Orgulho e Preconceito adaptação para o português

A Editora Paulus acaba de lançar uma versão adaptada de Orgulho e Preconceito, trata-se de um livro muito útil para professores que desejam introduzir Jane Austen nas aulas de ensino fundamental e médio.
A história foi adaptada por João Pedro Roriz em 150 páginas e por ser voltado para o público adolescente traz uma linguagem mais moderna, sem é claro sair do texto original. O livro custou 15,00 reais, comprei aqui em BH mesmo na livraria Paulus.
Conheço o João Pedro há um tempinho e ele já me prometeu uma entrevista aqui para o JASBRA! Aguardem!
Como podemos perceber, Jane está avançando nas prateleiras do Brasil! Ótima iniciativa da Editora Paulus! Nesta coleção (que é nova) já estão disponíveis os livros:
A Ilha do Tesouro – R. S. Stevenson – adaptação de Douglas Tufano e Renata Tufano Ho
Os Miseráveis – Victor Hugo – adaptação de Júlio Emílio Braz
O Príncipe e o Mendigo – Mark Twain – adaptação de Lino de Albergaria
Os Lusíadas – Luís de Camões – adaptação de Lino de Albergaria
A Divina Comédia – Dante Alighieri – adaptação de Lino de Albergaria
O Corcunda de Notre-Dame – Victor Hugo – adaptação de Douglas Tufano e Renata Tufano Ho
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15 thoughts on “Orgulho e Preconceito adaptação para o português

  1. Aline Aquino 22/10/2009 / 1:11 PM

    Uma ótima iniciativa!!! Os miseráveis eu já tinha visto…e ouvi opiniões dos jovens…e eles gostaram. Com certeza vão amar O&P

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  2. Cláudia Cristino 22/10/2009 / 4:36 PM

    O livro já foi lançado e eu já comprei um… Ainda não tive oportunidade de lê-lo.
    Excelente iniciativa da Paulus.

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  3. Adriana Zardini 22/10/2009 / 7:58 PM

    Lu, eu também espero que meus alunos se interessem!

    Nesse 4o bimestre já estou adotando Jane, Gaskell e outros.

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  4. Lord Daniel 22/10/2009 / 8:04 PM

    Eu não gosto desse tipo de trabalho, uma vez que o texto “adaptado” necessariamente mutila o original. Mas se o propósito é meramente didático acho até aceitável desde que o aluno saiba que o texto integral no fim das contas é o objetivo…

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  5. Adriana Zardini 23/10/2009 / 9:21 AM

    Lord Daniel, só discordo de uma coisa: “meramente” didático! Essa é a questão para nós professores de inglês ou português: como trabalhar os clássicos em sala de aula se eles tem mais de 300 páginas (em sua grande maioria)? Por isso sou à favor dos adaptados e readers porque nos dá a oportunidade de inserir os clássicos em leituras bimestrais sem que os alunos se sintam desmotivados para lerem mais de 300 páginas, sendo que tem tantas outras matérias para estudar.

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  6. karlinha 23/10/2009 / 12:04 PM

    Poxa, adriana, e está brato, 15 reais? será que tem pela net?
    para comprar parabéns ao João.!

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  7. Adriana Zardini 23/10/2009 / 3:22 PM

    Karlinha, tem na livraria cultura que eu vi! mas certamente vc encontrará em outras livrarias do país.

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  8. Luciana 24/10/2009 / 8:21 AM

    Ótima notícia!!!!!!!!!

    Realmente estimula os alunos e divulga as obras da Jane Austen.

    Parabéns!!

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  9. paularyana 24/10/2009 / 6:49 PM

    No meu caso, como estudante foi um estímulo a leitura de clássicos adaptados. Tenho que discordar de Lord Daniel, temos que usar sim textos adaptados na escola e fora dela também. Muitos clássicos são muitos sofisticados para o gosto infanto-juvenil e é nessa idade que se deve estimular a leitura, daí a importância dos adaptados. Eu li muitos clássicos adaptados e hoje sou uma grande leitora dos originais. Adoro lê-los 🙂

    Paula Aryana

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  10. Lord Daniel 25/10/2009 / 1:41 AM

    Já li textos adaptados de Júlio Verne na adolescência e gostava deles. Mas Verne não é clássico nem gênio como Austen… se é pra incentivar a leitura porque não usar trabalhos menos sofisticados pra isso em vez de mutilar clássicos? De resto, a verdade é que a maioria do público juvenil prefere leituras, digamos, menos trabalhosas, como esses romances com vampiros sensuais…

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  11. paularyana 25/10/2009 / 12:23 PM

    Sim, Lord Daniel, há uma ótima literatura infanto-juvenil que serve muito bem ao próposito de incentivar a leitura. Deveria ser prioritária, e não só versões condensadas de clássicos próprios para adultos. Aliás, livros da moda não 'pegam' só os mais jovens! Os exemplares vendidos do mais novo título de Dan Brown não me deixam mentir… O leitor mediano, seja jovem, seja adulto, está mais interessado na história e não no 'modo como' a história foi contada. Se Austen fosse mais uma romântica contadora de histórias, não seria a grande escritora festejada hoje.
    Paula Aryana

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  12. Sobre mim 20/01/2010 / 12:57 AM

    Cara Adriana,
    Não resisti a “meter minha colher” nesta discussão… Como já contei para você, (contei?) sou uma professora aposentada que depois de 20 anos de magistério (Ed. Artística, imagina!!!), finalmente voltou para os bancos escolares, faço Faculdade de Letras, e esta discussão está sempre presente em nossas aulas de Literatura. Afinal, o aluno ganha ou perde com a leitura de “adaptações”? Tenho várias opiniões, com os mais variados argumentos, mas prefiro citar o belíssimo texto de Ítalo Calvino, “Por que ler os clássicos”: “De fato, as leituras da juventude podem ser pouco profícuas pela impaciência, distração, inexperiência das instruções para o uso, inexperiência da vida. Podem ser (talvez ao mesmo tempo) formativas no sentido de que dão uma forma às experiências futuras, fornecendo modelos, recipientes, termos de comparação, esquemas de classificação, escalas de valores, paradigmas de beleza: todas, coisas que continuam a valer mesmo que nos recordemos pouco ou nada do livro lido na juventude”. E aí acho que somente o professor deve decidir: ele vai “facilitar” a vida do seu aluno optando por abandonar a beleza do texto clássico e adotar o caminho curto do prazer contido em adaptações, ou ele vai acreditar que quando um livro é lido por um aluno este aluno está ganhando a experiência da beleza completa, mesmo que para isso perca mais algumas horas em um texto mais extenso?

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  13. Adriana Zardini 20/01/2010 / 7:42 AM

    Angela, que bom que você está de volta aos estudos! Professor é assim mesmo! Não dá para parar! 🙂

    Sobre a introdução dos clássicos ou das versões adaptadas… eu acredito que a leitura dos clássicos é mais importante, porque as versões adaptadas sempre acabam cortando alguma coisa… No entanto, se o professor for adotar um livro de austen de mais de 300 páginas, não é possível trabalhar durante o bimestre ou período de leitura. Por isso acho importante usar as versões simplificadas.

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