Jogo de tabuleiro – Orgulho e Preconceito

Por indicação da minha amiga Sintian, publico aqui uma novidade para quem não conhecia:

Jogo de tabuleiro Orgulho e Preconceito

Detalhe das peças:
Está à venda aqui, e oferecem também um jogo de tabuleiro A Christmas Carol.

Mais notícias sobre zumbis

Ilustração de Luc Latulippe
Decididamente escrever e vender livros sobre zumbis e seres ameaçadores é um grande negócio. As últimas novidades no mundo dos zumbis são bastante grandiosas:
O mais recente projeto da empresa Apple para a App Store é um jogo no qual uma heroína de Jane Austen, de vestido rendado, derruba legiões de zumbis com golpes de karatê. Como todos sabem o mercado de jogos rende milhões de dólares. Ótimo investimento para a Apple não?
Outra novidade é que Orgulho e Preconceito e Zumbis não será um filme, mas uma série de seis capítulos.
Imagem cedida pelo Channel 4 da Inglaterra
Encontrei a notícia na página do Twitter PrideandZombies – o que mais me incomoda é uma frase que vejo em muitos lugares: “Pride and Prejudice and Zombies transforms a masterpiece of world literature into something you’d actually want to read”.
Então quer dizer que a obras primas da literatura são tão entendiantes que basta uma pessoa encher de zumbis para que seja algo interessante de se ler?
Mas se já colocaram zumbis na santa ceia, tudo é possível. Veja aqui a decepção que é ver até onde o ser humano pode chegar para tentar se destacar: Jesus Super Zumbi

Orgulho e Preconceito e Zumbis – uma opinião

Depois de publicar aqui no blog sobre o futuro lançamento de Orgulho e Preconceito e Zumbis pela Editora Intrínseca, acho interessante fazer um post sobre uma das muitas avaliações do livro.

Eu ganhei o livro de presente da Leila! Obrigada!
Detalhes das ilustrações

O texto abaixo é da Camila D. do Liquid Dreams of… – que gentilmente nos cedeu sua opinião. Obrigada Camila!

Não sei bem como começou este fenómeno dos remakes no campo da literatura. Talvez seja uma evolução natural do fenómeno das sequelas ou talvez seja uma profissionalização da moda de escrever fanfiction, mas o facto é que me parece que os remakes literários – e vou chamar-lhes assim porque passa a mensagem e me parece que ainda ninguém criou uma nomenclatura melhor – vieram para ficar.

A ideia é clara e simples, e passa um pouco pela fórmula que é usada para a música e o cinema: pegamos numa obra que já existe e damos-lhe uma roupagem diferente, mantendo a estrutura básica para que a obra seja reconhecida e apreciada pelo público conhecedor do original ao mesmo tempo que tenta utilizar as diferenças para captar um novo público.

Parece-me que é quase um dado adquirido que remakear – new word! – uma obra mais conhecida tem uma probabilidade bem maior de atingir um publico mais vasto, ou seja ter um maior número de vendas, do que remakear uma qualquer obra obscura de um autor maldito.


Este fenómeno é de tal forma evidente que muito autores estão já a fazer remakes das próprias obras, usando o truque sempre bom do contar-exactamente-o-mesmo-mas-de-outra-forma-ou-seja-as-mesmas-personagens-nas-mesmas-situações-com-os-mesmos-diálogos-mas-do-ponto-de-vista-de-uma-personagem-diferente. Um dos exemplos mais flagrantes é o caso da Stephanie Meyer (parece que falo sempre no mesmo, mas a culpa não é minha) que prepara uma nova versão de Twilight, mas contando agora a história do primeiro tomo da série do ponto de vista do vampiro.


Tenho uma estranha sensação nestes casos. No fundo, é como se os autores estivessem a fazer fanfiction das suas próprias obras!… (shudder!)

Estes remakes conseguem por vezes fugir um pouco à fórmula anterior, apresentando takes efectivamente diferentes, mudando o enfoque da história e criando situações diferentes; o que pode ter um efeito colateral complicado porque pode levar o autor a recriar as personagens e atribuir-lhes comportamentos e atitudes que os fãs não lhes reconhecem, alienando assim o público do trabalho original.


