Segunda Edição da Revista Jane Austen Portugal

Já está disponível para download a segunda edição da Revista Jane Austen Portugal. O tema desta edição é Orgulho e Preconceito. Vocês poderão fazer o do download do arquivo aqui, ou clicar no slide abaixo para fazer o download.

Para quem não leu a primeira edição da Revista Jane Austen Portugal, poderá  baixar o arquivo em pdf aqui.

Orgulho e Preconceito – Versão carregador de celulares

Esta é uma novidade que eu não esperava: carregador de celulares (iPhone 3G, 3GS & iPhone 4G) em formato de livro. Ou melhor, adaptaram o livro ao cabo usb para recarregar os celulares. À venda no Etsy.
Fiquei na dúvida se o livro pode ser lido. Ou seja, se o adaptador não estragou as páginas do livro.
Em 2009, eu escrevi um post sobre um livro reclicado que virou bolsa. Leia aqui.

Site Jane Austen Portugal

As responsáveis pelo Blog Jane Austen Portugal lançaram recentemente o Site Jane Austen Portugal. O site está muito bonito e foi criado no Wix.com (um site que permite a criação de sites em versões modernas e com flash). Parabéns meninas, está muito bonito!

Agradecimento à Editora LPM

Luciana Darce, representante da JASBRA em Recife nos avisa que a Editora LPM publicou nosso encontro Regional no Recife na página deles. Muito obrigada pela divulgação LPM! 🙂

Razão e Sociabilidade

Copyright Jim Hill

Beth Dunn (An Accomplished Young Lady Blog) acabou de avisar que escreveu um guia de etiqueta e boas maneiras nas redes sociais inspirado em Jane Austen. Para ler mais a respeito de Razão e Sociabilidade, leia aqui.

Plots and Proposals – uma paródia de Orgulho e Preconceito

Encontrei este vídeo hoje no Youtube, chama-se Plots and Proposals – a parody of Pride and Prejudice. É um filme curtinho e não encontrei muitas informações sobre ele, só que é uma paródia de 2000 sobre as propostas de casamento das séries e filmes de época. O vídeo tem algumas falas muito engraçadas e conta com a participação de Alan Rickman (Coronel Brandon – Razão e Sensibilidade 1995), Imelda Stauton (Charlotte Palmer – Razão e Sensibilidade 1995) e Bill Paterson (Mr. Gibson – Wives and Daughters 1999).

Parar rir:

* Fala de  duas personagens:
“Por que você disse isso?
Eu não sei… é uma adaptação de época muito engraçada.”

* No meio do vídeo, é solicitado que o telespectador deposite 27 pounds e 50 cents para continuar a assistir ao vídeo! hahahaha

* A cena mais non sense é a do Alan Rickman lendo cartas em meio à uma guerra! 🙂

Orgulho e Preconceito 1995 em Blu-Ray

A Editora Logon acaba de lançar a série Orgulho e Preconceito (1995) em Blu-Ray.
Veja abaixo os detalhes:
Mídia: BLU RAY
Região: A
Ano de produção: 1995
País de Produção: Inglaterra
Gênero: SERIES DE TV / MINISSERIES
Duração: 300 minutos
Volumes: 2
Sistema: NTSC
Formato de Tela: FULLSCREEN
Sistema de Cor: Colorido
Idioma Original: INGLES – DTS 5.1
Legenda: INGLES PORTUGUES
Preço: R$ 97,90
Onde comprar: Livraria Cultura

Orgulho e Preconceito 1940 em DVD

Esta é uma ótima notícia: Orgulho e Preconceito (1940) em DVD com legendas em português! Isso mesmo! E o diferencial é que o filme é colorido!  Chega de ficar esperando o filme passar no TCM! O DVD custa 39,90 e está à venda na Livraria Cultura.
Veja os detalhes do produto:
Título original: PRIDE AND PREJUDICE

Mídia: DVD
Região: 4
*Brasil, Austrália, Nova Zelândia, México, América Central, América do Sul
Ano de produção: 1940
País de Produção: Estados Unidos da America
Gênero: CLÁSSICO
Duração: 118 minutos
Volumes: 1
Sistema: NTSC
Formato de Tela: FULLSCREEN
Sistema de Cor: Colorido (O DVD é em preto e branco, como no original)
Faixa Etária: 14 anos
Dublagem: sem dublagem
Legenda: PORTUGUES

POCKET POSH JANE AUSTEN

A dica de veio veio da nossa Janeite italiana Maria Grazia (My Jane Austen Book Club): é um livro de jogos de Jane Austen, publicado pela Andrew McMeel Publishing. O livro oferece testes divertidos, entre eles: palavras cruzadas, trivias e palavras para desembaralhar para testar sua memória e conhecimento a respeito dos personagens de Austen, suas histórias e vida. Segundo Maria, certamente é um livro que cativará qualquer Janeite, além de ser um ótimo exercício mental. Além disso, é perfeito pois cabe em qualquer bolsa e um conveniente modo de se passar o tempo. Além de Jane Austen, há também o livro William Shakespeare.

Você poderá conhecer melhor o livro e comprá-lo aqui.

