Colin Firth: um homem de razão e sensibilidade

A coluna The Observer do jornal The Guardian de hoje, traz uma matéria com Colin Firth intitulada Colin Firth: um homem de razão e sensibilidade que, além de falar da sua carreira, da indicação do ator ao Oscar pela sua atuação em A Single Man e do prêmio no Festival de Veneza, fala da relação de Firth com Jane Austen e de como Andrew Davies, diretor da adaptação de Orgulho e Preconceito, em 1995, ficou impressionado com a atuação de Firth no filme Tumbledown e, depois de trabalharem juntos em uma produção chamada Circle of Friends, Davies passou a considerar a possibilidade do ator vir a ser Mr. Darcy. Segundo o diretor, “ele é muito inteligente. Ele realmente pensa no que está fazendo. É muito instintivo, mas creio também que é muito racional em sua atuação”. O artigo destaca ainda o fato de, antes de estrelar como Mr. Darcy, Colin nunca ter lido nada de Jane Austen, e que a série deve ter sido uma boa introdução ao mundo austeniano, pois em entrevista a uma revista francesa em 2006, ao ser perguntado quem eram as mulheres de sua vida, Firth respondeu: “minha mãe, minha esposa e Jane Austen”.

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