Cheguei a ver comentários na Amazon neste sentido, onde fãs irados tratavam as personagens como pessoas reais, que eles conheciam detalhadamente, afirmando: “Ela nunca faria isso! Ela nunca diria isso!”. Há, no entanto, algumas obras curiosas que apesar de serem remakes literários conseguem acrescentar dimensões interessantes às histórias originais e isso dá-lhes mérito próprio. Lembro-me do caso de Mary Riley de Valerie Martin que me pareceu bastante interessante. Antes ainda de abordar o livro que me levar a criar este post, resta-me recordar o leitor mais distraído que sou uma assumida fã de Jane Austen e uma coleccionadora edições de Pride and Prejudice: diferentes formatos, diferentes línguas, continuações e remakes.

Tenho-o até em Holandês e Dinamarquês, em BD e em texto dramático; confesso que tenho os “diários” de Mr. Darcy em diversas versões por diferentes autores, a versão digest e o companion da série da BBC de 1995 com fotografias dos locais de filmagem e até uns livros onde o casal Darcy se transforma numa espécie de parelha Poirot . Deuses, até tenho uma coisa verdadeiramente assustadora – sim, mais do que as enumeradas anteriormente – que é uma versão christian novel do romance, muito mais pudica – se é que conseguem imaginar – e passada nos dias de “hoje”.

Assim, quando descobri que iria sair um novo remake, desta vez uma edição virada para o horror, fiquei atentamente à espera que estivesse disponível uma versão softcover para comprar.

Já comprei e já li (dentro do possível). Deixem que vos diga que este trabalho é mau e que o pior é que ele é essencialmente preguiçoso. Seth Grahame-Smith, autor (de apenas algumas linhas), agarrou no texto de Austen, provavelmente downloadando uma versão digital do Project Gutenberg ou qualquer coisa semelhante, fez um copy-paste para dentro de um documento Word e foi colocando umas frases pelo meio, sempre tudo relacionado com zombies e a estranha praga que grassa pelas terras de sua majestade… e voilá!  Está feito um fabuloso “New York Times Best Seller” como diz o sticker na capa da minha edição. De facto, pensado bem, devia ter percebido isso imediatamente no momento em que o nome de Jane Austen é colocado na capa num tom de quase “parceira” do projecto, como se o livro tivesse sido escrito a quatro mãos.

Como é que é possível que tenham deixado publicar uma coisa destas! Chega ao ponto dos acrescentos de Grahame-Smith nem sequer fazerem sentido!  Tentei mesmo dar uma hipótese ao livro (caramba, se eu li a versão em christian novel e esta era mesmo mázinha…) e cheguei a usar duas abordagens diferentes no que toca à sua leitura. Numa primeira linha, tentei ver o livro como um remake de uma história que já conhecia e partir daí: foi terrível, tudo soava tão oco e absurdo (in a bad way) que tive de desistir.

