"Guarda teu amigo sob a chave de tua própria vida." ( William Shakespeare) – Citação perfeita para o momento!

Meus caros(as) amantes, ou melhor, admiradores de muito bom gosto(por sinal), de Jane Austen e seu Mundo.

Não sei se perceberam que nossa querida ADRIANA ZARDINI não anda dando o “ar da graça” por aqui no mundo virtual? E por conta disso, algumas publicações estão em “falta”!
Estou pensando seriamente em lançar uma campanha: “POR ONDE ANDAS ADRIANA?” O que vocês acham?

Brincadeiras à parte, chegou a hora de falar sério!
Nossa Adriana está passando por uma mudança residencial, e todos nós sabemos o quanto isso é muito COMPLICADO e TRABALHOSO, e por conta disso, não está podendo participar do grupo do facebook: https://www.facebook.com/groups/105627072803331/584930831539617/?notif_t=group_comment e nem responder aos posts aqui do blog.
Lembrando também que alguns posts estão programados, outros estarão suspensos até sua volta! Pois ela é CHAVE FUNDAMENTAL, e qualquer pessoa que tente fazer o que ela faz, NUNCA estará à sua altura!
Vale ressaltar novamente que enquanto ela não dá o “ar da graça”, estou aqui para tirar dúvidas e ajudar na medida que for possível, meu e-mail para contato é tatiegabrielresende@gmail.com ou pelo face também onde estou sempre! 
Agradeço em meu nome e em nome da ADRIANA ZARDINI, pela compreensão de todos(as), espero que vocês continuem nos acompanhando pois temos muitos posts interessantes vindo por aí! Fiquem bem!
Ps: Adriana, volta logo pra gente!! Viu como nosso Capitão está triste e abatido?! Vou acabar mandando ele atrás de você! rsrs!

Nova Adaptação BBC – Novo Mr.Darcy? Nova Lizzie?

Desde o final de semana  começou um “burburinho” sobre a nova série da BBC: DEATH COMES TO PEMBERLEY.

Então para o papel de Mr.Darcy foi escolhido o ator Matthew Rhys!

E para Lizzie a atriz Anna Maxwell Martin!

E vcs o que acharam da escolha?
Mais informações no link abaixo:

Segundas – Resfriado mata?

 Hoje é dia da Coluna das segundas-feiras: Discussões sobre Orgulho e PreconceitoA sugestão da discussão é da Flávia Oliveira (JASBRA-MG):

Trecho da discussão 

“-Oh, não tenho medo de que ela morra. Ninguém morre de um pequeno resfriado.”
Orgulho e Preconceito
Imagem acima: Harriet Smith em Emma (2009)
Jane Austen se enganou ao pronunciar estas palavras? Não era comum naquela época as pessoas morrerem de um pequeno resfriado?


Conheça aqui as outras perguntas da nossa discussão sobre Orgulho e Preconceito

Domingos – Leonardo Ferraz – Lendo A Abadia de Northanger

Hoje é dia da Coluna de Domingo: Jane Austen e os Rapazes. O objetivo é oferecer aos leitores deste blog uma visão masculina das obras de Austen.

Com vocês: Leonardo Ferraz

Leonardo é pernambucano e membro da JASBRA-PE. Tive o prazer de conhecer o Duda (ops Leonardo) no IV Encontro Nacional da JASBRA. 


