250 anos de Jane Austen movimenta turismo na Inglaterra…

Cidades realizam eventos para celebração da escritora com bailes, exposições, festas e debates…

Artigo publicado originalmente no site Poder360

By Julia Amoêdo

Em 16 de dezembro de 2025 serão comemorados os 250 anos do nascimento da escritora Jane Austen (1775-1817), famosa por livros como “Orgulho e Preconceito” e “Persuasão”. Ao longo do ano, a data será celebrada com exibições, festas e bailes em cidades do Reino Unido por onde a autora passou ou sobre as quais escreveu.  Um dos eventos mais famosos é o Jane Austen Festival, em Bath, cidade em que ela viveu. Anualmente, fãs se reúnem para a “parada regencial”, em que todos se vestem com roupas de época e passeiam pelas ruas da cidade. No dia 13 de setembro, 2.000 pessoas participarão da caminhada. … (continue a leitura aqui).

Ou leia a partir dos prints abaixo:

Documentário: Jane Austen – A Celebration of 250 Years

A professora Adriana dos Santos Sales (CEFET-MG) – presidente da Jane Austen Sociedade do Brasil – foi uma das convidadas a participar do documentário realizado peoa Winchester University: Jane Austen – A Celebration of 250 Years, lançado em comemoração aos 250 anos de nascimento da escritora britânica.

O documentário reúne especialistas de diversos países para refletir sobre a vida, a obra e o legado de Jane Austen.

A participação da professora Adriana Sales representa não apenas um reconhecimento à sua trajetória de pesquisa dedicada à obra da autora, mas também uma valorização da produção acadêmica brasileira no cenário internacional. Em sua fala, ela contribui com uma perspectiva latino-americana sobre a recepção de Austen no Brasil e comenta sobre inúmeras edições dos livros de Austen para a língua portuguesa, incluindo traduções que ela realizou: Razão e Sensibilidade, Mansfield Park e Emma.

“Foi uma honra participar desse projeto e poder representar o olhar da pesquisa brasileira sobre Jane Austen. Essa comemoração de 250 anos é uma oportunidade de reafirmar a relevância da autora e o quanto suas obras continuam a dialogar com questões ainda muito presentes em nosso tempo”, afirma a professora.