Artigo: Literatura na Web

Prezados leitores e amigos, conversando outro dia com a Lília dos Anjos, acabamos percebendo que apenas publicamos aqui no blog sobre a nossa apresentação no 3o Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação.

Infelizmente nos esquecemos de divulgar nosso artigo sobre ‘A literatura discutida na WEB: algumas reflexões sobre o compartilhamento de saberes’. Nesse artigo discutimos a respeito do fórum de discussão da JASBRA e traçamos um perfil dos usuários. Espero que gostem! 

Jane Austen é pop: o papel do leitor e do espectador na Austen Mania

Vocês se lembram que ontem eu publiquei aqui no blog a respeito da pesquisa de mestrado da Marcela Soalheiro? Ainda dá para participar, basta clicar aqui.

Hoje, apresento a vocês um resumo expandido de um artigo escrito por Marcela que será publicado no SOCINE e no IBERICOM. 
 

Os desjejuns na época ( e na casa ) de Jane Austen

Este “delicioso” post é de Cláudia Cristino (vice-presidente e co-fundadora da JASBRA). Na verdade, trata-se do primeiro post da nossa gentil colega, aqui neste blog! Com vocês: OS desjejuns na época (e na casa) de Jane Austen* 


O desjejum inglês, tal e como o conhecemos hoje, se desenvolveu no período da Regência, Anteriormente, às 10 de manhã, tomava-se o almoço que consistia de chá, café, bolos, pães, carnes, ovos, etc. Em uma visita à Abadia de Stoneleigh, a mãe de Jane Austen fez um comentários sobre  a quantidade de comida que se servia no café da manhã, e fez uma lista. “Chocolate, café e chá, bolo de frutas (como Bolo de Reis), pastel (doce feito com massa de farinha, ovos e outros ingredientes, assado, costuma recheá-lo com cremes, geléias, etc.), bolos quentes e frios, pãezinhos e manteiga, e uma torrada para mim”.

Estes desjejuns mais tarde permitiam que as pessoas pudessem escrever suas cartas (ou qualquer mensagem), fazer seus passeios ou leituras, e até final da década de 1880 era um requisito que se celebrassem os casamentos pela manhã, de maneira que os banquete eram estes fartos desjejuns que permitiam que os convidados fosse embora para casa nas primeiras horas da tarde, e os noivos começassem, logo, sua lua de mel.

A medida que a classe trabalhadora foi crescendo e a classe média tomou força, os horários de alimentação mudaram, e o café da manhã passou a ser feito entre 8 e 9 horas da manhã, para que o homens de negócios e profissionais pudessem realizar ou desempenhar suas atividades. Estes desjejuns eram compostos por bolos e pãezinhos (brioches), as torradas e bolo de frutas etc.

As bebidas mais comuns era o chocolate e o chá. Na casa de Jane, ela era a responsável de preparar o chá e preparar o “café da manhã” para a família, para às 9 horas da manhã, depois de ter estudado piano, sozinha. Seus desjejuns consistiam de bolo com especiarias, torradas e chá, de vez em quando, chocolate.

(Tradução livre do espanhol feita por Cláudia Cristino)

Men, Women, and Marriage

Mais cedo eu fiz um post sobre a regional da JASNA em Chicago. Achei muito interessante que o site tem uma seção de artigos, escritos pelos membros. 
O artigo ‘Men, Women, and Marriage’ foi escrito por Jeff Nigro, coordenador da regional em Chicago. 

 
Clique aqui para ler a Introdução e em seguida nevegue pelas abas que dão continuidade ao artigo.
 

The uncensored Jane Austen

Os primeiros escritos de Jane Austen podem não ser tão bem conhecidos como seus 6 livros, porém Janet Todd explica que estes escritos revelam algumas particularidades que nos ajudam a entender a jovem escritora e a mente por trás de seus trabalhos.

Clique aqui para ler o artigo completo.

Jane Austen e a fantasia de poder em “Orgulho e Preconceito”

A Natallie Chagas acaba de me dar uma ótima dica! Um artigo escrito por Larissa Selhorst Seixas a respeito de Orgulho e Preconceito.

Confiram abaixo um trecho do artigo.

Jane Austen e a fantasia de poder em “Orgulho e Preconceito”  
Por Larissa Selhorst Seixas

“Algumas críticas contemporâneas como a historiadora Mary Poovey defendem que a figura de Elizabeth representa um equilíbrio entre o individualismo e as regras sociais e não a negação dessas regras. Embora a heroína do romance seja uma mulher perspicaz e autoconfiante, que desdenha da incerteza de seu futuro, ela também admite, em outros momentos, que toda ação do indivíduo está conectada à vida dos outros membros da sociedade. Isto fica exemplificado com a história do escândalo que cai sobre a família Bennet com a fuga de Lydia e Wickham, ferindo duramente o orgulho e segurança da própria Elizabeth. Neste sentido, Poovey acredita que Jane Austen estaria defendendo a ideia que o amor romântico poderia ser um corretivo do egoísmo e do individualismo exacerbado. É o que ocorre com Mr. Darcy, por exemplo, que abre mão do seu orgulho e dos seus preconceitos de classe pelo amor a Elizabeth.”

Para ler o artigo completo basta clicar aqui.

Pride & Prejudice: Understanding Context

“Uma revista interativa sobre o contexto de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, elaborada por estudantes avançados de inglês da HSC.”
Essa é a definição desta pequena publicação sobre Jane Austen. Mais um excelente achado no Issuu.

Jane Austen nas Bancas

Acabo de comprar aqui em uma banca do centro da cidade, um exemplar da Revista Conhecimento Prático – Literatura, com a capa e um artigo inteirinho sobre Jane Austen.

Como estou a caminho da escola, não poderei fazer uma foto agora e publicá-lo aqui no blog. Mas ai vai a dica. O artigo está disponível no site da editora e tem seis páginas. Vale à pena dar uma conferida!

Leia abaixo um trechinho do artigo e continue o restante no site da Editora Escala Educacional.

A vida na Inglaterra das pequenas cidades e vilarejos do final do século XVIII e início do XIX era pacata, apesar dos conflitos nas colônias da América do Norte e, mais adiante, com a França de Napoleão. Os transportes eram caros, e as famílias, mesmo as mais abastadas, não viajavam muito. Quase todas as necessidades eram supridas localmente, o que não as impedia de se divertir e ter acesso à cultura. O lazer era proporcionado por festas promovidas pela vizinhança, como bailes ou saraus informais, com música, jogos, leituras e às vezes teatro.
Foi nesse cenário que, em 16 de dezembro de 1775, nasceu Jane Austen, em Steventon, no condado de Hampshire, filha do pastor anglicano George Austen e de Cassandra Leigh.

O artigo foi escrito por Raquel Sallaberry do JaneAusten.com.br

A Educação em Northanger Abbey

Minha querida amiga Renata Colasante é orientadora de Sabrina Maria Alves da Silva no trabalho investigativo a respeito da educação em A Abadia de Northanger. O trabalho será apresentado durante a 9a Mostra Acadêmica da UNIMEP.

A Representação da Voz Feminina nas obras de Jane Austen

Acabo de encontrar um artigo muito interessante sobre: A REPRESENTAÇÃO DA VOZ FEMININA NAS PERSONAGENS CENTRAIS DE AUSTEN EM EMMA E ORGULHO E PRECONCEITO escrito por Maria Regina Pacheco e Fernandes Ferreira de Souza para a Revista Digital do Curso de Letras da UNEMAT. Boa leitura e bom restinho de feriado para todos!