Voltei ao livro algumas leituras depois, abordando o produto como sendo uma coisa absolutamente nova e séria, numa mistura efectiva da vida na época da Regência com zombies, numa espécie de história alternativa. Ainda foi pior. O facto de manter todo o texto original e, ao longo de várias páginas seguidas, alterar apenas algumas palavras e contextos, como limitar-se a transformar os dotes de piano e costura das meninas das várias famílias em treinos de judo com mestres orientais e habilidades com catanas, quebra o texto e a história.  Aposto que, mesmo quem nunca tenha lido nada de Jane Austen, consegue facilmente distinguir a sua prosa da de Grahame-Smith! É mesmo assim tão obvio, garanto!  Ver uma Lizzie a queixar-se que 50 milhas é muito longe tendo em atenção que aos 21 anos já foi duas vezes ao Oriente é um pouco, como direi?… deslocado? pouco consistente?
Não sei quem serão os leitores de uma obra destas: não estou a ver os fãs de livros de zombies com paciência para a linguagem e os enredos de Austen a cru, nem estou a ver os fãs de Austen a ter muita vontade de encontrar o Mr. Darcy a cortar cabeças aos zombies da vizinhança enquanto regressa à sua adorada Pemberley.  O que mais de deixa aborrecida é sentir-me enganada: achei que ia encontrar aqui uma coisa original e engraçada. Talvez a culpa seja minha e seja eu quem não tem o sentido de humor necessário para “perceber” o alcance e a dimensão do livro e da ideia do autor. A ideia é gira, mas era preciso que o autor tivesse tido trabalhado e ter, de facto, criado uma versão alternativa onde os mesmos personagens vivem uma história de amor semelhante, mas com esta dimensão, que é uma dimensão de peso, com implicações maiores do que trocar as aulas de piano por aulas de artes marciais.
Este é, na minha opinião, mais um caso de uma ideia boa com uma execução duvidosa. Podemos juntá-lo ao “30 Days Of Night” sem bem que é quase ofensivo: pelo menos este teve originalidade! O meu veredicto é que o livro é mau. É preguiçoso e um descarado roubo do trabalho de Austen, uma artimanha de baixo nível para ganhar uns trocos em direitos de autor. Gostava de saber quanto é que este “autor” recebeu por este “trabalho” que lhe deve ter demorado, no máximo, umas duas ou três tardes a concluir! Ah! mas entretanto, preparem-se porque há mais gente a achar que este é um bom filão: “The War of the Worlds Plus Blood, Guts and Zombies” de H.G.Wells e Eric S. Brown também anda aí. Pelo título e utilização do nome do autor original, cheira-me que o processo foi o mesmo. PS: e contrariamente ao que andam a dizer, o livro não é uma paródia ao original; é mesmo só um rippoff descarado.

"Orgulho e Preconceito e Zumbis" em português

Texto retirado integralmente da página da Folha Online:

Livro de Jane Austen “Orgulho e Preconceito”, de 1813, é considerado um dos grandes romances da língua inglesa, um exemplo primoroso da utilização literária do discurso indireto que revela os costumes ingleses da época ao narrar a epopéia de moças em busca de amor e casamentos vantajosos. Já “Orgulho e Preconceito e Zumbis” tem como objetivo “transformar este clássico da literatura mundial em algo que você gostaria de ler”.
Sátira modifica pouco do texto original para incluir zumbis no clássico de Jane Austen
A editora Intrínseca anunciou que irá lançar em 2010 essa sátira que mantém cerca de 85% do texto original da autora britânica, modificado apenas o bastante para que a história se passe em meio a uma violenta praga de mortos-vivos pela Inglaterra. O livro chegou a figurar na terceira posição da lista de mais vendidos do NY Times no primeiro semestre deste ano e ficou entre as melhores capas do ano escolhidas pelos leitores da livraria virtual Amazon.
Na história, o Sr. Bennet insistiu que todas as suas filhas fossem treinadas nas artes marciais por monges Shaolin, o que causa certo atrito com a família do Sr. Darcy, que prefere a tradição japonesa de combate às forças do mal. A obra se utiliza do original a todo o momento. Se na história original Lady Catherine esnoba a falta de criados da família de Elizabeth durante o jantar, nesta versão a nobre diz a Elizabeth, retratada como uma espécie de Buffy do século 19, que acha estranha as meninas serem criadas sem um contingente de ninjas para ajudar nas batalhas.
O “co-autor” da obra, junto de Jane Austen, é o norte-americano Seth Grahame-Smith, que já adaptou outro livro da autora para o universo trash, “Razão e Sensibilidade e Monstros Marinhos”, além de “Abraham Lincoln: O Caçador de Vampiros”, obra de humor que diz provar, através de documentos e fotos históricas, que Abraham Lincoln lutou contra vampiros em sua época. A editora Intrínseca afirmou que eles também serão lançados no Brasil, na mesma coleção de “Orgulho e Preconceito e Zumbis”.

