Vídeos – clipes de fotos do III Encontro Nacional da JASBRA

Pessoal, o queridíssimo tio Fafa (meu tio querido, mas que depois do encontro foi meio que adotado por todo mundo) me mandou uma primeira leva de clipes que ele fez com as fotos que tirou no Encontro. Além de artista, ele demonstra um excelente gosto musical (que corre na família) que vale à pena conhecer.

E, só para constar, uma vez que sei que meu sobrenome de família às vezes exalta alguns ânimos… ele não é um Darce, sendo irmão da minha mãe, não do meu pai (que, por sinal, aparece em algumas dessas fotos…).

Ok, vou parar de comentários cretinos… Fiquem agora com os clipes!

Brincando com Jane Austen

A Olga Ferreira, uma das mais novas integrantes da JASBRA-MG, nos presenteia hoje com presentinhos que são entregue às crianças que visitam Chawton House!

 Abaixo, um caça-palavras!

Um marcador de livros que as próprias crianças podem colorir! Uma graça, não é mesmo?

Jogo dos sete erros – a sala da casa.

Obrigada por compartilhar conosco, Olga!

Jane Austen nas Bancas

Acabo de comprar aqui em uma banca do centro da cidade, um exemplar da Revista Conhecimento Prático – Literatura, com a capa e um artigo inteirinho sobre Jane Austen.

Como estou a caminho da escola, não poderei fazer uma foto agora e publicá-lo aqui no blog. Mas ai vai a dica. O artigo está disponível no site da editora e tem seis páginas. Vale à pena dar uma conferida!

Leia abaixo um trechinho do artigo e continue o restante no site da Editora Escala Educacional.

A vida na Inglaterra das pequenas cidades e vilarejos do final do século XVIII e início do XIX era pacata, apesar dos conflitos nas colônias da América do Norte e, mais adiante, com a França de Napoleão. Os transportes eram caros, e as famílias, mesmo as mais abastadas, não viajavam muito. Quase todas as necessidades eram supridas localmente, o que não as impedia de se divertir e ter acesso à cultura. O lazer era proporcionado por festas promovidas pela vizinhança, como bailes ou saraus informais, com música, jogos, leituras e às vezes teatro.
Foi nesse cenário que, em 16 de dezembro de 1775, nasceu Jane Austen, em Steventon, no condado de Hampshire, filha do pastor anglicano George Austen e de Cassandra Leigh.

O artigo foi escrito por Raquel Sallaberry do JaneAusten.com.br

Um novo retrato de Jane Austen

Enquanto assisto no ‘Orgulho e Preconceito’ pela milésima vez no canal MGM, acabo de ler uma indicação da Renata Zanzini sobre uma nova descoberta!

Segundo a Dr. Paula Byrne, a mais nova biógrafa de Austen, foi encontrado um retrato que pode ser o da nossa amada escritora. Segundo a biógrafa, os traços da mulher na imagem acima se parecem com os da família Austen, principalmente o nariz longo e pontiagudo – característica da família Austen, como podemos observar em algumas imagens do pai e dos irmãos de Austen. 
A biografia “The real Jane Austen” escrita por Byrne será publicada em 2013 pela editora Harper Collins. No entanto, a imagem ainda passará por um grupo de especialistas para darem a opinião a respeito do retrato.
Fonte: Daily Mail

O cinema e a tevê adoram Jane Austen

Texto de Sílvia Pereira para o Jornal Araraquara:

