Jane Austen para crianças

Hoje é dia de divulgar mais uma novidade sobre os livros da Jane Austen:
JANE AUSTEN PARA CRIANÇAS

Apesar de ser uma edição para crianças, a maioria das crianças brasileiras não conseguiriam ler o texto mesmo adaptado porque o livro foi escrito para um público nativo na língua. Já os adultos brasileiros que ainda estão aprendendo a língua podem ler com muita facilidade.

Veja aqui passagens dos livros! Mais informações sobre os livros no site da Real Reads, onde vocês podem participar de joguinhos para descobrir quem são os personagens dos livros.

Se você deseja comprar os livros fofinhos, compre: Jane Austen Centre e Loving Reading 4 Kids. São livros importados e custam em torno de 3,74 a 4,99 libras (dependendo do site).

A notícia boa que trago para vocês é em outubro passado eu havia contactado a ilustradora dos livros Ann Kronheimer e ela aceitou dar uma entrevista para o blog. Estou esperando passar a fase de defesa do meu mestrado para colocar a “casa” em ordem e assim fazer publicações mais frequentes no blog.

Todas as ilustrações neste post foram autorizadas pela ilustradora Ann, através de um pedido meu via e-mail.

Segue abaixo a resposta carinhosa e simpática de Mrs. Ann Kronheimer:

Dear Adriana
I am so glad you like my illustrations and, of course, I am happy to give my permission for you to use them on your blog. I have had a quick look at it and, I am ashamed to say I can’t speak Portuguese, but I gather that you are casting Stephen Fry, Lily Allen and the chap from ER as characters from Pride and Prejudice and, I must say, they look PERFECT! Good luck with your blog and, if you wish to interview me, that’d be great .. but I am not an expert on Jane Austen! I enjoyed the excuse of watching all the films and drawing girls in pretty dresses .. and, of course re-reading the books. Oh, and I have just read Claire Tomalins book about her .. so, maybe I am an Austen boffin!

Ann
Ilustração de Razão e Sensibilidade

Ilustração de Orgulho e Preconceito


Ilustrações de Mansfield Park

Ilustrações de Emma

Ilustrações de Abadia de Northanger

Ilustrações de Persuação



Campanha! Richard Armitage para Mr. Knightley!

Nova Adaptação de Emma!!
Gente, acabei de ler no Austen Blog que após alerta de várias fãs de Jane Austen, a notícia que corre por ai é que a roteira Sandy Welch (responsável por grandes sucessos como Jane Eyre – 2006, North and South -2004) está escrevendo um roteiro de Emma (Jane Austen) para a BBC. Sobre essa notícia, eu simplesmente adorei!! Apesar de ter assistido Emma com a Gwyneth Paltrow, não gostei muito justamente por causa da atriz. E também acho que estava faltando uma versão nova de Emma, já que os outros livros da Jane Austen tiveram adaptações recentes para o cinema e tv!
A autora do Austen Blog até faz um apelo para que se alguém da BBC estiver lendo o blog para que coloquem o Richard Armitage no papel de Mr. Knightley!!! Ótima sugestão! Aproveito o espaço para também fazer a minha sugestão e vou procurar um meio de contato com a BBC para que nós fãs do Brasil possamos também fazer a sugestão!
Aproveito e faço aqui meu apelo e com certeza de outras tantas leitoras deste blog!!

Richard Armitage para Mr. Knightley!!

Quem não conhece o trabalho da roteirista eu sugiro assistir imediatamente: Jane Eyre – 2006 (Com o ator Toby Stephens) e North and South – 2004 (com o ator Richard Armitage).

Para quem não conhece o Richard, está passando aqui no Brasil no Hallamark Channel a série Robin Hood, onde Richard faz o papel de Sr. Guy (um dos malvados da estória).

