Aniversário de 4 anos do blog!

Neste final de semana o blog Jane Austen Brasil comemorou 4 anos de existência! É com muito prazer e satisfação com comemoro esta datas com vocês, queridos leitores e amigos! Comecei a postar algumas coisinhas simples em fevereiro de 2008. Ontem, realizamos aqui em Belo Horizonte um singelo encontro em homenagem ao aniversário e só posso dizer que é cada vez mais prazeroso falar sobre Jane Austen! Entramos para o nosso 5o ano de funcionamento e espero que muitos outros virão! Viva Austen! Afinal, ela é a única razão para este blog existir!
Aguardem os próximos dias, publicarei posts com sorteios! Fiquem atentos!

Encontro JASBRA-MG

Prezados leitores de minas, estamos organizando nosso próximo encontro para o próximo final de semana! Finalmente iremos reencontrar os velhos amigos e conhecer os novos integrantes! Sejam todos bem vindos!


Maiores informações: adriana@jasbra.com.br
Favor confirmar a presença neste post ou na comunidade do facebook. Obrigada!

O olhar de Anne Elliot

O seguinte guest post de Rita Paschoalin é sobre Persuasão!

Ironia. Essa é a primeira palavra que me vem à cabeça agora, poucas horas depois de concluir a leitura do delicioso Persuasion, da britânica Jane Austen. O livro me deixou com vontade de reler outros dois de seus romances – Pride and Prejudice e Sense and Sensibility – que li durante a faculdade, como tarefa de casa da disciplina Literatura Inglesa. Lembro-me de que gostei muito, especialmente de Pride and Prejudice, cuja leitura foi feita quase que inteiramente durante a madrugada que antecedia a avaliação (é, eu sei). A lembrança que tenho era de que, à medida que lia, lamentava não dispor de mais tempo para me envolver com a história, para apreciá-la com a atenção devida. Normalmente sou uma leitora lenta e nunca perdi a impressão de que li Pride and Prejudice aos trancos e barrancos. E acabei nunca lendo nada da Austen outra vez. Agora, depois de Persuasion, tenho motivos para revisitar o que já li e para degustar outras obras suas.
Persuasion foi o último romance escrito por Austen, só publicado após sua morte. Vejo várias razões para indicar o livro: a escrita de Austen nos conduz de um parágrafo a outro sem grandes percalços, tudo fluindo suave como em um bom filme de época (sério, com um pouquinho de esforço a gente ouve a trilha de violinos), com personagens muito bem construídos que saltam das páginas em diálogos absolutamente perfeitos. Se eu soubesse escrever diálogos assim, ah (suspiro longo), não seria blogueira, obviamente. E é ali, nas falas dos Elliots, Musgroves e Crofts que a ironia refinadíssima de Austen nos abraça de vez e não conseguimos mais parar de ler. Em Persuasion, várias famílias se cruzam em relações sociais construídas sobre valores que, aos olhos da protagonista Anne Elliot, não poderiam ser mais equivocados: os nomes, as tradições, os títulos, tudo que compõe as altas rodas sociais dos confins da Inglaterra no final do século XVIII e início do século XIX tem primazia sobre sentimentos e caráter, retidão e sensibilidade. O olhar de Anne é aguçado, seu coração é generoso e seus valores vão muito além da superficialidade que ronda sua família e seu círculo social. O desconforto é maior ou menor, dependendo das circunstâncias, claro, mas ela carrega consigo o peso de ter tido sua vida marcada, talvez de maneira irreversível, pelos mesmos valores que tanto questiona. A história começa oito anos após Anne ter rompido com o amor de sua vida, Frederick Wentworth, graças aos apelos de sua família que não via nele alguém “à altura” de uma Elliot. Agora, com as finanças da família Elliot em apuros, Wentworth volta à cena e Anne tem a chance de fazer valer os valores em que acredita – resta saber se os sentimentos de Wentworth ainda resistem depois de tanto tempo – tchan-ans!
O forte de Persuasion, repito, está nas falas das personagens, que deixam transparecer a mesquinharia, a superficialidade, a boa e velha falta de noção de quem acredita que o mundo é feito apenas de rendas e títulos. Mas também há aqueles trechos descritivos em que Austen nos mostra a alma de suas personagens, com aquela sutileza em que a boa literatura é, via de regra, tão generosa; como quando Anne, para fugir dos diálogos insuportáveis durante os inevitáveis saraus noturnos, entrega-se ao piano. Ela sabe que ninguém está realmente ouvindo o que ela toca, que sua presença ali sequer é devidamente notada; mas mergulhada na melancolia que a cerca desde a separação de seu amor, há tantos anos, Anne já se vira bem sozinha:
“She knew that when she played she was giving pleasure only to herself; but this was no new sensation.”
Anne parece mesmo estar sozinha o tempo todo. As pessoas com quem convive enxergam prazer onde ela vê desgosto, regozijam-se naquilo que a enfada. Em certo momento, seu primo, Mr. Elliot, tenta fazê-la ver que, ainda que família tal não tenha lá muitos atrativos, são pessoas de valor pelas relações sociais que mantêm. A reposta de Anne é um retrato de sua personalidade:
“My idea of good company, Mr. Elliot, is the company of clever, well-informed people, who have a great deal of conversation; that is what I call good company.”
É uma delícia (daquelas de rir alto) quando Jane Austen aproxima em sua trama esse disparate de visões de mundo. Em certo momento, a irmã de Anne, Elizabeth, encontra-se maravilhada pela aproximação com a nobreza local, enquanto Anne festeja intimamente um breve encontro que acabara de ter com seu querido Wentworth. Ambas estão felizes, mas as motivações para essa sensação têm natureza tão distinta que seria justo se houvesse palavras diferentes para descrevê-las. Austen fala assim:
“… it would be an insult to the nature of Anne’s felicity to draw any comparison between it and her sister’s; the origin of one all selfish vanity, of the other all generous attachment.”
Quando a gente já ama Anne completamente, Austen ainda lhe confere certos traços feministas (claro, estamos falando do final do século XVIII). Imaginando as circunstâncias que cercavam aquelas mulheres, naquela época, acho um trunfo que a personagem perceba que sua visão de mundo e sua relação com os sentimentos amorosos sejam fruto do confinamento em que elas viviam, enquanto os homens desbravavam o mundo em seus navios. Na reta final da história, Anne questiona as afirmações categóricas de seu amigo Captain Harville sobre a inconstância dos sentimentos femininos. Quando Harville cita o fato de que qualquer livro que se abra dirá algo sobre “woman’s inconstancy”, Anne rebate:
“… if you please, no reference to example in books. Men have had every advantage of us in telling their own story. Education has been theirs in so much higher a degree; the pen has been in their hands. I will not allow books to prove anything.”
Como não torcer por Anne? Muito amor pela Jane Austen.

Rita, eu sou suspeita para falar de Anne Elliot já que Persuasão é o meu livro favorito…. E vocês leitores? Concordam com a Rita?

Mansfield Park é para se ler com calma!

  Eu convidei a Rita Paschoalin (Blog A Estrada Anil) para publicar aqui no blog da JASBRA as resenhas que ela escreveu sobre os livros de Austen. O primeiro texto de Rita é sobre Mansfield Park:
Venho lendo Mansfield Park lentamente, como é de meu feitio. Ainda que tivesse intenção de devorar o livro rapidamente, não teria tempo para fazê-lo, não agora que fevereiro já avançou e a rotina engrenou de vez. Não reclamo nada, nada. Doses diárias de J. Austen não me fazem nenhum mal e mesmo as menores delas me trazem a sensação já familiar de encantamento. Quando o tempo me permite, mudo-me para Mansfield Park onde já transito com desenvoltura pela casa, entendo aquele olhar de Edmund e morro de rir com os tropeços da vaidade em pessoa, Mrs. Norris. Também desprezo Henry e temo pelo caos que Mary Crawford pode trazer à vida de minha queridíssima heroína Fanny. Já sou de dentro, sou da casa. Há dias em que avanço não mais que duas páginas e ainda assim sei que encontrei nelas mais beleza do que em alguns livros inteiros que li vida afora. Ainda que sejam páginas descritivas, de narrativa mais lenta, nada em Austen me é enfadonho. Sua escrita é uma pintura expressionista: enche meus olhos.

Hoje Fanny guardou um pequeno bilhete interrompido, duas linhas, não mais, como se fosse uma joia. A primeira “carta” que ela recebeu na vida, entregue em mãos pelo autor. Enquanto espio a cena, como se estivesse escondida num cantinho do quarto onde ela se passa, vejo seu rosto apreensivo e confuso. É maravilhoso ler seus pensamentos, saber da inteireza de sua angústia. Se eu pudesse, sei que não resistiria e cochicharia do alto da página, bem baixinho: “ah, Fanny, espere, não tema, você está em boas mãos” e estragaria todo o suspense. Ainda bem que não posso. E toco o passeio pelas palavras-tintas de Austen. 

***

“To her, the hand-writing, independent of anything it may convey, is a blessedness. Never were such characters cut by any other human being, as Edmund’s commonest hand-writing gave! This specimen, written in haste as it was, had not a fault; and there was a felicity in the flow of the first four words, in the arrangement of ‘My very dear Fanny,’which she could have looked at for ever.” (ownnnnnnnnn…. sweet!)

Onde mais se lê coisa tão linda sobre a caligrafia da criatura? 🙂

E vocês, concordam com a opinião de Rita?

RESULTADO DO SORTEIO – Nina Benneton

Aqui estão as felizes ganhadoras do livro de Nina Benneton, Compulsively Mr. Darcy!

Isabel Alves de Abreu e Fabiana David Swingler
PARABÉNS!!!!!!
Aproveito para postar uma resenha da própria Nina Benneton sobre seu livro.
O nascimento de Compulsivamente Sr. Darcy!
Eu estava tão obcecada com o Sr. Darcy de Orgulho &  Preconceito , que minha irmã ficou preocupada com meu estado mental. Ela também era muito fã de Jane Austen mas preferia o Sr. Bingley ao Darcy. O sem-graça e sem sal do Sr. Bingley, fala sério, mana? Eu sabia que quand ela era um bebê, ela havia caído e batido a cabeça com força! Qual seria a outra explicação para alguém resistir ao delicioso Sr. Darcy?
 “Ele é muito controlador,” ela me disse.
“Essa não é uma característica ruim para um homem,” respondi.
Acredito que um homem gostar de estar no controle das situações, é uma coisa boa, não acham? O Sr. Darcy de Jane Austen gosta de estar em controle de si mesmo, suas emoções, seus criados e seus amigos…e praticamente todos permitiam isso, com a exceção de Elizabeth Bennet. Ela disse ‘não’ para a primeira proposta dele, e disse que ele era um grosso.
Com isso ela fez com que ele iniciasse uma auto-análise e viesse a se transformar no símbolo de herói romântico para tantas mulheres. 
Um homem mudar por causa da mulher que ama? Acalme-se, meu coração. Quem pode resistir a tal coisa? (Eu sei, eu sei. Ninguém deveria querer mudar ninguém, mas meu herói, fictício ou não, eu quero que ele mude por amor a mim!)
Foi  a partir daí que a inspiração de escrever a minha versão do Sr. Darcy surgiu. Uma interpretação moderna. Eu peguei emprestado alguns aspectos dos personagens de Austen e criei a minha versão.
E se o Darcy modern fosse tão controlador que isso se tornasse uma desvantagem para ele? E se o fato de querer controlar tudo e todos, o impedissem de ter uma relação saudável com qualquer mulher? As pessoas que gostam de controlar todos a sua volta também querem controlar o ambiente que os cercam. Ele seria o tipo de pessoa que levaria a própria roupa de cama quando viajasse – pense nos micróbios e bactérias escondidas em quartos de hotel. Insuportável. Germes e micróbios eram coisas nojentas.
Foi assim que o Sr. Darcy modern ganhou vida. Uma pessoa controladora sofrendo de TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo) foi minha inspiração.
Esta característica me deu muito material para trabalhar. Um homem que, aparentemente, tinha tudo que alguém poderia desejar – bilionário filantropista, homem de negócios bem sucedido, bonito e sexy – mas com a vida governada pelo medo. Medo de perder o controle, medo de doenças, medo de que algo acontecesse com as pessoas que amava. Assim ele decide limitar o número de pessoas que teriam importância em sua vida, pois permitir novas pessoas em seu pequeno círculo de amizade e ”treiná-los” exigia dele um esforço hercúleo.

Damn stupid Bingley for dragging me here.” Darcy cursed under his breath. He swallowed his frustration and tried to improve his mood. Bingley was his best friend and, at this stage in his life, he didn’t want the bother of training another one.

Com um herói como esse já logo na primeira página, que tipo de mulher seria necessário para provocar uma profunda mudança neste personagem?

Um homem com uma necessidade patológica de estar em controle precisa de um mulher forte que vai mostrá-lo que ela é que está no controle, certo?

Errado.

As pessoas resistem muito a qualquer tipo de mudança. Ele não vai mudar só porque ela é uma mulher forte bonita, inteligente e sofisticada.  Também não quise escrever sobre dois homens lutando pelo amor de uma mulher. Um bilionário filantropista, meu Mr. Darcy moderno teria conhecido muitas mulheres inteligente e bonitas, fortes e determinadas, mas nunca sucumbiu ao amor de nenhuma.

Ele precisava de alguém diferente.

Alguém que não fosse passiva, mas que também não ligasse para sua necessidade de manter o controle sobre qualquer situação ou o fato de ter necessidade de lavar suas mãos constantemente. Alguém interessante e diferente o suficiente para curá-lo com uma terapia especial e o fizesse esquecer de todas as bactérias envolvidas.

Ele precisava da quixotesca e impulsiva Dr. Elizabeth Bennet, uma médica de São Francisco, especialista em doenças contagiosas que estava trabalhando no Vietnam como voluntária.

E é por essa razão que meu herói romântico se chamou “Compulsively Mr. Darcy”.

Nina Benneton

Orgulho e Preconceito no Teatro – Raton Rouge


Para quem mora em Baton Rouge – Louisiana (USA) terá a oportunidade de assistir uma adaptação de Orgulho e Preconceito para o teatro. Maiores informações sobre o espetáculo e tíckets aqui. As apresentações irão até o dia 19 de fevereiro!
Crédito da foto: LSU Media Center

Encontro Regional Recife – Emma

Hora de começar a organizar a agenda de eventos aqui no Recife! Primeiro de abril, voltamos à carga (e não, isso não é uma peça do dia da mentira XD). Comecem a ler Emma (vocês têm um mês e meio para isso!), lembrem-se de marcar sua passagem favorita do livro (e tentem não ser óbvios sobre isso… não vale só cena de declaração!), quem tiver vocação para ou histórias de casamenteiro, preparem-nas para contar no dia e não esqueçam de levar um ovo de chocolate número 15, porque faremos nosso Coelho Secreto no dia!

Além disso, para quem já quiser deixar marcado no calendário outras reuniões – essas do Clube do Livro Saraiva, da qual serei uma das mediadoras, anotem aí:

27/04 – Drácula, de Bram Stoker. Esse ano temos o centenário de morte do Stoker e confesso que quase saí pulando e ricocheteando pelas paredes quando ficou decidido fazermos Drácula. Adoro esse livro, adoro o literatura gótica vitoriana e mal posso esperar por essa data!

01/06 – Os vinte primeiros contos de A Vida Como Ela É, de Nelson Rodrigues. O livro é grande, então decidimos restringir um pouco a coisa. Também é centenário e o Rodrigues é pernambucano.

03/08 – Assassinato no Expresso do Oriente, de Agatha Christie. Já quero que seja agosto. Huahuahuahua… Embora a gente vá se concentrar nesse livro, pretendo abordar um pouco da literatura policial e fazer o comparativo Holmes versus Poirot, meus dois detetives favoritos! Altas idéias do lado de cá… Isso vai ser muito divertido.

05/10 – A hora e a vez de Augusto Matraga, de Guimarães Rosa. Esse ainda não foi confirmado, mas tudo indica que será ele mesmo. É um conto, livro ridiculamente fininho e considerado por muitos críticos a grande obra-prima do Guimarães Rosa.

É isso… agora… quem estará lá dia 01? Esse será um encontro muito doce!

Jane Austen também é diversão!

CAÇA-PALAVRAS
Por Shannon Winslow, autor de The Darcy’s of Pemberley
                       N     O    I     S     A     U     S     R      E     P     F     T    H      D
                      P     R     I     D     E     N     E     T     S     U     A      Z     A      L
                      R     E    G    Y     A      N    N     E     R     O     N     I      L      E
                      E     D    M   E      M     E     S     I      R     Y     C    U      L      I
                      J    W     F     B     M     C     I     E      Z     C     E     I      L       F
                      U    A     K    B     E      I      B     P     A     R     Z     K      I      R
                      D     R    N    A     V     R      I      K    N     A     R     F      H     E
                      I      D    M    E     A     P      L     N    B      D     J     A     C      H
                      C     M    A     N    S     F      I      E     L      D     P    N     R      T
                      E      J     D     N    A     L     T      G     Y     V    A    N     U      E
                      P     O     C    A     T     H     Y      I      M     A    R    Y     H     N
                     N      O    R    T      H     A     N     G     E      R     K    U     C    H
CLUES:
  1. Author Jane A_____
  2. Her six novels: E____, P_________, S____& S__________, P____ & P________, M________ P___, N_________ A____
  3. The two eldest Miss Bennets, J___ and E________
  4. Home of Mr. Bingley, N__________
  5. Master of Delaford, Colonel B______
  6. The finest estate in Derbyshire, P________
  7. Heroine of MansfieldPark, F____ P____
  8. The eldest Miss Dashwood, E______
  9. S__ Walter Elliot
  10. Miss C____ Morland (inform.)
  11. Mr. Weston’s son, F____ C________
  12. Elizabeth Elliot’s two sisters, A___ and M___
  13. Captain Wentworth’s branch of military service, the Royal N___
  14. Mr. E______ Ferrars
  15. The mischievous Miss L___ Steele
  16. The Dashwood Estate in Sussex, NorL____
  17. A modest equipage, a g__
  18. The Elliot estate, Kellynch H___
  19. Scene of Louisa Musgrove’s accident, the seaside town of L____
  20. The handsome proprietor of Pemberley, Mr. Fitzwilliam D____

Links

Shanon’s website
www.shannonwinslow.com

About the book
http://shannonwinslow.com/the-darcys-of-pemberley/

Para comprar na Amazon:

http://www.amazon.com/Darcys-Pemberley-Continuing-Austens-Prejudice/dp/0615517153/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1328670484&sr=1-1

    Lançamento: Jane Austen – A Celebration of Her Life and Work

    Por indicação da Becca lá no Jane Austen Centre fiquei sabendo que acaba de sair um novo livro com dados biográficos e estudos sobre o universo Jane Austen. O livro foi escrito por Lauren Nixon, com introdução de Josephine Ross. Está à venda por 25,00 libras na lojinha virtual do Jane Austen Centre in Bath.

    Mais um que vai para a minha wish-list! Vocês notaram que a capa do livro se parece com a aquarela que a irmã de Austen, Cassandra pintou?

    Confiram abaixo algumas páginas do livro!

    1º Encontro Regional – Jasbra/MS

    Olá pessoal,

    É com grande satisfação que venho divulgar o 1º Encontro Regional da JASBRA no Estado do Mato Grosso do Sul.


    Quem me conhece sabe que há tempos venho procurando por outras admiradoras da Jane aqui no MS e já havia encontrado uma ou duas, mas um encontro de fato ainda não tinha sido possível. Até que em novembro de 2011 postei no grupo Jasbra do Facebook (clica aqui pra ir conhecer) um pequeno chamado aos membros sul-mato-grossenses.

    Em meados de dezembro, a Beatriz comentou meu tópico e desde então temos conversado sobre a possibilidade de efetivar esse encontro, já que ela, morando na capital, conhecia mais algumas pessoas que teriam interesse num encontro sobre Jane Austen.

    Assim, duas semanas atrás, fechamos um final de semana possível. E semana passada fechamos, finalmente, data, hora e local.

    Enfim… É com grande satisfação que convido aos admiradores sul-mato-grossenses de Jane Austen  (e também aqueles de fora que estarão por Campo Grande na ocasião) a participar com a gente desse encontro que, com certeza, será fantástico!

    Será no dia 11/02 (sábado), a partir das 17h, no Fran’s Café, localizado na Rua Marechal Rondon, 2453, Centro, em Campo Grande/MS.

    Como faremos reserva de mesa para o encontro é interessante que quem queira participar confirme por meio do evento no Facebook (clica aqui pra ir lá) ou, se não tiver conta no Face, confirme via e-mail: eveline@jasbra.com.br.

    E pra marcar esse primeiro encontro, escolhemos a seguinte frase:

    Tudo foi acontecendo tão devagar que não sei bem quando começou. Mas acredito que deva ter sido quando vi pela primeira vez os lindos campos de Pemberley.

    Beijos,
    Eveline Gomes
    Jasbra/MS