Não percam hoje às 21:30 na Globo News, a segunda parte do Programa Espaço Aberto Literatura sobre Jane Austen!
Para quem não assistiu a primeira parte, assista abaixo!
This time, Vic wrote a post (including some quotations written by me) talking about our Brazilian Society and our II Annual Meeting! You can read the full post here.
Aqui estão alguns trechos do artigo:
“Amor perfeito é ficar com a pessoa amada pelo resto da vida,” me disse ontem uma amiga. Já para a inglesa Jane Austen (1775-1817), “a felicidade no casamento é uma questão de sorte. Por mais profundo que seja o conhecimento mútuo ou identidade entre as partes interessadas antes do enlace, em nada contribui para a felicidade,” diz uma personagem do romance Orgulho e Preconceito (1796). “Quanto menos se conhecer os defeitos daquele com quem se vai passar o resto da vida, tanto melhor será.” Austen jamais teve a oportunidade de comprová-lo. Ela nunca se casou. Ainda assim Austen divide com minha amiga uma mesma certeza: “amor perfeito” tem a ver com “o resto da vida””.
No tempo de Jane Austen, e até poucas décadas atrás, não havia alternativa ao casamento. Amando-se ou odiando-se, os casais eram obrigados a dividir o mesmo teto por toda a vida. A liberdade era monopólio masculino. Até 1870, ir ao restaurante à noite na Europa era um prazer reservado aos senhores da sociedade, todos casados, e suas amantes. Suas esposas fechavam os olhos – e cuidavam dos filhos. O chá das cinco “para damas” só foi instituído em Londres nos anos 1870, como forma de atrair o público feminino aos restaurantes.
Os primeiros tópicos para discussão já foram abertos, vejam abaixo:
Na seção ‘Discussão do Livro’ já coloquei duas perguntas para iniciarmos nossas discussões:
1) Na sua opinião, qual é a melhor tradução para o título ‘Sense and Sensibility’, e porque?
Deverá estar ligado para publicar um comentário.