Até ser rodado, todo filme existiu antes como um roteiro. E a maioria, antes de virar roteiro, foi um livro. Na história da sétima arte, nem todos os ótimos livros viraram bons filmes, mas todo ótimo filme teve como base uma história bem escrita, seja em livro, roteiro para teatro ou para o próprio cinema (os chamados “roteiros originais”). Para meu próprio prazer, aprendi cedo a tirar proveito do cinema como vitrine de grandes e boas obras.
Foi pelo cinema que descobri, por exemplo, as obras da escritora inglesa Jane Austen, que viveu entre os séculos 18 e 19. Filha de um reitor (padre da igreja anglicana), Austen escrevia para seu próprio prazer e recusou vários pretendentes para manter esta liberdade já que, segundo os padrões da época, não era profissão para uma mulher.
Em suas poucas obras publicadas — “A Abadia de Northanger”, “Mansfiled Park”, “Orgulho e Preconceito”, “Emma” e “Persuasão” (além da já citada) — a escritora narra romances que têm como pano de fundo uma análise sutil, mas impiedosa dos costumes, hipocrisias e preconceitos da sociedade inglesa do século 18. Sua ironia fina e o texto primoroso são um deleite para quem aprecia a palavra escrita tanto quanto a falada no cinema.
Foi a adaptação cinematográfica de 1995 de “Razão e Sensibilidade”, com roteiro da atriz Emma Thompson — que interpreta uma das protagonistas — e direção (pasmem!) do taiwanês Ang Lee, que me apresentou à primeira história da escritora. Como um oriental conseguiu transmitir tão bem o universo e clima ingleses dos romances de Austen, para mim, até hoje é um mistério, mas não deixa de ser uma prova de que uma boa obra é universal.
1995, aliás, parece ter sido o ano das adaptações hollywoodianas de Austen, pois também é deste ano a versão que considero a melhor para o cinema de “Persuasão”,com direção de Roger Michell, e adaptação teen de “Emma”, Clueless, de Amy Heckerling, que no Brasil chamou-se “As Patricinhas de Beverly Hills”.
Também adorei a livre adaptação de Patricia Rozema para “Mansfield Park” (1999), que no Brasil recebeu o título de Palácio das Ilusões” e ri demais de “O Diário de Bridget Jones” (2001), comédia rasgada inspirada na trama de “Orgulho e Preconceito” (“Pride and Prejudice”).
Romance mais famoso de Austen, “Orgulho e Preconceito” também teve uma adaptação em 2005 que foi a estreia do jovem diretor inglês na direção de longas. Não fez feio.
Em 2007, Robin Swicord filmou “O Clube de Leitura de Jane Austen”, comédia romântica sobre um grupo de pessoas que se reúne para debater a obra da escritora. Cada sessão acaba rolando como uma espécie de terapia em grupo em que os acontecimentos das vidas das personagens do filme se relacionam às motivações das personagens dos livros. E o mais interessante é que até alguns personagens masculinos fora do tal clube, em dado momento, são tentados a ler Austen para entender o que tanto atrai suas mulheres (a obra da escritora normalmente é associada à preferência feminina).
Além das citadas, são inúmeras as versões para cinema e tevê da obra de Jane Austen, sendo as melhores produzidas pelo canal BBC, de Londres, que não se acanha em readaptar os mesmos títulos da escritora a intervalos de poucos anos — é que Jane Austen está para a literatura inglesa mais ou menos como Machado de Assis para a brasileira.
Para quem quiser descobrir ou saber mais sobre Austen, recomendo o site janeausten.com.br como fonte de consulta sobre sua obra. Completo, ele contém biografia, imagens, fichas de todos os livros (completos e incompletos) da escritora, trechos de cartas que ela trocava com a irmã, fichas técnicas das obras para tevê e cinema baseadas em seus romances (até de paródias, filmes baseados na vida da autora e aqueles que apenas lhe fazem alguma referência, mínima que seja), além de dicas e informações postados em formato de blog.

Enfim… o cinema e a tevê adoram Jane Austen (e eu também).

Lançamento: Death Comes to Pemberley

A escritora de P. D. James acaba de lançar um livro inspirado em Pride and Prejudice. Trata-se de um romance policial, chamado: Death Comes to Pemberley.
Pesquisando na internet, acabei descobrindo uma resenha escrita por Marcelo Alves Dias de Souza (Doutorando em Direito pela King´s College London). O texto foi escrito para o Jornal A Tribuna, do Rio Grande do Norte. 

Maiores detalhes sobre o livro, inclusive algumas páginas para degustação do leitor, você encontrará aqui: Amazon do Reino Unido