Foto acima: Richard em uma cena de Robin Hood

E também outra série com o Richard é a Spooks (sétima temporada, ainda sem previsão de chegar ao Brasil). Quem quiser conhecer a série Spooks, passa diariamente no canal Peolple and Arts (1ª a 5ª temporadas) e conta com a atuação de Rupert Penry-Jones (Capitão Wentworth, Persuasion 2007) e Matthew Macfadyen (Mr. Darcy, Orgulho e Preconceito 2005).

Foto acima: Richard em uma cena de Spooks – Sétima temporada

Mr. Darcy Israelense

Eu encontrei essa matéria na net e resolvi traduzir para o deleite dos fãs brasileiros de Jane Austen.

O texto abaixo é uma tradução resumida do artigo de Nathan Burstein: “Mr. Darcy’s Israeli Makeover“.

E eis que Mr. Darcy se encontra com Alona Sadeh!!! Como assim? E a Lizzie Bennet?

Um rede de tv à cabo de Israel está se aventurando no território da BBC com uma adaptação de Orgulho e Preconceito de Jane Austen. No entanto, a ação se passa na Israel do século 21 e foi planejada em uma minissérie de seis capítulos a serem exibidos no ano que vem. A minissérie será ambientada na Galiléia ao invés da Inglaterra rural, além de carros que obviamente substituirão as carruagens, segundo o canal de TV.
Nesta versão, o romance entre Elizabeth Bennet e Mr. Darcy será vivido por personagens com nomes isralenses como Alona Sadeh e Nimrod Artzi. Além de se chamar Nimrod Artzi, o Mr. Darcy isralense trabalhará com alta tecnologia ao invés do proprietário de terras da versão original de Austen. A produção será escrita e dirigida por Irit Linor, que recentemente terminou a tradução em Hebreu de Orgulho e Preconceito. Para o papel do par romântico principal: Yael Hadar (atriz famosa em novelas) e Dan Shapira (ator de tv).

Se prepare pois vem ai mais um Mr. Darcy!

Após alguns rumores, o ator Stephen Fry decidiu tornar público seu projeto “Jane Austen Handheld“. Trata-se de um projeto ainda em produção e sem muitos detalhes. Mas o certo é que será uma espécie de documentário sobre o livro Orgulho e Preconceito, de acordo com o site IMDb.

<– Stephen Fry, fará o papel de Mr. Bennet.

O que parece estranho, é que os atores para os papéis principais ainda não foram divulgados. O certo é que Lily Allen fará o papel de Lydia Bennet e o maravilhoso Stephen Fry fará o papel de seu pai, o Mr. Bennet.
Lily Allen fará o papel de Lydia Bennet –>
Um nome cotado para fazer o papel da Srª Bennet é da Carrie Fisher (que fez a Princesa Léa em Star Wars). Um outro nome cotado para fazer um personagem nesse projeto é o de Russell Brand que provavelmente fará o papel de Wichham.
Mas e o principal personagem masculino de Orgulho e Preconceito? Mr. Darcy? Ainda não foi declarado oficialmente e no site IMDb sugere o ator Goran Visnjic como possível Mr. Darcy. Visnjic é um ator croata muito conhecido por seu trabalho na série americana ER (Dr. Luka Kovac) e o inédito “New York, I love you”.

Agora é só esperar para ver se confirmam o Goran como Mr. Darcy e se divulgam o nome da atriz que fará Elizabeth Bennet.

Declare seu amor pelo Mr. Darcy

Recebi um e-mail da Becca (The Jane Austen Centre) com a última novidade da lojinha virtual. Aproveitando a onda das sacolas reutilizáveis (eco bags) o Jane Austen Centre lançou essa sacola para quem adora o personagem criado por Jane Austen em Orgulho e Preconceito.

A sacola custa 4,24 Libras (moeda da Inglaterra) + 1,66 libras (despesas de envio), a sacola sai por 5,91 libras o que dá cerca de 18,90 reais.

O Jane Austen Centre fica em Bath, cidade na Inglaterra tão famosa por ter sido retratada nos romances de Austen. Além de uma loja virtual, o centro possui uma loja em Bath e constantemente está produzindo encontros entre os fãs de Jane Austen.

