Gazeta de Longbourn: Celebrating Pride and Prejudice

Mais uma vez, a Luciana Darce nos traz uma resenha de livro. 
Com vocês: Celebrating Pride and Prejudice! Publicado pela Lansdown Media de Bath, Editor chefe: Tim Bullamore. O livro foi escrito por Hazel Jones e Maggie Lane.

2013 marks the 200th anniversary of the first publication of Pride and Prejudice, Jane Austen’s best-loved novel. To mark this special occasion Hazel Jones and Maggie Lane have written this beautifully illustrated 64-page book looking at the history of the work that Jane Austen called her “darling child”. To celebrate the bicentenary of the book’s first publication in 1813, Hazel and Maggie investigate the reasons for its popularity and describe the extraordinary history, reception and afterlife of the phenomenon that is Pride and Prejudice.

Todo mundo por aqui já deve saber a essas alturas que 2013 marca o bicentenário de publicação do clássico Orgulho e Preconceito de Jane Austen. Celebrating Pride and Prejudice é uma das inúmeras iniciativas de fãs por todo o mundo para marcar a data. É um belo guia de referência, ricamente ilustrado, com referências históricas, literárias e cinematográficas: textos claros e bem humorados, e uma autêntica apreciação por tudo aquilo que leva o “selo de qualidade” Jane Austen. O único defeito, para mim, foi que o achei demasiadamente curto. Considerando a qualidade do projeto – das informações apresentadas ao projeto gráfico – eu não faria questão de pagar mais por um livro com ainda mais artigos e análises. Adoro ler tudo (ou quase tudo) que escrevem sobre Austen (não à toa estou todo mês batendo ponto aqui) e considerando o claro apuro e carinho com que Celebrating Pride and Prejudice foi feito, só consigo pensar ‘quero mais, mais, mais…’. Eu queria muito que alguma editora brasileira se interessasse por trás esse trabalho na nossa língua, especialmente a se considerar a data histórica que acabamos de passar. Não apenas essa pequena pérola, mas também os diários da Amanda Grange e a fantástica série de Pamela Aidan, Fitzwilliam Darcy, Gentleman (na minha opinião, o livro que melhor encarnou a voz do personagem) – acho que teria sido muito mais digno lançarem esses títulos em vez de 50 Tons do Sr. Darcy (não pretendo ler este, antes que perguntem por uma resenha). Enfim, saí completamente do assunto… O que vocês precisam saber sobre Celebrating Pride and Prejudice é que ele agrada tanto iniciados quanto recém-chegados à obra de Austen, um delicioso aperitivo antes do prato principal: didático sem ser chato, e um verdadeiro colírio para os olhos em termos de edição. Uma boa obra para se ter na coleção.

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