Objetos do desejo

Pessoal, apresento abaixo alguns itens que são objeto de desejo. Tudo bem que alguns deles é impossível de se comprar!! Mas os outros são bastante acessíveis!
Essa edição de Orgulho e Preconceito (1895), com ilustrações de Hugh Thomson, é linda demais! Vejam alguns detalhes abaixo. Encontrei as fotos no blog da Likky Likey e ela conta que comprou no site E-bay. Infelizmente para nós brasileiros, algumas pessoas que vendem no E-bay não fazem vendas para fora dos EUA ou UK. O jeito é se maravilhar!
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Se a intenção é encher os olhos, abaixo mostrarei algumas edições raras à venda no Jane Austen Centre. Confiram!
Primeira edição (1925), publicada por  George E Harrap, com ilustrações de A Wallis Mills. Valor: £825.00
Edição em 5 volumes (1895), publicado pela Macmillan e ilustraçoes de Charles E. Brock. Valor: £875.00
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Mas se seus rendimentos anuais são módicos, é possível ter ao menos a imagem da capa ilustrada por Thomson, a sacola abaixo está à venda no Jane Austen Centre (12 libras + frete) – mais uma tentação da Becca para deixar meus cabelos em pé (porque o que fica caro é o frete):

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Outra sugestão é um livro publicado pela Harper USA, à venda na Livraria Cultura por R$ 21,85.
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À venda na Amazon.com o livrinho Jane Austen – An Illustrated Treasury por 20,83 dólares.

Observação: as folhas avulsas não pertencem ao livro.
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Deixei por último o mais fofinho de todos: Jane Austens Little Instruction Book Little Gift Book, à venda na Barnes and Noble por 5,35 dólares.
A Livraria Barnes and Noble fez parte da minha vida acadêmica quando estudei na CUNY (The City University of New York), passava boa parte do meu tempo percorrendo aquelas prateleiras abarrotadas de livros. Maravilha! Sinto saudades!

Tour pelas locações de Orgulho e Preconceito (1995)

No ano passado eu já havia mencionado um pacote turístico oferecido pela British Tours, porém se tratava de uma visita para as locações de Orgulho e Preconceito 2005. Além disso, o site oferece uma visita virtual à Chawton House, a casa onde Jane Austen morou durante o tempo mais prolífico de sua vida.
A dica de hoje foi enviada por Donna do Jane Austen Centre! Thanks dear!
Hoje vou falar de outro pacote turístico: um tour pelas locações de Orgulho e Preconceito (1995)! Oferecem também outras visitas:

S&S 1995 Emma Thompson
BBC Emma
BBC 1995 Persuasion
BBC Jane Eyre
BBC Wives & Daughters

A Danielle Sales enviou um e-mail e sintetizou abaixo maiores informações:

A Pride and Prejudice Locations Tours é uma agência que leva turistas (a maioria delas é fãs de Jane Austen, é claro!) às locações dos filmes e séries da BBC baseados nas obras de Jane Austen.

Neste belo passeio, você poderá ver o lago em que Mr. Darcy mergulha, a casa dos Bennet em Longbourn, a igreja onde Lizzie e Jane se casaram, e a casa e o jardim dos Bennet, por exemplo.

Você também poderá conversar com as pessoas envolvidas na filmagem e ouvir histórias incríveis sobre a produção, os atores e as locações que está visitando.

O tour de Pride and Prejudice, versão de 1995, por exemplo, dura 4 dias, e o de Sense and Sensibility dura 6 dias. Outros tours disponíveis são Emma e Jane Eyre, bem como Persuasion (1995) e Wives and Daughters.

Os passeios ocorrem de abril a setembro, e os de 2010 já podem ser agendados. Aliás, a novidade, para o próximo ano, é o tour de Emma.

Os preços variam de acordo com a categoria escolhida no momento da reserva. Em Lady Catherine você irá permanecer em um dos quartos (single) em que Pride and Prejudice foi filmado. A estadia em um Darcy (a partir de 599 libras) é feita em alojamento individual superior, e os quartos Bingley (a partir de 525 libras) e Bennet são duplos. Todos os hotéis são criteriosamente escolhidos pela agência de turismo, caso você não possa ficar em um quarto do tipo Lady Catherine (a partir de 725 libras).

Os preços começam com 399 libras (quarto Bennet) e, na reserva, é necessário fazer um depósito de 100 libras. Todos os pacotes turísticos incluem alojamento durante a noite, café da manhã, taxas de entrada e guia de viagens, bem como o ônibus para locomoção.