A lojinha virtual oferece entre ítens de papelaria, livraria, joalheria, roupas, música, e a Revista The Regency World, entre muitos outros ítens.

Lady Susan (1871)

Esta edição da Editora Dover, teve sua primeira publicação em 2005, teve como emabasamento o trabalho publicado por J. E. Austen Leigh (sobrinho de Austen) “Em Memória de Jane Austen” (1871). Lady Susan foi escrito aproximadamente em 1805, mas foi publicado pela primeira vez em 1871.

Os comentários a seguir encontram-se na contra capa do livro ao lado, publicação da Editora Dover, traduzido pela autora deste blog: Bonita, coquete, e viúva há pouco tempo, Lady Susan Vernon busca um novo e vantajoso matrimônio para si, e ao mesmo tempo tenta empurrar sua filha para um casamento sendo que ela detesta este homem. Ela enche sua agenda de compromissos com convites para visitas estendidas com os parentes e conhecidos por uma série de manobras astuciosas, de modo a alcançar de seu plano principal. Conforme o enredo se desdobra, os personagens são revelado e a expectativa se constrói – tudo por cartas trocadas entre Lady Susan, sua família, amigos, e inimigos. Descrito por seus rivais como a “uma grande coquete da Inglaterra”, amplamente dotada de uma cativante “decepção”, Susan prova ser uma figura notável, destituída de qualquer qualidade redentora cujas intrigas e maquinações a conduzem em última instância a resultados desastrosos. Lady Susan é um magnífico romance (freqüentemente provocativo) sobre os costumes and modos da época da Regência na Inglaterra, que se tornou um dos favoritos entre os leitores de Jane Austen. Os entusiastas de Austen e estudantes de literatura inglesa se encantarão em sua graça e expressão elegante.

ATENÇÃO
Esta obra de Jane Austen é de domínio público e encontra-se disponível para download:

Versão em Inglês

Versão em áudio

Mansfield Park (1814)

Aos 12 anos de idade a jovem Fanny passa a morar de favor em Mansfield Park, a casa do esposo de sua tia, Sir Thomas Bertram. Inteligente e estudiosa, ela logo se torna amiga de seu primo Edmund, o filho mais novo de seus tios, apesar de ser sempre destratada por seu tio e pelas suas primas fúteis. Com o passar do tempo Fanny se torna uma bela mulher, que acaba chamando a atenção de Henry Crawford, jovem que se tornou recentemente seu vizinho juntamente com sua irmã, Mary. Notando o interesse de Henry por Fanny, os tios dela logo promovem um encontro entre os dois para logo depois se sentirem revoltados com o desprezo que a jovem demonstra pelo seu novo vizinho.

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ATENÇÃO

Esta obra de Jane Austen é de domínio público e encontra-se disponível para download:
Versão em Inglës
Versão em áudio

Persuasão (1817)