Razão e Sensibilidade (série de tv) 1971 – Parte 2/2

Parte 2 – Resenha
Edward and Elinor (screencap by Laurel Ann)
Eu gostei de assistir esta série, porém, tenho algumas obvservações a fazer. Talvez pelo fato de ter sido filmada há 40 anos e obviamente a maneira de se realizar séries ter mudado muito, há alguns pontos que eu gostaria de criticar. Para os padrões modernos, a série deixa um tanto a desejar porque se parece muito com uma apresentação teatral. Além disso, algumas falas parecem mecanizadas, talvez pelo fato de que antigamente os atores ensaiavam diversas vezes antes de filmarem.
Marianne and Willoughby (screencap by Old-fashioned Charm)
Pontos negativos
– É possível notar, mesmo quando se desconhece a moda do século XIX,  que o cabelo dos homens tem um topete bem considerável. Se observarmos os atores, como estão hoje, é bem difícil perceber quem é quem. Com algumas exceções, é claro!
– As mocinhas, Elinor e Marianne deveriam ficar horas diante do espelho para conseguir tantos cachinhos e um cabelo impecável (ainda bem que já existia  a peruca na década de 70)!
– Alguns personagens mal abrem a boca durante os quatro episódios.
– Todos os pares românticos não parecem se apaixonar de verdade. Estranhamente eles se apaixonam sem nenhum motivo aparente. Para quem já leu Razão e Sensibilidade é possível perceber as nuances dos primeiros encontros e o consequente envolvimento entre os personagens.

(screencap by Old Fashioned Charm)

– Coronel Brandon é apenas um adereço. Infelizmente a imagem de Coronel Brandon que me vem à memória é a interpretação impecável de Alan Rickman. Talvez por isso, este Coronel Brandon me decepcionou muito.

– Deixaram de lado a Margaret Dashwood, a pobre menina simplesmente sumiu da história.
– Não é apresentado o sofrimento e decepção que as Dashwoods sofrem ao serem obrigadas a deixarem Norland e se mudarem para Barton Cottage. Muito menos mostra que a questão financeira das moças é um ponto decisivo para a sobrivivência das mulheres.

Pontos positivos:

– A atuação de Joanna David é impecável. Algumas vezes, porém, ela aparenta não ser um pouco engessada. Até mesmo na hora em que Edward a pede em casamento, ela  se preocupe se ele vai se ajoelhar no cascalho e sujar a calça. Até o próprio Edward diz que prudente Elinor não poderia deixar que isso acontecesse. Joanna David tem um rosto muito bonito e cumpre o papel de Elinor com muita destreza!

O pedido de Edward (screencaps by Old Fashioned Charm)

Ciaran Madden faz o papel de Marianne, porém, ela não convence ter a jovialidade de uma moça de 17 anos. Além disso, a cena do baile quando ela vê Willoughby com a noiva é uma parte interessante da série. Fiquei sem saber ela estava descontrolada, se foi o diretor que pediu tal atitude ou se a atriz mesmo é quem decidiu fazer ‘aquilo’. Confesso que dei boas risadas! Marianne só fica mais simpática depois que fica entre a vida e a morte! Mesmo assim, as cenas que mostram a personagem doente não convencem… Marianne olha para Elinor e pergunta se é ela que está ali por perto, sendo que Elinor está na sua frente.

(screencap by Laurel Ann)
Coronel Brandon visita Marianne (screencap by Old Fashioned Charm) 
- Robin Ellis faz o um Edward muito, mas muito inseguro. Porém, dos três personagens importantes da trama, ele é o que mais me convenceu estar interessado em Elinor. Na minha opinião, tanto Brandon quanto Willoughby não apresentam um interesse convicente em Marianne. O ponto alto da atuação de Robin é quando Edward, após contar à mãe sobre seu noivado com Lucy Steele, recebe Elinor e esta lhe conta a respeito do salário de pastor que o Coronel Brandon lhe oferece. Neste momento ele se mostra mais dono de si e até puxa uma conversa mais aprofundada com Elinor, esta porém, se esquiva e apenas lhe conta o recado do Coronel Brandon.

 (screencap by Old Fashioned Charm)
Patricia Routledge é o um dos pontos fortes desta série. Ela o papel de Mrs. Jennings e é muito engraçada. Uma coisa que chamou a minha atenção foi o fato de ela ser muito jovem, principalmente em relação às atrizes que fizeram os papéis de suas filhas. Além disso, é a personagem que mais troca de roupas e está sempre esbaforida. 
(screencap by Old Fashioned Charm)

Frances Cuka faz uma Lucy Steele bem má, tentando a todo custo humilhar Elinor. Em nenhum momento ela demonstra ser uma moça simples que também está em busca da aceitação da família de Edward. Pelo contrário, suas roupas e jeito de se comportar, não parecem de uma moça proviniente de uma situação social inferior às dos Ferrars. Para o telespectador desavisado, fica difícil entender como do nada ela deixa Edward e se casa com o irmão.
(screencap by Old Fashioned Charm)

Alguns aspectos divertidos:

– Em algumas cenas as duas irmãs Dashwoods vestem as mesmas pelisses. Serão elas gêmeas? Ou sobrou muito tecido verde?
(screencaps by Laurel Ann)
– Na cena do baile na casa de Sir John, enquanto todos estão dançando, não ninguém no piano e a música continua tocando mesmo assim.
Méritos:
– Assim como os atores de hoje saem dos cinemas e caminham, alguns, para o teatro. No passado, acontecia o contrário. Ou seja, esta série é repleta de atores que tiveram iniciação no teatro. Além disso, naquela época (1971), as adaptações tinham um outro conceito e abordagem. As adaptações da década de 70 são muito parecidas entre si, mas algumas se destacam como é o caso de Emma (1972). Acredito que esta série é válida, principalmente por fazer parte de uma época bem diferente de adaptações para a tv.
Outras resenhas:
–  Laurel Ann, em inglês, no AustenProse.
– Alexa Adams, em inglês, no First Impressions.
– Vic Sanborn, em inglês, no Jane Austen’s World.
– Laurie Michael, em inglês, no Old-fashioned Charm.
Veja abaixo um vídeo/montagem, com algumas cenas da série:
Leia a Parte 1 – Ficha Técnica aqui