P. D. James é o nome literário de Phyllis Dorothy James (1920-), a “Baroness James of Holland Park”, representante vitalícia do Partido Conservador na Casa dos Lordes do Parlamento britânico. Em plena atividade aos 91 anos, ela acaba de lançar o seu mais recente romance policial, “Death Comes to Pemberly” (editora Faber & Faber). Resultado: primeiro lugar na lista de best-seller de ficção no Reino Unido. Com uma longevidade que me faz lembrar a querida amiga Agatha Christie (1890-1976), outrora merecidamente apelidada de a “dama” ou a “Rainha” do crime, P. D. James tem com “Death Comes to Pemberly” o ponto de chegada (ainda provisório, acredito) de uma belíssima carreira literária que se inicia com “Cover Her Face” (1962), onde ela nos apresenta o seu detetive, Adam Dalgliesh, da Scotland Yard. Pertencente à Royal Society of Literature e presidente da Society of Authors, P. D. James, por alguns de seus romances assim como pelo conjunto da sua obra, já ganhou inúmeros prêmios atribuídos à literatura policial, tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos.
Em “Death Comes to Pemberly”, P. D. James une duas de suas grandes paixões: o romance policial e a obra de Jane Austen (1775-1817), uma das maiores escritoras inglesas de todos os tempos, autora dos romances “Sense and Sensibility” (1811), “Pride and Prejudice” (1813), “Mansfield Park” (1814), “Emma” (1815), “Persuasion” (1818) e “Northanger Abbey” (1818). “Death Comes to Pemberly” põe morte e mistério no mundo de “Pride and Prejudice”. Em 1803, Mr. Darcy e Elizabeth (Bennet), principais personagens do clássico de Austen, são casados há alguns anos e têm dois filhos. Tudo vai muito bem em Pemberley, a propriedade da família no condado inglês de Derbyshire. Mas essa tranquilidade é quebrada em certo dia do outono. Após uma festa, sem convite, uma esposa aparece alegando haver sido seu marido assassinado. A partir daí a felicidade no casamento de Mr. Darcy e Elizabeth é ameaçada. A Pemberley de Austen é agora um ambiente permeado de crime e muito mistério. Uma empreitada audaciosa, pode-se dizer do novo livro de P. D. James. Embora na literatura inglesa venha se tornando cada vez mais frequente os pastiches e as paródias dos clássicos, “Death Comes to Pemberly”, seriamente, procura inserir uma estória dentro de outra estória, o que, convenhamos, não é nada fácil.

De P. D. James eu já conhecia e aprovara “A Certain Justice” (1997), que gira em torno do assassinato de uma brilhante advogada criminal, Venetia Aldridge, após haver defendido, com sucesso, um jovem acusado de haver matado a própria tia. Para aqueles ligados ao Direito, sobretudo ao direito criminal, “A Certain Justice” tem um apelo especial: entre outras coisas, ele procura analisar o que se passa na mente de um criminoso, discute os dilemas morais dos advogados criminais (o que nem todos eles, é verdade, têm), assim como explica as limitações de qualquer sistema de justiça criminal. “Death Comes to Pemberly” foi, portanto, uma compra natural. E logo comecei a devorar as primeiras páginas.

Mas, numa dessas coincidências da vida, no mesmo dia que adquiri “Death Comes to Pemberly”, perambulando pelos sebos de Charing Cross (ao dizer isso mais uma vez, fica até parecendo que vivo por lá e nada estudo de Direito), dei de cara com uma coleção de romances de P. D. James em uma promoção imperdível. Cada qual com suas 400 páginas, todos em capa dura e novinhos. O melhor: apenas 1 libra cada. E lá foram para a minha sacola: “A Mind to Murder” (1963), “Unnatural Causes” (1967), “Death of an Expert Witness” (1977), “Innocent Blood” (1980), “A Taste for Death” (1985), “Original Sin” (1994) e “Death in Holy Orders” (2001), “The Murder Room” (2003) e “The Lighthouse” (2005).

Foi só chegar em casa e folhear esses livros que me bateu uma dúvida: deveria continuar lendo “Death Comes to Pemberly” ou deveria (re)começar minha aventura pelo mundo de P. D. James por um dos seus romances policiais tradicionais, com o detetive Adam Dalgliesh como meu guia?

Sem consultar pessoalmente minha nova amiga (P. D. James), deixei de lado “Death Comes to Pemberly” e parti para “Death in Holy Orders”. Que me desculpe a queridinha Jane Austen, mas adorei o enredo de “Death in Holy Orders”, que tem como pano de fundo uma série de assassinatos em um Seminário da Igreja Anglicana, o St. Anselm’s Theological College, localizado em um remoto ponto na costa de Suffolk, condado no estremo leste da Inglaterra. Achei “sinistro” ou, como dizem os jovens de Natal com um sentido bem positivo, “tenso”. Em tempos de Carnatal, é do que preciso. Depois, prometo, volto para descansar na “Pemberly” de Austen e James.