Lendo A Abadia de Northanger


Olá pessoal! Antes de mais nada deixa eu me apresentar para quem não me conhece! Meu nome é Leonardo Ferraz, também conhecido como Duda entre meus amigos (E não! Meu nome não é Leonardo Eduardo!), sou analista de sistemas, tenho 38 anos, moro em Olinda e sou um fã meio tardio dos livros de Jane Austen… Até o ano passado, eu só conhecia seus trabalhos a partir dos filmes lançados a partir da década de 90. Somente ao começar a participar do clube do livro encabeçado por Luciana Darce que fui ler meus primeiros livros de Austen. Primeiro foi Mansfield Park, depois Orgulho & Preconceito e por último A Abadia de Northanger.
        É exatamente sobre esse último que falarei um pouco por aqui! Comecei minha leitura exatamente antes de viajar para Belo Horizonte para o encontro nacional da JASBRA em janeiro. A primeira coisa que me chamou atenção foram as interrupções na narrativa que a própria Jane faz para comentar alguns aspectos da mesma. Eu me lembro de diversas vezes parar de ler por causa de crises de risos (Ok. Tenho que confessar que rio muito facilmente…), inclusive algumas vezes dentro do avião na viagem de volta ao Recife.
        Talvez somente uma coisa me fez rir mais do que as interrupções Austenianas para defender tanto sua heroína quanto os romances que sua heroína lia durante toda a história. Estou falando do John Thorpe! Cada vez que ele aparecia e abria a boca para falar sobre carruagens e cavalos e o que mais que fosse eu não conseguia evitar as risadas! Claro que ele não tinha a menor intenção em provocá-las, mas eram inevitáveis! Suas tiradas e atitudes fazem Mister Colins parecer uma pessoa centrada e dotado de muito senso comum e humildade. Isso sem falar na noção, que imagino nunca ter sido apresentada ao Thorpe.
        Mas não só do torpe Thorpe (Apelido dado por Cláudia na reunião do Clube do Livro que debateu o livro) vive A Abadia. Gostei bastante do livro. Catherine é uma heroína ingênua e que não percebe maldade entre os que a rodeiam. Essa última característica também faz com que outro membro da família Thorpe venha a atazanar a sua vida. Nem eu, que sou reconhecidamente leso, me deixei enganar por Isabella. E ela nem é engraçada  como o irmão…
        Nossa heroína é também um “pouco” empolgada quanto a romances góticos, o que torna muitos momentos onde ela acredita piamente estar no meio de um dos seus queridos livros bastante divertidos. Ainda mais quando Henry Tilney está presente para dar corda! Como quando ele descreve a uma entusiasmada Catherine (Embora ela tente esconder a animação) a abadia onde ela ficará hospedada com todos os requintes góticos que ela adora!
        Alias, apesar de A Abadia de Northanger ser considerada uma paródia aos romances góticos, é engraçado perceber que o “vilão” Thorpe ridiculariza os livros lidos por Catherine, enquanto o “mocinho” Tilney age de maneira oposta, não só apoiando como sendo leitor também dos romances góticos.
        E no meio dos seus devaneios não é que nossa querida heroína se vê no meio de um grande mistério? Imagino que a grande maioria já tenha lido o livro, mas não quero estragar a história para quem ainda não leu. Só digo que só consegui largar o terço final do livro, basicamente desde a chegada de Catherine à abadia, depois de terminada a leitura!     
        Creio que por hoje é só! Agradeço a Adriana pela oportunidade de ter esse texto publicado no blog! E muito em breve estarei de volta ao mundo de Jane Austen lendo Persuasão.


Conheça os outros posts das Colunas de Domingos.

Sextas – Jane Austen Irônica

Hoje é dia de Jane Austen Irônica!
Vamos rir um pouquinho com Lizzie e suas dúvidas!!
Conheça aqui os outros posts desta coluna Jane Austen Irônica.

Cartas para Madame Austen

Hoje, excepcionalmente não teremos a participação de MADAME AUSTEN e seus colaboradores, pois o contato com o ALÉM  está sofrendo um pouco com “interferências”! Acreditamos que seja devido aos últimos Encontros ocorridos em SP e RJ !!



Então resolvemos “pegar” algumas cartinhas e revê-las! 


Quartas – Minha história com Jane Austen: Priscila Almeida

Prezados leitores, hoje é dia da Coluna das quartas-feiras: Minha história com Jane Austen! 