Quem acompanha o tour em 2010 é Hazel Jones, expert na obra de Jane Austen.
 
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* Danielle Sales é membro da lista de discussão Jasbra Groups.

Era o que faltava, não falta mais…

Encontrei no site Imdb uma referência um suposto filme Orgulho e Preconceito e Zumbis para 2011! Agora não falta inventarem mais nada! Não há nenhuma referência sobre elenco, diretor ou como o filme será feito.
Orgulho e Preconceito e Zumbis também receberá uma edição em quadrinhos de luxo!
Enquanto isso, coloco aqui uma tirinha de Joel Watson sobre a regência e o mundo dos zumbis: Pride and Brains.

Dicas

Fui avisada pela Editora LP&M que a tradução de Orgulho e Preconceito será lançada em dezembro! Certamente se trata de um excelente trabalho traduzido por Celina Portocarrero! Agora é só aguardar!
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Uma dica de compra é um box com as séries da década de 70 e 80 baseadas nos livros de Austen à venda na Amazon. Infelizmente não há legendas em português, mas para quem tem bom ouvido e leitura em inglês é uma boa pedida. Além disso, o preço está irresistível: 41,99. Infelizmente aumentaram um pouquinho pois na semana passada custava 34,90 dólares.  Mesmo assim vale à pena, se pensarmos que são 6 séries por cerca de 85 reais + frete.
Bem diferente dos preços salgadinhos da Livraria da Travessa (257 reais) e Livraria Cultura (301,50). Sem contar que o tempo mínimo de espera para a importação é  de 15 a 60 dias úteis.
Eu não assisti todos os episódios dessas mini-séries, só assisti Mansfield Park. A versão de Mansfield Park é a mais fiel ao livro. Gostei muito! Gostei mesmo de Mary Crawford, muito boa a atuação! O Mr. Crawford estava um pouco afetado…
A seguir as datas de lançamentos das séries que hoje estão no formato DVD (áudio e legendas em inglês):
Northanger Abbey – 1986
Mansfield Park – 1983
Pride and Prejudice – 1980
Sense and Sensibility – 1981
Emma – 1972
Persuasion – 1971
Quando o meu box chegar em dezembro/janeiro (meu amigo vai me trazer de presente), eu assisto e compartilho com vocês!

Orgulho e Preconceito 1995 em português do Brasil

Por indicação da Poliana (via orkut) eu soube da novidade: finalmente será lançado aqui no Brasil uma edição de Orgulho e Preconceito de 1995, a série tão querida para nós estará à venda na Livraria Cultura após 04/11. A novidade tão esperada por aqui já que não temos essa versão para comprar ou alugar custará 79,90.

Não entendi essa foto no rodapé com a Lizzie dançando com um Seu ninguém…

Observação: Atenção para as compras online na livraria cultura, pela segunda vez eu compro livros lá e eles não tem controle de estoque. O livro está em falta (terão que importar). Me senti lesada porque online constava que eles tinham o produto e paguei (mais caro) para entrega mais rápida. Alguém mais já teve esse problema?
Da primeira vez que houve esse problema até me enviaram o livro de graça por não constar no estoque e eu ter que esperar mais de um mês pela importação.

Todos falam de Austen

Após uma maravilhosa viagem para Gramado e Caxias do Sul, cá estou eu de volta!
Acabei descobrindo que muitos outros blogs e sites estão falando de Austen! Vejam só:

O Bruno do Moonflux fala do filme O&P 2005.

A Liana Leão da Gazeta do Povo fala sobre Milagres de personalidade, discorre sober Austen e sua obra.

O Jorge Leberg fala de suas primeiras impressões de O&P.

O Blog da Angela publicou um artigo de Fabio Silvestre Cardoso sobre O&P.

O Segredos de Pandora fala de O&P 2005.

A Aline Aquino do Nada em Excesso fala também de O&P 2005 e o ‘amor de sua vida’.

O Chat Feminino fala sobre Jane e sua obra.

O blog A Imagem Feminina apresenta uma pequena biografia sobre Austen.

A Pati Araújo fala sobre o filme Becoming Jane.

O blog Os desastres amorosos de Anita e suas amigas faz um post divertido sobre Jane.