Gazeta de Longbourn Apresenta: Cranford

Em primeiro lugar, Cranford é possessão das Amazonas; todas os detentores de casas acima de um certo aluguel são mulheres. Se um casal vier a se instalar na cidade, de alguma forma o cavalheiro desaparece; ele é ou assustado até a morte por ser o único homem nos saraus de Cranford, ou ele é contado como estando em seu regimento, em seu navio, ou extremamente envolvido com negócios ao longo de toda a semana na grande cidade comercial vizinha de Drumble, distante apenas 20 milhas de trem.

Elizabeth Gaskell – Cranford

Peguei esse livro emprestado com a Lu Campelo (por sinal, obrigada, Lu!) com, sei lá porque cargas d’água, a firme convicção de que o leria em inglês. Já até tinha visto que a Raquel de Queiroz traduzira muitos anos atrás a Gaskell, mas essa lembrança não me veio à mente nem de longe a princípio. Foi assim que quase caí da cadeira ao abrir a capa e descobrir que estava em português. E um português delicioso, cheio de palavras de expressões de ‘antanho’, conferindo ao texto muita personalidade.

Claro que isso não adiantaria de nada se o texto da Gaskell, em si, não fosse também tão gostoso. E ele é, embora a princípio eu tenha estranhado um pouco…

Meu problema foi que meus primeiros contatos com a obra dessa autora se deram através das adaptações para a TV feitas pela BBC, séries essas que receberam um tratamento análogo às inspiradas em Austen, de tal forma que fiquei com a impressão de que Elizabeth Gaskell fazia o mesmo estilo que Jane Austen.

Eu estava, claro, completamente errada, e foi por isso que no início do livro fiquei sem saber se estava ou não gostando – tendo esperado o estilo mais seco, menos descritivo e bem mais sutil de Austen, a riqueza de detalhes e o tom por vezes terno por vezes rasgadamente cômico da Gaskell me confundiram. Aí respirei fundo, esvaziei a cabeça do que eu acreditara antes saber e recomecei a ler.

Não sei ainda se a autora mantém o mesmo estilo em todos os seus livros (Norte e Sul me olha ali da estante e ele será o próximo a ser devorado), mas ao menos em Cranford, fiquei perdidamente apaixonada pela rica tapeçaria de personagens que ela borda num romance quase que absolutamente sem nenhum romance.

Cranford é um pequeno vilarejo completamente dominado por mulheres – e são essas mulheres e suas vidas prosaicas e tranqüilas que são o centro da história. Não existem heróis nem mocinhas, mas senhoras simples, divertidas em suas visões por vezes ultrapassadas da sociedade e que nos cativam intensamente com seus pequenos problemas, suas pequenas manias, seus pequenos gestos de bondade.

É, enfim, um romance de miudezas, auto-centrado e auto-suficiente, quase anedótico em muitas partes – como o episódio da renda que o gato comeu ( e as peripécias para faze-lo ‘descomer’ de tal forma que a renda pudesse ser posteriormente usada e ‘você nem diz que ela já passou pelo estômago de um gato!’) ou da vaca usando pijamas – e em outras melancolicamente delicado – como o triste caso de amor do Mr. Holbrook e Miss Matty ou a história do ‘pobre Peter’.

O livro é composto de capítulos curtos, que em geral parecem episódios soltos dessas senhoras de Cranford, podendo ser lidos até fora de ordem, como contos independentes. Todo narrado em primeira pessoa (e é apenas uma vez, já quase no final do livro, que descobrimos o nome dessa narradora), ele cria um senso de intimidade, de cumplicidade com o leitor que é também, por si, bastante interessante.

A série que citei no início mistura ao texto original desse livro outros contos da autora que continuam a visitar o querido vilarejo – e creio que essa amálgama tenha feito a série ganhar bastante em termos de ritmo e drama. Judi Dench está absolutamente sensacional como Miss Matty e – nunca pensei que diria isso dela, uma vez que estou acostumada em vê-la em papéis bem fortes – te dá uma vontade enorme de abraçá-la e pedir para sentar no colo.

* Lu Darce (JASBRA-PE) está de malas prontas para passar férias em Cranford. Esse e outros roteiros turísticos-literários, você encontra em Coruja em Teto de Zinco Quente.