Com vocês: Priscila Almeida 


Meu amor por Jane Austen começou quando  vi o trailer de Orgulho e Preconceito a Versão de 2005 com a Keira  knightley. Fiquei completamente encantada , mais infelizmente não encontrei o filme em locadoras,e como não tinha internet na época acabei deixando pra lá.Em um dia comum  entrei em uma  loja para ver os  filmes em promoção e lá estava ele , não pensei duas vezes e o levei. E  para minha alegria ,valeu  cada centavo , não pelo valor material mais pelo prazer e a alegria que a obra  me proporcionou.Fiquei perdidamente apaixonada por Mr ° Darcy , quem não ficaria :3. Depois de assistir o filme umas 5 vezes decidi comprar o  livro , e ai de paixão a primeira  vista  virou amor.Desde então fiz uma pequena coleção da Musa Jane Austen, sim sim Musa meus amigos me zoam dizem que é tipo uma Musa da Ironia pra mim , mais ela é mais que tudo isso.Não sei explicar direito mais ela traz um mundo ao qual muitas garotas gostariam de viver , mesmo com toda aquela sociedade preconceituosa conseguimos ver o contentamento nas coisas simples como os bailes, os chás da tarde, ou uma caminhada para apreciar a paisagem ou apenas aproveitar a companhia um do outro, o que raramente acontece nos dias de hoje . Sem contar o amor, a forma de conquistar uma dama, por fim fui comprando as outras obras me apaixonando por outros cavalheiros ,Edward Ferrars,George Knightley ,etc. Mais Mr° Darcy sempre terá um espaço maior no meu coração.Infelizmente Jane Austen nos deixou pouquíssimas obras, mais tudo bem eu releio elas sempre e sempre me apaixonando cada vez mais e mais .Quando as Obras acabaram e os filmes , então decidi comprar as paródias kkkkk e como não rir ao imaginar Mr Darcy lutando contra zumbis kkk ,Desde então assisto tudo relacionado a Jane Austen da um certo conforto em relação as pouquíssimas obras que ela escreveu e principalmente a obra inacabada 😦 .Meu livro favorito e meu primeiro amor por Jane Austen sempre será Orgulho e Preconceito. Eu amoo Jane Austen. Beijos galera 🙂 


Acervo da Priscila

Olha que lindos esses cabelos vermelhos! 

Para ler as outras publicações desta coluna, clique aqui.

Fotos do Encontro Regional da JASBRA – RJ

No domingo dia 19 de maio a JASBRA-RJ realizou um maravilhoso encontro na Livraria Travessa Leblon, onde foi discutido o livro ABADIA DE NORTHANGER !

Mesa com os livros e brindes que não podem faltar!

O pessoal começando a se reunir …

Todos com muito a acrescentar! Esse é o nosso lema!

 Claro que já postando nas redes sociais!!

E a nossa grande confraternização no final!

A JASBRA agradece a todos pelo empenho e participação, e estamos muito felizes de ver o grupo cada vez mais unido e com novos integrantes! Parabéns à todas e bem vindas as novas integrantes da Família JASBRA!
E para o PRÓXIMO ENCONTRO JASBRA-RJ:
Continuando no clima de Mistérios!!!
JANE EYRE (Charlotte Brontë)
Até lá!

Terças: Indicações de Livros – Jane Austen, game theorist

A indicação do livro de hoje é também uma entrevista com o autor Michael Chwe. A entrevista foi publicada pela Revista Época, que também me convidou para falar sobre o assunto, porém, por agendas distintas da minha, eles não conseguiram entrar em contato comigo para uma entrevista por telefone a tempo da edição ser publicada. Bem, fica para a próxima! 🙂


Com vocês Jane Austen, game theorist!

“O mundo de Austen apresenta situações tão complexas quanto as da economia ou da política”, diz Michael Chwe, professor de ciências políticas da Universidade da Califórnia


Michael Chwe, professor de ciências políticas na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, assistia ao filme As patricinhas de Beverly Hills(1995), com os filhos, quando teve uma ideia. Percebeu que a história apresentava modelos clássicos da Teoria dos Jogos, formulada em 1944. Decidiu ler os seis livros de Jane Austen, escritora do século XIX cujo trabalho inspirou o filme. O resultado de sua pesquisa é o livro Jane Austen, game theorist, inédito no Brasil, no qual afirma que Austen foi um gênio da matemática.


ÉPOCA – O senhor acha importante enxergar a literatura com “olhos de matemático”?