Resumo: Último romance completo escrito por Jane Austen, “Persuasão” foi publicado postumamente em 1818, e adaptado várias vezes para o cinema e televisão.O enredo gira em torno dos encontros e desencontros entre Anne Elliot e Frederick Wentworth, que, apesar de apaixonados, são separados pelos infortúnios de sua juventude e opiniões contrárias de pessoas próximas, voltando a se reencontrar oito anos depois. Wentworth, agora rico e bem estabelecido, está determinado a se casar, porém traz em seu coração as marcas de uma dor profunda e não cicatrizada pelo tempo. Anne, livre das amarras de uma visão outrora limitada por preconceitos alheios, percebe o erro que cometeu ao seguir os conselhos de sua amiga Lady Russell, e que suas chances de felicidade podem estar perdidas para sempre.A trama é simples, porém bem elaborada: toda sagacidade e humor irônico da autora estão presentes na obra. Reviralvoltas, revelações de caráter, enganos e erros, nos são apresentados de forma refinada, de forma a nos retratar, página por página, um quadro fiel e extremamente detalhado da sociedade britânica da época.”Persuasão” destaca-se em dois pontos:- A heroína não se apresenta em plena juventude, o que mostra o amadurecimento da própria autora e seu amplo conhecimento sobre a complexidade do comportamento humano;- Através do personagem do Capitão Frederick Wentworth notamos a valorização do homem de iniciativa, que através de seus próprios méritos, e não através da herança, consegue influência e status social.Logicamente, sempre haverão de existir comparações com sua obra-prima “Orgulho e Preconceito”, mas alguns o listam em segundo lugar na ordem de preferência entre os escritos da autora.
O que quero aqui salientar, não como crítica pois acredito que a mesma acaba por destruir as obras privando-as de seu objetivo maior que é o entretenimento, é como Jane permanece atual, com uma narrativa que nos atinge como um “sopro de ar fresco”, tornando mais leve a nossa alma, nos entregando algo que merece ser delicadamente saboreado.
Trecho do Livro:”Já não consigo mais permanecer em silêncio. Tenho de lhe falar pelos meios ao meu alcance. Anne trespassa-me a alma. Sinto-me entre a agonia e a esperança. Não me diga que é muito tarde, que sentimentos tão preciosos morreram para sempre. Declaro-me novamente a si com um coração que é ainda mais seu do que quando o despedaçou há oito anos e meio. Não diga que o homem esquece mais depressa que a mulher, que o amor dele morre mais cedo. Eu não amei ninguém se não a si. Posso ter sido injusto. Posso ter sido fraco e rancoroso. Mas nunca inconstante.Vim a Bath unicamente por sua causa. Os meus pensamentos e planos são todos para si. Não reparou nisso? Não se apercebeu dos meus desejos? Se eu tivesse conseguido ler os seus sentimentos, como creio que deve ter decifrado os meus, não teria esperado estes dez dias. Mal consigo escrever. A todo momento ouço algo que me emociona. Anne baixa a voz, mas eu consigo ouvir os tons dessa voz, mesmo quando os outros não conseguem. Criatura muito boa, muito pura! Faz-nos, de fato, justiça, ao acreditar que os homens são capazes de um verdadeiro afeto e uma verdadeira constância. Creia que esta é fervorosa e firme em F. W. (Frederick Wentworth).Tenho de ir, inseguro quanto ao meu futuro; mas voltarei, ou seguirei o seu grupo, logo que possível. Uma palavra, um olhar será o suficiente para decidir se irei a casa do seu pai esta noite, ou nunca.”

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Esta obra de Jane Austen é de domínio público e encontra-se disponível para download:

Versão em áudio: Opção 01 e Opção 02

Abadia de Northanger (1817)

