Sense and Sensibility estará em cartaz no Star of The Sea Theatre, entre os dias 29 de junho a 21 de julho de 2012. A peça é uma adaptação de Deborah Mulhall que também é responsável pela direção do espetáculo.
Veja aqui, alguns trechos da peça. A peça será apresentada na Austrália e infelizmente, para nós, temos que nos contentar com o vídeo!
Ao visitar a página da diretora descobri que ela também já adaptou ‘Pride and Prejudice’. Veja aqui trechos da peça.
Este post de hoje é dedicado a uma amiga, que por motivos de trabalho e distância, não nos encontramos com tanta frequência e sequer temos tempo para assistir aos filmes e séries baseados em Austen como fazíamos entre 2007 e 2008! Me deu saudades daquele tempo!
Para aqueles que adoram uma capa diferente, aqui vai a sugestão! Quatro obras de Austen (Editora Sterling), pelo preço de uma! O livro está à venda na Barnes and Noble por $7,18 e traz os seguintes livros:
Pride and Prejudice Sense and Sensibility Emma Persuasion
Não… você não leu errado! Jane Austen é até tema de música! Holly Christina, da Nova Zelândia, compôs uma música inteiramente dedicada à nossa escritora favorita!
Acompanhe abaixo a letra
Jane Austen Holly Christina
Here’s the novel outline; we’re going down the lane On a textbook day that feels like a dream He says, “I’d ride in rain for you and defend your honour too I’d write you pretty letters to profess my love for you”
It’s my imagination; I know it’s running wild But I just can’t seem to get you off my mind Maybe it is Jane Austen’s books that get my head into a whirl That Mr. Darcy will come knocking at my door
Dear Jane Austen – what’s my problem? Wish I lived in the simple olden days
Jane, Jane, Jane – I’d do anything to live in your timeframe
Here’s the storyboard again The boys are all now gentlemen And everyone talks face to face I’d like to trade my jeans for a dress with pretty lace And change my name to Mrs. Knightly for the day
Dear Jane Austen – what’s my problem? Wish I lived in the simple olden days
Jane, Jane, Jane – I’d do anything to live in your timeframe
I’m going to take a turn around the grounds Of Longbourn to Pemberley, and then back down to earth Oh reality – you’re not as nice as fantasy Honestly, I’d like to be in
Jane’s timeframe – the simple old days Jane, Jane, Jane – I’d do anything, oh Jane, Jane, Jane – I’d do anything To live in your timeframe
Acabo de ver no site Jane Austen na Holanda uma indicação de um livro que me chamou a atenção: All Roads Lead to Austen (Todos os caminhos levam a Austen), escrito por Amy Elizabeth Smith. O livro está à venda na Amazon por $ 10,08. Inclusive você poderá ler algumas páginas no site da Amazon, clique aqui. O lançamento do livro está previsto para 1o de junho!
Comuma mala cheia delivros de JaneAusten, Amy Smith viajou pela América do Sul. Ao visitar seis países ela fez amizade com taxistas, professores, poetas e políticos. Conversou com eles a respeito de Jane Austen. Afinal, Jane Austen é tão universal quanto pensamos? Amy escreveu o livro Todos os caminhos levam a Austen (ainda sem tradução no Brasil) contando um pouco de suas aventuras. A autora e professora de redação e literatura na Universidade do Pacífico em Steckton, Estados Unitos. Durante um período de férias prolongadas visitou a Guatemala, México, Equador, Chile, Paraguai e Argentina para conversar com outras pessoas sobre sua escritora favorita.
Para conhecer um pouco mais sobre o livro, clique aqui ou leia em português traduzido pelo google. Para maiores informações vocês também podem acessar a página da autora no facebook.
A amiga Julie Wakefield nos presenteia com um belíssimo post com fotos do jardim e da casa onde Jane viveu seus últimos dias de vida – Chawton House. Clique aqui para ler o post e contemplar as lindas fotos!
Em um artigo publicado no Jornal The Guardian, e a amiga Valéria do Shoujo Café publicou um post a respeito. Como disse a Eveline Gomes, só de ler o post da Valéria já deu vontade de comprar o livro, que está à venda na Amazon.
Reproduzo abaixo o post da Valéria Fernandes.