Michael Chwe – Há muitas formas de entender a literatura, e a perspectiva da Teoria dos Jogos é uma delas. Alguns exemplos ótimos estão no livro de Tom Schelling, vencedor do prêmio Nobel em 1995. Não há muita matemática no meu livro, apenas o suficiente para ilustrar como a Teoria dos Jogos funciona. Eu acho que qualquer teórico dos jogos iria concordar que o mundo de relações e manejos sociais de Austen apresenta situações pelo menos tão complexas quanto aquelas na economia ou na política.

ÉPOCA – Como o senhor diria que a Teoria dos Jogos se apresenta nos livros de Jane Austen?


Chwe – Aqui está um exemplo do livro Orgulho e Preconceito (Correção de Adriana Zardini: Emma) . Jane Fairfax não recebe uma carta de Frank Churchill, de quem está noiva secretamente. Ela chega então à conclusão de que ele simplesmente não se importa, em vez de culpar o serviço dos correios. A discussão da confiabilidade no serviço já havia sido feita anteriormente por Jane Fairfax e Mr. John Knightley. Austen sugere duas explicações para aquela situação, portanto: uma baseada no hábito e uma pensada nos interesses. Como uma teórica dos jogos, a explicação pelo interesse é a fundamental.


O livro de Michael Chwe, “Game theorist” (Foto: Reprodução)
ÉPOCA – Algumas pessoas consideram Jane Austen uma escritora além do seu tempo. O senhor concorda?
Chwe – Muitas pessoas amam Austen porque adoram o mundo da Regência Britânica (1811 a 1820). Para mim, isso não é muito sobre o que os livros realmente tratam. Os insights dela sobre interações humanas são atemporais e universais, assim como os insights da Teoria dos Jogos. Austen estava tentando explorar estratégias de pensamentos de um ponto de vista da Teoria dos Jogos, embora não ache surpreendente que os romances e jogos matemáticos compartilhem tantas semelhanças. Os insights são universais o suficiente para terem surgido em diferentes contextos históricos.


ÉPOCA – O senhor pode explicar a conexão entre boas escolhas e ser dominado pelas emoções?

Chwe – No livro Mansfield Park, Edmund Bertram dá um colar de ouro para Fanny Price, dizendo que é uma recordação do amor entre melhores amigos, e vai embora. Fanny, sem querer que a doçura dele acabe, cheia de sentimentos de dor e prazer, poderia ousar falar, mas é silenciada, pois era a melhor escolha que poderia fazer. Esse é um exemplo de como Austen mostra que as pessoas sempre podem agir para seus interesses, mesmo sobre estresse emocional. Mesmo dominada pelas emoções, o desejo de Fanny é soberano. Muitas pessoas criticam a Teoria dos Jogos e os economistas por dar mais atenção às escolhas que às emoções. Mas Austen concorda com os economistas. Seus personagens têm intensas emoções, mas agem de acordo com seus interesses.


ÉPOCA – Que tipo de lições valiosas uma pessoa interessada em manipulação e persuasão no mundo real poderia tirar dos livros de Austen?

Chwe – Uma das lições mais importantes do livro é que, mesmo nas situações mais difíceis ou até constrangedoras, é possível ser estratégico e tomar boas decisões. Em Mansfield Park, Fanny Price não tem poder e é maltratada pela família adotiva. Mesmo assim, ela mantém posições estratégicas. Olhando as estrelas pela janela com Edmund Bertram, Fanny propõe que eles observem a constelação Cassiopeia, o que só é possível se eles forem até o jardim juntos. Essa simples manipulação quase funciona. Quando o rico e o odioso Henry Crawford pede sua mão em casamento, ela recusa, mesmo que todos, inclusive Edmund, tentem persuadi-la a aceitar a proposta. E no final ela conquista Edmund. Assim, Fanny é a única heroína de Austen que toma uma decisão, opondo-se à opinião contrária de todos. Se uma garota aparentemente fraca como Fanny pode se defender sozinha e tomar as rédeas das suas próprias escolhas, então todos nós podemos.

