Dicas para estudantes e interessados

Na semana passada, durante o III Encontro Nacional de Hipertexto conheci a Crislene Pereira Nunes (UFPI) cuja apresentação foi: “Literatura digitalizada: o novo processo de leitura a partir da obra The Scarlet letter em sua versão digital”.  A pesquisa de mestrado da Crislene tem como base o site do NUPLID (Núcleo de Pesquisa em Literatura Digitalizada) da UFPI. Para quem gosta de literatura e tem boa leitura em inglês é uma dica irrestível! O site oferece os textos (retirados do Projeto Gutemberg), porém com notas de rodapé, explicações e imagens de autores e filmes baseados nas obras. Fiz uma visitinha e gostei muito! Pena que ainda não digitalizaram as obras de Jane por lá! Já fiz minha sugestão!

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Outras duas fontes ricas em informações para estudantes de todas as áreas: CliffsNotes e SparkNotes, que eu já conheci dos tempos de faculdade!
O CliffsNotes só apresenta duas obras de Austen: Emma e Pride and Prejudice (análises, resumos, contexto, jogos, etc).
O site é rico em informações e o leitor pode escolher entre ler na tela do pc ou comprar o livro (pdf ou brochura).
O SparkNotes traz toda a obra de Austen analisada, comentada e resumida.
Também oferecem a possibilidade de ler na tela (integral) ou comprar o livro (pdf, e-book ou brochura).
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Jane Austen Imortal – The Immortal Jane Austen

Neste livro Maggie Lane conta a história da breve porém intensa vida de Jane Austen e como sua imaginação moldou seus seis romances. Seus livros nunca deixaram de ser publicados e em muitos casos ficaram esgotados, e de fato existem mais de 60 edições de Orgulho e Preconceito diposnível no Reino Unido atualmente alem das traduções para a maioria das principais línguas do mundo. Versões para a televisão e para o cinema tem feito legiões de novos admiradores, enquanto ela continua a ser estudada no ensino universitário. Depois de 200 anos, Jane Austen continua divertindo e encantando gerações de leitores. Disponível por 4,99 libras no Jane Austen Centre.

As Memórias Perdidas de Jane Austen

Pessoal,
encontrei outro livro baseado na vida de Jane!

Livro: The Lost Memoirs of Jane Austen

Autora: Syrie James

Preço: 11,16 dólares no site da http://www.amazon.com/ (+ taxas de entrega).

Veja um trecho do livro aqui.

Comentários: (site da amazon) Alguns rumores indicam a existência de um cavalheiro misterioso que aparentemente foi amor da vida de Jane Austen. A verdade pode ter sido descoberta… Esquecida em sótão, será que as memórias de Jane foram descobertas depois de centenas de anos?

E se essas páginas contassem a história não contada? Essa é a permissa por trás do romance de Syrie James, que invade os segredos da vida de Jane Austen e nos dá uma imagem sobre o que se passava em sua mente e em seu coração. Nesse romance, Jane Austen deixa de descrever após uma viagem para Lyme, quando ela conhece o Sr. Ashford, um homem à altura de seu intelecto e temperamento. Inspirada pelas pessoas à sua volta, Jane começa a revisar Razão e Sensibilidade, o livro que ela começou a escrever anos mais cedo e espera ser publicado afinal. Esperto e engenhoso, escrito em um estilo que ecoa a própria Austen, As Memórias Perdidas de Jane Austen oferecem um encantador e possível enredo que pode ter servido de inspiração para a nossa amada escritora! É um livro notável, irresistível para os amantes de Jane Austen—and para qualquer um que ama uma grande história.

