A fórmula do amor perfeito

Peter Moon escreveu  um artigo sobre a fórmula do amor perfeito e menciona Austen diversas vezes! Mais uma prova de que nossa amada escritora está em alta.

Aqui estão alguns trechos do artigo:

“Amor perfeito é ficar com a pessoa amada pelo resto da vida,” me disse ontem uma amiga. Já para a inglesa Jane Austen (1775-1817), “a felicidade no casamento é uma questão de sorte. Por mais profundo que seja o conhecimento mútuo ou identidade entre as partes interessadas antes do enlace, em nada contribui para a felicidade,” diz uma personagem do romance Orgulho e Preconceito (1796). “Quanto menos se conhecer os defeitos daquele com quem se vai passar o resto da vida, tanto melhor será.” Austen jamais teve a oportunidade de comprová-lo. Ela nunca se casou. Ainda assim Austen divide com minha amiga uma mesma certeza: “amor perfeito” tem a ver com “o resto da vida””.

No tempo de Jane Austen, e até poucas décadas atrás, não havia alternativa ao casamento. Amando-se ou odiando-se, os casais eram obrigados a dividir o mesmo teto por toda a vida. A liberdade era monopólio masculino. Até 1870, ir ao restaurante à noite na Europa era um prazer reservado aos senhores da sociedade, todos casados, e suas amantes. Suas esposas fechavam os olhos – e cuidavam dos filhos. O chá das cinco “para damas” só foi instituído em Londres nos anos 1870, como forma de atrair o público feminino aos restaurantes.

Leia o artigo na íntegra aqui.
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