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Tudo que você sempre quis saber sobre Jane Austen
Hoje me deparei com uma matéria do The Guardian chamada “Ten questions on Jane Austen” ou “Dez perguntas sobre Jane Austen”. Trata-se de mais que uma resenha, mas de um resumo muito interessante de dez das 20 perguntas que o autor John Mullan se propõe a responder em seu livro What Matters in Jane Austen?: Twenty Crucial Puzzles Solved (O que importa em Jane Austen: 20 Quebra-Cabeças Crucias Resolvidos). Fui até o Amazon e o resumo do livro é o seguinte:
Há algum sexo em Austen? Como os personagens se tratam e por que? Qual é a forma certa e errada de propor casamento? Quais personagens importantes de Auste nunca falam? Em What Matters in Austen, John Mullan mostra que você pode apreciar melhor o brilhantismo de Jane Austen prestando atenção às peculiaridades intrigantes e complexidades da sua ficção – perguntando e respondendo algumas perguntas muito específicas sobre o que acontece em seus romances, ele mostra a sua diabólica genialidade.
O legal é que o autor trabalha em cima do texto, das entrelinhas e sugestões que a autora faz para responder 20 questões curiosas. O The Guardian selecionou dez delas: Quem casou com um homem mais jovem?, Quem disse “Eu detesto dinheiro”?, Qual o nome de batismo da Sr.ª Bennet?, Por que o Sr. Perry está comprando uma carruagem?, Quem está vestindo luto?, Onde Wickham e Georgiana Darcy tiveram um encontro amoroso?, Quem casou por sexo?, Qual a ocupação do Capitão Benwick em Persuasão?, Quem teve a corte mais curta e bem sucedida?, Qual romance tem seu enredo dependente do clima?
A matéria do The Guardian é longa, eu queria ter tempo e paciência para traduzir tudo, mas já incluí o livro de John Mullan na minha lista futura de compras (*deixa o dólar cair*). É fantástico perceber só pela leitura do artigo do jornal o quanto Austen fala sobre sexo, por exemplo, mar (*Ramsgate é onde Wikham tenta seduzir Georgiana*) conjura perigos (*Austen perdeu um irmão no mar*) e o abandono aos prazeres sexuais. Isso pode ser par ao mal, como no caso da irmã de Darcy, salva na última hora, ou para o bem, como no caso de Emma, que nunca tinha visto o mar e vai passar sua lua de mel no litoral. Há também toda a discussão sobre casar por sexo, sugerida nas entrelinhas. Quem casou por sexo? Sr. Bennet, claro, e paga caro por isso, mas, também, Robert Ferrars e Sr. Palmer (Razão e Sensibilidade), além de Sr. Elton que é descrito como “um homem jovem vivendo sozinho e não gostando disso”. Segundo o artigo, tal colocação já conjurava vários sentidos perfeitamente compreensíveis pelos leitores, especialmente os homens solteiros. Mas Austen deixava a dica: todas as suas personagens que casam por sexo e são mostradas na maturidade, carregam uma cota de amargura e arrependimento, só que casamento é para toda a vida…
Há outros aspectos interessantes do artigo, como apontar que o clima é fundamental à trama de Emma ou que em Northanger Abbey todos parecem ter pressa. Quem casa com um homem mais jovem é Charlotte Lucas, que desesperada aos 27 anos, agarra o Sr. Collins. A questão do primeiro nome é particularmente deliciosa, pois pela reação das personagens de Austen, era mostra de excesso de intimidade e de falta de educação. Mr. Elton trata a esposa por seu nome, “Augusta”, e isso o torna motivo de riso e reprovação silenciosa, porque tudo é feito com falsa naturalidade. Já o Almirante Croft, em Persuasão, chama excepcionalmente a esposa pelo nome (*Sophy*), mas o faz de forma tão sincera e amorosa que causa invela “boa” nas mulheres ao redor. E, claro, a pobre Elinor acredita que Willoughby e Marianne estão noivos, porque o ouve chamando sua irmã pelo nome de batismo. Nós nunca saberemos, por exemplo, o nome da Sr.ª Bennet…
Enfim, poucas vezes um artigo me vendeu tão bem um livro. Se a versão digital estivesse disponível (*o amazona UK, só vende versão Kindle para o Reino Unido*), eu iria pedir o livro imediatamente, mas tudo ao seu tempo. Quem souber inglês, não deixe de ler o artigo que é muito, muito bom, e vai encantar todas as fãs de Austen.
A capa abaixo está pré-selecionada pela V&A para uma premiação de ilustrações de 2012. O desenho da capa é obra de Petra Borner, e o livro foi publicado pela Editora Bonnier em 2011. O que vocês acham da capa?
Para conhecer um pouco mais sobre esta editora, clique aqui.
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