Primeiro Romance Sobre a Vida de Jane Austen

Pessoal,
a notícia não é tão nova assim, mas para nós leitores brasileiros com certeza a maioria não ouviu falar desse livro, lançado no ano passado.
Livro: Just Jane – A novel of Jane Auten’s Life
Autora: Nacy Moser
Preço: 11,19 dólares no site da http://www.amazon.com/ (+ taxas de envio).
Veja um trecho do livro aqui.
Baseado nos romances de Jane Austen, em suas cartas para a família, escritos históricos e uma cuidadosa pesquisa, a aclamada autora Nancy Moser traz luz à vida de Jane Austen, o mundo em que ela viveu e transporta os leitores à vida e mente da jovem e engenhosa escritora.
Apesar de hoje ser um enorme sucesso mundial, Jane Austen nunca se aventurou muito longe de sua casa na Inglaterra, mesmo sendo filha de um clérico a autora teve diversas possibilidades para observar o melhor e o pior da natureza humana. No entanto, Jane lutou para encontrar seu lugar na vida e no mundo.

Os Dois Livros Inacabados da Jane Austen


Esses dois livros foram publicados postumamente pelo sobrinho de Jane, H. Austen-Leigh em 1871 no livro chamado: A Memoir of Jane Austen.

A história de The Watsons se desdobra em um ambiente familiar onde a heroína descobre que suas oportunidades de casamento estão cercadas pela pobreza e orgulho.

Por outro lado, Sandition se arrista em um território bem diferente. A história acontence em um balnéario à beira mar, e tem como personagens: hipocondríacos e especuladores. Nos sugerindo que o trabalho de Jane Austen poderia ter tomando outras direções, surpresas inesperadas.

Como sugere a editora Dover, essas histórias são de interessantes devido aos registros literário e às curiosidades. São de alta qualidade e oferece uma leitura prazerosa tanto para estudo quanto por prazer!

Segue abaixo uma seleção dos dois livros:
Sandition – Chapter 1
A GENTLEMAN AND A LADY travelling from Tunbridge towards that part of the Sussex coast which lies between Hastings and Eastbourne, being induced by business to quit the high road and attempt a very rough lane, were overturned in toiling up its long a scent, half rock, half sand.
The accident happened just beyond the only gentleman’s house near the lane a house which their driver, on being first required to take that direction, had conceived to be necessarily their object and had with most unwilling looks been constrained to pass by.
He had grumbled and shaken his shoulders and pitied and cut his horses so sharply that he might have been open to the suspicion of overturning them on purpose (especially as the carriage was not his master’s own) if the road had not indisputably become worse than before, as soon as the premises of the said house were left behind expressing with a most portentous countenance that, beyond it, no wheels but cart wheels could safely proceed.
The severity of the fall was broken by their slow pace and the narrowness of the lane; and the gentleman having scrambled out and helped out his companion, they neither of them at first felt more than shaken and bruised. But the gentleman had, in the course of the extrication, sprained his foot; and soon becoming sensible of it, was obliged in a few moments to cut short both his remonstrances to the driver and his congratulations to his wife and himself and sit down on the bank, unable to stand.
“There is something wrong here,” said he, putting his hand to his anle. “But never mind, my dear,” looking up at her with a smile, “it could not have happened, you know, in a better place Good out of evil. The very thing perhaps to be wished for. We shall soon get relief. There, I fancy, lies my cure,” pointing to the neat-looking end of a cottage, which was seen romantically situated among wood on a high eminence at some little distance “Does not that promise to Be the very place?”
***
The Watsons — Part 1
The first winter assembly in the town of D. in Surrey was to be held on Tuesday, October 13th and it was generally expected to be a very good one. A long list of county families was confidently run over as sure of attending, and sanguine hopes were entertained that the Osbornes themselves would be there. The Edwards’ invitation to the Watsons followed, of course. The Edwards were people of fortune, who lived in the town and kept their coach. The Watsons inhabited a village about three miles distant, were poor, and had no close carriage; and ever since there had been balls in the place, the former were accustomed to invite the latter to dress, dine, and sleep at their house on every monthly return throughout the winter. On the present occasion, as only two of Mr. Watson’s children were at home, and one was always necessary as companion to himself, for he was sickly and had lost his wife, one only could profit by the kindness of their friends. Miss Emma Watson, who was very recently returned to her family from the care of an aunt who had brought her up, was to make her first public appearance in the neighbourhood, and her eldest sister, whose delight in a ball was not lessened by a ten years’ enjoyment, had some merit in cheerfully undertaking to drive her and all her finery in the old chair to D. on the important morning.
As they splashed along the dirty lane, Miss Watson thus instructed and cautioned her inexperienced sister: —

Lady Susan (1871)

Esta edição da Editora Dover, teve sua primeira publicação em 2005, teve como emabasamento o trabalho publicado por J. E. Austen Leigh (sobrinho de Austen) “Em Memória de Jane Austen” (1871). Lady Susan foi escrito aproximadamente em 1805, mas foi publicado pela primeira vez em 1871.

