Ontem conheci o blog da
Christiane Forcinito Ashlay onde ela comenta sobre Jane Austen, o que mais me chamou a atenção foi um mapa astral de Jane! Acreditando ou não, achei muito interessante ler! Pedi autorização para a Christiane e publicar aqui. Leiam e tirem as suas conclusões:
“Jane Austen nasceu 16 de dezembro de 1775 às 11:45 em Steveston (Reino Unido)
Sol em 24 ° Sagitário 57, AS em 24 ° 06 Virgem, Lua em Libra 14 ° 56, MC 22 ° em 17 Gêmeos
Com o Sol em sagitário ela deveria ser uma mulher com traços jupiterianos, ou seja, uma mulher otimista a qual a aventura era sua vida, no seu caso a literatura. Genuina, expansiva. Uma mulher sociável, mutável e com uma mente ágil.
O ascendente em Virgem, associada com o perfeccionismo, números e razão, está entre seus sinais dominante: Ela tinha sentido de responsabilidade e de limpeza, uma mente clara, uma lógica infalível, assim como a necessidade de ser útil e cumprir suas tarefas da melhor maneira possível. Poderia até aparentar externamente muito modesta ou reservada, desconfiada ou pessimista por causa do seu espírito excessivamente crítico, mas não são. Ela é lógica e possuía sabedoria, ou seja era uma grande trabalhadora.
Com a lua em Libra como signo dominante no seu mapa astral, ela gosta de agradar, de encantar e ser simpática. Além disso, ela era tolerante e moderada, assim como devia ser elegante e de possuir muito tato. Claro que ela podia não agradar a todos e podia haver quem a criticasse a sua falta de autenticidade ou de coragem e de sua indecisão, mas o seu objectivo dela era ser desejada e, neste campo, ela conseguia com uma lua dessas…
A casa IV tinha um pêso fundamental na vida dela, quem sabe talvés seja por isso que ela não tenha se casado…. A casa II também possui importância. Ela devia ser possessiva e gostar de segurança. talvés seja também por isso que estas questões foram muito a temática de seus livros, pois a mulher em sua época quando se casava por amor poderia “perder” o seu lado financeiro e vice versa. A casa IX também há um pêso considerado na carta natal dela enfatizou, viagens e lugares distantes: viagens podem realizar-se em um sentido simbólico, ou seja, especulações mente ou concepções sobre questões políticas, filosofia, religião e espiritualidade , ou no sentido literal, como a longa distância real viaja de avião.
Enfim… é mais um pouco para conhecermos uma mulher que em seu tempo a meu ver foi um ícone.”
Texto gentilmente cedido por Christiane Forcinito Ashlay.
Deverá estar ligado para publicar um comentário.