Sense and Sensibility
Bicentenário de Razão e Sensibilidade
Calendário (sempre nas últimas quintas-feiras de cada mês):
31 de março – Razão e Sensibilidade (série de tv) 1971
Parte 1 – Ficha técnica
Parte 2 – Resenha
Desafio Razão e Sensibilidade / Sense and Sensibility Challenge
To celebrate 200 years of Sense and Sensibility publishing, Laurel Ann, from Austen Prose, created The Sense and Sensibility Bicentenary Challenge 2011. Of course I’m going to participate! Fantastic idea Laurel Ann!
Para celebrar os 200 anos de publicação de Razão e Sensibilidade, a Laurel Ann do Austen Prose, criou o The Sense and Sensibility Bicentenary Challenge 2011. Fantástica ideia Laurel Ann!
É claro que vou participar, aguardem posts mensais sobre Razão e Sensibilidade!
199 anos de Razão e Sensibilidade!
Mangá de Razão & Sensibilidade foi lançado no Japão
O texto publicado por Valéria: Finalmente, o mangá de Razão & Sensibilidade, baseado no livro homônimo de Jane Austen, saiu encadernado no Japão. Demorou muito, aliás. Já mandei um e-mail para a Fonomag encomendando, porque quero ter isso na minha mão o mais rápido possível. Para quem quiser encomendar, também, o nome da obra em japonês é Funbetsu to Takan (分別と多感). Acredito que não seja tão bom quanto o mangá de Orgulho & Preconceito, porque um volume é muito pouco, mas eu estou doida para ver. O próximo que deve sair é Emma, mas a desenhista não é eiko Mochizuki, mas a veterana Youko Hanabusa. É isso. Até o Natal deve chegar.
De Prada ao Nada – Versão moderna de Razão e Sensibilidade
Scents and Sensibility at Jane Austen World
Razão e Sensibilidade – Uma capa diferente
Sense and Sensibility and the sea monsters
Segue abaixo o relato de Luciana no blog Coruja em Teto de Zinco Quente:
“Estou pelo meio de Sense and Sensibility and Sea Monsters, mas já dá para dar uma opinião geral sobre o livro.Para dizer a verdade, ele não me deu aquele estalo para querer devorá-lo de uma sentada só, como fiz com Pride and Prejudice and Zombies… Eu destaco, talvez, dois pontos do que eu “senti” do texto até aqui.1) o texto de P&P se presta muito mais à possibilidade de adaptação cômica feita pelo Grahame-Smith por conta da língua ferina da Lizzie e por suas discussões com seu interesse romântico, no caso, Mr. Darcy. O humor nem está tanto nos zumbis em si, mas nas situações, nos diálogos entre os dois.No caso de S&S, não existe tanta abertura para isso. Mais que qualquer coisa, Sense & Sensibility trabalha o contraponto das personalidades de Marianne e Elinor e, embora se pudesse pensar que a personalidade impulsiva da Marianne desse combustível para uma tentativa de humor – que, ao final das contas, é o que se espera desses “mash-ups” – eu não vi o autor usar essa brecha.E achei muito bizarro o que ele fez com Brandon, de fazê-lo vítima de algum feitiço ou maldição de uma bruxa do mar (ou, ao menos, é o que se subentendeu até agora) que fez seu rosto criar tentáculos. Sério, são dolorosas as descrições que Marianne e Willoughby fazem de como os tentáculos se movimentam quando ele se anima ou como a voz dele é estranhamente… aquática e rouca e tenebrosa e não me lembro mais que adjetivos eles usam.Mesmo Elinor observa que não consegue conversar com ele olhando-o no rosto porque sente profunda agonia. E, se bem entendi, ou ele cospe falando ou secreta tinta, como uma lula.2) Em compensação, o autor demonstra que pesquisou bastante sobre a vida marinha… e que é um fã de Lovecraft. Como não acho que os leitores de Austen estejam exatamente preocupados com a acuidade com que ele descreve seus monstros marinhos ou suas referências aos mitos de Cthulhu, não creio que essa seja, ao final, uma grande vantagem…Resumo da história… Ben Winters (que “co-escreve” o livro) levou-se um pouco a sério demais. Considerando-se que o inteiro propósito desses livros que têm aparecido mesclando elementos de ficção fantástica a textos e personagens históricos é de desconstrução, de humor, ironia; a falta dele foi querer escrever a sério. Mais que o Grahame-Smith, Winters altera bastante o texto original para adaptá-la ao seu mundo, em vez de adaptar seu mundo a Austen.Não sei, talvez o livro melhore quando chegar nos piratas… e na Lucy. Eu tenho expectativas para Lucy; torço para ela ser uma sereia – no sentido original do mito, não como a Ariel da Disney. Talvez ela devore o Robert na lua-de-mel…Eu ficarei deveras feliz com o livro se Lucy se revelar uma sereia…”
Emma versão mangá
Depois de Orgulho e Preconceito e Razão e Sensibilidade na versão mangá. Agora chega a vez de Emma!
Depois de Orgulho & Preconceito (Kouman to Henken –高慢と偏見) e Razão & Sensibilidade (Funbetsu to Takan – 分別と多感), a Ohzora oferece uma adaptação de Emma, romance de Jane Austen publicado em 1815, em mangá. A versão de Emma, com 125 páginas, está na edição atual da revista Harlequin Romance (ハーモニィ Romance), é a ilustração da capa. Torço para que seja somente a primeira parte, pois é pouco para adaptar Emma. De qualquer forma, quando sair encadernado, eu comprarei.Se Orgulho & Preconceito e Razão & Sensibilidade foram obra de Reiko Mochizuki, Emma foi adaptado pela veterana Youko Hanabusa. Prefiro o traço da Mochizuki, mas Hanabusa tem muito mais experiência e deve ser melhor no quesito narrativa visual. Vou esperar para ver. Imaginei que a mesma autora iria adaptar todos os romances de Austen para mangá, já vi que não será o caso. Falando nisso, Razão & Sensibilidade ainda não saiu encadernado. Espero que saia este mês.













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