Resumo: Esta historia maliciosa e delicada convida o leitor a refletir sobre a utilidade de ler romances. Com agradável senso de humor, a autora zomba dos romances góticos e seus exageros beirando o ridículo, e introduz a sua história em um cenário cotidiano e plausível, nem por isso menos terno. Jane Austen faz a critica social de seu tempo e também a análise moral de seus personagens. A heroína, Catherine Morland, deixa-se arrebatar pela imaginação viciada em leituras sobre crimes misteriosos em castelos assombrados. Catherine é a quarta filha entre dez irmãos, residente em Hertfordshir. Seus pais, não sendo pobres, não têm como prever de um bom dote tão numerosa prole. Alem disso, Catherine não se destacava em beleza nem em inteligência – em suma, uma garota normal. Aos dezessete anos, Catherine vai com sua amiga Sally para Bath, estação de águas, por seis semanas. Lá se hospedam com a Sra. Allen, que acompanha as moças aos bailes e passeios da temporada. Em seu primeiro baile, Catherine conhece Henry Tilney, simpático cavalheiro de vinte e cinco anos. A Sra. Allen encontra a Sra. Thorpe e suas filhas, uma das quais, Isabella, torna-se amiga de Catherine, enquanto seu filho, John, deseja ser seu namorado. Isabella é namoradeira e envolve-se com diversos rapazes, entre os quais o irmão de Catherine, James e o irmão mais velho de Henry, Frederick, para grande espanto de Catherine. John Thorpe é muito desagradável e de varias maneiras indelicadas frustra os encontros de Catherine com Eleanor Tilney, por quem a moça nutre uma amizade sincera, e não por ser ela apenas a irmã mais moça de seu eleito. É Eleanor quem convida Catherine a hospedar-se por algum tempo na abadia de Northanger, propriedade da família Tilney. Catherine aceita o convite com prazer, inclusive por querer ver-se longe dos Thorpe. Na abadia, é flagrada em atitudes ridículas à procura de mistérios e pistas criminosas, até dar-se contas de que está em uma propriedade antiga, não em um castelo mal assombrado. James escreve para a irmã, contando que Isabella o abandonara e estava de casamento marcado com Frederick. Eleanora e Henry ficam muito surpresos e não acreditam na notícia. Henry retira-se por uns dias para sua residência em Woodston, onde o pai deverá aparecer em breve com as duas moças. O general Tilney, que a princípio parece estar bem impressionado com a amiga dos filhos, insinua algumas modificações a serem feitas na propriedade para a futura esposa de Henry, e dá a entender que gostaria de ter Catherine como nora. Isabella escreve a Catherine, desejando seu auxilio para reaproximar-se de James, agora que Frederick se afastou. Catherine fica chocada com a audácia de Isabella e a ignora. Pouco tempo depois, Catherine é surpreendida por um criado que a faz partir às pressas, de madrugada, sob o olhar constrangido de Eleanor, que não consegue desculpar o comportamento do pai. O general, que pensara que Catherine era uma rica herdeira, praticamente a expulsa ao descobrir seu erro. Henry, ao saber do ocorrido, desafia o pai e parte para Hertfordshire solicitar a mão de Catherine em casamento, mas os pais da moça acabam sensatamente aconselhando o casal a esperarem pelo consentimento do general. Eleanor casa-se com um rico visconde e usa sua influência para defender a causa do irmão. Descobre-se que John Thorpe havia caluniado a família de Catherine, pintando-a como miserável e caça-dotes, e quando o general descobre a verdade faz as pazes com os namorados, que, enfim, casam-se, e ‘os obstáculos, longe de prejudicar sua felicidade, asseguraram-na, fazendo-os se conhecer melhor, fortificando-os no amor’.

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O resumo acima pertence ao site:

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Versão em Inglës
Versão em áudio

Emma (1815)

Resumo: Uma deliciosa história sobre os valores e os costumes da época vitoriana em uma pequena cidade da Inglaterra. Solteira, jovem e rica, Emma Woodhouse é a mais jovem de duas irmãs, e mora com seu pai em Hartfield. A irmã mais velha, Isabella, é esposa de John Knightley, irmão mais moço de George Knightley, vizinho e muito amigo de Emma. A preceptora de Emma, Miss Taylor, casa-se com um viúvo, o Sr. Weston, pai do jovem Frank Churchill. Emma sente-se responsável pelo casamento, e resolve servir de casamenteira para sua amiga Harriet, filha natural de um nobre desconhecido. Embora a moça goste de um fazendeiro local, Robert Martin, e esteja em vias de receber uma proposta de casamento da parte dele, Emma resolve aproximar Harriet de melhores partidos, primeiramente com Mrs. Elton, o pastor local; em seguida com Frank Churchill.
Mas Elton está interessado em enriquecer através do casamento, e Frank esconde um romance com outra jovem do local, Jane Faifax. Enquanto se envolve com as vidas alheias, Emma se descuida da sua própria e não se apercebe de que está amorosamente atraída pelo Sr. Knightley até o momento em que Harriet confessa sua admiração pelo jovem, admiração que ela julga ter motivos para pensar que é mútua. Pobre Emma! Tarde demais percebe que não quer viver para sempre solteira ao lado do pai amoroso, e sim que deseja, ela também, as alegrias do amor. Felizmente, todos os mal entendidos são desfeitos, as tramas reveladas, e tudo acaba bem entre Harriet e Robert, Frank e Jane e, é claro, Emma e George.
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