Os comentários a seguir encontram-se na contra capa do livro ao lado, publicação da Editora Dover, traduzido pela autora deste blog: Bonita, coquete, e viúva há pouco tempo, Lady Susan Vernon busca um novo e vantajoso matrimônio para si, e ao mesmo tempo tenta empurrar sua filha para um casamento sendo que ela detesta este homem. Ela enche sua agenda de compromissos com convites para visitas estendidas com os parentes e conhecidos por uma série de manobras astuciosas, de modo a alcançar de seu plano principal. Conforme o enredo se desdobra, os personagens são revelado e a expectativa se constrói – tudo por cartas trocadas entre Lady Susan, sua família, amigos, e inimigos. Descrito por seus rivais como a “uma grande coquete da Inglaterra”, amplamente dotada de uma cativante “decepção”, Susan prova ser uma figura notável, destituída de qualquer qualidade redentora cujas intrigas e maquinações a conduzem em última instância a resultados desastrosos. Lady Susan é um magnífico romance (freqüentemente provocativo) sobre os costumes and modos da época da Regência na Inglaterra, que se tornou um dos favoritos entre os leitores de Jane Austen. Os entusiastas de Austen e estudantes de literatura inglesa se encantarão em sua graça e expressão elegante.

ATENÇÃO
Esta obra de Jane Austen é de domínio público e encontra-se disponível para download:

Versão em Inglês

Versão em áudio

Mansfield Park (1814)

Aos 12 anos de idade a jovem Fanny passa a morar de favor em Mansfield Park, a casa do esposo de sua tia, Sir Thomas Bertram. Inteligente e estudiosa, ela logo se torna amiga de seu primo Edmund, o filho mais novo de seus tios, apesar de ser sempre destratada por seu tio e pelas suas primas fúteis. Com o passar do tempo Fanny se torna uma bela mulher, que acaba chamando a atenção de Henry Crawford, jovem que se tornou recentemente seu vizinho juntamente com sua irmã, Mary. Notando o interesse de Henry por Fanny, os tios dela logo promovem um encontro entre os dois para logo depois se sentirem revoltados com o desprezo que a jovem demonstra pelo seu novo vizinho.

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ATENÇÃO

Esta obra de Jane Austen é de domínio público e encontra-se disponível para download:
Versão em Inglës
Versão em áudio

Persuasão (1817)