Alteração do local de encontro para a reunião do Clube do Livro em Recife

ATENÇÃO!!!!! 
COMUNICADO CLUBE DO LIVRO JASBRA/PE
Acerca do encontro no Clube do Livro no Recife: a Saraiva por questões de segurança e seguindo uma política adotada pelo Shopping Recife, cancelou todos os eventos dentro da loja após o dia 14 de dezembro. Conversei com algumas pessoas, mas por conta de estarmos um tanto em cima da hora, a opção mais fácil que encontramos foi remarcar o encontro para a Praça de Alimentação do Paço Alfândega.
Então… continua a ser no sábado, dia 17, a partir das 14 horas, só muda o local. O Paço é normalmente muito tranquilo e dá para a gente se reunir lá sem problemas e sem ter de depender de ninguém.Nesta data, comemoraremos um ano de clube do livro, o aniversário da Austen e também faremos o debate de Um Conto de Natal, do Charles Dickens.
Não é preciso inscrição, basta comparecer e procurar por um aglomerado de pessoas felizes e empolgadas balançando livros, e batendo na mesa. Todos são mais que bem-vindos. 
Luciana Darce.

Colin Firth no SNL

O post é da Samantha Fernandes, que já publicou aqui no blog sobre as continuações baseadas nas obras de Austen.

Para quem nunca ouviu falar do Saturday Night Live, é um programa de humor americano no ar há mais de 30 anos, que todo sábado tem artistas convidados fazendo quadros engraçados. Eu sempre adorei o programa, mas não tenho mais acompanhado as temporadas recentes pois passa muito tarde; adoro ver os atores tirando sarro de si mesmos nos quadros do programa. Adorei a abertura do programa do Colin Firth, e é claro que não podiam deixar Mr. Darcy de fora dessa. Quando assisto coisas desse tipo, acho difícil de acreditar que o Colin não gosta quando fazem referências ao Mr. Darcy, pois se fosse assim acho que ele teria se recusado a mencionar no programa. Esse episódio é 2004.

Eu já tinha assistido o episódio, mas sem legendas. Acho que as legendas em espanhol ajudarão muitas pessoas que não compreendem o inglês. Com vocês Colin firth! Veja aqui a transcrição em inglês dos diálogos.

COLIN FIRTH: Obrigado. Muito obrigado. Obrigado. Estou muito honrado de estar apresentando o Saturday Night Live. Obrigado. É um show que exige talentos que eu nunca infligi a ninguém, até hoje, então estou mais que disposto a fazer uma tentativa. Então, considerem-se bastante avisados.
Agora alguns de vocês podem me conhecer de O Diário de Bridget Jones, onde eu interpreto a alternativa sensata e resistente a Hugh Grant. Ou talvez vocês podem me conhecer do filme Simplesmente Amor, onde eu interpreto a alternativa sensata e resistente a Hugh Grant. E para aqueles de vocês que assistem ao A & E, vocês podem estar familiarizados com Orgulho e Preconceito, onde eu desempenhei o papel de Mr.. .
AMY POEHLER: Mr. Darcy! você não poderia dirigir-me de qualquer maneira possível que me induziria a aceitá-lo.
COLIN FIRTH: OK, eu acho que sei este. Este é (como Mr. Darcy)
Assim eu fui dos oito anos, até os oito e vinte e assim eu poderia ainda continuar a ter sido, se não fosse por você, querida, adorável Elizabeth.
AMY POEHLER: Wooh!
COLIN FIRTH: Essa é uma cena de Orgulho e Preconceito.
Amy Poehler: Sim, é. Wow, Colin todos nós estamos apenas muito animados de ter um ator com formação clássica como você no programa.
COLIN FIRTH: Obrigado.
Amy Poehler: E eu queria mostrar a todas as pessoas aí fora que eu,
Amy Poehler, sou de formação clássica também.
COLIN FIRTH: Bem, bom para você. Assim por diante com o show. . .

Vale à pena assitir o episódio inteiro, que está dividido em partes no youtube. Principalmente a parte 3, onde Colin finge um sotaque americano! 🙂

Você também poderá conferir o Colin falando com sotaque texano, no filme Main Street (já publicado aqui no blog) neste link.
Tradução de Samanta Fernandes:

Novas capas da Penguin

Por indicação da Olga Ferreira, acabo de descobrir que a Penguin lançou os outros títulos de Austen que estavam faltando para completar a coleção Jane Austen em capa dura em tecido. Cada livro custa 14,99 libras! Maiores detalhes aqui.

Para quem ainda não conhecia os primeiros lançamentos:

Veja aqui os outros títulos da coleção: