Live aberta sobre Machado de Assis e Jane Austen

No projeto CEFET Aberto à Comunidade Docente (CACD), os professores Adriana Sales e Amílcar Santos farão uma breve exposição de possíveis interlocuções entre a escritora inglesa, Jane Austen e escritor brasileiro, Machado de Assis. Além disso, haverá dicas e orientações sobre maneiras de abordar os dois autores em sala e relato da experiência deles com essa prática. Tudo isso e muito mais estará no minicurso que eles estão oferecendo. Mais informações e inscrições: link aqui.

Aula aberta – 10/05/2022 – 19h30TRANSMISSÃO PELO YOUTUBE NO CANAL INFORTEC (Link aqui)
– Apresentação geral do Minicurso
– Orientações sobre algumas abordagens das obras de Jane Austen e de Machado de Assis e em sala de aula.

Arquivo-Museu de Literatura Brasileira

Hoje resolvi fazer um post sobre um Museu maravilhoso no Rio de Janeiro: o Arquivo-Museu de Literatura Brasileira!  A ideia do arquivo-museu partiu do meu querido poeta Carlos Drummond de Andrade. O texto e vídeo abaixo pertencem ao site da livraria Saraiva: Saraiva Conteúdo. Para visitar o Arquivo-Museu:
Arquivo-Museu de Literatura Brasileira
Fundação Casa de Rui Barbosa
Rua São Clemente, 134 – Botafogo – Rio de Janeiro, RJ
Tel.: (21) 3289-4600
Atendimento: 2ª a 6ª feira, de 9 às 18h, com a última entrada 45 minutos antes do fechamento.

Quem passa em frente ao velho casarão, sede da Fundação Casa de Rui Barbosa, na rua São Clemente, em Botafogo, por vezes ignora que lá exista o fruto de um sonho do poeta Carlos Drummond de Andrade. No fundo do silencioso quintal, próximo ao jardim da moradia do ilustre diplomata, onde atualmente mães e babás fazem passeios diários com seus carrinhos de bebês, está localizado o Arquivo-Museu de Literatura Brasileira.
“O Arquivo-Museu foi criado por sugestão do poeta Carlos Drummond de Andrade. Quando Drummond foi procurado por Dona Lili Brant para autografar um caderno em capa dura com anotações e recortes de textos de escritores, ele percebeu que aquilo servia como um micro arquivo-museu pessoal. Em seguida, publicou uma crônica no Jornal do Brasil [em julho de 1972] referindo-se à ‘velha fantasia’ de criar um museu de literatura que reunisse papéis e objetos relacionados à criação e à vida dos escritores brasileiros”, diz Eduardo Coelho, chefe do Arquivo-Museu de Literatura da FCRB, cujo cargo já foi ocupado por Plínio Doyle e Eliane Vasconcellos.

Drummond e seus contemporâneos reuniam-se aos sábados em encontros na biblioteca da casa do advogado Plínio Doyle, em meados dos anos 1960. Na famosa reunião, batizada de Sabadoyle, Carlos Drummond deu prosseguimento ao seu sonho. Plínio Doyle apelou aos amigos escritores e intelectuais: “Para evitar que se perca ou se disperse a preciosa documentação da nossa história literária, mandem para a Casa de Rui Barbosa todo tipo de material que sirva à nossa finalidade específica”. Ele foi atendido prontamente, e assim juntou em 15 dias mais de 500 documentos.