Resumo: Último romance completo escrito por Jane Austen, “Persuasão” foi publicado postumamente em 1818, e adaptado várias vezes para o cinema e televisão.O enredo gira em torno dos encontros e desencontros entre Anne Elliot e Frederick Wentworth, que, apesar de apaixonados, são separados pelos infortúnios de sua juventude e opiniões contrárias de pessoas próximas, voltando a se reencontrar oito anos depois. Wentworth, agora rico e bem estabelecido, está determinado a se casar, porém traz em seu coração as marcas de uma dor profunda e não cicatrizada pelo tempo. Anne, livre das amarras de uma visão outrora limitada por preconceitos alheios, percebe o erro que cometeu ao seguir os conselhos de sua amiga Lady Russell, e que suas chances de felicidade podem estar perdidas para sempre.A trama é simples, porém bem elaborada: toda sagacidade e humor irônico da autora estão presentes na obra. Reviralvoltas, revelações de caráter, enganos e erros, nos são apresentados de forma refinada, de forma a nos retratar, página por página, um quadro fiel e extremamente detalhado da sociedade britânica da época.”Persuasão” destaca-se em dois pontos:- A heroína não se apresenta em plena juventude, o que mostra o amadurecimento da própria autora e seu amplo conhecimento sobre a complexidade do comportamento humano;- Através do personagem do Capitão Frederick Wentworth notamos a valorização do homem de iniciativa, que através de seus próprios méritos, e não através da herança, consegue influência e status social.Logicamente, sempre haverão de existir comparações com sua obra-prima “Orgulho e Preconceito”, mas alguns o listam em segundo lugar na ordem de preferência entre os escritos da autora.
O que quero aqui salientar, não como crítica pois acredito que a mesma acaba por destruir as obras privando-as de seu objetivo maior que é o entretenimento, é como Jane permanece atual, com uma narrativa que nos atinge como um “sopro de ar fresco”, tornando mais leve a nossa alma, nos entregando algo que merece ser delicadamente saboreado.
Trecho do Livro:”Já não consigo mais permanecer em silêncio. Tenho de lhe falar pelos meios ao meu alcance. Anne trespassa-me a alma. Sinto-me entre a agonia e a esperança. Não me diga que é muito tarde, que sentimentos tão preciosos morreram para sempre. Declaro-me novamente a si com um coração que é ainda mais seu do que quando o despedaçou há oito anos e meio. Não diga que o homem esquece mais depressa que a mulher, que o amor dele morre mais cedo. Eu não amei ninguém se não a si. Posso ter sido injusto. Posso ter sido fraco e rancoroso. Mas nunca inconstante.Vim a Bath unicamente por sua causa. Os meus pensamentos e planos são todos para si. Não reparou nisso? Não se apercebeu dos meus desejos? Se eu tivesse conseguido ler os seus sentimentos, como creio que deve ter decifrado os meus, não teria esperado estes dez dias. Mal consigo escrever. A todo momento ouço algo que me emociona. Anne baixa a voz, mas eu consigo ouvir os tons dessa voz, mesmo quando os outros não conseguem. Criatura muito boa, muito pura! Faz-nos, de fato, justiça, ao acreditar que os homens são capazes de um verdadeiro afeto e uma verdadeira constância. Creia que esta é fervorosa e firme em F. W. (Frederick Wentworth).Tenho de ir, inseguro quanto ao meu futuro; mas voltarei, ou seguirei o seu grupo, logo que possível. Uma palavra, um olhar será o suficiente para decidir se irei a casa do seu pai esta noite, ou nunca.”

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ATENÇÃO


Esta obra de Jane Austen é de domínio público e encontra-se disponível para download:

Versão em áudio: Opção 01 e Opção 02

Abadia de Northanger (1817)

Resumo: Esta historia maliciosa e delicada convida o leitor a refletir sobre a utilidade de ler romances. Com agradável senso de humor, a autora zomba dos romances góticos e seus exageros beirando o ridículo, e introduz a sua história em um cenário cotidiano e plausível, nem por isso menos terno. Jane Austen faz a critica social de seu tempo e também a análise moral de seus personagens. A heroína, Catherine Morland, deixa-se arrebatar pela imaginação viciada em leituras sobre crimes misteriosos em castelos assombrados. Catherine é a quarta filha entre dez irmãos, residente em Hertfordshir. Seus pais, não sendo pobres, não têm como prever de um bom dote tão numerosa prole. Alem disso, Catherine não se destacava em beleza nem em inteligência – em suma, uma garota normal. Aos dezessete anos, Catherine vai com sua amiga Sally para Bath, estação de águas, por seis semanas. Lá se hospedam com a Sra. Allen, que acompanha as moças aos bailes e passeios da temporada. Em seu primeiro baile, Catherine conhece Henry Tilney, simpático cavalheiro de vinte e cinco anos. A Sra. Allen encontra a Sra. Thorpe e suas filhas, uma das quais, Isabella, torna-se amiga de Catherine, enquanto seu filho, John, deseja ser seu namorado. Isabella é namoradeira e envolve-se com diversos rapazes, entre os quais o irmão de Catherine, James e o irmão mais velho de Henry, Frederick, para grande espanto de Catherine. John Thorpe é muito desagradável e de varias maneiras indelicadas frustra os encontros de Catherine com Eleanor Tilney, por quem a moça nutre uma amizade sincera, e não por ser ela apenas a irmã mais moça de seu eleito. É Eleanor quem convida Catherine a hospedar-se por algum tempo na abadia de Northanger, propriedade da família Tilney. Catherine aceita o convite com prazer, inclusive por querer ver-se longe dos Thorpe. Na abadia, é flagrada em atitudes ridículas à procura de mistérios e pistas criminosas, até dar-se contas de que está em uma propriedade antiga, não em um castelo mal assombrado. James escreve para a irmã, contando que Isabella o abandonara e estava de casamento marcado com Frederick. Eleanora e Henry ficam muito surpresos e não acreditam na notícia. Henry retira-se por uns dias para sua residência em Woodston, onde o pai deverá aparecer em breve com as duas moças. O general Tilney, que a princípio parece estar bem impressionado com a amiga dos filhos, insinua algumas modificações a serem feitas na propriedade para a futura esposa de Henry, e dá a entender que gostaria de ter Catherine como nora. Isabella escreve a Catherine, desejando seu auxilio para reaproximar-se de James, agora que Frederick se afastou. Catherine fica chocada com a audácia de Isabella e a ignora. Pouco tempo depois, Catherine é surpreendida por um criado que a faz partir às pressas, de madrugada, sob o olhar constrangido de Eleanor, que não consegue desculpar o comportamento do pai. O general, que pensara que Catherine era uma rica herdeira, praticamente a expulsa ao descobrir seu erro. Henry, ao saber do ocorrido, desafia o pai e parte para Hertfordshire solicitar a mão de Catherine em casamento, mas os pais da moça acabam sensatamente aconselhando o casal a esperarem pelo consentimento do general. Eleanor casa-se com um rico visconde e usa sua influência para defender a causa do irmão. Descobre-se que John Thorpe havia caluniado a família de Catherine, pintando-a como miserável e caça-dotes, e quando o general descobre a verdade faz as pazes com os namorados, que, enfim, casam-se, e ‘os obstáculos, longe de prejudicar sua felicidade, asseguraram-na, fazendo-os se conhecer melhor, fortificando-os no amor’.

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O resumo acima pertence ao site:

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Versão em Inglës
Versão em áudio

Emma (1815)

Resumo: Uma deliciosa história sobre os valores e os costumes da época vitoriana em uma pequena cidade da Inglaterra. Solteira, jovem e rica, Emma Woodhouse é a mais jovem de duas irmãs, e mora com seu pai em Hartfield. A irmã mais velha, Isabella, é esposa de John Knightley, irmão mais moço de George Knightley, vizinho e muito amigo de Emma. A preceptora de Emma, Miss Taylor, casa-se com um viúvo, o Sr. Weston, pai do jovem Frank Churchill. Emma sente-se responsável pelo casamento, e resolve servir de casamenteira para sua amiga Harriet, filha natural de um nobre desconhecido. Embora a moça goste de um fazendeiro local, Robert Martin, e esteja em vias de receber uma proposta de casamento da parte dele, Emma resolve aproximar Harriet de melhores partidos, primeiramente com Mrs. Elton, o pastor local; em seguida com Frank Churchill.
Mas Elton está interessado em enriquecer através do casamento, e Frank esconde um romance com outra jovem do local, Jane Faifax. Enquanto se envolve com as vidas alheias, Emma se descuida da sua própria e não se apercebe de que está amorosamente atraída pelo Sr. Knightley até o momento em que Harriet confessa sua admiração pelo jovem, admiração que ela julga ter motivos para pensar que é mútua. Pobre Emma! Tarde demais percebe que não quer viver para sempre solteira ao lado do pai amoroso, e sim que deseja, ela também, as alegrias do amor. Felizmente, todos os mal entendidos são desfeitos, as tramas reveladas, e tudo acaba bem entre Harriet e Robert, Frank e Jane e, é claro, Emma e George.
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