

Fui avisada pela Editora LP&M que a tradução de Orgulho e Preconceito será lançada em dezembro! Certamente se trata de um excelente trabalho traduzido por Celina Portocarrero! Agora é só aguardar!
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Uma dica de compra é um box com as séries da década de 70 e 80 baseadas nos livros de Austen à venda na Amazon. Infelizmente não há legendas em português, mas para quem tem bom ouvido e leitura em inglês é uma boa pedida. Além disso, o preço está irresistível: 41,99. Infelizmente aumentaram um pouquinho pois na semana passada custava 34,90 dólares.  Mesmo assim vale à pena, se pensarmos que são 6 séries por cerca de 85 reais + frete.
Bem diferente dos preços salgadinhos da Livraria da Travessa (257 reais) e Livraria Cultura (301,50). Sem contar que o tempo mínimo de espera para a importação é  de 15 a 60 dias úteis.
Eu não assisti todos os episódios dessas mini-séries, só assisti Mansfield Park. A versão de Mansfield Park é a mais fiel ao livro. Gostei muito! Gostei mesmo de Mary Crawford, muito boa a atuação! O Mr. Crawford estava um pouco afetado…
A seguir as datas de lançamentos das séries que hoje estão no formato DVD (áudio e legendas em inglês):
Northanger Abbey – 1986
Mansfield Park – 1983
Pride and Prejudice – 1980
Sense and Sensibility – 1981
Emma – 1972
Persuasion – 1971
Quando o meu box chegar em dezembro/janeiro (meu amigo vai me trazer de presente), eu assisto e compartilho com vocês!

Meu livro chegou!

Pessoal, é com enorme alegria que faço aqui a publicação das primeiras fotos com meu livro!

Trabalho concluído, agora posso voltar ao meu hobby: ponto cruz!
Minha edição de Mansfield Park foi comentada/citada em alguns sites e blogs:

Mansfield Park nas livrarias

Pessoal, já se encontra nas livrarias o livro Mansfield Park! Uma grata surpresa justo no dia do tradutor! Na livraria saraiva já está à venda há uns quinze dias, na livraria da travessa devem publicar ainda hoje.
Para os amigos e leitores que quiserem o livro com uma dedicatória minha é só enviar um email para adriana@jasbra.com.br para saber maiores detalhes sobre o depósito e o envio do livro.
Obrigada à todos pelo carinho e felicitações! Dedico essa vitória aos meus pais, pela humildade e educação que recebi!

Mansfield Park – Edição Bilingue

Antes de sair do forno, a primeira tiragem de MANSFIELD PARK já causa alvoroço. Há anos fora de catálogo no Brasil, a obra publicada em 1814 pela escritora inglesa Jane Austen (16 de dezembro de 1775 – 18 de julho de 1817) retorna ao mercado pelas mãos da EDITORA LANDMARK, traduzida por Adriana Zardini, mestre em educação, especialista em língua inglesa e presidente do Jane Austen Sociedade do Brasil.
Fruto da fase mais madura da autora, o romance traz a história de uma menina que é adotada por seus parentes ricos, apresentando conflitos que envolvem amor e contratos sociais, escravidão e civilidade, riqueza e autopercepção – sempre com o toque irônico de Austen, sua marca registrada.
O lançamento de “MANSFIELD PARK” pela EDITORA LANDMARK apresenta esta importante obra de Jane Austen em uma edição bilíngue, resgatando toda a magnificência e toda a preocupação social de uma das maiores escritoras inglesas.
Ainda que o livro aborde vários temas, a principal questão é a busca da identidade e do verdadeiro amor. Por mais de dois séculos o livro divide os leitores: por um lado, “MANSFIELD PARK” é o trabalho mais autobiográfico de Jane Austen, refletindo o mundo de pretendentes religiosos e proprietários de terra, das caçadoras de maridos, dos esnobes e dos tolos do interior – no qual a escritora viveu e procurou o amor. Entretanto, o texto parece entrar em conflito com as tradicionais heroínas de Austen, uma vez que Fanny Price é surpreendentemente contida e passiva, fato que tem aturdido por décadas os críticos e os fãs da autora.
As questões sociais também são discutidas na obra, sugere-se pela crítica especializada que o título se refere ao julgamento de Mansfield, a decisão inglesa legal e histórica tomada pelo chefe da Justiça Lorde Mansfield, segundo a qual foram estabelecidos os primeiros limites quando à escravidão na Inglaterra. No romance, Fanny surpreende sua família adotiva ao levantar a questão sobre o envolvimento deles com a escravidão. As cartas de Jane Austen escritas na época nos informam de uma paixão por Thomas Clarkson, um popular abolicionista, o que justificaria o envolvimento da autora com estas questões sociais.
Jane Austen, como os seus personagens, cresceu em uma zona rural na Inglaterra entre a classe abastada e religiosos, cujos hábitos e negócios ela observava com perfeição e, às vezes, com uma honestidade brutal e reveladora. A sua memorável linguagem, a sua sagacidade satírica, o seu delicado senso de humor e as complexas caracterizações de luta moral no coração das famílias, além das alianças românticas, contribuem para o estilo atemporal da autora.
O tema prevalecente na obra continua relevante: a necessidade de homens e mulheres encontrarem a sua identidade e fazerem as suas próprias escolhas – ainda que a sociedade, por sua natureza, tente os fazer seres dependentes, sem força e preconceituosos. Este foi o romance mais lucrativo de Austen, garantindo à autora 350 libras, uma fortuna na época.
A história já foi adaptada algumas vezes para o cinema e televisão, as mais conhecidas são as versões de 1983 pela BBC e as homônimas norte-americanas de 1999 e 2007.
MANSFIELD PARK integra a série de obras bilíngues que a EDITORA LANDMARK publica ao longo dos anos, figurando ao lado de “Orgulho e Preconceito”, “Persuasão” e “A Abadia de Northanger”, também de Jane Austen, “A Moradora de Wildfell Hall”, de Anne Brontë, “O Último Homem”, de Mary Shelley, entre outros clássicos da literatura mundial.
MANSFIELD PARK – JANE AUSTEN – EDIÇÃO BILÍNGUE
Editora Landmark – Brochura – 448 páginas
Tradução de Adriana Zardini
ISBN 978-85-88781-45-0 Preço de Capa R$49,90
Previsão de lançamento nas livrarias: 30/setembro/2009

Razão e Sensibilidade

Por indicação de minha amiga Lilian dos Anjos, descobri que a Martin Claret lançou uma edição muito baratinha de Razão e Sensibilidade (2009) = R$ 10,90

Ao que tudo indica, a tradução deve ser de qualidade pois na capa está escrito o nome do tradutor Roberto Leal Ferreira (conhecido no meio).
O que mais me chamou a atenção foi a capa, muito bonitinha! Acho que já vi em algum outro livro ou pintura, mas não estou me lembrando agora.

Resumo que está no site da Martin Claret:

Jane Austen (1775-1817) — considerada uma das mais importantes representantes da literatura inglesa, ao lado de Shakespeare — passou toda a sua vida no interior de um diminuto círculo social, formado pela aristocracia rural. Tematizando o dia-a-dia das pessoas comuns, com fina ironia e aguda percepção do ser humano inserido na sociedade da época, Austen introduziu o romance inglês na modernidade.Razão e sensibilidade (1811) é a história de duas irmãs — Elinor e Marianne, respectivamente a “racional” e a “sensível” —, as quais, em razão do falecimento do pai, têm de se adaptar a um estilo de vida mais modesto, em meio a uma sociedade inteiramente dirigida pelo status social.