Casos clássicos da Teoria dos Jogos em livros de Jane Austen 


Dilema do Prisioneiro
O que é? Cada pessoa pode ou não contribuir para o bem estar social, mas cada um quer no fundo uma “carona livre” no esforço do outro. Como resultado, ninguém contribui e a situação é pior a todos.
Exemplo real: Poluição nas cidades. Todos preferem um ambiente com ar limpo, mas ainda sim individualmente preferem manter um carro velho e sem manutenção que solta fumaça, por exemplo, a andar de bicicleta ou usar energia limpa. 
Em Jane Austen
Obra: Persuasão
Ano: 1818
Onde: Quando o Capitão Wentworth está visitando sua irmã no Kellynch Hall e é convidado para jantar no Upercross. Charles e Mary Musgrove também são convidados e estão ansiosos para conhecer o Capitão. Mas infelizmente o filho pequeno do casal, Charles, teve uma queda e deu um mau jeito no pescoço. Cada um pode escolher entre ir ao jantar ou cumprir suas obrigações de bons pais, apesar do desejo próprio. Depois de Charles partir para o jantar, Mary chora e questiona: “Se o papai pode ir, por que eu não poderia?”. Se Charles ficasse em casa, talvez sua mulher também o fizesse, e o filho não ficaria triste. Mas, uma vez que um deles decide sair, o outro se sente excluído e decide ir junto. Essa situação é salva por Anne Elliot, irmã de Mary, que decide ficar para cuidar do sobrinho. Anne está feliz em ter uma desculpa para não encontrar o Capitão Wentworth porque havia recusado uma proposta de casamento dele oito anos antes.


Caça ao Cervo 

O que é? Cada pessoa quer participar, mas ninguém quer ser a única participando. Todos precisam da segurança que outros vão participar também. Assim, seria mais fácil chegar a um acordo, já que há vantagem para os envolvidos. 
Exemplo real: Unir-se a uma insurreição política. Se você é o único que quer participar, provavelmente vai levar um tiro, mas, se todos se juntarem à causa, o regime pode cair.
Em Jane Austen
Obra: Orgulho e preconceito

Ano: 1813

Onde: Quando Elizabeth Bennet visita Netherfield, o Sr. Darcy a convida para dançar, mas ela recusa, pensando que ele queria humilhá-la (ele havia dito anteriormente ao Mr. Bingley: “Ela é tolerável, mas não tem beleza suficiente para tentar-me”). Ou seja, a princípio, ela não gostava do senhor Darcy, por achar que ele não gostava dela, como confessou a Charlotte Lucas.

Jogo do Covarde

O que é? Cada pessoa pode confrontar ou se acovardar. A melhor situação é quando um dos envolvidos continua e o outro desiste. Mas se ambos decidem se armarem, o resultado é sempre um desastre.
Exemplo real: Armamento de mísseis em Cuba. Nesse jogo, é uma vantagem mover primeiro e se armar antes que outro tenha a chance de fazê-lo. Uma vez que você está armado, o outro vai ter que desistir antes que aconteça uma catástrofe. 
Em Jane Austen
Obra: Razão e sensibilidade

Ano: 1811

Onde: Elinor Dashwood gosta de Edward Ferraris, mas não reconhece suas intenções verdadeiras. Porém, quando Elinor conhece Lucy Steele, esta conta que está noiva dele em segredo há quatro anos. Então, Elinor diz a si mesma que só poderia ter sido por ciúmes a confissão. Em outras palavras, é melhor Lucy clamar por Edward para Elinor desistir, do que ambas causarem uma situação desconfortável.  


*****

E vocês, prezados leitores, 
o que acham da teoria de Michael Chwe?

Mansfield Park – o blog

Já em ritmo de esquentando os tambores das celebrações do bicentenário de Mansfield Park no ano que vem, eu gostaria se sugerir à vocês o blog: Mansfield Park – Thoughts on Jane Austen’s Novel.

O blog, escrito em inglês, tem ótimas seções sobre vestimento, filmes e séries de TV, curiosidades, discussões aprofundadas, etc. Vale muito à pena ler, nem que seja usando o google tradutor.